Lula é ‘comandante máximo’ de esquema de corrupção na Petrobras, diz Lava Jato

Lava Jato denuncia Lula sob acusação de comandar esquema na Petrobras

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Ministério Público Federal diz que petista é responsável direto por desvio de R$ 88 milhões da estatal no caso da empreiteira  OAS e afirma que ex-presidente permitiu ‘propinocracia’ bilionária para se perpetuar no poder; acusado nega irregularidades

ESTELITA HASS CARAZZAI e FLÁVIO FERREIRA – FOLHA DE SÃO PAULO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado na tarde desta quarta-feira (14) pela força-tarefa da Lava Jato sob acusação de comandar o esquema de corrupção na Petrobras e atuar, junto com a empreiteira OAS, no desvio de ao menos R$ 87,6 milhões da estatal.

“Sem o poder de decisão de Lula, esse esquema seria impossível […] Lula era o maestro dessa grande orquestra concatenada para saquear os cofres públicos”, declarou o procurador da República Deltan Dallagnol, durante coletiva de imprensa.

Na denúncia, o petista é acusado de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, que teria sido feita em parceria com Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS. A acusação pede à Justiça que Lula devolva esses R$ 87,6 milhões, que teriam sido desviado de contratos da empreiteira com a Petrobras e revertidos em propinas.

O próprio ex-presidente da República teria, segundo a denúncia, recebido R$ 3,7 milhões em vantagens indevidas da empresa.

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Procurador da República Deltan Dallagnol dá entrevista coletiva sobre denúncia contra Lula

Parte do valor, segundo os procuradores, está relacionada ao caso do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo: R$1,1 milhão teriam sido usados para comprar o apartamento, mais R$ 926 mil para reformá-lo e R$ 350 mil para instalar equipamentos de cozinha na unidade. A OAS ainda teria pago R$ 1,3 milhão para armazenar bens de Lula depois que deixou a Presidência.

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Candidato BODEGUEIRO vira febre na internet e nas conversas em Assú

Em Assu, oposição menospreza profissão de candidato, mas crítica não funciona e viraliza na web

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No auge do pleito eleitoral em Assú, uma crítica falha da oposição gerou um fenômeno na web a favor do candidato da situação, Patrício Júnior (PSD), que é apoiado pelo atual prefeito Ivan Júnior (PROS). Na tentativa de menosprezar a profissão de comerciante do candidato Patrício Júnior, a oposição da cidade começou a adotar um discurso e questionar se a cidade iria permitir que Assú ficasse nas mãos de um “bodegueiro”. A resposta do candidato veio à altura e se transformou em uma avalanche de apoio e postagens na web.

“A oposição agora está menosprezando a minha profissão me chamando de bodegueiro. Vocês não sabem o quanto eu tenho orgulho de ser bodegueiro, pois foi de lá, da bodega do meu pai, que ele nos deu o pão de cada dia, nos criou com muita honra e dignidade e me ensinou a ser bodegueiro também”, disse Patrício Júnior durante um comício na comunidade de Linda Flor no último sábado (10).

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No dia seguinte a internet se encheu com manifestações de apoio com a hashtag #tôcomobodegueiro. O fenômeno tomou conta das páginas do Facebook, grupos de whatsApp, Instagram e outras mídias.

A tentativa do grupo oposicionista liderado pelo candidato de Ronaldo Soares, Gustavo Soares, não funcionou. Pelo contrário, a oposição em Assú presenteou o candidato Patrício Júnior com um mote que surpreendeu a todos com a proporção que tomou.

No Facebook várias pessoas mudaram o nome do perfil, colocando o termo “Bodegueiro” entre seu nome e sobrenome. O movimento se espalhou e está crescendo a cada dia. O internauta Vaval Fernandes Barbalho virou “Vaval Bodegueiro Fernandes Barbalho”. Dacilene Oliveira também fez questão de mudar o nome e virou “Dacilene Bodegueira”. Ela ainda postou um cartaz no Facebook com a tag #TÔcomobodegueiro.

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Nas casas onde Patrício Júnior chega nas caminhadas, as pessoas abrem letreiros, enfeitam as casas como se fossem uma bodega, tudo para receber o candidato bodegueiro. O movimento virou uma febre na cidade do Assú e o assunto é tema das rodas de conversa de esquina.

Na página oficial do candidato no Facebook os convites para as caminhadas e comícios são feitos como se fosse uma chamada para trabalhar numa bodega, a exemplo do convite para a agenda da última terça-feira (13): “Pessoal, nesta terça-feira a bodega vai abrir a partir das 8h, no Farol e São Jacinto. Depois fechamos a bodega e reabrimos às 16h com uma caminhada e comício no bairro Vertentes. Quem é bodegueiro venha”.

O candidato a prefeito Patrício Júnior repudiou a tentativa da oposição de menosprezar sua profissão e reafirmou o orgulho de ser “bodegueiro” e ter aprendido a ganhar a vida com seu pai Zé Patrício, respeitado comerciante da região e hoje já aposentado.

“Enquanto a oposição tenta denegrir a minha imagem eu faço campanha apresentando propostas para melhorar a vida do cidadão assuense. Foi através da minha profissão que eu consegui o que tenho na vida, com muito trabalho. Agora me proponho a trabalhar pela cidade do Assú para continuar o excelente trabalho que tem sido feito pelo prefeito Ivan Júnior”, declarou Patrício Júnior.

No Panorama do Vale, Lucianny Edja vai mostrar as inverdades divulgas pela oposição

Secretaria de Saúde do Assú é a entrevistada de hoje no programa Panorama do Vale

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Lucianny Edja no gabinete com a senadora do PT, Fátima Bezerra, durante visita ao Senado

A secretaria de Saúde do Assú Lucianny Edja Guerra, que tem sido alvo de ataques do grupo da oposição, é a entrevistada de hoje do programa Panorama do Vale da Rádio Princesa que começa as 18 horas.

Lucianny Edja afirmou que vai defender a atuação da Secretaria de Saúde e mostrar as inverdades divulgadas pela oposição. Escute a entrevista ao vivo acessando link www.radioprincesadovale.com

Moradores do Vertentes recebem Patrício Júnior e o saúdam como “bodegueiro”

Moradores do Vertentes recebem Patrício Júnior e o saúdam como “bodegueiro”

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O candidato a prefeito de Assú pelo PSD, Patrício Júnior, visitou nesta terça-feira (13) as ruas do bairro Vertentes, onde foi recebido com festa pelos moradores, que o saudaram como “o bodegueiro” por onde ele passava. Uma multidão seguiu o candidato e reafirmou o apoio a ele. O prefeito Ivan Júnior, o candidato a vice Breno Lopes e os vereadores da coligação Assú Avançando também marcaram presença.

No momento do comício, quando Patrício Júnior pegou o microfone para discursar a multidão gritava: “bodegueiro, bodegueiro”. E ele respondeu: “Só para reforçar, sou bodegueiro com muito orgulho”. Patrício destacou ainda que o bairro Vertentes é onde praticamente ele mora, pois chega de manhã para trabalhar e só sai à noite após o expediente.

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Patrício afirmou ainda que irá trabalhar para dar uma cara nova ao bairro Vertentes: “Se Deus quiser e o povo de Assú me permitir e em especial o povo do Vertentes, podem ter certeza que nós vamos sim dar outra cara ao bairro. E faço questão de voltar aqui ao Vertentes na próxima semana, disso eu não abro mão”, declarou. Uma das demandas do bairro e que Patrício garantiu que irá fazer é reabrir a Casa do Idoso do Vertentes.

O candidato lembrou ainda a grande repercussão causada após a oposição tentar menosprezar sua profissão, chamando-o de “bodegueiro”. “Deram um tiro no pé, porque onde eu chego agora nas esquinas é o povo me chamando de bodegueiro. Se eles pensaram que iriam denegrir a minha imagem, eu queria agradecê-los, pois só engrandeceram mais a minha profissão”.

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O prefeito Ivan Júnior elencou em seu discurso as ações realizadas no bairro Vertentes e afirmou que Patrício Júnior irá trabalhar muito mais pela população. Ele falou sobre a reforma da quadra e pavimentação de algumas ruas, garantindo que até o final de dezembro outras ruas serão pavimentadas.

“Ações foram desenvolvidas, projetos realizados não só na infraestrutura, saúde, educação, mas também na geração de emprego e renda. Mas sou ciente de que precisamos fazer ainda mais, inclusive pavimentar mais ruas e construir mais casas. E quando se fala em casa eu construí 1.800 casas na cidade do Assú”, disse Ivan Júnior.

Ele também enalteceu a história de Patrício Júnior, que lutou na vida para ter o sustento da família. “Patrício cresceu no trabalho, no suor. Quiseram desmerecer Patrício por ele ser bodegueiro, como a oposição falou, mas você, Patrício, é um trabalhador da cidade do Assú, você conhece o povo do Assú, você está aqui todos os dias”.

Juíza de Assú manda ex-prefeito José Maria parar com enquetes eleitorais

Justiça Eleitoral manda José Maria parar com enquetes e a colocação de urnas de papel em Assú

A juíza eleitoral Aline Daniele Belém Cordeiro Lucas, expediu notificação ao ex-prefeito José Maria de Macedo, para que “no prazo de 24 (vinte e quatro horas), cessar a realização de enquetes e a colocação de urnas de papel na cidade de Assú”.

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Governadores pedem ajuda de R$ 7 bilhões para repor as perdas com os repasses federais

c728x90Governadores de 14 estados ameaçam decretar calamidade financeira

13092016-reunifazenda-2Governadores de pelo menos 14 estados do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste ameaçaram decretar situação de calamidade financeira, caso o governo federal não conceda a ajuda de R$ 7 bilhões para repor as perdas com os repasses federais.

Por cerca de duas horas e meia, eles se reuniram com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e pressionaram pela concessão de um auxílio para compensar a queda de receitas.

De acordo com os governadores, o objetivo é que os 14 estados soltem uma nota conjunta na próxima semana para alertar o governo federal. Caso a ajuda não seja concedida, eles pretendem decretar o estado de calamidade financeira, como o Rio de Janeiro fez em junho. Do Nordeste, apenas Ceará e Maranhão não tomariam a medida.

Pela proposta apresentada ontem, os governadores pediram a antecipação de R$ 7 bilhões de recursos da repatriação (pagamento de tributos sobre recursos mantidos no exterior) que entrarão nos cofres federais até o fim de outubro. Originalmente, os estados propunham que a ajuda fosse equivalente à queda total de R$ 14 bilhões nos repasses da União ao Fundo de Participação dos Estados em 2016 em relação ao ano passado.

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Em Grossos José Adécio apoia a reeleição do prefeito Mauricinho

José Adécio caminha em Grossos ao lado do ex-prefeito João Dehon em apoio a reeleição do prefeito Mauricinho

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O Deputado José Adécio, participou ao lado do ex-prefeito da cidade de Grossos, João Dehon, de uma enorme passeata marcada pela animação do povo da cidade, em apoio ao Prefeito e candidato à reeleição, Mauricinho.

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Finalizando em um comício da coligação “Avançando nas Mudanças” no centro da cidade, o Deputado José Adécio declarou a milhares de pessoas o seu apoio ao candidato à reeleição, Mauricinho, irmão do competente ex-prefeito, João Dehon.

Assecom: Rafael Maia

Escritório de mulher de ministro do STF recebeu R$ 300 mil de consórcio alvo da Lava Jato

c728x90Escritório de mulher de Toffoli recebeu R$ 300 mil de consórcio alvo da Lava Jato

tofolli-stfO ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli durante entrevista

FLÁVIO FERREIRA e BELA MEGALE – FOLHA DE SÃO PAULO

Um consórcio das empresas Queiroz Galvão e Iesa, suspeito de repassar propinas em contrato de mais de R$ 1 bilhão sem licitação com a Petrobras, fez pagamentos em 2008 e 2011 no total de R$ 300 mil ao escritório Rangel Advocacia, que teve o ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli como sócio até 2007.

Desde então, o escritório tem como dona a mulher do ministro, a advogada Roberta Rangel.

O contrato do consórcio com a Petrobras é um dos investigados na última fase da Operação Lava Jato, a 33ª, intitulada “Resta Um”, e foi executado entre 2007 e 2011.

Em depoimento de delação premiada, o ex-gerente de engenharia da Petrobras Pedro Barusco disse que recebeu suborno ligado a esse contrato.

Segundo planilha apresentada por Barusco, o contrato resultou em propina de 2% sobre seu valor inicial, de R$ 627 milhões.

O suborno teria sido dividido entre o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa (1%), o PT (0,5%) e integrantes da diretoria de Serviços da Petrobras (0,5%).

Além disso, a Andrade Gutierrez, também acusada no petrolão, pagou R$ 50 mil à Rangel Advocacia em 2006, quando Toffoli ainda pertencia à banca.

Os pagamentos ao escritório não são alvo de investigação pela Lava Jato, mas poderão expor Toffoli a acusações de conflito de interesses caso tenha de tomar decisões sobre o consórcio.

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Presidente do TSE é alvo de dois pedidos de impeachment no Senado

Senado recebe pedidos de impeachment de Gilmar Mendes

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Ex-ministro do governo Lula, Roberto Amaral subscreve um dos pedidos contra Gilmar

GABRIEL MASCARENHAS – Folha de São Paulo

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, tornou-se alvo nesta terça-feira (13) de dois pedidos de impeachment protocolados no Senado.

Ambas as peças acusam Mendes de adotar uma conduta partidária e parcial nos julgamentos das cortes. Os autores afirmam que, em diversas ocasiões, ele atua em favor dos interesses do PSDB e contra personagens do PT.

Ex-ministro do governo de Ciência e Tecnologia do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Roberto Amaral subscreve um dos pedidos. Para ele, o ministro do Supremo age como se fosse filiado a algum partido adversário do PT.

“A acusação fundamental é de partidarismo. Ele (Mendes) alia-se a interesses de um partido. Trabalha com parcialidade. A Constituição exige imparcialidade e isenção, ele não tem nenhum dos dois”, afirmou Amaral.

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Dilma tinha 28 carros, entre eles um furgão para transportar sua bicicleta

c728x90Dilma tinha 34 motoristas para servi-la no Alvorada

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O governo concluiu um levantamento do número de servidores lotados no Alvorada e descobriu que Dilma Rousseff contava com uma equipe de 34 motoristas à disposição dela na residência oficial. O novo governo considerou o número exagerado e vai realocar os motoristas.

Dilma tinha 28 carros, entre eles um furgão para transportar sua bicicleta. Já está decidido que o contrato herdado de locação dos veículos não será renovado e um novo está “na iminência de ser implantado”. O atual prevê que o serviço é cobrado por quilometragem rodada.

O Palácio informa que o contrato de locação dos veículos vence em 1º de novembro e não será renovado. Um novo modelo “está na iminência de ser implantado”. Pelo contrato firmado entre governo e a Brunalto Transportes Ltda, o serviço de carro com motorista é cobrado por quilometragem rodada. Varia de R$ 6,14 para carro popular durante 24 horas a R$ 12,75 para furgão por 16 horas.

Os 34 motoristas serão reaproveitados a serviço de diversos órgãos da Presidência da República ou retornarão aos órgãos de origem.

O Estado de São Paulo