Coligações que apoiavam Patrício obtiveram 21.060 votos contra 12.471 votos da coligação de Gustavo Soares

Prefeito Ivan Júnior faz balanço político da eleição neste domingo no programa Momento da Princesa

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O prefeito Ivan Júnior, líder do grupo governista que conseguiu eleger nove vereadores de um total de 15 para a Câmara Municipal do Assú, é o entrevistado do programa Momento deste domingo (16), apresentado pelo experimentado radialista Edmilson da Silva, na Rádio Princesa do Vale.

Apesar da derrota do candidato governista Patrício Júnior, do PSD, para o prefeito eleito pelo PR, Gustavo Soares, o atual prefeito Ivan Júnior, que permanece imbatível no embate político direto com a oligarquia Soares/Montenegro e impôs a mais vergonhosa derrota da história ao deputado estadual George Soares, um dos herdeiros do clã, deverá fazer uma avaliação completa do pleito.

As duas coligações de candidatos a vereador, Assú Avançando 1 e 2, obtiveram juntas um total de 21.060 votos. O candidato apoiado pelas duas citadas coligações Patrício Júnior, do PSD, obteve apenas 16.976 votos. Um total de 4.084 votos a menos do que os candidatos a vereador que apoiavam o ‘Bodegueiro”.

O filhote do Jacaré e herdeiro do clã Soares/Montenegro, Gustavo Soares, obteve uma votação de 18.217 votos. Já os candidatos a vereador pela coligação Unidos pela Mudança, obtiveram um total 12.471 votos. Uma votação inferior de 5.746 votos do que os votos obtidos por Gustavo Soares.

No embate eleitoral entre as duas coligações de candidatos a vereador governistas contra a coligação de candidatos oposicionistas, o grupo político do deputado George Soares obteve 12.471 contra 21.060 votos do grupo do prefeito Ivan Júnior. O que significa uma maioria de 8.589 votos.

Executivo da Odebrecht menciona Moreira, Jucá e Geddel em negociação de delação, diz VEJA

Executivo da Odebrecht menciona Moreira, Jucá e Geddel em negociação de delação, diz VEJA

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Secretário do PPI Moreira Franco foi citado em negociação de delação de executivo

O executivo Claudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, citou em negociação para fechar delação o ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), o secretário Moreira Franco (Programa de Parcerias de Investimentos) e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). A informação foi publicada pela revista “Veja” desta semana.

Os três peemedebistas integram o círculo próximo do presidente Michel Temer.

De acordo com a publicação, Melo, que discute colaboração com a Operação Lava Jato, contou que Moreira Franco pediu à Odebrecht, em 2014, uma colaboração de R$ 3 milhões.

O dinheiro não era para a campanha, segundo a revista, já que Moreira Franco, então ministro da Aviação Civil de Dilma Rousseff, não foi candidato naquele ano.

A “Veja” informa que Melo ainda não detalhou aos investigadores quais interesses estariam por trás da contribuição, mas os advogados da Odebrecht iriam revelar em breve que o dinheiro que teria sido dado a Moreira Franco era para que ele abortasse a ideia da construção de um aeroporto em Caieiras, em São Paulo.

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Alta linhagem de bovinos e caprinos da criação do deputado José Adécio ganha destaque na 54ª edição da Festa do Boi

Alta linhagem de bovinos e caprinos da criação do deputado José Adécio ganha destaque na 54ª edição da Festa do Boi

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Pioneiro no Rio Grande do Norte na criação de caprinos (Canindé) e também selecionador de gado (Guzerá), o agropecuarista e Deputado José Adécio, apresentou os seus animais na 54ª edição da Festa do Boi, em Parnamirim, e ganhou destaque e prêmios pelo os diferenciais dos seus animais.

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José Adécio também é criador de (Lavínia), cruzamento de (Pardo-Suiço) leiteiro com (Guzerá) leiteiro, assim como as belas ovelhas (Santa Inês), animais de alta linhagem. Os animais são da Fazenda Diamantina de propriedade do Deputado, localizada no município de Pedro Avelino.

Assecom: Rafael Maia

Temer diz que governo quer evitar aumento de impostos

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Em entrevista coletiva concedida durante a reunião do BRICS, Temer disse que não pretende aumentar a valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), tributo que incide no preço dos combustíveis

O presidente Michel Temer disse neste sábado (15), em Goa, na Índia, que o governo está “tentando evitar qualquer espécie de nova tributação” e isso é possível em função da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos dos três poderes. Temer participa, neste fim de semana, na cidade indiana, da VIII Cúpula do BRICS, bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Em entrevista coletiva concedida após um almoço promovido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), durante a reunião do BRICS, Temer disse que não pretende aumentar a valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), tributo que incide no preço dos combustíveis. O aumento foi cogitado por especialistas da área econômica após a Petrobras anunciar ontem a redução do preço da gasolina e do diesel.

Temer disse que foi informado pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, que a redução do valor cobrado pelo litro da gasolina e do óleo diesel está vinculado ao mercado internacional. Segundo o presidente, a cada mês ou a cada dois meses a estatal vai reavaliar os preços.

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Obras na RN que passa no centro do Alto do Rodrigues são retomadas com o apoio do Governo Municipal

Obras na RN que passa no centro do Alto do Rodrigues são retomadas com o apoio do Governo Municipal

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Paralisada dias antes das eleições municipais, a operação tapa-buraco da Avenida Ângelo Varela, principal via da cidade de Alto do Rodrigues e trecho da rodovia RN-118, foi retomada na manhã desta sexta-feira (14) pelo governo do Estado, através de uma parceria com a gestão municipal que foi estabelecida desde o início do trabalho.

Temer nega haver aliança do PMDB e PSDB para 2018

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Temer destacou que para a eleição de 2018, “não há nenhuma previsão para esta espécie de aliança”

O presidente Michel Temer afirmou que “não há nada disso” sobre uma eventual aliança política do PMDB com o PSDB com o foco nas eleições presidenciais de 2018. “Nos temos uma base de mais de 20 partidos e é natural que haja muitas vezes uma ou outra informação”, disse. “Ela (a eventual aliança) é extremamente prematura porque essas coisas só serão cogitáveis no final do ano que vem.”

Temer destacou que para a eleição de 2018, “não há nenhuma previsão para esta espécie de aliança”. Segundo o presidente, “o que há é aproximação com todos os partidos da base aliada que permitiriam ao governo ter uma vitória muito significativa”, na votação da PEC dos gastos no primeiro turno na Câmara Federal. E esse fato, segundo o presidente, teve repercussão interna e “posso perceber também no exterior.”

PMDB quer emplacar Heliomar Alves no governo de Gustavo e o PP do Assú cobiça secretaria para Leônidas Medeiros

PMDB quer emplacar Heliomar Alves no governo de Gustavo Soares e o PP do Assú cobiça secretaria para Leônidas Medeiros

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Vereador Heliomar Alves esta cotado para integrar futuro governo de Gustavo Soares

O cunhado da vice-prefeita eleita, Sandra Alves Holanda e vereador do PMDB, Heliomar Alves, que não conseguiu renovar seu mandato para a próxima Legislatura da Câmara Municipal do Assú que começa a parti de 2017, é um nome que tem experiência administrativa como presidente do legislativo assuense, tem capacidade para integrar e exercer um cargo na equipe de primeiro escalão do prefeito eleito Gustavo Soares, do PR.

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Leônidas Medeiros, o primo do prefeito eleito e do deputado George Soares, cobiça cargos para o PP no governo do PR

Enquanto o atual vereador do PMDB, Heliomar Alves que ficará sem mandato em 2017, é apontado como futuro secretário municipal de Infraestrutura, o Partido Progressista – PP, que elegeu dois vereadores também está interessado na fatia do bolo do futuro secretariado do filhote do Jacaré e o vice-presidente do diretório do partido, Leônidas de Medeiros Neto, é um dos cogitados para assumir uma pasta no governo do primo-prefeito.

Para uma velha raposa do PP assuense que prefere ficar no anonimato e ambiciona tomar de conta da Secretaria de Infraestrutura, o PMDB de Assú não teve força política para eleger um vereador, então como é que esse partido deseja uma secretaria, questiona. O PP do Assú tem como presidente do diretório, o ex-prefeito José Maria e primo do prefeito Gustavo Soares.

Gustavo Soares faz festa hoje em Assú pela volta da oligarquia dos Soares/Montenegro ao poder

Gustavo Soares faz festa hoje em Assú pela volta da oligarquia dos Soares/Montenegro ao poder

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O filhote do velho Jacaré, até agora não marcou data de entrevista para o programa Sala de Redação na Princesa

Hoje á noite, o filhote do velho Jacaré, Gustavo Soares, faz uma grande festa para comemorar a vitória contra o candidato derrotado Patrício Júnior, do PSD, e a volta da oligarquia Soares/Montenegro ao poder, depois de oito anos sem o poder da caneta na mão, desde de 2008, quando o atual prefeito Ivan Júnior, venceu a ex-secretária Fátima Moraes.

Apesar de ter sido sondado pelo diretor da Rádio Princesa do Vale, Lucílio Filho, para conceder uma entrevista hoje ao programa Sala de Redação, o prefeito eleito do Assú, Gustavo Soares, do PR, alegou que não podia participar porque estava de plantão no hospital até ás 13 horas.

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Segundo o radialista Lucílio Filho, não foi marcada e não existe data até agora para entrevistar o prefeito eleito do PR, Gustavo Soares. Lúcio Filho afirmou que entrevistado deste sábado, é o prefeito eleito de Carnaubais, Thiago Meira Mangueira, do PSDB, que foi convidado e aceitou participar do programa que começa logo mais ao meio dia.

Temer pode chamar Renan para assumir Ministério da Justiça, diz Coluna do Estadão

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Para afagar Renan Calheiros, Temer pode convidar Rodrigo Maia para acompanhá-lo em viagem ao exterior. Assim, Renan assumiria a Presidência da República.

A aproximação com o Planalto poderá render ao presidente do Senado uma vaga na equipe ministerial, no próximo ano, segundo Coluna do Estadão.

Uma hipótese seria ocupar o Ministério da Justiça, o que criaria mal-estar com a Polícia Federal, já que Renan tem sido investigado na Lava Jato. A Possibilidade de Renan no Ministério da Justiça causa mal-estar com Polícia Federal, segundo a coluna.

Fiéis escudeiros de Dilma Rousseff seguem pendurados no governo de Michel Temer

Fiéis escudeiros de Dilma Rousseff seguem pendurados no governo de Michel Temer

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Dois dos mais fiéis escudeiros de Dilma Rousseff seguem, para todos os efeitos, trabalhando para Michel Temer. José Eduardo Cardozo, advogado da petista durante o impeachment, e Miguel Rossetto, ex-ministro do Trabalho, segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo, não pediram demissão do  governo golpista.

Os dois, diz o Painel, “ainda figuram formalmente como membros do conselho de administração do BNDES, apesar de não frequentarem mais as reuniões do órgão e, portanto, não receberem por isso. Pelo sim, pelo não, darão ao Planalto o gostinho de demitir os notórios petistas”.

Tá de brincadeira A exoneração de Rossetto sairá no “Diário Oficial” desta segunda — ele havia pedido para deixar o conselho em 12 de agosto, mas por alguma razão a solicitação só chegou à Casa Civil em 27 de setembro. A despedida de Cardozo não foi sequer processada.

Funcionário do mês O ex-ministro da Justiça disse que, à época do desligamento, estava envolvido com a defesa da petista no Senado e não se lembrou de oficializar a exoneração — providência tomada nesta sexta (14), após ser procurado pela coluna da Folha.

TSE marca para o dia 22 depoimento de Sérgio Machado em ação contra chapa Dilma-Temer

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TSE marca para o dia 22 depoimento de Sérgio Machado em ação contra chapa Dilma-Temer

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O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um dos delatores da Operação Lava Jato, vai prestar depoimento na ação de investigação eleitoral em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, eleita em 2014. O depoimento será no dia de 22 deste mês, na sede do Tribunal de Justiça do Ceará, em Fortaleza, onde Machado cumpre prisão domiciliar, benefício obtido em troca das informações prestadas à investigação.

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidenta Dilma Rousseff e seu companheiro de chapa, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, no TSE. O PSDB questionou a aprovação por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma. Conforme entendimento atual do TSE, a prestação contábil da chapa é julgada em conjunto.

Nos depoimentos de delação premiada, Sérgio Machado falou sobre um “acordão” para barrar as investigações da Lava Jato, uma doação de R$ 40 milhões do Grupo JBS para o PMDB (partido de Temer), um suposto repasse de recursos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) para viabilizar a candidatura dele à presidência da Câmara dos Deputados em 1998 e um pedido de recursos que teria sido feito por Temer para a campanha do ex-candidato à prefeitura de São Paulo Gabriel Chalita.