Justiça Eleitoral aprova com ressalva contas de Amazan e Doutora Aninha em Jardim do Seridó

Justiça Eleitoral aprova com ressalva contas de Amazan e Doutora Aninha em Jardim do Seridó

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A juíza eleitoral da 23ª Zona Janaína Lobo da Silva Maia, não acatou o pedido de impugnação do candidato a prefeito do PMDB derrotado José Anchieta Rodrigues de Moura, Doutor Anchieta da coligação Seguindo em Frente com o Povo, contra a prestação de contas da campanha do prefeito eleito de Jardim do Seridó, José Amazan da Silva, do PSD e da vice-prefeita eleita Ana Maria Medeiros Vilar dos Santos, Doutora Aninha, também do PSD.

Na sentença proferida na última sexta-feira, dia 25, a magistrada Janaina Lobo,aprovou com ressalva as contas de Amazan e Doutora Aninha, depois de análises técnicas do Cartório Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral que opinaram pela aprovação das contas com ressalvas. VEJA AQUI SENTENÇA

Temer, Renan e Maia dizem que vão barrar anistia ao caixa 2

Temer, Renan e Maia dizem que vão barrar anistia ao caixa 2

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Presidente falou em ‘atender voz das ruas’ e que seria impossível sancionar matéria dessa natureza

Daiene Cardoso, Luísa Martins e Elizabeth Lopes,O Estado de S. Paulo

O presidente da República, Michel Temer, e os presidentes do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciaram, há pouco, um acordo para barrar a anistia ao caixa 2, que vinha sendo discutida, pelos parlamentares, no bojo do pacote das dez medidas contra a corrupção. Temer disse que há unanimidade dos dirigentes do poder Executivo e Legislativo para atender a voz das ruas. “O poder é do povo”, disse, emendando que “quando o povo se manifesta, essa audiência há de ser tomada pelo Executivo e Legislativo”.

Na entrevista, Temer disse que “seria impossível não vetar uma matéria como a anistia ao caixa 2”. E que o anúncio feito neste domingo, 27, pelos dirigentes da Câmara, Senado e por ele próprio “desestimula qualquer movimento para fazer essa matéria tramitar no Congresso Nacional”. E disse que não foi só agora que chegou a essa conclusão, citando que já havia saído em defesa dos movimentos de rua em 2013 –

“desde que não houvesse depredações do patrimônio público” – e na sexta-feira passada lembrou que falou a interlocutores que seria impossível o presidente da República sancionar uma matéria dessa natureza (anistia ao caixa 2). “Acordamos, eu, Renan e Maia que não há a menor condição de levar adiante essa proposta”, reiterou.

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Jacó Contador pode ter aval político dos ceramistas para Secretaria de Finanças no governo de Gustavo Soares

Jacó Contador pode ter aval político dos ceramistas para Secretaria de Finanças no governo de Gustavo Soares

2016-11-27

Na Assembléia, Júnior Gregório, Jaco e o deputado George Soares, durante entrega de placa aos contadores homenageados

O contador Francisco Jacó Ferreira da Silva, um dos mais gabaritados profissionais do Assú que atua com competência e presta relevantes serviços a maioria das empresas do polo ceramista do Vale do Açu, é um nome técnico de alto gabarito que poderá ser nomeado pelo prefeito eleito Gustavo soares, para assumir a Secretaria de Finanças da Prefeitura do Assú, a partir de janeiro de 2017.

Jacó Contador já foi inclusive homenageado no plenário da Assembléia Leigslativa com a entrega de uma placa comemorativa em sessão solene por propositura de autoria do deputado estadual do PR, George Soares, que reconheceu a homenagem porque no mundo dos que lidam com a contabilidade, “Jacó serve de exemplo para todos nós”, justificou o deputado e irmão do futuro prefeito do Assú, Gustavo Soares.

Com as qualidades técnicas, morais e éticas que é possuidor, Jacó Contador, atende a todos os requisitos para o exercício do cargo de secretário de Finanças do Assú, já tendo esse atributos sido reconhecidos inclusive pelo deputado estadual George Soares. Sem ser político militante, Jacó precisa ter o aval político da indicação dos donos de cerâmicas que apoiam o prefeito eleito e vestiram a camisa do projeto de mudança.

Queda de receita já atinge pagamento do funcionalismo em nove Estados

Queda de receita já atinge pagamento do funcionalismo em nove Estados

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No Rio, o governo havia quitado, até o último dia 18, apenas o pagamento de outubro de 85% dos servidores

Carlos Madeiro – Colaboração para o UOL

A crise financeira que afeta os Estados levou os governos a adotar medidas que afetaram o pagamento de servidores em pelo menos nove unidades da federação. Entre as medidas estão as demissões de funcionários; atraso, escalonamento ou parcelamento nos salários; redução de vencimentos do primeiro escalão e a falta de reposição anual da inflação.

Nos casos mais graves até agora, os governos de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tomaram medidas drásticas e decretaram estado de calamidade pública, após cortes de gastos e atrasos em salários. Ambos alegam que estão falidos e pedem socorro federal.

No Rio, o governo havia quitado, até a sexta-feira (18), apenas o pagamento de outubro de 85% dos servidores. O salário está sendo pago em sete parcelas. Até o dia 5 de dezembro, o Estado promete fazer outros quatro depósitos quitando os débitos, desde que não haja bloqueio das contas.

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13 mil servidores têm salário maior que o teto constitucional

Em 10 anos, número de servidores que ganham acima do teto cresceu 3,5 vezes

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Em 2015, pelo menos 13,1 mil funcionários dos três poderes da União, Estados e municípios receberam por mês mais que o teto constitucional de R$ 33,7 mil; no Pará, um agente de saúde lotado no Poder Legislativo ganhava R$ 118 mil mensais

Rodrigo Burgarelli, O Estado de S.Paulo

O número de funcionários públicos que ganha salários acima do teto constitucional cresceu quase 3,5 vezes nos últimos dez anos. Ao menos 13,1 mil servidores dos três poderes de todas as esferas administrativas tiveram remuneração mensal média maior que o dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado: R$ 33.763. Em 2005, apenas 3,9 mil receberam mais que o teto da época, de R$ 21,5 mil.

Os números foram tabulados pelo [BOLD]Estadão Dados [/BOLD]com base nos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados são obrigatoriamente enviados por todos os empregadores do País a cada ano e, por isso, permitem identificar o pagamento de supersalários a funcionários públicos com alto nível de detalhes.

Eles revelam, por exemplo, que 54 servidores públicos ganharam, em média, mais de R$ 100 mil por mês durante todo o ano passado – ou seja, três vezes mais do que o permitido pela Constituição. O maior salário registrado na base – que não identifica nem o órgão nem o nome do trabalhador – foi o de um agente de saúde pública lotado no poder Legislativo do Pará: R$ 118 mil mensais.

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PMDB quer mudar de nome e retomar o ‘MDB’ da ditadura militar

PMDB quer mudar de nome e retomar o ‘MDB’ da ditadura militar

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Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a mudança de nome deve ser discutido em plenárias em todos os Estados.

PAULA SPERB – Folha de São Paulo

O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) pretende mudar o nome da sigla e retomar o “MDB”, usado de 1966 a 1979, durante o bipartidarismo da ditadura militar, quando fazia oposição à Arena (Aliança Renovadora Nacional).

O anúncio foi feito no Rio Grande do Sul pelo senador e presidente da legenda, Romero Jucá (PMDB-RR), mas deve ser discutido em plenárias em todos os Estados. Se aprovada, a mudança deve ser oficializada em dezembro para entrar em vigor em fevereiro de 2017.

“Queremos deixar de ser partido e ser um movimento. Ou seja, algo mais forte, algo mais permanente, com uma ação constante. Voltar ser MDB resgata uma tradição, uma história, uma origem, que é muito importante para o povo brasileiro”, disse Jucá em entrevista coletiva neste sábado (26).

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