Gustavo Soares não participou de nenhuma reunião de transição do governo, diz Ivan Júnior

Gustavo Soares não participou de nenhuma reunião de transição do governo, diz Ivan Júnior

 

Sem nenhuma agressividade, Ivan Junior rebate o prefeito Gustavo Soares que diz não ter havido transição, mas Ivan mostra o desinteresse, a falta de compromisso e a negligência do atual governante desde o ínício por assuntos administrativos

O prefeito do Assú Gustavo Soares, vulgo ‘Gustavo Paraguassu’, antes de tomar posse como chefe do poder executivo em janeiro de 2017, nunca participou de uma reunião entre a equipe de transição e a comissão de transição da Prefeitura do Assú, durante os meses de novembro e dezembro do ano passado, numa demonstração clara de desinteresse sobre assuntos da administração municipal.

Os cinco vereadores da oposição também estava presentes para reafirmar compromisso com o povo

A revelação que mostra a falta de compromisso e a negligência administrativa do atual prefeito foi feita hoje pelo ex-prefeito e atual secretário estadual de Recursos Hídricos, Ivan Júnior, durante entrevista concedida a Rádio Princesa do Vale, quebrando a trégua de 60 dias dada ao prefeito Gustavo Soares. Ivan afirmou que teve a delicadeza de participar da primeira reunião das duas equipes e abriu todas portas e dados além do que determinou o TCE em portaria, mas Gustavo Soares não participou de nenhuma.

Uma multidão lotou a Rádio Princesa para prestigiar e ouvir o seu líder político Ivan Júnior

O ex-prefeito afirmou que aconteceu sim transição e lembrou que na sua época, a Prefeitura do Assú ocupava o primeiro lugar entre os municípios do RN na lista de avaliação do ranking da transparência do Ministério Público Federal. Ivan também de sua valiosa contribuição para os municípios do Estado na luta que travou em dezembro do ano passado pela liberação dos recursos da repatriação para os cofres das prefeituras. Escute abaixo trecho de entrevista:

Odebrecht pagou às Farc durante 20 anos para executar obras na Colômbia, diz revista Veja

Odebrecht pagou às Farc durante 20 anos para executar obras na Colômbia, diz revista Veja

Em troca de “permissão” para executar obras em territórios dominados pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), a Odebrecht pagou aos guerrilheiros colombianos “mensalidades” que variavam de US$ 50 mil a US$ 100 mil nos últimos 20 anos, segundo a edição da revista “Veja” desta semana.

Entre as obras em que houve tais pagamentos estão a construção da rodovia Ruta del Sol e o projeto de navegabilidade do rio Magdalena, ainda de acordo com a revista, que ouviu dois executivos e três advogados que, afirma, conhecem as operações internacionais da empreiteira.

Os pagamentos às Farc teriam começado nos anos 1990, após dois funcionários da Odebrecht serem sequestrados pelos guerrilheiros e ficarem mais de um mês em um cativeiro na selva. As informações são da Folha de São Paulo.

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Ex-executivo da Odebrecht ligado a departamento de propina depõe na segunda-feira

Ex-executivo da Odebrecht ligado a departamento de propina depõe na segunda-feira

Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho já cumpre prisão domiciliar

POR MARIA LIMA E THIAGO HERDY – O Globo

Novo depoimento marcado pelo ministro Herman Bejamin, corregedor geral da Justiça Eleitoral, no julgamento do processo de cassação da chapa Dilma/Temer, deve movimentar novamente Brasília nesta segunda-feira. Além dos depoimentos previstos, dos executivos Cláudio Melo Filho e Alexandrino de Salles Ramos , o ministro do Tribunal Superior Eleitoral convocou para depor no mesmo dia o também ex-executivo Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, apontado como o líder do Departamento da Propina da Odebrecht. Hilberto cumpre prisão domiciliar.

O ex- diretor e funcionário de confiança da Odebrecht está diretamente ligado a uma das provas de pagamento de propina pela empreiteira no exterior a ex-dirigentes da Petrobras. Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho é quem assina carta localizada por autoridades suíças na sede do banco PKB. No texto, ele afirma que a Odebrecht é a única responsável pela conta da offshore Smith & Nash no banco. De acordo com o MPF, foi por meio desta conta que a Odebrecht pagou propinas a Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Jorge Zelada, integrantes da cúpula da estatal no governo Lula.

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Temer confirma Jucá na liderança do governo no Senado e Moura na do Congresso

Temer confirma Jucá na liderança do governo no Senado e Moura na do Congresso

O presidente Michel Temer confirmou neste sábad0 a interlocutores políticos informação antecipada pela Coluna do Estadão ontem de que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) será o novo líder do governo no Senado. No lugar de Jucá, que ocupa a liderança do governo no Congresso, irá o deputado André Moura (PSC-SE), recentemente destituído da vaga de líder do governo na Câmara.

As mudanças foram possíveis com a transferência do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para o Ministério das Relações Exteriores no lugar de José Serra (PSDB-SP), que reassumiu o mandato de senador. Renan tentou emplacar o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) como líder no Congresso, mas foi voto vencido.

A nova configuração no Congresso ter o objetivo de acalmar André Moura que ameaçava organizar seu grupo, o Centrão, contra o governo depois de perder o cargo de líder na Câmara. Com a base apaziguada, Temer avalia que será mais fácil conseguir aprovar as reformas.

André Moura será o novo líder do governo no Congresso

André Moura será o novo líder do governo no Congresso

Romero Jucá passará à liderança do governo no Senado, que acumulará com o cargo de primeiro vice-líder do governo no Congresso

POR JÚNIA GAMA – O Globo

O presidente Michel Temer bateu o martelo neste sábado pela nomeação do deputado André Moura (PSC-SE) como novo líder do governo no Congresso. O presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), foi convencido a deixar a liderança do governo no Congresso para dar o espaço a Moura e passará a ser líder do governo no Senado.

A decisão foi tomada após reunião, hoje, entre Temer, Jucá, Moura e o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, no Palácio do Planalto. O anúncio pode ser feito ainda hoje.

A composição foi pensada para amarrar o máximo possível de apoio de deputados e senadores no Congresso como forma de facilitar a aprovação da reforma da Previdência no calendário desejado pelo governo, até a metade deste ano.

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Sete lojas fechadas na principal avenida do Assú no centro comercial mostra grave crise econômica

Sete lojas fechadas na principal avenida do Assú no centro comercial mostra grave crise econômica

Em pleno sábado, dia da feira livre em Assú, a cidade deserta com sete lojas fechadas e o prefeito Gustavo Soares, vulgo Odorico Paraguassu, fazendo promessas ao povo e reclamando da gestão passada, o município caminha para um futuro incerto e muito duvidoso. Ate hoje, o prefeito recebeu mais de R$ 15 milhões mas que ele prefere aplicar parte desse dinheiro a juros de 0,075%.

Enquanto a Prefeitura do Assú fatura mais de R$ 100 mil com rendimentos bancários, o fechamento de lojas na avenida senador João Câmara, uma das principais e mais movimentadas do centro comercial da cidade, revela que o comércio outrara pujante e vigoroso, esta em decadência e a crise tende a se agravar com o imobilismo do governo municipal que atrasa propositadamente a fornecedores e funcionários para culpar o seu adversário.

Só com conversa fiada não se governa uma cidade, principalmente, se o olhar do governante despreparado e incompetente está voltado exclusivamente e fixamente para o retrovisor. Assú não é uma cobaia para as fantasiosas experiências administrativas do doutor e pode levar a cidade a cair num abismo econômico perigoso.

Não é com a Prefeitura do Assú cheia de suspeitos da prática de corrupção e roubalheira que se governa bem. Para governar com sucesso, o prefeito Gustavo Soares, vulgo Gustavo Paraguassu, não precisa da patota bichada de consultores e secretários no governo  que se tornaram réus de malandragens  praticadas na gestão do seu pai.

Temer quer acareação entre José Yunes e Lúcio Funaro

Temer quer acareação entre José Yunes e Lúcio Funaro

Presidente busca estratégias para se descolar da crise de Eliseu Padilha

POR MARIANA SANCHES – O Globo

O presidente Michel Temer passou o dia de ontem em São Paulo aconselhando-se com assessores informais do governo. Apesar de avaliar que sua condição é confortável, Temer quer tirar de si a pressão em relação à acusação de que o ministro licenciado da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu dinheiro de propina da empreiteira Odebrecht para custear a campanha do PMDB.

Com os auxiliares, Temer estuda duas ações para se desvencilhar do constrangimento. A primeira é estimular uma acareação entre seu ex-assessor e amigo José Yunes e o doleiro Lúcio Funaro. Yunes afirma ter sido um intermediário entre um envelope enviado de Funaro a Padilha. O envelope estaria recheado com dinheiro de propina da empreiteira. Yunes nega que soubesse o teor do conteúdo. Funaro ameaçou processá-lo por calúnia. Para Temer, o ideal é que Yunes se submeta à acareação rapidamente para tirar o assunto do foco.

A segunda ação é fazer com que o próprio Padilha pronuncie-se sobre o caso e atraia para si qualquer ônus pelo escândalo tão logo tenha condições de saúde para fazê-lo. O ministro se submeteu a uma cirurgia de próstata e deverá ficar afastado de suas funções por mais uma semana. Para Temer, se essa tensão for debelada com sucesso, terá campo aberto para fazer passar a reforma da Previdência no Congresso, sem se dobrar aos apelos de cargos e barganhas de aliados, especialmente no Senado.

Tucanos registraram 25% de valor delatado por ex-executivo da Odebrecht

Tucanos registraram 25% de valor delatado por ex-executivo da Odebrecht


Enquanto ex-diretor cita R$ 6 milhões em caixa 2, TSE aponta doações de R$ 1,5 milhão

POR EDUARDO BRESCIANI – O Globo

Enquanto o ex-diretor da Odebrecht Benedicto Junior afirmou que houve pagamento de R$ 6 milhões em 2014 por meio de caixa 2 para as campanhas eleitorais de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado e Dimas Fabiano (PP) a deputado federal, o montante declarado pelos candidatos e pelo PSDB mineiro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como doações recebidas das empresas do grupo foi de apenas 25% deste montante, R$ 1,5 milhão.

A campanha de Pimenta declarou ter recebido apenas R$ 200 mil de forma direta da Construtora Norberto Odebrecht, além de outros R$ 780 mil repassados pelo diretório estadual tucano. A campanha de Anastasia registra apenas R$ 50 mil em doação direta da construtora, além de R$ 112 mil vindos da campanha de Pimenta. No caso de Dimas, não há registro do recebimento de qualquer doação.

O diretório do PSDB de Minas Gerais, fonte da maior parte dos recursos recebidos, declarou ter recebido R$ 730 mil de forma direta e outros R$ 560 mil de forma indireta, por meio do diretório nacional tucano.

Com seu estilo Odorico Paraguassu, prefeito do Assú volta a repetir promessas de campanha

Com seu estilo Odorico Paraguassu, prefeito do Assú volta a repetir promessas de campanha

Não tem mais que agüente a balela e a ladainha do prefeito do Assú Gustavo Soares, o famoso “Gustavo Paraguassu”, que não diz coisa com coisa e não sabe ler corretamente um texto, como foi sua postura durante a leitura do discurso da mensagem anual  na Câmara de Vereadores.

Com seu estilo Odorico Paraguassu, Gustavo voltou a criticar o seu antecessor e a repetir as promessas da campanha eleitoral, como se a tribuna do legislativo, fosse um palanque, mas não revelou quando efetivamente vai começar a governar o município e deixar de lero lero.

Literalmente, o Assú está desgovernado e o prefeito sem rumo, lamuriento e despreparado, mas o prefeito quer um tempo de seis meses. A terra dos poetas virou cobaia nas mãos do doutor.

Em pouco menos de 20 minutos, Gustavo Paraguassu, não conseguiu expressar suas idéias para os presentes e todos saíram sem entender o que ele queria dizer no seu discurso enfadonho e ridículo. Quem acreditou na conversa desse rapaz que não tem o sangue a tradição de bom orador, saiu decepcionado e envergonhado.  

Depoimento de ex-diretor da Odebrecht pode complicar Temer e ministros

Depoimento de ex-diretor da Odebrecht pode complicar Temer e ministros

Enquanto a Procuradoria-Geral é instada a investigar Eliseu Padilha, o depoimento do ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht deve levar o ministro-chefe da Casa Civil para as cordas na segunda-feira, no processo aberto pelo TSE

O depoimento do ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, na próxima segunda-feira, fechará um ciclo de informações que fez com que a Lava-Jato cruzasse com o processo de cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

E, para a infelicidade dos políticos envolvidos, ocorrerá na semana em que o sigilo das outras 76 delações premiadas de executivos da empreiteira deve ser levantado, com base em decisão conjunta do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

A delação de Melo, inclusive, foi a única de todos os 77 depoimentos feitos por executivos da empresa ao juiz Sérgio Moro que teve seu conteúdo vazado.

Nela, o chefe da Casa Civil, ministro Eliseu Padilha, é apontado como um dos participantes de um jantar no Palácio do Jaburu, em dezembro de 2014, ao lado do presidente Michel Temer, do ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht e do próprio Melo, no qual teria sido acertada a doação de R$ 10 milhões da empreiteira para campanhas do PMDB — R$ 6 milhões para a campanha de Paulo Skaff ao governo de São Paulo e outros R$ 4 milhões para diversos candidatos do partido.

Ministro Herman Benjamin quer apresentar voto antes de deixar TSE

Ministro Herman Benjamin quer apresentar voto antes de deixar TSE

A ex-presidente Dilma Roussef e o atual presidente, Michel Temer, durante a campanha presidencial de 2014

LETÍCIA CASADO – Folha de São Paulo

O ministro Herman Benjamin, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), corre contra o tempo para finalizar o relatório da ação que pede a impugnação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer ainda no primeiro semestre de 2017.

Pessoas envolvidas no processo dizem ser muito difícil que Temer seja cassado a partir dessa ação. Afirmam que não há sequer tempo hábil para que o processo transite em julgado no STF (Supremo Tribunal Federal) antes de Temer deixar o cargo, no fim de 2018.

Mesmo que o processo seja concluído em 2017 e os ministros do TSE decidam cassar o mandato de Temer, o presidente pode recorrer ao tribunal e, depois, ao STF.

A ação também pode ter impacto no governo de Temer, diante de afirmações de delatores sobre uso de dinheiro ilícito na campanha de 2014.

O processo também vai gerar jurisprudência no TSE que será seguida nas ações de impugnação de prefeitos e governadores, que chegam à corte com mais frequência.

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Temer estuda medidas para anular depoimentos da Odebrecht

Temer estuda medidas para anular depoimentos da Odebrecht

Presidente avalia pedir nulidade de oitivas de delatores, alegando que convocação baseou-se em ato ilegal

A defesa do presidente Michel Temer estuda com sua equipe jurídica a possibilidade de pedir a impugnação de todos os depoimentos de delatores da empreiteira Odebrecht ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O argumento é o de que tanto a convocação de Marcelo Odebrecht como a de outros empresários pelo ministro do TSE Herman Benjamin, relator do processo que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Temer, baseou-se em ato ilegal.

Para os advogados de Temer, o relator não poderia ter pedido o depoimento tendo como ponto de partida uma “prova ilícita”, que foi o vazamento da delação premiada do ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho. A delação estava sob sigilo e veio a público em dezembro do ano passado.

Na prática, a estratégia da defesa do presidente vai depender do teor do conjunto dos depoimentos. Há, nos bastidores, uma avaliação de que algumas informações dadas por delatores à Justiça Eleitoral aparecem descontextualizadas, com potencial para prejudicar Temer, que pode perder o mandato.As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Ivan Júnior acaba com trégua política dada ao prefeito do Assú Gustavo Soares

Ivan Júnior acaba com trégua política dada ao prefeito do Assú Gustavo Soares

Na foto, o secretário Ivan Júnior, quando era entrevistado numa emissora de rádio de Natal

Alvo de ataques diários do atual prefeito do Assú Gustavo Soares, vulgo Gustavo Paraguassu, que não pára de olhar pelo retrovisor mesmo recebendo mais de R$ 15 milhões em 60 dias – o ex-prefeito e atual secretário de Recursos Hídricos, Ivan Júnior, será o entrevistado neste sábado do programa Sala de Redação da Princesa do Vale a partir de meio dia.

O ex-prefeito deverá esclarecer a população como deixou a Prefeitura do Assú que vinha pagando em dia a fornecedores e ao funcionalismo do município até dezembro de 2016, mas que de uma hora para outra, agora atrasa tudo e o atual prefeito joga toda culpa nele pelo atual desgoverno na cidade. Agora a trégua política concedida por Ivan a Gustavo, acabou.

PDT recebeu R$ 4 milhões de propina da Odebrech para pagar tempo eleitoral na TV

PDT recebeu R$ 4 milhões de propina da Odebrech para pagar tempo eleitoral na TV

Os depoimentos de três ex-dirigentes da Odebrecht ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelaram que o PT teria garantido apoio de partidos à chapa Dilma-Temer em 2014 às custas de dinheiro doado por caixa 2 pela empreiteira. No que pode se tornar uma espécie de novo mensalão, os delatores contaram que pelo menos o pagamento a um desses partidos, o PDT, foi intermediado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

No depoimento prestado ao TSE na última quinta-feira, Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, contou que partiu do ex-ministro Guido Mantega pedido a Marcelo Odebrecht para que partidos que apoiaram a reeleição de Dilma Rousseff recebessem dinheiro da empreiteira. Entre as legendas, segundo Reis, estava o PDT.

Ele contou que ele próprio acertou com Marcelo Panella, que era tesoureiro do partido, o repasse de R$ 4 milhões, em agosto e setembro de 2014. O empresário explicou que o dinheiro era para pagar pelo tempo de TV do PDT, que não teve candidato a presidente e apoiou a reeleição de Dilma Rousseff.  As informações são de O Globo.

Sem Licitação, Prefeitura de Ipanguaçu gasta R$ 21 mil de aluguel com prédio de Igreja

Sem Licitação, Prefeitura de Ipanguaçu gasta R$ 21 mil de aluguel com prédio de Igreja

O prefeito de Ipanguaçu Valderedo Bertoldo, 51 anos, fechou contrato sem licitação de um imóvel da Igreja Católica na cidade e vai pagar até o final do ano, um total de R$ 21 mil pela locação.

O contrato fixa a quantia de R$ 3.500,00 a ser pago em prestação a cada 30 dias pelos cofres do município a Pastoral  Nossa Senhora de Lourdes.