Presidente da Câmara de Assú quer desenterrar projeto de reeleição, denuncia Irmão Stélio

Presidente da Câmara de Assú quer desenterrar projeto de reeleição, denuncia Irmão Stélio

O vereador Irmão Stélio, do Pros, durante a última tumultuada sessão na Câmara Municipal do Assú, denunciou que o presidente da Casa, João Wálace (PR), quer desenterrar um projeto de autoria do vereador Wedson Nazareno (PR) que permitirá a reeleição da atual Mesa Diretora do legislativo.

O tumulto na sessão começou porque o presidente João Wàlace, numa atitude ditatorial, cortou o som dos microfones e mandou retirar de pauta sem nenhuma justificativa legal  – um projeto subscrito por oito vereadores que defendem a antecipação das eleições para o biênio  2019/2020.

Passada a confusão em plenário, Irmão Stélio usou a tribuna para protestar contra o que ele chama de demagogia e hipocrisia por causa da retirada do projeto de antecipação. Escute abaixo o que fala o vereador do Pros sobre o assunto:

PT estuda criar cargo para evitar disputa entre Gleisi e Lindbergh

PT estuda criar cargo para evitar disputa entre Gleisi e Lindbergh

A menos de dois dias da primeira etapa das eleições para comando do PT, o secretário-geral do partido, Romênio Pereira, apresentou uma proposta de acordo entre os dois candidatos à presidência da sigla: os senadores Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ), segundo a jornalista da Folha de são Paulo, Catia Seabra.

Pela proposta, seria criada uma vice-presidência reservada exclusivamente a Lindbergh, evitando uma disputa entre os dois. Hoje, a Executiva Nacional do PT é composta por 21 petistas. Lindbergh seria seu 22 integrante, o primeiro-vice-presidente do PT.

A exemplo do que já acontece na eleição do presidente do partido, a votação a Lindbergh seria feita independentemente da correlação de forças internas usada para composição da cúpula partidária. As tendências que hoje apoiam sua candidatura teriam seu espaço garantido mesmo que seja selado esse acordo.

Ainda que negue ser essa a intenção, Romênio oferece, com isso, uma saída honrosa para Lindbergh.

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Natal é a cidade mais violenta do Brasil, diz ranking mundial

Natal é a cidade mais violenta do Brasil, diz ranking mundial

Natal tem 69,56 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, segundo dados de 2016. No geral, a capital potiguar é 10ª em uma lista de 50 cidades.

Por G1 RN

A capital potiguar é a 10ª cidade mais violenta do mundo. É o que revela um ranking elaborado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal. A lista, que possui 50 cidades, inclui 19 cidades brasileiras. Destas, Natal é a primeira, com 69,56 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. Belém e Aracaju aparecem em seguida, como as cidades brasileiras mais violentas. Os dados são referentes a 2016.

“Das 50 cidades da lista, 19 estão no Brasil, 8 no México, 7 na Venezuela, 4 nos Estados Unidos, 4 na Colômbia, 3 na África do Sul, 2 em Honduras, 1 em El Salvador, 1 na Guatemala e 1 na Jamaica”, afirmou a ONG.

A lista inclui ainda Feira de Santana (15º), Vitória da Conquista (16º), Campos dos Goytacazes (19º), Salvador (20º), Maceió (25º), Recife (28º), João Pessoa (29º), São Luís (33º), Fortaleza (35º), Teresina (38º), Cuiabá (39º), Goiânia (42º), Macapá (45º), Manaus (46º), Vitória (47º) e Curitiba (49º).

Juiz Marcelo Bretas, o ‘Moro do Rio’, pode deixar Calicute

Juiz Marcelo Bretas, o ‘Moro do Rio’, pode deixar Calicute

STJ decidirá conexão entre operações, o que pode tirar magistrado do caso de Cabral

POR CHICO OTAVIO E DANIEL BIASETTO – O Globo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá decidir, nos próximos dias, se existe conexão entre as operações Saqueador, que prendeu o empresário Fernando Cavendish e o bicheiro Carlinhos Cachoeira, e a Calicute, cujo alvo é o esquema comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral. Caso o STJ rejeite a conexão, as ações e inquéritos derivados da Calicute sairão das mãos do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, e do desembargador Abel Gomes, relator do caso no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), e terão de ser redistribuídos.

A possibilidade é vista com apreensão pelos procuradores da República da força-tarefa da Calicute. Esta semana, eles fizeram uma peregrinação nos gabinetes dos cinco ministros da Sexta Turma do STJ, onde a questão será decidida, para convencê-los de que existe conexão entre os casos. Mas os advogados dos réus, interessados no afastamento de Bretas, também intensificaram as visitas aos gabinetes e chegaram a fazer apresentação com PowerPoint.

A controvérsia foi criada por uma decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora da Saqueador no STJ, ao recusar-se a receber e decidir sobre o habeas corpus impetrado por um dos réus da Calicute. No despacho, no qual sustentou que não estava preventa — nome técnico que se dá ao juiz competente para a causa — para a Calicute, Maria Thereza alegou a falta de conexão entre as duas operações. O habeas corpus foi redistribuído na turma e caiu com ela novamente. Depois disso, a ministra passou a decidir sobre os dois casos e não levantou mais dúvidas.

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Doria admite disputar governo do Estado em 2018 ‘se Alckmin pedir’

Doria admite disputar governo do Estado em 2018 ‘se Alckmin pedir’

Já a candidatura à Presidência da República seria, segundo o prefeito de São Paulo, uma ‘deslealdade’ com o padrinho político nas atuais circunstâncias

Adriana Ferraz, Bia Reis e Pedro Venceslau, O Estado de S. Paulo

Próximo dos cem dias de governo, que se completam nesta segunda-feira, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu ao Estado pela primeira vez que pode deixar o cargo para se candidatar ao governo estadual. Isso caso haja um pedido do governador Geraldo Alckmin (PSDB), ao qual reforça a fidelidade sempre que confrontado com a possibilidade de uma candidatura a presidente.

Em entrevista para falar dos primeiros dias à frente da Prefeitura da mais importante cidade do País, Doria se mostra no controle de tudo o que ocorre em sua volta e “acelera” ao destacar números e ações como gestor. Sem parar um minuto, compartilha parte da conversa pelo Instagram e admite que o uso das redes sociais já é uma de suas marcas, amplamente copiada.

O senhor tem dito reiterada vezes que vai ‘prefeitar’ pelos quatro anos, mas tem feito, ao mesmo tempo, um discurso nacional e sempre muito crítico ao Lula e ao PT, evocando o antipetismo. Por que manter isso, com Bandeira do Brasil, hino cantado pela Fafá de Belém, se não é candidato a presidente?

Não precisa excluir a Bandeira do Brasil para ser municipalista e defender os temas de São Paulo. Cantar o Hino Nacional também não evoca nenhum antagonismo ao Lula e ao PT, tampouco a Fafá de Belém. E o meu discurso é o mesmo que usei durante a campanha. Não mudei, apesar de não estar em campanha. Mas o meu discurso antipetista vai prosseguir, é muito claro. Preservo a figura do Fernando Haddad porque reconheço nele uma boa pessoa, um fato raríssimo dentro do PT, ele é honesto, mas não poupo o PT nem vou poupar.

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Fachin, relator da Lava Jato no STF, deve liberar vídeos de delatores da Odebrecht

Fachin, relator da Operação Lava Jato, deve liberar vídeos de delatores da Odebrecht

Em meio à expectativa sobre a resposta aos 320 pedidos da Procuradoria-Geral da República baseados nas delações da Odebrecht, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deve rejeitar pedidos dos advogados de delatores para impedir a divulgação de vídeos dos depoimentos prestados, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícia em tempo real do Grupo Estado.

Um dos fundamentos que devem ser levados em conta nas decisões é um artigo da lei que define organização criminosa e regulamenta as delações premiadas (Nº 12.850/2013), segundo o qual o registro audiovisual confere maior fidelidade às informações dos colaboradores.

Conforme o jornal O Estado de S. Paulo antecipou em 11 de março, advogados de grande parte dos 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht tentam evitar que os vídeos em que os delatores prestam depoimento ao Ministério Público Federal sejam divulgados à imprensa. Os pedidos foram apresentados individualmente.

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Atuação da base na Câmara ameaça reformas de Temer

Atuação da base na Câmara ameaça reformas de Temer

Planalto enfrenta dificuldades para aprovar matérias impopulares; efeitos da agenda na reeleição dos deputados em 2018 afeta votações

O comportamento da base aliada na Câmara dos Deputados acendeu alerta para as futuras votações das principais reformas que o governo pretende aprovar neste ano, a da Previdência e a trabalhista. Nas últimas três semanas, o Palácio do Planalto sofreu derrotas e enfrentou dificuldades para aprovar matérias impopulares na Casa.

Parlamentares dizem que esse cenário decorre da combinação de alguns fatores: a agenda impopular do governo e seus possíveis efeitos na reeleição dos deputados em 2018; problemas na articulação política na Casa e na comunicação do Planalto, além da falta de atendimento às reivindicações por cargos na administração federal.

A primeira dificuldade do governo foi registrada no dia 22 de março, com o projeto que regulamenta a terceirização. A proposta foi aprovada com um placar apertado de 231 votos a 188, menos do que os 308 votos mínimos necessários para aprovar uma emenda à Constituição, como a da reforma da Previdência. As informações são da Agência Estado.

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Após ataque americano, Rússia promete reforçar defesa aérea síria

Após ataque americano, Rússia promete reforçar defesa aérea síria

IGOR GIELOW – Folha de São Paulo

A Rússia vai reforçar a defesa aérea da Síria como forma de tentar evitar novos ataques dos Estados Unidos contra o regime do ditador Bashar al-Assad, protegido do presidente Vladimir Putin.

O anúncio tem mais potencial retórico, uma vez que ninguém acredita em um confronto militar entre as duas potências nucleares na esteira do bombardeio que deixou nove mortos executado pela gestão Donald Trump na madrugada de sexta (noite de quinta em Brasília), mas embute riscos potenciais.

Alterando sua posição até aqui, os EUA retaliaram um ataque químico que matou ao menos 80 pessoas na terça (4) em Khan Sheikhun.

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Ações contra governadores avançam na Justiça Eleitoral

Ações contra governadores avançam na Justiça Eleitoral

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), em visita ao Ministério da Fazenda

JOÃO PEDRO PITOMBO – Folha de São Paulo

Na medida em que a análise de cassação da chapa Dilma-Temer avançou no Tribunal Superior Eleitoral, processos semelhantes contra governadores ganharam celeridade nos tribunais regionais.

Desde o retorno do recesso judiciário, em fevereiro, quatro processos contra governadores foram julgados em primeira instância.

Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), José Melo (PROS-AM) e Simão Jatene (PSDB-PA) foram cassados, mas permanecem no cargo aguardando desfecho do processo no TSE. Não há prazo para que sejam julgados.

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CPI da Câmara investiga procuradores e abre crise entre Poderes

CPI da Câmara investiga procuradores de São Paulo e abre crise entre Poderes

A CPI da Dívida Ativa, instalada na Câmara Municipal, decidiu investigar a suspeita de que procuradores perdem de propósito prazos judiciais e administrativos para favorecer empresas devedoras da Prefeitura de São Paulo.

O caso, ainda inicial e sem provas, abriu uma crise com a Procuradoria Geral do Município –que questiona os interesses da investigação.

A cidade tem hoje a receber cerca de R$ 100 bilhões em tributos não pagos –equivalente a quase dois orçamentos. A lei prevê um tempo máximo de cinco anos para a cobrança. Transcorrido esse prazo, ocorre a prescrição, e a dívida é extinta.

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‘Cedemos até onde podemos’, diz Temer sobre reforma da Previdência

‘Cedemos até onde podemos’, diz Temer sobre reforma da Previdência

O presidente Michel Temer afirma que o governo cedeu ao Congresso até onde podia ao concordar em mudar cinco pontos da reforma da Previdência na quinta-feira (6).

Ele diz que o “ponto fundamental” do projeto é estabelecer uma idade mínima de aposentadoria, mas admite a possibilidade de criar uma diferenciação para mulheres.

“Convenhamos: se nós tivermos a idade de homem de 65 anos, e a de mulher 64 ou 63, não significa que não tenha sido feita uma grande conquista”, afirmou o presidente à Folha, em entrevista em seu gabinete no Palácio do Planalto nesta sexta (7).

Em seguida, fez a ressalva: “Ainda não está em pauta essa última matéria. Vamos verificar mais para a frente se é necessário ou não”.

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