Fachin abre inquéritos contra Aécio e outros 5 senadores do PSDB

Fachin abre inquéritos contra Aécio e outros 5 senadores do PSDB

O ministro Edson Fachin autorizou a abertura de inquéritos contra seis senadores tucanos, com base nos depoimentos de delatores da Odebrecht. Presidente nacional do PSDB e candidato derrotado à Presidência em 2014, Aécio Neves (MG) é alvo de cinco dessas investigações por suposta solicitação de propinas e doações de caixa 2 à empreiteira.

Além de Aécio, também são alvos José Serra (SP), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB), Ricardo Ferraço (ES) e Dalírio Beber (SC). Há também um pedido de investigação sobre o tucano Eduardo Amorim (SE) e a senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), pendente de manifestação de Janot para que Fachin decida a respeito. O Estado teve acesso, com exclusividade, aos despachos de Fachin assinados eletronicamente no dia 4 de abril.

Aécio foi citado nos depoimentos do herdeiro da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, do ex-diretor da empreiteira em Minas Sérgio Luiz Neves, de Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, do ex-vice presidente da Odebrecht S.A Henrique Serrano do Prado Valladares e de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais do grupo em Brasília.

Ler mais

Lista de Fachin tem 4 dos 10 senadores do PT delatados pela Odebrecht

Lista de Fachin tem 4 dos 10 senadores do PT delatados pela Odebrecht

Paulo Rocha, Humberto Costa, Jorge Viana e Lindbergh Farias viraram alvos de inquéritos da Lava Jato, na PGR, após Supremo autorizar apurações de supostos recebimentos de propinas e caixa 2 de empreiteira

Breno Pires, de Brasília, Ricardo Brandt e Vitor Tavares – O Estado de São Paulo

A Lista de Fachin, tornada pública nesta terça-feira, 11, inclui 4 dos 10 senadores do PT: Humberto Costa (PE), Jorge Viana (AC), Lindbergh Farias (RJ) e Paulo Rocha (PA). Os parlamentares viraram alvos de inquéritos, abertos pela Procuradoria Geral da República (PGR), com base nas delações premiadas da Odebrecht, acusados de receberem dinheiro de propina e caixa 2 do Setor de Operações Estruturadas da empresa, o chamado “departamento da propina”, na Operação Lava Jato.

Ex-líder do PT no Senado, Paulo Rocha é o único dos quatro nomes petistas da Lista de Fachin que não estavam na mira da Lava Jato – operação deflagrada em março de 2014, que descobriu um mega esquema de corrupção e desvios na Petrobrás, que patrocinou políticos e partidos desde 2004.

Investigado no mensalão, mas fora da lista de condenados, Rocha foi delatado por executivos da Odebrecht, por ter cobrado propina para a campanha ao governo do Pará de Helder Barbalho (PMDB), atual ministro da Integração Nacional do governo Michel Temer (PMDB).

Kátia Abreu, ou ‘Machado’, pegou R$ 500 mil do Setor de Propinas para campanha, dizem delatores

Kátia Abreu, ou ‘Machado’, pegou R$ 500 mil do Setor de Propinas para campanha, dizem delatores

Quatro executivos da Odebrecht afirmaram que o Setor de Operações Estruturadas da empreiteira repassou a quantia para a campanha da senadora peemedebista por meio de caixa dois; relator da Lava Jato no Supremo autoriza inquérito contra parlamentar e marido dela, que foi seu assessor no Ministério da Agricultura

Breno Pires, de Brasília, e Luiz Vassallo – O Estado de São Paulo

Quatro delatores da Odebrecht afirmaram, em delação premiada, que a empreiteira fez repasses de R$ 500 mil para a campanha ao Senado de Kátia Abreu (PMDB-TO), por meio de caixa dois. Segundo os executivos, a peemedebista era registrada no ‘Departamento de Propinas’ da construtora com o codinome ‘Machado’, e as negociações foram intermediadas pelo marido da ex-ministra da Agricultura, Moisés Pinto Gomes – que foi assessor de Kátia no Ministério.

Os depoimentos de Cláudio Melo Filho, José de Carvalho Filho, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis e Mário Amaro da Silveira, da Odebrecht, embasaram pedido de inquérito da Procuradoria-Geral da República, autorizado pelo ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin, para investigar a senadora peemedebista e o marido.

“Segundo o Ministério Público, narram os colaboradores a ocorrência de pagamento de vantagem não contabilizada, por intermédio de Moisés Pinto Gomes, no âmbito da campanha eleitoral de Kátia Abreu ao Senado Federal no ano de 2014″, observa Fachin. “Nesse contexto, relatam o pagamento de R$ 500 mil, divididos em duas parcelas de R$ 250 mil, repasses ocorridos em setembro e outubro do ano de 2014, em encontros no Hotel Meliá Jardim Europa, em São Paulo.

Ler mais

Diretores e vice-diretores da UFRN formam grupo de combate à violência

Diretores e vice-diretores da UFRN formam grupo de combate à violência

Diretores e vice-diretores de centros acadêmicos e unidades especializadas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estão em articulação com pesquisadores, movimentos sociais, entidades, sindicatos, entre outros representantes da sociedade para formar um grupo de trabalho em combate à violência no Estado.

A primeira reunião acontecerá nesta quarta-feira, 12, às 14h30, no auditório F da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT) da UFRN, onde os objetivos da iniciativa serão apresentados aos atores interessados.

Ler mais

Alckmin usava cunhado para receber propina, dizem delatores

Alckmin usava cunhado para receber propina, dizem delatores

Governador de São Paulo recebeu R$ 10,8 milhões do departamento de propinas da Odebrecht nas eleições de 2010 e 2014

Por Robson Bonin – Veja

No acordo de delação da Odebrecht, homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), três executivos da empreiteira, Benedicto Júnior, Carlos Guedes e Arnaldo Cumplido, relatam que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin recebeu 10,3 milhões de reais da empreiteira durante as campanhas de 2010 e 2014. Os recursos, repassados via caixa dois, foram contabilizados no famoso “Departamento de Operações Estruturadas”, o setor de controle de propinas da empreiteira.

Segundo os delatores, Geraldo Alckmin recebeu 2 milhões de reais “a pretexto de contribuição eleitoral” na eleição de 2010. Já em 2014, quando disputou a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, o governador levou outros 8,3 milhões de reais da empreiteira. O responsável por receber o dinheiro sujo em nome do governador, segundo os delatores, era Adhemar César Ribeiro, cunhado de Geraldo Alckmin.

“Adhemar receberia pessoalmente parte desses valores (…) Todas somas não contabilizadas”, relata o relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin. Na decisão, o ministro determina a abertura do sigilos e o envio das declarações dos delatores sobre Geraldo Alckmin ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que é responsável por investigar os governadores.

 

Tião, Renan Filho e Robinson Faria, os governadores da Lista de Fachin

Tião, Renan Filho e Robinson Faria, os governadores da Lista de Fachin

Mandatários do Acre, Alagoas e Rio Grande do Norte foram citados nas delações da Odebrecht

Breno Pires e Leonencio Nossa, de Brasília, e Valmar Hupsel Filho – O Estado de São Paulo

Três governadores do Norte e Nordeste estão na lista dos investigados a pedido da Procuradoria-Geral da República porque estão em investigações que envolvem outras pessoas com foro privilegiado. São eles Tião Viana, do Acre (PT), Renan Filho, de Alagoas (PMDB), e Robinson Faria, do Rio Grande do Norte (PSD).

Eles são acusados por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. Os casos dos três serão analisados no STF por citar senadores e deputados federais, que tem foro na Corte. Outros governadores também devem ser investigados no Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque os casos ligados a eles não incluem pessoas com foro no STF.

Ler mais

Presidente da Câmara dos Deputado e serão investigados na Lava Jato

Presidente da Câmara dos Deputado e serão investigados na Lava Jato

Entre os que serão investigados na Lava Jato, segundo a lista do ministro Fachin, estão os presidentes das duas Casas Legislativas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Segundo o jornal, “O Estado de S. Paulo”, também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades.

Saúde: Governo autoriza início das obras do hospital Regional de São José do Mipibu

Saúde: Governo autoriza início das obras do hospital Regional de São José do Mipibu

Na estratégia de fortalecer as estruturas das regionais de saúde e equacionar a superlotação do hospital Walfredo Gurgel, o Governo do RN está investindo e reformando a Rede de Urgência e Emergência de sete hospitais regionais.

Nesta quarta-feira(12), às 14h, será a vez do Governador Robinson Faria autorizar a ordem de serviço do Hospital Regional Monsenhor Antonio Barros, localizado em São José do Mipibu, para início das obras da Rede de Urgência e Emergência. O investimento da obra é de 1,5 milhão. Em equipamentos o hospital receberá ainda investimentos de R$ 5 milhões. O Hospital de São José do Mipibu possui 43 leitos e realiza uma média de 280 partos por mês.

“Nas últimas semanas o Estado já autorizou reformas de três unidades hospitalares: Caicó, São Paulo do Potengi, e agora São José do Mipibu. Nas próximas semanas vamos assinar as ordens de serviços de Assú, Pau dos Ferros, João Câmara e Santo Antônio. O investimento total em obras e equipamentos supera R$ 51 milhões.

Ler mais

Aécio recebia mesada de até R$ 2 milhões, afirma delator

Aécio recebia mesada de até R$ 2 milhões, afirma delator

Em acordo de delação, Marcelo Odebrecht e executivo da empresa informaram que senador tucano recebei ‘vantagens indevidas’

Por Daniel Pereira/VEJA)

Marcelo Odebrecht e outro executivo da empresa contaram que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira, sobretudo no caso dos projetos das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau.

Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de reais.

Deputado Felipe Maia também esta na lista da Lava Jato

Deputado Felipe Maia também esta na lista da Lava Jato

O deputado federal Felipe Maia (DEM), filho do senador José Agripino (também foi incluido na relação), é mais um dos políticos do Rio Grande do Norte, divulgada hoje pelo jornal O Estado de São Paulo, que está na lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra o parlamentar potiguar.

Governador Robinson e Fábio Faria estão na lista de Fachin, relator Lava Jato

Governador Robinson e Fábio Faria estão na lista de Fachin, relator Lava Jato

O governador Robinson Faria e o seu filho,deputado federal Fábio Faria, é um deputados da bancada federal do RN que também  estão na lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra o governador e o parlamentar potiguar.