Manifestantes fazem ato pela saída de Temer no Rio

Diretas Já

Uma multidão ocupa a Avenida Atlântica, na altura do posto 3, em Copacabana (zona sul do Rio), na tarde deste domingo (28) em protesto contra o presidente Michel Temer (PMDB) e por eleições diretas para ocupar a presidência.

O evento, que ocupa um quarteirão da avenida Atlântica, entre as ruas Figueiredo de Magalhães e Siqueira Campos, terá shows musicais de cantores como Criolo, Teresa Cristina e Caetano Veloso, que se apresentará a partir das 16h. A organização estima o público em 50 mil pessoas. A Polícia Militar não divulgou número.

Leia mais

Justiça suspende liminar que permitia a Doria recolher usuários à força

Nova cracolândia

A Justiça derrubou decisão que autorizava a gestão João Doria (PSDB ) a recolher moradores de rua à força na cidade de São Paulo.

O desembargador Reinaldo Miluzzi do Tribunal de Justiça do Estado atendeu pedido do Ministério Público Estadual e da Defensoria Pública de São Paulo para barrar a liminar de primeira instância.

Rafael Lessa, da Defensoria Pública, afirma que a prefeitura já dispõe de instrumentos regulamentados para atuar em casos que necessitem de internações involuntárias e não precisa recorrer a “medida que não faz o menor sentido jurídico”. Como exemplo de alternativas já conhecidas, ele se refere às práticas já adotadas pelo programa Recomeço, do governo Geraldo Alckmin (PSDB).

“Os nossos próximos passos serão continuar acompanhando a implementação do programa da prefeitura que vem sendo gestado desde o começo do ano, em especial no atendimento de saúde, atendimento social e moradia”, disse Lessa. As informações são da Folha de São Paulo.

Leia mais

Prefeito do Assú acaba com comércio ambulante na praça

Com uma temperatura média acima de 35 graus centígrados, o clima em Assú ‘esquentou’ mais ainda para os vendedores ambulantes que comercializam seus produtos na Praça do Rosário. Para tirar a força os vendedores do centro comercial da cidade, o prefeito Gustavo Soares, numa atitude mesquinha, mandou cortar todas as copas das árvores do logradouro público.

Em meio a crise financeira e o desemprego, o prefeito Gustavo Soares,  acabou de uma tacada só com o comércio dos ambulantes na praça para atender a solicitação dos donos de lojas, deixando dezenas de pais de famílias, jogados ao relento e sem poder ganhar o sustento diário, já que é praticamente impossível, sem a proteção da sombra das árvores para poder suportar o calor implacável na praça.

Delação da JBS atinge ao menos seis ministros de Temer

Acusado foi beneficiário de um contrato superfaturado de transporte com o grupo J&F, na soma de R$ 30 milhões. Também embolsou R$ 7 milhões, em 2014, que a JBS destinaria ao PSD a mando do PT

Em meio à maior crise do governo Michel Temer, ministros de sua gestão podem ser alvos de novos pedidos de inquéritos, desta vez decorrentes da delação da JBS. Entre ministros, as acusações mais incisivas da delação da JBS miraram Gilberto Kassab (PSD), da Ciência, Tecnologia e Comunicações.

Os depoimentos dos delatores, revelados neste mês, envolvem de forma significativa ao menos quatro ministros e trazem acusações como uso de caixa dois em campanha e recebimento de propina.

Apesar de a delação já ter sido tornada pública, a Procuradoria-Geral da República ainda analisa as informações do acordo de colaboração que envolvem autoridades com foro. Se encontrar indícios de irregularidades, o procurador-geral, Rodrigo Janot, deve pedir ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de inquéritos. As informações são da Folha de São Paulo.

Leia mais

Tucanos pedem a renúncia de Aécio

Eleições tucanas

No dia 18 de maio de 2013, o senador Aécio Neves deu o primeiro passo em sua caminhada rumo à candidatura presidencial do ano seguinte ao ser eleito presidente do PSDB com 97,3% dos votos dos delegados na convenção da sigla, que aconteceu em Brasília. Foi um evento consagrador. Entre governadores, parlamentares, prefeitos e militantes, cerca de 4 mil tucanos compareceram ao ato partidário.

Nos quatro anos seguintes, o tucano comandou o partido de forma centralizadora com o respaldo dos principais caciques da legenda do País. Mesmo após as primeiras citações ao nome de Aécio nas delações da Lava Jato, sua liderança parecia inabalável. A delação da JBS, porém, implodiu a estrutura de poder criada pelo senador mineiro e provocou uma “revolução” nas bases dos partidos.

Antes leais a Aécio, esses quadros em ascensão querem agora aproveitar para acabar com o que consideram a era do “caciquismo” tucano. Os chamados “cabeças pretas” pregam agora teses que vão da refundação do partido às eleições diretas para eleger o novo líder da legenda.

Leia mais

Temer cogita nomear Serraglio para o Ministério da Cultura

Governo Temer

A saída de Osmar Serraglio do Ministério da Justiça tem como efeito imediato retirar o mandato do deputado afastado Rocha Loures (PMDB-PR), mas segundo a Folha apurou, o presidente Temer discute nomear Serraglio para o Ministério da Cultura, vago desde a saída de Roberto Freire.

Assim, o deputado federal afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), amigo do presidente, não perderia foro privilegiado e reduziria a pressão para que fizesse uma delação premiada.

Rocha Loures aparece citado pelo presidente Michel Temer como seu homem de confiança e com quem Joesley Batista, da JBS, poderia tratar “tudo”.

Ele também foi flagrado recebendo uma mala em que, segundo delações da JBS, havia R$ 500 mil em propina.

Temer troca comando do Ministério da Justiça e nomeia Torquato Jardim

Osmar Serraglio deve assumir pasta da Transparência ou voltar à Câmara, segundo interlocutores de Temer

Andreza Matais – O Estado de São Paulo

O presidente Michel Temer decidiu substituir o ministro da Justiça, Osmar Serraglio. As conversas sobre a escolha do sucessor ocorreram neste domingo. O novo ministro será o chefe do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, Torquato Jardim. Serraglio deve ser realocado em outro ministério, provavelmente na vaga de Torquato. Segundo uma fonte, se Serraglio não aceitar a pasta da Transparência ele voltará para a Câmara. Foram dadas a ele essas duas opções.

O Palácio do Planalto divulgou nota confirmando a informação. Leia a nota: “O Presidente da República decidiu, na tarde de hoje, nomear para o Ministério da Justiça e Segurança Pública o Professor Torquato Jardim. Ao anunciar o nome do novo Ministro, o Presidente Michel Temer agradece o empenho e o trabalho realizado pelo Deputado Osmar Serraglio à frente do Ministério, com cuja colaboração tenciona contar a partir de agora em outras atividades em favor do Brasil”

Cassação de governador ameaça Temer no TSE

Sessão solene de posse dos ministros Maria Thereza de Assis Moura como corregedora-geral  eleitoral e Herman Benjamin como ministro efetivo do TSE

Decisão do Tribunal Superior Eleitoral que determinou o imediato afastamento de José Melo no Amazonas poderá balizar julgamento da chapa presidencial

Pedro Venceslau e Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

A cassação do governador do Amazonas, José Melo (PROS), e de seu vice, Henrique Oliveira (SD), no início deste mês, poderá balizar o julgamento da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e já preocupa aliados do presidente. A dupla foi afastada imediatamente após a medida da corte eleitoral – antes da publicação do acórdão, uma síntese da decisão colegiada.

Até então, políticos condenados no TSE ganhavam sobrevida no cargo até a finalização do acórdão, que não tem prazo para ser publicado e depende da transcrição das notas taquigráficas do processo.

Por cinco votos a dois, o TSE manteve a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amazonas e determinou o afastamento imediato de Melo, apesar de caber recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à própria corte eleitoral. O TSE também decidiu que os substitutos serão escolhidos por meio de eleições diretas.

Leia mais

‘Acordo entre partidos para eleições indiretas não está na agenda hoje’, diz Alckmin

Gerlado Alckmin

Governador reafirmou compromisso com as reformas e evitou definir uma posição partidária antes do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE

Daniel Weterman e Pedro Venceslau, O Estado de S. Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou neste sábado que haja um acordo entre diferentes partidos para eleger um nome contrário à Operação Lava Jato em uma eventual eleição indireta para a Presidência da República – no caso de afastamento do presidente Michel Temer.

Uma das principais lideranças nacionais tucanas, Alckmin almeja disputar o Palácio do Planalto nas eleições gerais em outubro do ano que vem. O governador afirmou que nenhum acordo desse tipo está na agenda e que é preciso garantir o encaminhamento das reformas antes de conversar sobre eleição indireta. “Hoje a pauta é trabalhar, tentar acelerar as reformas, acredito que possamos rapidamente no Senado aprovar a reforma trabalhista”, disse o tucano quando perguntado sobre o suposto “acordão”.

Nos bastidores, Alckmin articula o nome do presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), para uma eleição indireta, garantindo em troca o apoio à sua candidatura em outubro de 2018. Ontem, o tucano chegou a defender publicamente o nome do senador e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para um eventual colégio eleitoral. O ex-presidente, no entanto, já afastou a possibilidade de concorrer.

Partidos governistas buscam um presidente para substituir Michel Temer

Dirigentes dos maiores partidos da base de apoio parlamentar ao governo vão passar os próximos dias definindo o perfil que se encaixe em um candidato, se possível de consenso, para substituir Michel Temer na Presidência da República em uma eleição indireta, feita pelo Congresso. É uma corrida em busca de um mandato tampão.

Para tocar o governo até as eleições gerais de 2018, PMDB, PSDB, DEM, PP, PR e PSD pretendem encontrar um nome para o mandato tampão de 19 meses antes do julgamento marcado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o dia 6 de junho. A corte julgará pedido de cassação protocolado pelo PSDB contra a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, que venceu as eleições de 2014 e é acusada de crime eleitoral. As informações são de Congresso Em Foco.

Leia mais

STJ pode abrir 14 inquéritos contra governadores

STJ

Sem a blindagem das assembleias legislativas, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ganhou mais poder decisório e poderá abrir ações penais e até afastar governadores já neste ano. Composta pelos 15 ministros mais antigos do STJ – de um universo de 33 –, o colegiado especial do STJ é considerado uma “caixinha de surpresas” por ministros e advogados ouvidos pelo Estado.

No início deste mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a abertura de ação penal contra governadores de todo o País no STJ não depende de autorização prévia de assembleias legislativas. Dessa forma, a corte especial do tribunal, colegiado maior que o plenário inteiro do STF, ganhou sinal verde para decidir se recebe ou não 13 denúncias já apresentadas pelo Ministério Público contra sete governadores. Há ainda uma 14.ª denúncia que corre sob segredo de Justiça. As informações são de O Estado de São Paulo.

Leia mais

Força-tarefa da Lava Jato perde 30% das verbas

Dados obtidos pelo Estadão mostram corte nos recursos para a Polícia Federal; procurador da República aponta ‘asfixia’ da operação

Marcelo Godoy e Ricardo Brandt – O Estado de São Paulo

A operação Lava Jato e a Superintendência da Polícia Federal do Paraná tiveram quase um terço de seu orçamento cortado neste ano pelo governo federal. O Ministério da Justiça destinou para ambos R$ 20,5 milhões – R$ 3,4 milhões para os gastos extras da operação – ante os R$ 29,1 milhões de 2016 – dos quais R$ 4,1 milhões especificamente para a Lava Jato –, uma queda de 29,5%. O aperto financeiro é ainda maior, pois, além da redução, houve contingenciamento de 44% da verba destinada, conforme mostrou o Estadão na semana passada.

As consequências para a Lava Jato são dificuldades para pagar diárias, fazer diligências e outras ações necessárias à continuidade da operação, asfixiando financeiramente seus trabalhos. “Isso havia acontecido no começo da operação, mas, depois, os recursos voltaram. Agora, isso volta a acontecer”, disse o procurador da República, Andrey Borges de Mendonça, que participou da força-tarefa em Curitiba e, agora, em São Paulo, cuida da Operação Custo Brasil – sobre corrupção no Ministério do Planejamento. Procurado, o Ministério da Justiças nega as dificuldades.

O Estadão obteve os dados por meio da Lei de Acesso à Informação. Eles mostram o quanto a PF gastou com a Lava Jato desde 2014, início da operação. Naquele ano, os recursos para a Superintendência do Paraná cresceram 44%, saltando de R$ 14 milhões em 2013 (equivalente a atuais R$ 17,9 milhões) para R$ 20,4 milhões (R$ 24,4 milhões em valores corrigidos). Em 2015, o órgão no Paraná manteve o mesmo nível de gastos. Nesse período, os federais fizeram no Paraná 59 operações, das quais 21 (35,5%) foram no conjunto da Lava Jato.

Leia mais

Prefeito de Ipanguaçu começa a contratar empresas de amigos por somas milionárias

Resultado de imagem para valderedo e pedro neto

Com mais de R$ 17 milhões nos cofres da Prefeitura de Ipanguaçu, o prefeito Valderedo Bertoldo, vem usando o dinheiro do contribuinte para bancar um verdadeiro trem da alegria com a contratação de afilhados e apadrinhados políticos, assim cooptar adversários para se tornarem aliados do governo municipal.

Além da farra de empregos para afilhados, o prefeito Valderedo Bertoldo, também começa a contratar empresas de amigos e doadores da sua campanha eleitoral por valores milionários num flagrante jogo do toma lá dá cá.

Enquanto isso, os vereadores do chamado grupo da oposição e o ex-prefeito Leonardo Oliveira, permanecem calados, assistindo de camarote os desmandos da atual administração em completo silêncio, deixando de acionar o Ministério Público para investigar o desgoverno no município.

42 políticos aparecem nas 2 megadelações

Resultado de imagem para jbs e odebrecht

Relatos de executivos e ex-executivos da JBS e Odebrecht mostram que ‘elite’ de partidos recebeu até R$ 1,2 bilhão em propina ou caixa 1

Valmar Hupsel Filho, Alexa Salomão, Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

Entre as centenas de políticos envolvidos nos processos da Operação Lava Jato há uma “elite” de 42 nomes que apareceram nas duas maiores delações reveladas pela Justiça até agora: as da Odebrecht e da JBS. Na lista dos citados por sócios e executivos tanto da empreiteira quanto do conglomerado do setor de carnes estão o presidente Michel Temer e seus antecessores Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, além de ministros, ex-ministros, governadores e ex-governadores, entre outros.

Os integrantes desse clube de elite teriam recebido, em conjunto, cerca de R$ 1,2 bilhãoem propinas e contribuições oficiais de campanha, segundo os depoimentos dos delatores. O dinheiro teria sido usado pelas empresas para comprar influência ou como contrapartida por benesses recebidas do setor público.

No ranking dos valores recebidos, quem se destaca é o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, mencionado nas duas delações como intermediário de doações em caixa 2 para campanhas eleitorais do PT e influente para intermediar operações com fundos de pensão e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Leia mais

CRISE SEM FIM 41ª fase da operação Lava Jato mira negócio no Benin

asasas

A Polícia Federal (PF) deflagrou na sexta-feira (26) a 41ª fase da operação Lava Jato, batizada de Poço Seco. A investigação busca identificar os beneficiários de propina num contrato de compra de um poço de petróleo em Benin, na África – de onde teria vindo o dinheiro que rendeu uma condenação ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontado como beneficiário de US$ 1,5 milhão.
Os alvos desta fase eram outros destinatários da propina, segundo a investigação, e receberam os valores em contas ocultas na Suíça e nos Estados Unidos. Entre eles, estão o ex-gerente da Petrobras Pedro Augusto Xavier Bastos, que foi preso preventivamente; o ex-banqueiro José Augusto Ferreira dos Santos, que era dono do BVA e se entregou à PF ontem; Fernanda Luz, filha do operador Jorge Luz, preso na Lava Jato; e quatro empresários. “É uma operação relativamente pequena, mas é justamente delas que surgem as melhores provas”, disse o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima.

Todos os alvos receberam parte dos US$ 10 milhões em propina que teriam sido negociados no contrato de Benin, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Os investigadores ainda irão apurar por que motivos os suspeitos receberam os valores: se atuaram no fechamento do negócio ou se teriam ajudado na lavagem do dinheiro, repassando os recursos para outros beneficiários. As informações são da Agência Estado.

Leia mais