Com 1.500 homicídios no RN, Fórum de Segurança Pública cobra ‘bom senso’ do governador

Em menos de 8 meses, Rio Grande do Norte já soma 1.500 homicídios (Foto: Marcelino Neto)

Fórum de Segurança Pública do Rio Grande do Norte – entidade que reúne instituições de segurança pública do estado – quer ‘bom senso’ do governador Robinson Faria para que ele tome medidas efetivas contra a criminalidade. Neste fim de semana, o RN chegou a marca de 1.500 homicídios registrados em menos de 8 meses – um crescimento de 25,2% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os números são do Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) – instituto que contabiliza e analisa os crimes contra a vida. O G1 procurou a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) para comentar os dados e a ainda aguarda um posicionamento do governo.

“A nós, que arriscamos constantemente nossas vidas, resta acreditar no bom senso do governador do Rio Grande do Norte em receber o Fórum de Segurança Pública do RN para que possamos entregá-lo medidas efetivas para melhoria da segurança pública. Ratificamos o compromisso com a sociedade potiguar, na ocasião em que pedimos o seu apoio ao binômio segurança pública/valorização profissional”, destaca a carta. As informações são do G1 RN.

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Gordo do Baldum diz que prefeito de Ipanguaçu roubou o SUS

Na campanha eleitoral do ano passado, o ex-vereador Jaíres Azevedo, o “Gordo do Baldum”, chamou o atual prefeito Valderedo Bertoldo, de ladrão do SUS, durante comício realizado em praça pública. Em inflamado discurso, Gordo do Baldum diz textualmente que Valderedo roubou o SUS e respondia a processo na Justiça pela prática do crime.

Até hoje, “Gordo do Baldum”, não fez nenhuma retratação pública das graves acusações que fez contra o prefeito Valderedo Bertoldo. Pelo contrário. Os dois andam conversando para fazer uma aliança política. Veja abaixo vídeo gravado com as acusações:

Receita identifica 18 mil doações acima do limite

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A Receita Federal identificou 18.430 casos de contribuintes que fizeram doações superiores ao limite legal nas eleições de 2016, conforme dados obtidos pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. Levantamento do órgão também encontrou 380.444 pessoas físicas que fizeram contribuições, mas não declararam Imposto de Renda nem figuram como dependentes de declarantes, o que levar a uma apuração de sonegação e uso de laranjas.

Em ofício encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Receita Federal comunicou as principais constatações ao analisar o valor total doado por 712.643 pessoas físicas nas eleições de 2016, quando os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores.

Conforme previsto na minirreforma eleitoral, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff em 2015, cabe à Receita Federal fazer o cruzamento dos valores doados com os rendimentos de cada pessoa física depois das eleições. As informações são da Agência Estado.

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Ditadura bancou conservadores contra modernização da igreja

LOCAL E DATA DESCONHECIDA: O bispo Dom Geraldo Sigaud. (Foto: Folhapress)

A ditadura brasileira bancou a viagem de conservadores católicos a Roma para que fizessem lobby contra a modernização da Igreja nos anos 1960. É o que indica documento descoberto pelo historiador americano Ben Cowan, da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA).

De acordo com o pesquisador, o então arcebispo de Diamantina (MG), dom Geraldo Sigaud, escreveu em carta que o Ministério da Aeronáutica pôs passagens aéreas a sua disposição para que levasse à Itália integrantes do grupo católico Tradição, Família e Propriedade.

A missiva, arquivada na arquidiocese de Diamantina, era endereçada a Plínio Corrêa de Oliveira, líder da TFP, e datada de 1º de setembro de 1965, menos de um ano e meio após o golpe militar.

Ocorria em Roma o Concílio Vaticano 2º, que se encerraria ao final daquele ano. O encontro pretendia atualizar a Igreja. Sua repercussão mais conhecida foi flexibilizar o uso de latim nas missas. As informações são de Rodrigo Vizeu, da Folha de São Paulo.

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Câmara flexibiliza proposta que limita recursos e tempo de TV de partidos nanicos

O relatório que deve ser votado esta semana na comissão da Câmara para a fixação de uma cláusula de barreira que restrinja o acesso dos partidos ao fundo partidário e ao tempo de rádio e televisão acabou afrouxando as exigências previstas no texto aprovado no Senado.

Para efeito de comparação, se as regras previstas para 2018 em ambos os projetos tivessem valendo em 2014, apenas 13 partidos passariam a barreira criada pelo Senado, enquanto 18 passariam a regra proposta pela comissão da Câmara, 38% a mais. Caso o novo texto seja aprovado esta semana na comissão especial, ele irá a plenário, onde precisa de duas votações, e voltará ao Senado, que deve confirmar as mudanças.

A justificativa dos parlamentares para a alteração é de que apenas um modelo mais brando tem chance de ser aprovado até outubro e vigorar em 2018. O texto aprovado pelo Senado só permitia acesso ao fundo e ao tempo de TV aos partidos que atingissem na próxima eleição 2% dos votos nacionais nas eleições para deputado federal e ainda conseguissem obter o mesmo percentual em pelo menos 14 estados.

Relatora da proposta na Câmara, a deputada Shéridan (PSDB-RR) reduziu a exigência nacional para 1,5% dos votos, o número de estados para nove e o percentual de votos a ser atingido em cada um deles para apenas 1%. Com isso, PV, PROS, PPS, PCdoB e PSOL seriam beneficiados. As informações são de EDUARDO BRESCIANI, de O Globo.

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De pai para filho, as “capitanias hereditárias” do Congresso

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Levantamento da Revista Congresso em Foco revela que pelo menos 378 parlamentares têm laços familiares com outros políticos, de menor ou maior envergadura. Entre eles, ao menos 69 são de 33 famílias que ocupam, ao mesmo tempo, mais de uma cadeira na Câmara e no Senado. São pais, filhos, casais, tios, sobrinhos, primos, cunhados, e até ex-cônjuges unidos pelo exercício do mandato. Filho do ex-deputado e ex-prefeito Cesar Maia (DEM-RN), Rodrigo Maia é primo do deputado Felipe Maia (DEM-RN) e do senador José Agripino Maia (DEM-RN), pai e filho.

Dia dos Pais

Nas comemorações deste domingo (13), Dia dos Pais, pelo menos 12 parlamentares serão presenteados por colegas que são, também, seus filhos. É o caso dos senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Benedito de Lira (PP-AL), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Fernando Coelho Bezerra (PSB-PE), Garibaldi Alves (PMDB-RN), João Alberto Souza (PMDB-MA), José Agripino e Vicentinho Alves (PSD-TO). Pais, respectivamente, dos deputados Valadares Filho (PSB-SE), Arthur Lira (PP-AL), Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), Fernando Coelho Filho (PSB-PE) – atual ministro de Minas e Energia – , Walter Alves (PMDB-RN), João Marcelo Souza (PMDB-MA), Felipe Maia e Vicentinho Junior (PSD-TO). As informações são de Edson Sardinha, do Congresso Em Foco.

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Câmara de Assú pagou mais de R$ 3 mil de diárias aos vereadores na viagem a Natal para pedir segurança

A Câmara de Vereadores do Assú sob a presidência do vereador João Walace, gastou mais de R$ 3.500,00 para financiar as diárias pagas aos vereadores governistas que se deslocaram de Assu para Natal, atendendo a pedido do prefeito Gustavo Soares e do seu irmão, deputado estadual George Soares, para pedir mais segurança para a cidade que é a mais violenta do Vale do Assú.

O policiamento ostensivo do NORE na fiscalização e no cumprimento da lei, vem resultando na prisão de centenas de motos irregulares a pedido do prefeito e do seu irmão, deputado do PR, que estão satisfeitos com o trabalho realizado agora pela Policia Militar de trânsito. Para fazer pressão, Gustavo e George Soares, estiveram em Natal com a secretária de Segurança Pública, para solicitar medidas urgentes no combate ao crime.

94% dos eleitores brasileiros não se veem representados por políticos

A pouco mais de um ano da eleição, pesquisa Ipsos revela que só 6% se sentem representados pelos políticos nos quais já votaram e apenas 50% defendem a democracia

Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

A pouco mais de um ano das eleições para a Presidência, os governos estaduais e o Congresso Nacional, os brasileiros manifestam rejeição generalizada à classe política, independentemente de partidos, e ao atual modelo de governo. Segundo pesquisa do instituto Ipsos, apenas 6% dos eleitores se sentem representados pelos políticos em quem já votaram.

Desde novembro do ano passado houve queda de nove pontos porcentuais na taxa dos que se consideram representados. A onda de negativismo contamina a percepção sobre a própria democracia: só metade da população considera que esse é o melhor regime para o Brasil, e um terço afirma que não é. Quando os eleitores são questionados especificamente sobre o modelo brasileiro de democracia, a taxa de apoio é ainda mais baixa: 38% consideram que é o melhor regime, e 47% discordam. A pesquisa também mostra que 74% são contra o voto obrigatório.

Passado pouco mais de um ano das manifestações de massa que culminaram no fim do governo petista de Dilma Rousseff, nada menos do que 81% dos entrevistados pelo Ipsos manifestaram concordância com a afirmação de que “o problema do País não é o partido A ou B, mas o sistema político”.

Para 94%, os políticos que estão no poder não representam a sociedade. Apenas 4% acham o contrário. Quem está na oposição também é alvo de desconfiança. Quando a pergunta é sobre os políticos em quem os entrevistados já votaram em algum momento, 86% dizem não se sentir representados.

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Em 3 dias, desembargador de SP virou consultor do ex-presidente do BB Bendine

SAO PAULO, SP, 07.07.2011, BRASIL George Samuel Antoine, da Associacao dos Consules no Brasil, entrega Diploma de Honra ao Mérito Consular ao desembargador Armando Sergio Prado de Toledo. a direita, o deputado Barros Munhoz (PSDB), entao presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de Sao Paulo), que compareceu a cerimônia no clube Monte Líbano. Credito: Divulgação / Alesp ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

O desembargador Armando de Toledo (esq.) ao lado de Barros Munhoz em evento de 2011

Em março de 2015, o desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo, 62, surpreendeu os colegas do Tribunal de Justiça de São Paulo ao antecipar em 11 anos sua aposentadoria. Três dias depois, ele distribuiu no tribunal cartões de visita de sua nova atividade, a de “consultor” do então presidente da Petrobras, Aldemir Bendine.

Bendine foi preso em julho na Lava Jato, acusado de receber propina da Odebrecht quando era presidente do Banco do Brasil.

Toledo diz que foi “surpreendido” ao saber desses fatos pelos jornais. E que não tem mantido contato com Bendine desde maio de 2016, quando ambos deixaram a Petrobras.

Ex-diretor de Assuntos Legislativos da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), o desembargador tratava de interesses do tribunal junto a órgãos públicos.

Sua rápida contratação pela estatal foi atribuída por colegas, na época, a possível retribuição pela intermediação de contratos do tribunal com o BB –o que é negado pelo tribunal, pelo banco e pelo magistrado aposentado.

Ele participou da solenidade de assinatura de dois convênios do TJ-SP com o BB. As informações são de FREDERICO VASCONCELOS, da Folha de São Paulo.

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Planilha da Caixa liga empréstimos do banco a políticos do PMDB, PT e PSC

Geddel Vieira Lima

A Corregedoria da Caixa Econômica Federal em Brasília apreendeu um notebook de um funcionário da vice-presidência de Pessoa Jurídica do banco que continha uma planilha com os empréstimos da instituição para empresas e o nome de políticos. O computador trazia registros datados de 2012. Entre 2011 e 2013, o vice-presidente de Pessoa Jurídica era Geddel Vieira Lima (PMDB). As informações são da revista “Época”.

O documento tinha a lista das empresas que solicitavam empréstimos ao banco, com os valores das operações, o status do negócio e uma coluna intitulada “contatos externos”. Nela, nomes de políticos de PMDB, PT e PSC estavam relacionados às operações, que deveriam ser eminentemente técnicas.

A planilha foi encontrada pela corregedoria do banco em julho do ano passado. Naquela época, a Lava Jato ainda não desbaratara o esquema de achaque a empresas interessadas em recursos do banco. Os investigadores da Lava Jato suspeitam que o esquema fosse tocado por Geddel, pelo ex-deputado Eduardo Cunha e por seu operador Lúcio Funaro. As informações são da Agência Estado.

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