Geddel persiste no crime de forma ‘sorrateira’, disse juiz ao determinar prisão de ex-ministro

O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, que mandou prender o ex-ministro Geddel Vieira Lima, afirmou na decisão que o político baiano reitera na prática de crimes “de forma sorrateira” e “em estado de permanência”. O titular da 10ª Vara Federal em Brasília lembrou no mandado de prisão que, em diferentes depoimentos dados, inclusive por ocasião da primeira prisão preventiva, em julho, Geddel não fez qualquer menção aos R$ 51 milhões apreendidos posteriormente em um “bunker” num edifício em Salvador. Ele foi preso em casa, pouco depois das 6h desta sexta-feira.

“Os valores estavam ocultos em um apartamento cuja finalidade era exclusivamente para guardá-los. Trata-se, portanto, de fato gravíssimo e atual”, disse o juiz. A quantidade de dinheiro encontrada e recolhida pela PF é tão grande que Vallisney, ao determinar três buscas e apreensões (nas residências de Geddel, sua mãe e seu aliado Gustavo Ferraz, também preso nesta sexta-feira), não autorizou o recolhimento de obras de arte, joias e carros. “Os valores apreendidos já são suficientes para eventual cautela e aplicação da lei penal, sem prejuízo de apreensão de produtos do crime diretamente relacionados com os fatos apurados e para os fins desta nova investigação das quantias apreendidas”, justificou o magistrado. As informações são de O Globo.

Leia mais

Nelter Queiroz vai a São Paulo do Potengi e participa de protesto em Santa Maria

O deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB) aproveitou o feriado de independência do Brasil, comemorado nesta quinta-feira (7), para visitar os municípios de São Paulo do Potengi e Santa Maria. Atendendo ao convite feito por Nego Aleixo, o parlamentar participou da cavalgada promovida pela família Aleixo, em São Paulo do Potengi.

Ainda na cavalgada, Nelter esteve com o vereador e ex-presidente da Câmara de Santa Maria, Handson Soares, que o convidou pra ir ao município defender os servidores locais que estão sofrendo em decorrência aos dois meses de salários atrasados por parte do executivo municipal.

“Em Santa Maria levei nossa palavra de apoio e solidariedade aos funcionários pelo absurdo cometido pelo executivo municipal que castiga a população local com o atraso de dois meses dos salários. É inadmissível que em tempos de crise um gestor cometa uma crueldade dessas contra seu povo”, protestou o deputado, colocando seu mandato à disposição para defender a população de Santa Maria contra esse tipo de desmando. 

José Adécio prestigia torneio de futebol em Montanhas e volta a ser chamado de “governador”

O deputado José Adécio esteve em Montanhas, nesta quinta-feira à tarde, prestigiando o tradicional Torneio de Futebol, na comunidade do Botafogo. Acompanhado do prefeito Manuel Gustavo, de secretários municipais, vereadores e outras lideranças políticas e comunitárias, percorreu toda a festa que acontecia no entorno do campo e deixou o município muito satisfeito com a recepção recebida.

Logo que chegou, o deputado foi recepcionado na residência do prefeito Manuel Gustavo, onde também se encontrava a primeira-dama e secretária de Assistência Social, Alenuska Câmara, e diversas lideranças locais.

Antes de chegar ao Botafogo, José Adécio foi recebido por moradores, em suas casas e comércios, sendo sempre reconhecido como o deputado mais atuante do Rio Grande do Norte, principalmente por suas ações de caráter municipalista. O prefeito Manuel Gustavo é um dos 21 que apoiam qualquer que seja o projeto político de Adécio em 2018.

Leia mais

Prefeito do Assú vai torrar R$ 280 mil com vale alimentação de vereadores

Em meio a falta de merenda nas escolas da rede municipal de ensino e o desemprego que afeta a juventude, o prefeito do Assú Gustavo Soares, vai torrar com seu pacote de bondade para os vereadores da cidade, um total de R$ 70 mil/mês para pagar o vale alimentação para os edis que já ganham um salário de R$ 8 mil mensal e mais R$ 2 mil de auxílio, perfazendo um montante de R$ 10 mil/mês.

Até o final de dezembro, a Prefeitura do Assu vai gastar com pagamento do vale de alimentação dos vereadores, a quantia de R$ 280 mil nos próximos quatros meses.

Depois que a Câmara Municipal do Assú aprovou projeto de lei de autoria do chefe do executivo assuense, o prefeito Gustavo Soares, praticamente oficializou a ‘compra de votos’ dos vereadores na eleição da Mesa Diretora que vai governar durante o biênio 2019/2020, para que todos votem pela reeleição do aliado e cão fiel da sua tropa de choque, o presidente da CMA, João Wálace, do PR.

Em troca dessa negociata, o vereador João Wálace se comprometeu também a votar pela reeleição do irmão do prefeito e deputado estadual George Soares nas eleições do próximo ano.

Fachin envia para redistribuição pedido de novo inquérito contra Temer

Fachin

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, encaminhou para a presidente da Corte, Cármen Lúcia, o pedido de abertura de um novo inquérito contra o presidente Michel Temer. Caberá à presidente da Corte fazer a redistribuição do inquérito. O ministro entendeu que não há relação com a Lava Jato e pediu para que seja encaminhado para outro integrante da Corte. O novo ministro terá que decidir sobre a abertura do inquérito.

Em manifestação enviada ao STF na semana passada, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a abertura de um novo inquérito contra Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). A necessidade de uma investigação dos dois com relação à edição do Decreto dos Portos foi inicialmente apontada pelo procurador em junho, quando a PGR enviou ao Tribunal a denúncia contra o Temer por corrupção passiva.

Na época, Janot apontou a necessidade de apurar possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva. Segundo a PGR, durante as investigações relacionadas ao caso da JBS foram identificados “outros fatos penalmente relevantes, os quais merecem ser devidamente apurados em inquérito próprio”. As informações são da Agência Estado.

Leia mais

‘Bunker’ dos R$ 51 milhões foi emprestado a irmão de Geddel que é deputado, diz PF

Resultado de imagem para lucio e temer

A Polícia Federal (PF) encontrou no “bunker” onde estavam os R$ 51 milhões manuseados pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) uma fatura de uma mulher que é empregada do irmão dele, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). Além disso, duas testemunhas ouvidas pela PF – o dono do imóvel onde o dinheiro foi apreendido e a administradora do condomínio – afirmaram que o apartamento foi emprestado a Lúcio. Os irmãos são dois dos políticos do PMDB mais próximos e íntimos do presidente Michel Temer.

As informações estão expressas no relatório da PF que embasou a decisão do juiz titular da 10ª Vara Federal, Vallisney de Souza Oliveira, que determinou a prisão preventiva de Geddel e de um aliado seu, Gustavo Pedreira do Couto Ferraz (PMDB), diretor-geral da Defesa Civil da Prefeitura de Salvador – ele foi nomeado no cargo pelo prefeito ACM Neto (DEM). A PF cumpriu as ordens de prisão preventiva na manhã desta sexta-feira, além de três mandados de busca e apreensão.

Os “fortes indícios” são de que o dinheiro de fato pertence a Geddel, segundo a manifestação da PF enviada à Justiça. “A autoridade policial explica que foi realizado exame pericial no dinheiro apreendido, no qual os peritos lograram localizar alguns fragmentos de impressões digitais de Geddel e de Gustavo no material”, cita o juiz Vallisney na decisão. Gustavo já foi indicado por Geddel para buscar valores ilícitos em 2012 repassados por um emissário do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo a PF informou à Justiça. As informações são de VINICIUS SASSINE, O Globo.

Leia mais

Joesley nega atuação de ex-procurador e minimiza citação a ministros do STF

Joesley nega atuação de ex-procurador e minimiza citação a ministros do STF

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República nesta quinta (7), Joesley Batista, sócio majoritário da J&F, controladora da JBS, afirmou que não recebeu orientações do ex-procurador Marcello Miller para negociar um acordo de delação premiada, nem para gravar o presidente Michel Temer no encontro no Palácio do Jaburu, em 7 de março.

Joesley depôs por mais de duas horas na sede da PGR, em Brasília.

Além dele, foram convocados a prestar depoimento outros dois delatores, Ricardo Saud, diretor e lobista do grupo, e o executivo e advogado empresa Francisco de Assis e Silva. As oitivas começaram às 10h.

Os três foram chamados a prestar esclarecimentos sobre o polêmico áudio que entregaram à Procuradoria em que Joesley e Saud indicam que Marcello Miller teria atuado para ajudá-los no processo de delação quando ainda ocupava o cargo de procurador da República.

Por causa dessa gravação, datada de 17 de março e com quase quatro horas de duração, o procurador-geral, Rodrigo Janot, anunciou abertura de investigação para apurar omissão de informações e revisar os benefícios concedidos aos três delatores, incluindo a imunidade penal. As informações são de BELA MEGALE, Folha de São Paulo.

Leia mais

Nova denúncia contra Temer terá ao menos sete delações

Temer

A segunda denúncia criminal contra o presidente Michel Temer deve ser oferecida pela Procuradoria Geral da República na semana que vem, a última de Rodrigo Janot à frente do Ministério Público Federal. O procurador geral disse aos seus interlocutores que a acusação – que desta vez terá como base pelo menos sete delações premiadas – só sairá de seu gabinete quando e se estiver madura.

Se confirmadas as previsões, a denúncia virá, portanto, depois do desfecho do caso Joesley Batista. Janot quer resolver o quanto antes a situação do acordo de delação premiada do Grupo J&F, atualmente em processo de revisão.

A nova acusação que envolve o presidente da República é diferente da primeira – em que o foco era apenas sua atuação. Agora, a denúncia será mais ampla, pois ela trata da formação de uma organização criminosa, o que implica a atuação de um grupo. O procurador geral da República prepara uma acusação que se fundamenta em delações anteriores à do Grupo J&F e também a um acordo posterior, o do corretor Lúcio Funaro, apontado pelas investigações como “operador de propinas” do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). As informações são da Agência Estado.

Leia mais

Prefeito do Assú cria vale alimentação de vereadores para garantir reeleição de Wálace na Câmara

Resultado de imagem para joao walace e gustavo soares

Para garantir a reeleição do atual presidente da Câmara Municipal do Assú João Wálace – o prefeito Gustavo Soares, em conluio com o vereador-presidente, idealizaram um pacote de bondades para conquistar os votos dos vereadores das bancadas governistas e oposicionistas e criaram um vale alimentação para  auxílio-alimentação, destinado a subsidiar despesas com refeição e alimentação dos servidores públicos de provimento efetivo e parlamentares do Poder Legislativo.

Pelo projeto já aprovado pela Câmara, ficou assim definido a partilha, correspondendo a R$ 1.040,00 (Hum mil e quarenta reais) para os vereadores, R$ 351,00 (trezentos e cinqüenta e um reais) para os servidores de provimento efetivo com nível superior, R$ 157,30 (cento e cinqüenta reais e trinta centavos) para os servidores de provimento efetivo de nível médio completo e R$ 133,50 (cento e trinta e três reais e cinqüenta centavos) para os demais servidores de provimento efetivo, todos com valores proporcionais ao salário.

Com a implantação do vale alimentação, o presidente João Walace garante praticamente assim a sua reeleição como presidente do legislativo por mais dois anos ou seja até 2020.

PF prende Geddel após descoberta de bunker com R$ 51 milhões

Geddel é levado em carro da PF após pedido de prisão da PF, endossado pelo Ministério Público Federal

A Polícia Federal prendeu o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), que deixou sua residência em Salvador cobrindo o rosto com uma pasta. O ex-ministro estava em prisão domiciliar Ele está sendo levado para o aeroporto e viajará para Brasília. Geddel deve ir inicialmente para a carceragem da PF e depois pode ser transferido para o presídio da Papuda.

Desde que o montante de R$ 51 milhões foi encontrado, a defesa do ex-ministro não se pronunciou e nem atendeu mais ligações. Antes, o advogado vinha negando acusações. A PF chegou ao prédio de Geddel, em Salvador, no bairro Jardim Apipema, por volta de 5h40, em dois carros.

Um vendedor ambulante foi escolhido para subir ao apartamento do ex-ministro como testemunha. Houve aplausos e buzinas de pessoas que passavam quando a PF deixou a garagem com Geddel no banco de trás. As informações são de JOÃO PEDRO PITOMBO e CAMILA MATTOSO, Folha de São Paulo.

Leia mais

Ex-ministro passa senha errada de celular para a PF

Resultado de imagem para geddel

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) passou senhas incorretas de seu celular para a Polícia Federal e se recusou a fornecer sua digital para que os investigadores acessassem o aparelho. O peemedebista teve o celular apreendido no dia 4 de julho, quando foi preso em Salvador em uma fase das fases da Operação Cui Bono.

Desde então, os investigadores tentaram acessar o celular do ex-ministro de Michel Temer, modelo iPhone, mas não conseguiram. A senha foi solicitada em duas ocasiões, em que Geddel, por meio de seus advogados, forneceu alguns números, que não funcionaram.

Chamado a prestar depoimento para esclarecer as suspeitas que lhe são atribuídas na Cui Bono, foi perguntado mais de uma vez pelos delegados, pessoalmente. E disse que havia passado a senha que recordava, mas que costumava acessar o aparelho colocando sua digital.

A PF, então, apresentou o iPhone apreendido para que Geddel pudesse colocar seu dedo e, enfim, permitir o acesso aos dados. Ele, porém, se recusou, frustrando a expectativa de que as informações do celular fossem acessadas. As informações são de CAMILA MATTOSO, Folha de São Paulo.

Leia mais

Funaro cita propina de R$ 13,5 milhões a Temer, diz revista Veja

O presidente Michel Temer teria recebido R$ 13,5 milhões em propina, segundo trechos da delação do doleiro Lúcio Funaro obtidos pela revista “Veja”. De acordo com a publicação, Funaro afirma em seu acordo de colaboração premiada nunca ter conversado sobre dinheiro diretamente com Temer, porém, disse que era informado pelo deputado cassado Eduardo Cunha sobre as divisões.

Ainda segundo a revista, Funaro afirmou em sua delação que Temer “sempre soube” de todos os esquemas tocados por Cunha. “Temer participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB”, diz a reportagem.

Entre as propinas destinadas a Temer, Funaro cita, segundo “Veja”, repasses de R$ 1,5 milhão do grupo Bertin, R$ 7 milhões da JBS e outros R$ 5 milhões de Henrique Constantino, do Grupo Constantino, com parte do dinheiro usado na campanha do então deputado Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira a delação de Funaro, apontado como operador de políticos do PMDB em esquemas de corrupção. A expectativa é que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, use as informações fornecidas por Funaro na segunda denúncia que pretende fazer contra o presidente Temer.

Provas contra Temer continuam válidas

Resultado de imagem para temer

A questão do aproveitamento ou não das provas apresentadas pelos dois delatores da JBS deve ser definida pelo plenário do STF, depois que Fachin tomar as primeiras decisões no caso.

Ao menos seis dos 11 integrantes da Corte são contrários à anulação de todas as provas e indícios entregues pelos executivos. Para esses ministros, a imunidade dos colaboradores pode ser suspensa sem necessariamente invalidar as provas. Com isso, os inquéritos abertos a partir das delações poderiam continuar tramitando normalmente. É o caso das investigações contra o presidente Michel Temer.

Na análise de um ministro da Corte, no entanto, mesmo que as provas não sejam retiradas das investigações, elas perderiam a força depois do áudio dos delatores — ou seja, não teriam mais tanta credibilidade perante os integrantes da Corte. Pela regra penal, a delação não é a única prova sobre a qual pode ser baseada uma condenação. O juiz precisa analisar, também, outras provas obtidas depois da abertura do inquérito. As informações são de CAROLINA BRÍGIDO, O Globo.

Leia mais

Janot decide anular benefícios e deve pedir prisão de Joesley

Depois de ouvir os depoimentos dos executivos da JBS sobre os áudios em que falam da negociação da própria delação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu anular os benefícios concedidos a Joesley Batista e Ricardo Saud e deve pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos dias a prisão preventiva de ambos. O ministro Edson Fachin, relator do caso, estaria disposto a determinar a prisão dos dois colaboradores se avaliar que existem indícios mínimos da necessidade de tomar essa medida.

O pedido de prisão deverá ser encaminhado junto com a rescisão do acordo de colaboração premiada firmado por eles com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Como o acerto previa imunidade total aos delatores, ele terá de ser revisto para que os dois vão para trás das grades, segundo informações de CAROLINA BRÍGIDO, O Globo.

A expectativa é que Fachin não tome qualquer decisão antes de segunda-feira. Outros ministros do STF têm procurado o relator para convencê-lo da necessidade de prender logo os dois delatores. Desde a última terça-feira, quando o áudio com o diálogo entre os executivos veio à tona, o sentimento de indignação tomou conta da mais alta Corte do país. Como o grampo atingiu também a reputação do procurador-geral, a prisão dos delatores seria uma forma de melhorar a imagem de Janot quando ele se prepara para deixar o cargo, no fim da semana que vem.

Leia mais

%d blogueiros gostam disto: