Joesley Batista e Ricardo Saud colocam passaportes à disposição da Justiça

O empresário Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, do grupo empresarial J&F, colocaram seus passaportes à disposição da Justiça, segundo informações da defesa. Eles pediram também para serem ouvidos antes de o ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidir sobre o pedido de prisão contra os dois protocolado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nesta sexta-feira.

O pedido para que sejam ouvidos foi feito ainda na sexta-feira a Fachin. Segundo o advogado Pierpaolo Bottini, que cuida dos desdobramentos da delação da J&F, os clientes não “entregaram” os passaportes, mas os colocaram à disposição do Supremo.

Joesley e Saud podem perder a imunidade penal que receberam no acordo de delação premiada, após gravações feitas pelos dois levantarem suspeitas de que omitiram informações. O principal ponto são os indícios de que o ex-procurador da República Marcello Miller ajudou Joesley e Saud a produzir provas para obter o acordo com Janot. As informações são de RENATA MARIZ, O Globo.

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Prefeito Gustavo Soares, o pai do vale alimentação dos vereadores do Assú

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O prefeito do Assú Gustavo Soares, irmão do deputado estadual George Soares, é o pai e autor da brilhante idéia de conceder vale alimentação aos 15 vereadores do município no valor de R$ 1.040,00 (Hum mil e quarenta reais).

Atualmente, os vereadores ganham algo em torno de R$ 10 mil, mas com o vale alimentação criado pelo prefeito do Assú em conluio com o presidente da Câmara João Wálace para permanecer no comando do legislativo ate 2020,, a conta bancaria dos parlamentares, fica mais gorda.

Para que não exista qualquer dúvida de quem é a autoria do projeto de lei, veja acima cópia do documento publicado no Diário Oficial do Município que consta ser o doutor Gustavo Soares, o autor intelectual e veja AQUI cópia em PDF.

Matrícula pública do ensino básico cai 18% em 10 anos

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O Ministério da Educação divulgou nessa sexta-feira (8) os resultados preliminares do Censo Escolar da Educação Básica deste ano em Estados, municípios e no Distrito Federal. Os dados publicados no Diário Oficial da União revelam uma queda de 18% no número total de matrículas da rede pública brasileira nos últimos dez anos. Em 2007, cerca de 46 mil estudantes se matricularam no ensino infantil, fundamental, médio e na educação de jovens e adultos. Dez anos depois, este dado caiu para 37.549.814. Somente um destes segmentos teve crescimento nesse período: as creches com 22%, segundo o jornal Extra.

Na outra ponta, os dados mostram outra realidade. A educação de jovens e adultos caiu 41% neste período. Em 2007 eram 4.848.108 matrículas, no último registro caiu para 2.858.145. Em valores absolutos, a maior redução está no ensino fundamental. Foram quase 7 milhões de matrículas a menos nesses dez anos, o que equivale a um percentual de redução de 23,97%.

O levantamento anual detalha a quantidade de matrículas registradas em creches, pré-escola, ensinos fundamental e médio, e na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Minas Gerais registrou 3.661.631 de matrículas nas redes estadual e municipal, e BH, 344.154.

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Temer recebeu R$ 13 milhões

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O presidente Michel Temer (PMDB) teria recebido R$ 13,5 milhões em propina, segundo trechos da delação do doleiro Lúcio Funaro – apontado como operador do PMDB – obtidos pela revista “Veja”. De acordo com a publicação, Funaro afirma em seu acordo de colaboração premiada nunca ter conversado sobre dinheiro diretamente com Temer, porém, disse que era informado pelo deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre as divisões.

Ainda segundo a revista, Funaro afirmou em sua delação que Temer “sempre soube” de todos os esquemas tocados por Cunha. “Temer participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB”, diz Funaro, segundo a reportagem de “Veja”.

Entre as propinas destinadas a Temer, Funaro cita, de acordo com a revista, repasses de R$ 1,5 milhão do grupo Bertin, de R$ 7 milhões da JBS e de outros R$ 5 milhões de Henrique Constantino, do Grupo Constantino, com parte do dinheiro usado via caixa 2 na campanha do então deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) à Prefeitura de São Paulo em 2012.

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Partidos queriam recursos ilícitos para financiar projetos próprios

Ao denunciar integrantes do PMDB do Senado por formação de organização criminosa, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, detalha como o esquema foi utilizado por “conveniência” por políticos de três partidos: PMDB, PT e PP.

“Em comum, os integrantes do PT, do PMDB e do PP queriam arrecadar recursos ilícitos para financiar seus projetos próprios. Assim, decidiram se juntas e dividir os cargos públicos mais relevantes, de forma que todos pudessem de alguma maneira ter asseguradas fontes de vantagens indevidas”, escreveu Janot.

De acordo com a denúncia com foco em políticos do PMDB do Senado, “ao menos desde meados de 2004 até os dias atuais”, os denunciados “integraram o núcleo político de organização criminosa estruturada para desviar em proveito próprio e alheio recursos públicos e obter vantagens indevidas”.

No caso do PMDB do Senado, Janot aponta que as ações se deram no âmbito das diretorias de Abastecimento e Internacional da Petrobras e da Transpetro. O Ministério Público aponta que, juntos, os senadores geraram prejuízo de ao menos R$ 5,5 bilhões aos cofres da estatal e de R$ 113,6 milhões à Transpetro. As informações são da Agência Estado.

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STF vai julgar quarta-feira pedido de suspeição contra Janot

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Na última semana de mandato à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR), em que pretende apresentar nova denúncia contra o presidente da República, o procurador-geral Rodrigo Janot estará sob julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), diante de um pedido de suspeição que a defesa de Michel Temer apresentou. O mandato de Janot encerra-se dia 17.

A defesa de Temer alega que o procurador-geral tem perseguido Temer e age por motivos políticos, e que não teria condições de continuar conduzindo as investigações contra o presidente da República. O ministro Edson Fachin, relator do pedido, já decidiu a favor de Janot, que não se considera suspeito. Diante de recurso da defesa, Fachin decidiu nesta sexta-feira, 8, levar a ação para julgamento no plenário. O item é o primeiro da pauta de julgamentos do dia 13 de setembro.

Sob o crivo dos ministros do STF, Janot sairá do julgamento ou impedido ou com aval para apresentar a segunda denúncia contra o presidente Temer, investigado por organização criminosa e obstrução de investigação à organização criminosa. Além de Temer, Janot ainda pode denunciar deputados federais do PMDB, no inquérito do “quadrilhão” do PMDB da Câmara. As informações são da Agência Estado.

Dirceu diz que prefere morrer do que delatar como Palocci

BRASILIA, DF, BRASIL, 04-08-2015, 12h00: Ex ministro jose dirceu deixa a superintendecia da PF em bsb e segue para o aeroporto, de onde será transferido para curitiba. ele está preso na operacao lava jato. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

O ex-ministro José Dirceu, condenado na Operação Lava Jato, diz que prefere “morrer” antes de delatar, como tenta fazer o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, Folha de São Paulo..

O próprio Dirceu, questionado sobre o depoimento em que Palocci envolve Lula diretamente com o recolhimento de propinas para o PT, respondeu a interlocutores: “Só luta por uma causa quem tem valor. Os que brigam por interesse têm preço. Não que não me custe dor, sofrimento, medo e às vezes pânico. Mas prefiro morrer que rastejar e perder a dignidade”.

O depoimento do ex-ministro da Fazenda ao juiz Sergio Moro levou a uma comparação entre o comportamento dele e de condenados como Dirceu e João Vaccari, ex-tesoureiro do PT. Os dois suportariam tudo em nome de uma “causa”. Já Palocci jamais teria tido qualquer compromisso com ela.

PGR pede multa de R$ 200 milhões a peemedebistas denunciados

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede, na denúncia contra sete peemedebistas por formação de organização criminosa no Senado Federal, que eles sejam condenados a pagar R$ 200 milhões, como reparação, e à perda de função pública.

A denúncia pede R$ 100 milhões pelos danos patrimoniais (desvios) e R$ 100 milhões por danos morais causados pelas condutas dos acusados. São alvo da denúncia os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO) e os ex-senadores José Sarney (AP) e Sérgio Machado (CE).

Janot acusa os peemedebistas de receberem propina de R$ 864 milhões e causar rombo de R$ 5,5 bilhões na Petrobras – na diretoria – e de mais R$ 113 milhões na Transpetro. As informações são da Agência Estado.

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Janot pede prisão de Joesley, Saud e ex-procurador Miller

Joesley

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido para prender o empresário e dono do grupo J&F, Joesley Batista, segundo apurou o Estado. O pedido ainda precisa ser analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.

Segundo apurou o Estado, Janot também pediu a prisão do diretor do J&F, Ricardo Saud, e do ex-procurador Marcello Miller.

Em conversa entregue pela própria defesa da JBS, Saud e Joesley conversam sobre a suposta interferência de Miller para ajudar nas tratativas de delação premiada. O ex-procurador ainda fazia parte do Ministério Público quando começou a conversar com os executivos, no final de fevereiro. Ele foi exonerado da instituição apenas em abril. As informações são da Agência Estado.

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