Petrobras anuncia que fará reajuste até diário de gasolina e diesel

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A diretoria executiva da Petrobras aprovou a revisão da política de preços de diesel e gasolina comercializados em suas refinarias, com o objetivo de tornar mais frequentes os reajustes nos preços. As alterações passarão a vigorar a partir de segunda-feira, dia 3 de julho.

Segundo comunicado da estatal, a avaliação do grupo executivo de mercado e preços (GEMP) da companhia formado pelo presidente, pelo diretor executivo de refino e gás natural e pelo diretor financeiro e de relações com investidores — é de que os ajustes que vinham sendo efetuados desde o anúncio da nova política de preços, em outubro de 2016, “não têm sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente” da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados.

O grupo, portanto, recomendou maior frequência nos ajustes e, dessa forma, a área técnica de marketing e comercialização da companhia fica encarregada de realizar os anúncios de novos preços, a qualquer momento, “inclusive diariamente”, desde que os reajustes acumulados por produto estejam dentro de uma faixa determinada de 7%, para cima ou para baixo, respeitando a margem estabelecida pelo GEMP. “Qualquer alteração fora dessa faixa terá que ser autorizada pelo GEMP.”

Fachin tira de Sergio Moro investigação contra Mantega

Ex-ministro Guido Mantega

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que parte dos anexos da delação premiada do empresário Marcelo Odebrecht que citam o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega sejam enviados à Justiça Federal de São Paulo. Com a decisão, que atende a um agravo regimental da defesa de Mantega, Fachin tirou do juiz federal Sergio Moro um dos inquéritos que investigam o ex-ministro a partir dos depoimentos de delatores da empreiteira.

Segundo o relator da Lava Jato no Supremo, os fatos em apuração – suposto pagamento, por parte do Grupo Odebrecht, do valor de 1 milhão de reais à Revista Brasileiros, a título de patrocínio, a pedido de Mantega e no interesse do PT – “não têm, ao menos num exame preliminar, relação com aqueles relativos à Operação Lava Jato”, segundo informações da revista Veja.

Aécio pede para ficar na presidência do PSDB por mais dois meses

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) - 19/04/2017

Por incrível que pareça, Aécio Neves ainda não desencarnou da presidência do PSDB, posto do qual está afastado desde a hecatombe Joesley Batista.

Os tucanos tentam convencê-lo a entregar de vez a cadeira para Tasso Jereissati, mandatário interino da legenda. Recentemente, Aécio pediu um prazo até setembro para oficializar a saída do comando.

Tasso não disse que sim nem que não, mas topou esperar mais dois meses, segundo informações da revista Veja.

Deputados federais do RN querem salvar Temer, amigo de Henrique Alves

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Apesar da bancada do Rio Grande do Norte na Câmara Federal, constituída de oito deputados, não ter ainda uma posição firmada sobre a denúncia encaminhada àquela Casa pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção, a maioria dos parlamentares deve votar para salvar a pele do amigo do ex-ministro Henrique Alves, por um placar folgado.

Os atuais deputados estão se esquivando de falar sobre o assunto, alegando que não conhecem o conteúdo da denúncia, mas comenta-se que tudo isso não passa de jogo de cena para continuar empurrando com a barriga a decisão que terão de tomar quando da votação em plenário. Apesar da impopularidade de Temer, os parlamentares estão dispostos a ficarem contra o povo.

 

Zenaide Maia é única da bancada federal do RN que deve votar contra Temer

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Apesar do PR ter praticamente garantido apoio ao presidente Temer para absolve-lo, a  deputada Zenaide Maia (PR), deve contrariar a orientação partidária para salvar o presidente da denúncia de corrupção no plenário. Ela é a única integrante dos oito deputados potiguares da bancada federal que deverá votar pela admissibilidade da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

Zenaide Maia disse que “como uma denúncia grave que deve ser investigada”, a denúncia contra o presidente da República precisa ser apurada “como qualquer uma denúncia independente de quem quer que seja acusado ou ocupe cargos importantes”.

Em cima do muro, Rogério Marinho se mostra desinformado sobre denuncia contra Temer

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Mesmo integrando o governo com quatro ministérios, a maioria dos deputados do PSDB deve votar contra o presidente Michel Temer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, mas no plenário a situação é outra.

O deputado federal Rogério Marinho, não seguir a risca os ensinamentos do ex-deputado Djalma Marinho que dizia ‘ao rei tudo menos a honra’. Ele deve votar para salva a pele do amigo de Henrique Alves.

Ele declarou, por intermédio de sua assessoria de imprensa, “que ainda não teve acesso ao conteúdo da denúncia apresentada e que vai se posicionar após conseguir analisar o material”.

Governo dá cargo para presidente da CCJ, que vai definir relator de denúncia contra Temer

O esforço do governo para tentar impedir a abertura de processo contra Michel Temer pelo STF passa por agradar ao presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco. Às vésperas do deputado escolher quem será o relator da denúncia contra Temer, Pacheco terá uma demanda antiga atendida pelo Planalto: a troca do presidente de Furnas. Sai Ricardo Medeiros e entra Julio Cesar Andrade.

O deputado garante que não vai pautar suas decisões por isso. “Nem que o governo corrija a falta grave que tem com Minas, isso não vai influenciar na CCJ”, avisa.

Engole seco. A troca na presidência de Furnas desagrada ao ministro das Minas e Energia, Fernando Filho, que recebeu ordens superiores para fazê-la. As informações são da Coluna Estadão.

José Adécio participa de festejos juninos em João Câmara

O deputado José Adécio prestigiou, na terça-feira(27), o Festival de Quadrilhas na cidade de João Câmara, evento bem estruturado, organizado pela Prefeitura Municipal.

José Adécio foi recepcionado pelo prefeito Mauricio Caetano, pelo vice-prefeito Holderlin Silva, pelo ex-vereador Francisquinho da Madeireira, pela secretária de Meio Ambiente, Hermida Silva, além de outras lideranças.

O deputado foi muito aplaudido ao ser anunciada sua presença no evento. Ele ainda concedeu entrevista, ao vivo, à rádio 89FM, que transmitiu a festança junina.

Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado José Adécio

Está na cara que Walter Alves vai salvar Temer amigo de Henrique Alves

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Depois de assumir a presidência do diretório estadual do PMDB, está na cara que o deputado Walter Alves, vai votar pela absolvição do presidente Michel Temer a pedido do ex-ministro Henrique Alves, preso por suspeita de corrupção na Arena das Dunas e outras falcatruas.

Para salvar o amigo do seu primo, Walter Alves, esta disposto a se sacrificar para atender o pleito de Henrique, mas ainda está com conversa fiada de que pretende analisar e etc para definir seu voto no plenário. Comenta-se que Walter bota fé na força política da oligarquia Alves para se livrar do desgaste eleitoral em 2018 para livrar o presidente.

Seis dos sete deputados do PSDB na CCJ devem votar contra Temer

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O distanciamento do PSDB em relação ao governo fez com que os líderes da base de Temer praticamente descartem o apoio da sigla na defesa do presidente. Mapeamento feito esta semana por articuladores políticos do Planalto colocou quase todos os tucanos da CCJ na coluna da oposição.

Reservadamente, dirigentes tucanos relataram ao Planalto a projeção de que seis dos sete deputados do PSDB na CCJ votarão pela admissão da denúncia. Ressaltaram, entretanto, que alguns deles podem mudar de posição quando o tema for apreciado no plenário.

Três dos sete deputados tucanos que integram o colegiado disseram à Folha que votarão a favor da admissibilidade da denúncia: Betinho Gomes (PE), Fábio Sousa e Wherles Rocha (AC).

“Muito ruim que o país esteja passando por isso de novo em um ano, mas, infelizmente, a denúncia está muito bem embasada. Na CCJ, não há nem o que se discutir, porque é uma comissão técnica e a denúncia atende os requisitos”, disse Sousa. As informações são da Folha de São Paulo.

Governo propõe tirar recursos da Educação para normalizar emissão de passaportes

O governo propôs retirar R$ 102, 3 milhões de dotação orçamentária do Ministério da Educação para normalizar a emissão de passaportes para a Polícia Federal. O projeto, elaborado pelo Ministério do Planejamento, foi enviado ao Congresso nesta quinta-feira. A proposta gerou desconforto na Comissão de Orçamento do Congresso, que pediu a indicação de outra fonte de receita.

De acordo com o projeto, o governo retiraria orçamento destinado à capacitação e formação inicial e continuada para educação básica, de programas de alfabetização de jovens e adultos, de ações de graduação, pesquisa e extensão e de iniciativas de valorização da diversidade e promoção de direitos humanos.

O presidente da comissão, senador Dário Berger (PMDB-SC) pediu ao ministro do Planejamento a indicação de outra fonte. Segundo ele, o governo concordou em trocar a fonte de receita, retirando a dotação de convênios com organismos internacionais. As informações são de O Globo.

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Câmara notifica Temer sobre denúncia por corrupção passiva

O primeiro-secretário da Câmara, Fernando Giacobo (PR-PR), protocolou na tarde desta quinta-feira no Palácio do Planalto a denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. O documento foi entregue para Gustavo Rocha, subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil.

Em apenas sete horas a denúncia do Ministério Publico contra o presidente foi protocolada na Câmara, lida no plenário, o presidente foi notificado e a peça foi protocolada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde tramita a primeira etapa do processo de aceitação ou rejeição da mesma.

Agora, começa a contar o prazo de dez sessões para que Temer apresente sua defesa. O presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), disse que ainda levará uns dias para definir quem será o relator da denúncia na comissão. E só indicará um nome na semana que vem, segundo O Globo.

STF dá 10 dias para Maia explicar por que não analisou impeachment de Temer

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, acompanha a leitura da denúncia da PGR contra Temer. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou explicações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a respeito da não apreciação dos pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer (PMDB), diante do questionamento feito por quatro deputados federais em um mandado de segurança apresentado ao Supremo. O ministro fixou um prazo de 10 dias para a resposta.

Alegando omissão por parte de Maia, os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ), Aliel Machado (Rede-PR), Henrique Fontana (PT-RS) e Júlio Delgado (PSB-MG) protocolaram a ação na noite da quarta-feira, 28, no STF pedindo que a Corte concedesse uma liminar obrigando o presidente da Câmara a dar andamento aos pedidos de impeachment. Eles apontaram que a Câmara recebeu, nos últimos 40 dias, 21 denúncias por crime de responsabilidade contra Temer, “sem que nenhum andamento fosse tomado”.

“Antes de apreciar o pedido de liminar, considero indispensável o conhecimento prévio das informações a serem prestadas pela autoridade impetrada (o presidente da Câmara), disse Moraes em decisão nesta quinta-feira, 29. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Janot diz que decisão do STF reafirma poderes do MPF em delações

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse nesta quinta-feira que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) “reafirma” a prerrogativa do Ministério Público Federal para celebrar acordos de leniência. “Dá mais segurança jurídica e o princípio da boa-fé é respeitado”, afirmou Janot.

A maioria do plenário do STF decidiu que os benefícios da delação só podem ser revistos se o acordo for descumprido. Caso ilegalidades surjam durante a instrução do processo, o acordo poderá ser anulado.

No início da sessão, um advogado ocupou a tribuna para dizer que a PGR chegou a dizer que Joesley Batista era líder de organização criminosa e que, por isso, o acordo de delação não poderia ser feito. A lei diz que líderes não
podem ser colaboradores.

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Senado adia votação de urgência para reforma trabalhista

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), adiou para a próxima terça-feira, dia 4, a votação do requerimento de urgência para a tramitação da reforma trabalhista. Com isso, a votação em plenário da medida, que já passou por análise em três comissões na Casa, deve ser possível somente a partir da próxima quinta-feira, caso o requerimento seja aprovado pelos senadores.

A expectativa era a de que o plenário do Senado votasse hoje o requerimento de urgência, aprovado na quarta-feira de forma simbólica ao fim de uma sessão de quase 14 horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Nessa sessão, foi também aprovado o relatório do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), pela constitucionalidade da matéria.

Jucá queria que o requerimento de urgência fosse também aprovado de maneira simbólica pelo plenário. A oposição não concordou e pediu verificação de quórum. Diante do baixo comparecimento dos senadores, Jucá concordou em adiar a votação.