Ministro vai aos EUA para tentar reverter embargo sobre a carne

Blairo Maggi: avião da FAB com cocaína em fazenda

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, iniciará nesta segunda-feira (17/07) em Washington, nos Estados Unidos, uma rodada de consultas com o objetivo de reverter o embargo que o governo americano impôs sobre a carne bovina fresca do Brasil.

A suspensão dessas importações foi anunciada em 22 de maio pelo Departamento de Agricultura dos EUA, que detectou alguns lotes de carne fresca do Brasil que não cumpriam com os requisitos sanitários exigidos pelo governo americano.

Emenda para base na CCJ atinge R$ 266 milhões

CCJ

Dos 40 deputados que votaram pela rejeição do parecer que recomendava a abertura de investigação contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, 39 tiveram R$ 266 milhões em emendas parlamentares empenhadas. Esse valor corresponde ao período entre junho, após a divulgação da delação do empresário Joesley Batista, que foi usada na denúncia contra Temer, e as duas primeiras semanas deste mês, às vésperas da votação.

Na quinta-feira passada, o colegiado barrou por 40 votos a 25 o parecer do relator Sergio Zveiter (PMDB-RJ) que recomendava a admissibilidade do pedido da Procuradoria-Geral da República para investigar Temer por corrupção passiva. Em seguida, governistas conseguiram aprovar um texto alternativo que sugere a rejeição do mesmo pedido, assinado pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG).

Apenas um dos 40 parlamentares que barraram o parecer de Zveiter não teve emendas liberadas desde junho: Maia Filho (PP-PI), que é suplente.

Já os 25 parlamentares que votaram contra Temer receberam cerca de metade desse valor no mesmo período. Foram liberados R$ 135 milhões em emendas dos cofres públicos para os deputados que acreditam haver indícios suficientes para uma investigação contra o presidente. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Partidos que apoiaram Temer na CCJ miram ministérios do PSDB

Líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP) defende a entrega dos cargos. “Agora ficou uma situação esdrúxula.”

O uso de cargos e disputas por espaço em decorrência do apoio ao presidente Michel Temer durante a votação da denúncia contra ele na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) continua acirrada, ainda que os trabalhos daquele colegiado tenham sido concluídos. Reportagem publicada pelo jornal O Globo mostra que agora vem a conta da fidelidade demonstrada. O resultado pelo arquivamento da ação no plenário, que seguiu relatório alternativode Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) também acirrou pressão sobre os tucanos para uma decisão em relação à permanência na base do governo.

De olho em uma possível reforma ministerial quando, e se, passar a votação de todas as denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer, esses líderes querem espaço na Esplanada proporcional ao desgaste dos partidos que já assumiram e assumirão a linha de frente para rejeitar as denúncias na Câmara. Eles apontam que, enquanto se expuseram ao desgaste de defender o presidente, o PSDB mantém quatro ministérios sob seu comando, ainda que apenas dois, dos sete tucanos, tenham votado pela rejeição da denúncia.

Em entrevista à reportagem, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) exemplifica a insatisfação. “Se essa situação continuar, a tendência é perder apoios em outros partidos”, diz, afirmando que o espaço disponível no governo deveria ser proporcional ao apoio. “O PSDB que faça sua DR, se resolva e diga se fica ou se não fica. Tem gerado uma insatisfação muito grande em partidos como PR, PSD e o próprio PRB, que avalia fechar questão, e o PSDB fazendo discurso contra.” As informações são de Congresso Em Foco.

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Saída de Janot gera corrida por delações

Janot

Na última semana, dois advogados contratados pelo ex-ministro Antonio Palocci para negociar delação premiada com a Operação Lava Jato se reuniram com procuradores da República, no QG da força-tarefa, em Curitiba. Há poucos quilômetros dali, na sede da Polícia Federal, um delegado ouviu, mais uma vez, depoimento do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Também candidato a delator, o ex-deputado promete revelar fatos comprometedores contra o presidente da República, Michel Temer.

Peças importantes para a Lava Jato nas apurações de envolvimento de lideranças do PT e do PMDB, com foro privilegiado, em crimes de corrupção, os dois candidatos a delatores correm contra o relógio para fechar acordo com o Ministério Público Federal, antes da troca de comando na Procuradoria-Geral da República – que acontece em setembro.

Criminalistas e procuradores ouvidos pela reportagem avaliaram que não há garantia para as negociações em andamento, que os termos tratados com a equipe de Rodrigo Janot sejam mantidos, com a posse da nova procuradora-geral, Raquel Dodge. Ela foi nomeada por Temer – denunciado há dez dias à Justiça, após a delação do Grupo J&F – para o cargo nesta semana, após sabatina no Senado. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Depois de sete anos, ‘mensalão da toga’ pode ficar impune

O relator, ministro Herman Benjamin

O ministro Herman Benjamin expôs a ‘anatomia’ do esquema no Conselho da Justiça Federal

Por Frederico Vasconcelos – Folha de São Paulo

A juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, do Amazonas, recebeu em 2010 um telefonema que a deixou abalada. Seu irmão, general Jorge Fraxe, a questionou sobre uma dívida, que hoje corresponderia a R$ 117 mil, na Fundação Habitacional do Exército (FHE).

A dívida estava registrada em nome da juíza, mas ela nunca fez empréstimos na FHE. Mais de cem juízes também não sabiam que tinham débitos elevados na fundação, pois não haviam firmado contratos. Eles foram vítimas de uma fraude atribuída a colegas magistrados.

Durante quase dez anos, a Associação dos Juízes Federais da 1ª Região (Ajufer) levantou dinheiro na fundação do Exército usando nomes de associados que desconheciam a trama. Entre 2000 e 2009, a segunda maior entidade de juízes federais do país assinou 810 contratos com a fundação. Cerca de 700 foram fraudados, vários deles em nome de fantasmas.

Com recursos obtidos em sucessivos contratos fictícios, a associação rolou mensalmente empréstimos não quitados. Parte do dinheiro era desviado ou depositado em contas de laranjas.

Folha revelou o caso em novembro de 2010. Levantamento feito nas últimas semanas sugere que o “mensalão da toga” deve ficar impune.

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Após condenação de Lula, Marina se apresenta como candidata ao Planalto em 2018

No dia seguinte à condenação do ex-presidente Lula, Marina Silva chamou líderes da Rede no Congresso para uma conversa sobre 2018. Até então enigmática sobre sua disposição em concorrer ao Planalto, deu sinais de que decidiu entrar no páreo. Quer montar, desde já, uma agenda de candidata. Marina disse que há “um grande vácuo” na política e afirmou que a Rede precisa apresentar uma “alternativa aos polos”. Nesta segunda (17), participa de encontro com artistas no Rio.

A reunião da ex-senadora na capital fluminense está sendo organizada pelo ator Marcos Palmeira. Participam do encontro nomes que têm defendido a saída do presidente Michel Temer do Planalto.

Na conversa com aliados, quando o assunto foi a possível filiação Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto, Marina disse que atua para ter os dois ex-presidentes do STF nos quadros do partido. Ambos são vistos como nomes ideais para compor uma chapa com ela em 2018. As informações são da coluna Painel, da Folha de São Paulo.

Hoje rompidos, Maia e Cunha foram parceiros na oposição a Dilma

BRASILIA, DF, BRASIL, 09-07-2015, 12h00: Sessão plenária na Câmara dos deputados, sob a presidência do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), durante votação da reforma política. O relator da matéria deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) segue conversando e negociando com líderes e a assessoria para fechar detalhes do texto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Preso há nove meses em Curitiba em decorrência das investigações da Operação Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) coleciona muitos desafetos. Entre eles Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara e o nome que ocupará a cadeira de Michel Temer caso o peemedebista seja afastado do cargo.

Mas essa não foi a realidade entre os dois políticos do Rio de Janeiro nos 16 meses decorridos entre a eleição de Cunha para o comando da Câmara, em fevereiro de 2015, e o início da gestão Temer, em maio do ano seguinte. Pelo contrário, os dois protagonizaram uma sólida parceria política, coroada pelo objetivo comum de combate ao governo Dilma Rousseff.

A dobradinha pode ser simbolizada em dois episódios, ambos quando Cunha, ainda presidindo a Câmara, já era acossado pela Lava Jato e pela ameaça de cassação.

“Deputado André Moura, 231. Somos 231”, disse Maia no microfone do plenário da Câmara em 11 de novembro de 2015, ocasião em que foi lido um manifesto de desagravo ao peemedebista. As informações são da Folha de São Paulo.

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Cresce a arrecadação do Sistema S que não passa por controle do fisco

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A maior parte do dinheiro recolhido pelas empresas para os cofres do Senai e do Sesi, duas das principais entidades do Sistema S, não é arrecadada pela União, o que dificulta o controle e a transparência sobre esses recursos e é alvo de controvérsia jurídica.

Esse dinheiro que sustenta o sistema -conhecido por contribuição compulsória ou contribuição social- tem amparo em legislação dos anos 1940, no Governo Vargas, e corresponde a um percentual da folha de pagamento de empresas de vários setores. Conforme o setor, o percentual varia de 0,2% a 2,5% sobre o montante da remuneração paga aos empregados.

Criados com a função de qualificar trabalhadores da indústria (Sesi e Senai) e do comércio (Sesc e Senac) e lhes prover atividades de educação e cultura, os chamados serviços sociais autônomos são entidades de direito privado sem fins lucrativos, mas que administram bilhões em recursos semipúblicos -são tributos que têm de ser aplicados em favor da sociedade, mas não são incluídos no Orçamento da União. As informações são da Folha de São Paulo.

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Em confraternização com deputados, Robinson debate assuntos de interesse do RN

O governador do Estado, Robinson Faria, participou neste sábado (15) em Currais Novos de uma confraternização promovida pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel de Souza. O encontro contou com a presença de deputados estaduais e federais.

“Agradeço ao amigo e deputado Ezequiel pelo convite e, principalmente, pela oportunidade de debater com nossos parlamentares os principais assuntos de interesse do RN”, destacou Robinson.

José Adécio prestigia “João Pedro” de Monte das Gameleiras

O deputado José Adécio participou, neste sábado à noite, do “João Pedro”, festejo junino no município de Monte das Gameleiras, um dos principais destinos turísticos do Rio Grande do Norte.
Acompanhado da prefeita de Pedro Avelino e sua mulher, Neide Suely, José Adécio foi recepcionado pelo prefeito Jailton Félix, pela secretária de assistência social e primeira-dama Simone Félix e pelo vice-prefeito Demar.

Centenas de pessoas lotaram o espaço destinado ao evento, animado por bandas de forró. Vereadores, ex-vereadores e lideranças comunitárias também prestigiaram a festa.

O deputado José Adécio era abordado a todo instante. Algumas pessoas queriam cumprimentá-lo, outras registrar o encontro por meio de fotografias e também conversar sobre o quadro político atual do Brasil. Quando falavam de Rio Grande do Norte, os populares se queixavam da insegurança, principalmente.

Ao deixar o evento, já por volta de 01:30 da madrugada deste domingo(16), José Adécio relatou: “Estou muito feliz pela receptividade aqui na querida cidade de Monte das Gameleiras, esse lindo lugar administrado pelo jovem, competente e promissor prefeito Jailton Félix, que está dando um show de gestão. Aqui encontrei muita gente amiga, pessoas que gostam de mim, que respeitam meu trabalho, que me reconhecem como um político que sempre prestigia os eventos populares e o cotidiano dos municípios, independente que seja período de campanha eleitoral ou não. Vim aqui com minha esposa, a prefeita Neide Suely, e vivemos agradáveis momentos. Conversamos, circulamos pelo evento e até dançamos forró. Esta foi uma noite especial”.

Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado José Adécio

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