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Eunício comemora demissão de Parente da Petrobrás; Maia lamenta

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Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE), reagiram nesta sexta-feira, 1.º, de forma distintas ao pedido de demissão do presidente da Petrobrás, Pedro Parente. Enquanto Eunício comemorou, Maia lamentou e disse que a questão da redução dos preços dos combustíveis poderia ter sido resolvida “sem intervenção”.

“Era o que a sociedade esperava”, declarou o presidente do Senado ao Broadcast Político do jornal O Estado de São Paulo. “Ele tinha muita credibilidade e estava fazendo um ótimo trabalho. A questão do preço dos combustíveis poderia ter uma saída sem nenhum tipo de intervenção”, reagiu o presidente da Câmara, para quem o governo poderia ter resolvido a questão por meio de de impostos regulatórios.

 

Investigado por corrupção em ministério, sobrinho de deputado se entrega à PF

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O deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO)

Investigado na operação Registro Espúrio, que mira fraudes e corrupção no Ministério do Trabalho, o diretor do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) Rogério Arantes se entregou na manhã desta sexta-feira (1º) à Polícia Federal em Brasília.

Ele é sobrinho do deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO), também alvo da investigação, que aponta pagamento de propina em troca da liberação de registros sindicais pela pasta. Rogério tinha um mandado de prisão preventiva decretado contra si, mas estava em viagem oficial ao Maranhão e negociou sua entrega.

Como mostrou a Folha de São Paulo nesta quinta (31), o diretor do Incra foi gravado dando aval ao pagamento de R$ 4 milhões para facilitar a oficialização de um sindicato de Goiás.

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PF vê participação de senadores em esquema no Ministério do Trabalho

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A Polícia Federal vê indícios de que os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT) participaram do esquema de fraudes no Ministério do Trabalho, investigado na operação Registro Espúrio, deflagrada na quarta-feira (30).

De acordo com a investigação, mesmo sem ocupar qualquer cargo no âmbito da pasta, os senadores atuaram para deferir e indeferir pleitos sindicais de entidades que pretendiam favorecer.

As tratativas eram feitas com o atual coordenador-geral de Registro Sindical, Renato Araújo, nomeado para o cargo com ajuda dos congressistas.

Os investigadores suspeitam que, como contrapartida, os sindicatos ofereciam apoio aos políticos em eleições ou mesmo se filiavam a centrais por eles indicadas.

A PF viu elementos para pedir a prisão dos senadores, mas não o fez por causa da imunidade formal que eles detêm. Porém, requereu busca e apreensão em seus gabinetes, além de indiciamento e abertura inquérito. O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin não autorizou as medidas. Fábio Fabrini e Camila Mattoso – Folha de São Paulo

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Rajoy é destituído do cargo de primeiro-ministro na Espanha

O governo espanhol foi destituído por votação parlamentar nesta sexta-feira (1°) devido a um vultoso escândalo de corrupção semelhante àquele investigado no Brasil pela Operação Lava Jato.

Deputados aprovaram pela maioria absoluta de 180 votos, em uma Câmara de 350 cadeiras, a moção de censura contra o premiê Mariano Rajoy, do conservador PP (Partido Popular). Diversas figuras de sua sigla, incluindo o ex-tesoureiro, estavam ligadas a um esquema de venda de contratos públicos.

A moção fora apresentada na véspera pelo líder opositor Pedro Sánchez, do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), que passa a ser o premiê em exercício até a sua confirmação pelo rei Felipe prevista para a segunda-feira (4). É o sétimo governante desde a redemocratização do país nos anos 1970.

Votaram pela remoção de Rajoy, além do PSOE, o esquerdista Podemos, os catalães da Esquerda Unida e o Partido Nacionalista Basco, entre outras pequenas formações. A favor do ex-premiê, votaram a sua própria sigla e o aliado Cidadãos, de centro-direita. Diogo Bercito – Folha de São Paulo

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Cai 18% o número de homicídios no RN em relação ao mesmo período de 2017

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Número de crimes teve redução de 15% no estado, mas, em alguns municípios a violência tem aumentado

O número de homicídios registrados no Rio Grande do Norte até o final de maio teve uma redução de 18% no comparativo com o mesmo período de 2017, de acordo com o relatório do Obvio (Observatório da Violência). No ano passado, 1.030 pessoas foram assassinadas nos primeiros cinco meses do ano. Em 2018, o número caiu para 844.

Natal teve uma redução percentual maior que a média (26%), mas continua liderando o ranking da violência no estado com 197 casos registrados em 2018 e 268 em 2017. Em Parnamirim, terceiro município mais violento do estado, a redução chegou a 38% e o número total de crimes caiu de 71 para 44.

Por outro lado, o município de São Gonçalo do Amarante, que ocupa a quarta posição no ranking, registrou um aumento de 36% saltando de 36 para 49 casos registrados em cinco meses. Em Canguaretama e Areia Branca, o índice também teve um crescimento significativo (55% e 37%, respectivamente). O aumento percentual mais drástico ocorreu no município de São José de Mipibu, onde o número de casos dobrou em um ano, saltando de 11 para 22 casos registrados. 

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STF pode ampliar restrição ao foro privilegiado no país

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve apresentar em plenário uma questão de ordem para definir se a regra que restringe o foro privilegiado para deputados e senadores pode ser aplicada também para outras autoridades julgadas pela Corte. Se os ministros concordarem, também devem deixar o tribunal processos de ministros de Estado, de integrantes do Tribunal de Contas da União e do presidente da República.

Pela regra aprovada no início do mês, deputados e senadores só são julgados no STF se o crime foi cometido no cargo atualmente ocupado e em razão da função pública. A partir da decisão, estão sendo transferidos para a primeira instância inquéritos e ações penais sobre fatos ocorridos antes da diplomação no cargo. O mesmo ocorre com crimes comuns, que não têm relação com o mandato – como, por exemplo, agressão.

Até agora, 149 processos já deixaram o STF rumo a outras instâncias do Judiciário. São inquéritos, petições e ações penais que tratam de atos cometidos por parlamentares. Caso a nova regra do foro seja aplicada a outras autoridades, essa conta vai aumentar. O Globo

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Agenda eleitoral cristã de candidatos à Presidência não é por acaso

Ciro Gomes (PDT) demonstrou no programa “Roda Viva” desta semana como o alerta dos presidenciáveis está ligado para a crescente influência do voto evangélico nas eleições. Ao ser perguntado sobre aborto, disse que não era “candidato a guru de costumes, mas a chefe de Estado”. Sobre a descriminalização das drogas, omitiu novamente sua opinião e deixou claro como pretende tratar este tipo de tema na campanha:

— O Brasil é um país profundamente cristão. A Igreja Católica é contra. Os neopentecostais são contra ao quadrado. Não adianta nada ser um déspota esclarecido que vai impor a uma nação aquilo que você acha correto — respondeu a um dos entrevistadores da bancada.

A cada disputa presidencial que passa, atrair o eleitorado evangélico é missão essencial para ser competitivo. O segmento representava 9% da população nos anos 1990; 15,6%, em 2000; 22,2%, em 2010; agora, beira os 30%; e a estimativa de demógrafos é que torne-se maioria no Brasil a partir de 2040.

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Meghan e Harry precisaram devolver R$ 35 milhões em presentes de casamento

Príncipe Harry e Meghan Markle se casaram no dia 19 de maio de 2018

Casados há quase duas semanas, príncipe Harry, 33, e Meghan Markle, 36, precisaram devolver presentes de casamento que contabilizam cerca de 7 milhões de libras esterlinas (o equivalente a R$ 35 milhões).

E isso não foi porque receberam cafeteiras e torradeiras repetidas. Segundo o site britânico Express, o casal, na verdade, nem chegou a desempacotar os objetos por conta das regras da família real.

Qualquer presente enviado por um cidadão desconhecido da realeza deve ser recusado e aqueles enviados por marcas devem passar por uma avaliação antes de serem aceitos.

Isso porque a família real não pode ter sua imagem usada pelas marcas para fins comerciais. Em teoria, a coroa deve arcar com os gastos e providenciar tudo que o casal precisar, para que Harry e Meghan não façam publicidade gratuita.

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