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Ministério alerta para risco da volta da poliomielite em 312 cidades do País

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O Ministério da Saúde admite haver alto risco de retorno da poliomielite em pelo menos 312 cidades brasileiras – 44 no Estado de São Paulo. O alerta foi feito nesta quinta-feira, 28, em uma reunião com secretários estaduais e municipais de saúde. “É uma situação gravíssima”, afirmou a coordenadora do Programa de Imunização, Carla Domingues.

Estão na lista de maior risco para pólio municípios que não conseguiram atingir nem 50% da cobertura vacinal. “Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso País. Será um desastre para a saúde como um todo.” O último caso registrado no Brasil foi em 1990. Quatro anos depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença erradicada das Américas.

A recomendação é de que a cobertura vacinal contra pólio seja superior a 95%. A situação mais grave é na Bahia, onde 15% dos municípios imunizaram menos do que 50% das crianças, seguido do Maranhão, com 14,29%. Em todo o País, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm cidades sob risco elevado.

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

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Vaquinhas para campanha de candidatos não emplacam

João Amoêdo

Campeão de doações é João Amoêdo, que juntou apenas R$ 250 mil | Foto: Bruno Rocha/Estadão Conteúdo

Após o fim do financiamento de empresas para as campanhas eleitorais, uma das alternativas encontradas por políticos para angariar fundos visando a disputa deste ano é o crowdfunding, nome dado ao financiamento coletivo por meio de doações de pessoa física pela internet. No entanto, os pré-candidatos que optaram por essa maneira de arrecadação, por enquanto, têm conseguido arrecadar muito pouco.

O site “Doação Legal”, criado pela empresa “Vakinha.com”, maior site do gênero na internet, contava, na última sexta-feira, com mais de 1.100 políticos registrados na plataforma e mais de 5.200 doações, que totalizavam aproximadamente R$ 950 mil, uma média de R$ 864 por candidato. Os números estão infinitamente distantes do enorme valor do Fundo Eleitoral, que liberará R$ 1,7 bilhão em dinheiro público para as campanhas.

Para cada doação feita, o site cobra uma taxa administrativa de 6,4% sobre o valor, mais R$ 1,50 como taxa de compliance e gestão de segurança. Além dessas taxas, é cobrado R$ 0,90 se a doação for feita por meio de depósito ou transferência bancária, R$ 1,80 se for por meio de boleto bancário ou 2,5% do valor doado se for feito por cartão de crédito. Fora essas cobranças, o candidato tem que pagar ainda um valor de R$ 49,90 para se cadastrar. O Tempo

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