STF nega recurso de Agripino para derrubar denúncia sobre corrupção e lavagem de dinheiro

O senador Agripino Maia (DEM-RN) durante discurso na tribuna do Senado (Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (14) um recurso da defesa do senador Agripino Maia (DEM-RN) para derrubar uma denúncia recebida na Corte que acusa o parlamentar por corrupção e lavagem de dinheiro.

Com a decisão, ele continua réu em uma ação, desdobramento da Lava Jato, que apura irregularidades na obra da Arena das Dunas, em Natal, um dos estádios da Copa do Mundo de 2014.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, Agripino teria recebido mais de R$ 654 mil em sua conta pessoal, entre 2012 e 2014, da construtora OAS em troca de favores do parlamentar. Ainda de acordo com a denúncia, a pedido do senador, a empreiteira doou R$ 250 mil ao DEM. O senador nega as acusações. G1 Brasilia

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Investigação acusa 300 padres de pedofilia nos EUA, com mais de mil vítimas

Alessandro Bianchi / REUTERS/Arquivo/14-02-2013

Uma ampla investigação judicial nos Estados Unidos encontrou evidências confiáveis de que cerca de 300 sacerdotes da Igreja Católica cometeram abusos sexuais, com mais de mil menores de idade entre as vítimas.

Bispos e outros líderes religiosos na Pensilvânia encobriram os casos durante 70 anos. As vítimas foram persuadidas a não denunciar os abusos à polícia, segundo um relatório emitido nesta terça-feira, dia 14 de agosto, pelo grande júri da Pensilvânia.

O júri se reuniu por dois anos e ouviu depoimentos de vítimas e de bispos. O relatório abrange as dioceses de Allentown, Erie, Greensburg, Harrisburg, Pittsburgh e Scranton. Duas delas — Greensburg e Harrisburg — tentaram anular a investigação no ano passado, mas depois recuaram.

O documento é o mais abrangente já feito por uma agência governamental nos Estados Unidos sobre abuso sexual infantil na Igreja Católica. Ele cataloga casos terríveis, incluindo o de um padre que estuprou uma menina no hospital depois de ela ter feito uma cirurgia, além de outro sacerdote que foi autorizado a permanecer no ministério após engravidar uma menina de 17 anos, forjar uma assinatura em uma certidão de casamento e depois se divorciar da garota.

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