O craque Cristiano Ronaldo é acusado de estupro

Há anos o português Cristiano Ronaldo cultiva sua imagem de craque carismático, preocupado com causas sociais e sempre disponível os fãs. Essa cara de bom moço ficou insustentável depois de duas acusações de estupro reveladas nas últimas semanas.

A primeira foi feita pela modelo Kathryn Mayorga, em um caso ocorrido em Las Vegas, em 2009. A segunda é ainda mais antiga, e veio à tona depois que Kathryn decidiu romper o silêncio. Em 2005, o craque foi levado pela polícia para depor sobre o estupro de duas garotas em Londres. Uma delas retirou as queixas, e o caso foi arquivado por falta de provas.

Ronaldo nega tudo, mas a história revelada por Kathryn pode abalar sua reputação para sempre. Caso o estupro seja comprovado, ele poderá ser condenado à prisão perpétua, pena prevista para esse tipo de crime pelo estado americano de Nevada.

O caso ocorrido em Las Vegas foi noticiado pela revista alemã “Der Spiegel” em 2017, mas na ocasião a própria Kathryn não quis se pronunciar e Cristiano Ronaldo desmentiu as acusações. Agora, a situação é diferente.

Com um novo advogado, e motivada pelo movimento #MeToo, em que atrizes denunciaram casos de estupro e assédio na indústria cinematográfica, a modelo resolveu falar abertamente sobre o episódio. Segundo a vítima, o estupro aconteceu no Palms Casino Resort, um hotel badalado de Las Vegas. Acompanhada por uma amiga, Kathryn foi convidada para um festa na suíte de Ronaldo. Em determinado momento, quando se trocava de roupa para entrar na jacuzzi do quarto, ela foi abordada pelo jogador. Ela negou as investidas, até que ele a forçou a fazer sexo anal. No dia seguinte, Kathryn foi à polícia. Passou por exame de corpo de delito e as roupas que ela usava foram coletadas como provas. Na ocasião, ela não queria dar o nome do jogador por medo da exposição. No fim, assinou um acordo de confidencialidade com Cristiano Ronaldo. Ao receber a quantia de US$ 375 mil, ela se comprometia a não falar sobre as acusações.

“A razão pela qual eu assinei o contrato da primeira vez foi por medo de expor meu nome por aí”
Kathryn Mayorga, modelo

Além do depoimento de Kathryn, a reportagem apresenta documentação contundente sobre o caso, obtida por meio do site Football Leaks. O acordo de confidencialidade está assinado por Ronaldo, mas a peça mais preocupante para o jogador é um questionário respondido a um de seus advogados.

Uma primeira versão mostra que Kathryn havia recusado as aproximações diversas vezes, e que ele foi rude com ela. Em uma versão posterior, ele diz que o sexo foi consensual. O caso foi reaberto pela polícia de Nevada.

Impacto na carreira

Para especialistas, a chance de Ronaldo ser preso é pequena. O maior golpe será nos contratos publicitários. A Nike já pensa em rever o acordo vitalício que tem com o jogador. Outras empresas que o patrocinam também demonstraram preocupação. Além de negar tudo, Ronaldo só aparece publicamente em dias de jogos.  Revista IstoÉ

Dirigentes de empresas doam R$ 42 milhões e ajudam a eleger 53 parlamentares

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A análise da prestação das campanhas mostra que dirigentes de empresas participaram do processo eleitoral por meio de doações feitas em bloco.

A Folha identificou ao menos 40 companhias que têm mais de um executivo financiando partidos ou candidatos.

Os representantes dessas empresas ajudaram a eleger 53 congressistas, gastando R$ 42 milhões.

A lista inclui nomes como grupo Votorantim, Grendene, Dasa, Rede D’Or, Grupo Jereissati, MRV, Cosan, Riachuelo, Localiza e Península. Folha de São Paulo

Papa Francisco canoniza Oscar Romero e Paulo VI

Retrato de Óscar Romero e Paulo VI que foram canonizados pelo papa Francisco neste domingo (14)
Retrato de Óscar Romero e Paulo VI que foram canonizados pelo papa Francisco neste domingo (14) – Alessandro Bianch/Reuters

Papa Francisco proclamou santos neste domingo, 14, nomes importantes da Igreja Católica no século XX, o arcebispo Oscar Romero, assassinado em 1980, e o Papa Paulo VI, pontífice de 1963 a 1978. Foram canonizados outros cinco religiosos europeus: Francisco Spinelli, Vicente Romano, María Catalina Kasper, a Nazaria Ignacia de Santa Teresa de Jesus e o leigo Núncio Sulprizio.

A cerimônia na Praça de São Pedro reuniu milhares de pessoas entre peregrinos do mundo inteiro e 7 mil salvadorenhos. Participaram também da celebração a rainha Sofia, da Espanha, e os presidentes de El Salvador, Chile e Panamá.

“Depois de ter ponderado por muito tempo e invocado a ajuda divina e ouvindo as opiniões de muitos dos nossos irmãos bispos, declaramos santos aos abençoados”, leu em latim o Papa Francisco. “E nós os inscrevemos no Catálogo dos Santos e estabelecemos que em toda a Igreja eles são devotadamente honrados entre os Santos”, completou. 

Em homenagem a eles, o papa usou como vestes litúrgicas durante a cerimônia o cíngulo com sangue que Romero usava na cintura no dia de seu assassinato, bem como a casula de Paulo VI. 

Falecido em Castelgandolfo, aos 80 anos, em 6 de agosto de 1978, após 15 anos de pontificado, Paulo VI foi beatificado pelo papa Francisco, com a presença do papa emérito Bento XVI, em 19 de outubro de 2014, após o primeiro milagre atribuído a ele. Seu corpo está sepultado na Basílica de São Pedro em um túmulo simples, como pediu em seu testamento.

Já d. Oscar Romero foi beatificado em maio de 2015. O papa Francisco empenhou-se pessoalmente em seu processo de canonização, que vinha sendo mantido em banho-maria na Congregação para as Causas dos Santos durante os pontificados de João Paulo II e de Bento XVI. Como mártir, ele não precisaria do reconhecimento de um milagre para ser declarado santo, mas foi apresentado um: a cura uma mulher que sofria grave risco de morrer de parto. /EFE

Gestão Haddad pagou R$ 245 milhões em contratos sob suspeita

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O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, pagou durante sua gestão como prefeito de São Paulo R$ 245 milhões a empreiteiras envolvidas na Lava Jato por obras incluídas nos mesmos contratos do túnel que, agora, ele diz ter suspendido por “indícios de superfaturamento” há cinco anos. Os negócios também são investigados por suspeita de cartel, admitido no ano passado pela Odebrecht ao Ministério Público paulista.

Dados da Prefeitura obtidos pelo Estado mostram que os valores foram repassados pela gestão petista (2013-2016) para os quatro consórcios encarregados de executar o prolongamento da Avenida Roberto Marinho, na zona sul da capital. Os lotes são liderados pelas empresas OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão.

Os contratos foram assinados em 2011 pelo ex-prefeito e atual ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), com valor original de R$ 1,98 bilhão. A construção do túnel de 2,4 km até a Rodovia dos Imigrantes está distribuída nos quatro lotes, junto com outras obras viárias, quatro mil moradias populares e trechos de um parque linear. Até deixar a Prefeitura, em dezembro de 2012, Kassab já havia pago R$ 105 milhões às empreiteiras. O túnel, porém, ainda estava na fase de instalação do canteiro de obra.  

Em fevereiro de 2013, segundo mês de mandato, Haddad decidiu suspender a execução do túnel e manter as demais obras previstas nos mesmos contratos. À época, alegou falta de recursos e inversão de prioridade em uma nota pública de esclarecimento. Não mencionou nenhuma suspeita de irregularidade na obra suspensa e disse que pretendia retomar o projeto. Naquele momento, a Lava Jato ainda não havia sido deflagrada.

“Ao invés do túnel, vamos priorizar todas essas obras e quando vendermos mais Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), sobretudo na região do Jabaquara, você pode retomar a ideia de fazer o túnel, que já está licitado e licenciado. Não está havendo um cancelamento, apenas uma inversão de prioridade”, disse Haddad na ocasião.

De fato, o túnel nunca saiu do papel, mas as demais obras previstas nos mesmos contratos foram tocadas adiante pela gestão do petista – depois pela administração João Doria e agora pela gestão Bruno Covas, ambos do PSDB. Entre as obras concluídas estão o viaduto da Avenida Lino Moraes Leme, entregue em março deste ano, e 430 habitações de interesse social.

A maior parte das obras foi executada pelo consórcio liderado pela OAS, que recebeu R$ 221,9 milhões nos quatro anos da gestão Haddad. Odebrecht e Andrade Gutierrez, que têm a maioria dos seus contratos vinculados ao túnel suspenso, receberam R$ 5 milhões e R$ 5,4 milhões, respectivamente. Já o consórcio da Queiroz Galvão recebeu R$ 12,4 milhões.  Fabio Leite, O Estado de S. Paulo

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Devastado, PSDB tenta reunir os cacos e articula um bloco na Câmara

Rogério Marinho não foi reeleito apesar do apoio do dono da Riachuelo

O PSDB, ou o que sobrou dele, tenta juntar os cacos e articular um bloco na Câmara com PPS, DEM e PSD para atuar no Congresso no próximo governo e servir de embrião para um novo partido moderado, de centro, com tendência à direita. Seria o que eles chamam de “Bloco da Sensatez”, pegando carona no alerta de Fernando Henrique Cardoso contra a “marcha da insensatez”.

Dê Jair Bolsonaro (PSL), como tudo indica, ou Fernando Haddad (PT), em franca desvantagem, a avaliação do bloco é que tempos muitos difíceis estão por vir no País e no Parlamento, com o novo governo batendo cabeça, cometendo erros crassos, e a oposição armada até os dentes. Por isso, seus articuladores jogam na mesa duas premissas de atuação: bom senso e responsabilidade.

Devastado pelas urnas e pela radicalização entre Bolsonaro e PT, o PSDB não enxerga um futuro, com FHC errático, Serra, Aécio e Alckmin fora de combate e João Doria, neófito, mais à direita e pouco confiável, tentando assumir o vácuo. No partido, há uma torcida contra Doria (que passou vexame com Bolsonaro) e a favor de Márcio França (PSB). Além de São Paulo, tucanos estão no segundo turno no RS, MT, RO, RR e a joia da coroa, Minas.

Além de Alckmin levar o troféu de pior desempenho da história do PSDB nas eleições, com menos de 5% dos votos, a bancada da Câmara foi quase dizimada. Dos seis últimos líderes, só um, Carlos Sampaio (SP), sobreviveu. Não voltam Antônio Imbassahy (BA), que perdeu a reeleição, e todos os que tentaram o Senado: Bruno Araújo (PE), Jutahy Jr. (BA), Nilson Leitão (MT) e Ricardo Tripoli (SP).

Também caíram tucanos de grande força na bancada do partido e de relevância na própria Câmara, como Luiz Carlos Hauly (PR), relator da reforma tributária, Rogério Marinho (RN), da trabalhista, Marcus Pestana (MG), vice-presidente da comissão da reforma da Previdência, e Floriano Pesaro (SP), um dos principais especialistas em programas sociais do Congresso. Eliane Cantanhêde, O Estado de S. Paulo

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Com 73% de dinheiro público, 1º turno custou R$ 2,8 bilhões

Bolsonaro e Haddad disputam segundo turno das eleições presidenciais de 2018

O balanço do financiamento de campanha no primeiro turno mostra que os candidatos tiveram R$ 2,82 bilhões em receita, dos quais R$ 2,06 bilhões (73%) saídos dos cofres públicos, dos fundos partidário e eleitoral. 

O dinheiro privado —doações ou recursos dos próprios políticos— ficou em R$ 764 milhões.

Os valores ainda vão aumentar, já que há disputa em segundo turno pela Presidência da República e pelo governo de 13 estados e do Distrito Federal.

Na atual disputa, o financiamento das campanhas vem de três fontes: 1) R$ 2,7 bilhões dos cofres públicos, de fundo eleitoral e fundo partidário, divididos entre os candidatos a critério de cada legenda; 2) doações de pessoas físicas, que somaram até o momento R$ 407 milhões; e 3) dinheiro dos próprios políticos, que desembolsaram até agora R$ 357 milhões.

Dos R$ 2,7 bilhões públicos, R$ 2,06 bilhões foram gastos no primeiro turno —o restante ainda pode ser usado durante o segundo.  Ranier Bragon e Camila Mattoso – Folha de São Paulo

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ACM Neto mobiliza estrutura na Bahia para ajudar Bolsonaro

O presidente do DEM, ACM Neto, quer manter distância pública de Jair Bolsonaro (PSL), mas avisou a aliados que sua estrutura na Bahia vai trabalhar e pedir votos para o candidato.

Prefeito de Salvador, Neto disse optar pelo capitão da reserva contra o PT, mas afirmou que não se envolveria pessoalmente na eleição. Ele, porém, tem falado com apoiadores do presidenciável para acompanhar os passos da campanha e já na semana passada admitiu colocar o bloco na rua para ajudar no Nordeste.

Longo prazo A pessoas próximas, ACM Neto disse que não está disposto a fazer campanha em suas redes sociais, mas que derrotar o PT é fundamental para sua estratégia política no estado, governado por petistas há mais de uma década. Painel – Folha de São Paulo

Em Natal, jovem é linchado após atropelar e matar criança de 1 ano

Criança morre atropelada e motociclista é espancado até a morte em Natal — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Um jovem identificado como Mateus Miranda do Nascimento, de 18 anos,  foi espancado até a morte após atropelar e matar uma criança de 1 ano e 4 meses no bairro Nazaré, em Natal, na noite de sexta (12).

De acordo com a Polícia Civil, o motociclista estava empinando a moto pela Avenida Lima e Silva quando, próximo à Travessa Vila Viana, perdeu o controle do veículo e atropelou a criança. Kauan Henrique estava com a mãe no momento do acidente e morreu na hora.

Ainda segundo informações da polícia, o motociclista tentou fugir do local do acidente correndo, mas foi pego por populares que o espancaram até a morte. O jovem ainda levou uma facada no peito.

De acordo com o delegado Rysklyft Factore, os responsáveis pelo linchamento ainda não foram identificados, mas pelo menos cinco pessoas participaram do crime. Mateus Miranda não tinha passagem pela polícia.

Esse é o segundo caso de linchamento em Natal em dois dias. Na quinta-feira (11), um homem suspeito de assaltar um ônibus na Ribeira foi pego, amarrado pelo pescoço, arrastado pelo pescoço, espancado e baleado. G1 RN

As substâncias proibidas na Europa e nos EUA e usadas pela indústria de cosméticos no Brasil

Foto de banco de imagens de bases e pós para o rosto

Sabonete, desodorante, loção hidratante. Temos contato com vários produtos cosméticos no dia a dia – e a lista aumenta para quem é fã de maquiagem.

No entanto, a não ser que você entenda muito de química, é difícil saber exatamente o que é cada um dos ingredientes naquele rótulo de xampu que você leu durante o banho.

A fórmula dos cosméticos e produtos de higiene pessoal que usamos não é – ou não deveria ser – a mesma hoje do que era há 50 anos. Muitos dos ingredientes que eram usados livremente no passado hoje são proibidos, já que ao longo do tempo foi se descobrindo que alguns fazem mal à saúde ou causam alergias e irritações.

E como a pesquisa está sempre avançando, e há novas descobertas sendo feitas a cada minuto, a lista de substâncias consideradas nocivas tem sempre novos itens.

A União Europeia tem uma lista de mais de 1,3 mil substâncias proibidas que é atualizada de acordo com as últimas análises sobre segurança de ingredientes – é preciso provar que uma substância não faz mal para que ela possa ser usada.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também tem uma lista extensa de substâncias controladas, baseada na legislação europeia, mas nem sempre ela incorpora os últimos avanços imediatamente.  

E ainda acontece de parte da indústria não respeitar as regras determinadas pelo órgão, apesar de poder ser responsabilizada por isso.  Leticia MoriDa BBC News Brasil em São Paulo

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A canonização de Paulo VI, o papa que provocou liberais e conservadores

Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini, o papa Paulo VI, será canonizado neste domingo, dia 14.  O pontificado de Paulo VI (1963-1978) ficou marcado por vários fatos emblemáticos. O principal deles, a condução e conclusão do Concílio Vaticano II, o maior marco na modernização litúrgica e doutrinal da Igreja.

A assembleia propôs a participação do bispado nas decisões da Santa Sé, de maneira semelhante ao que acontecia nos primórdios eclesiásticos. Aposentou o latim e permitiu que a missa fosse celebrada no idioma de cada país. Tirou a obrigação do uso da batina e abriu espaço para movimentos sociais.

Paulo VI foi um papa que desafiou tanto os liberais como os conservadores. Em 1968, publicou a polêmica encíclica Humane Vitae, documento que defendeu a postura tradicional da Igreja sobre aborto e anticoncepcionais. Defendeu pobres, trabalhadores, pregou as mensagens sociais do Evangelho e nomeou cardeais progressistas. Chegou a ser chamado pela imprensa e fieis de marxista.

Evangelizador, foi o primeiro pontífice a viajar para os cinco continentes.  Simples, dispensou o uso da tiara papal, tradicionalíssima cobertura para a cabeça ornamentada com pedras preciosas e pérolas. Depois dele, nenhum outro usou.

O milagre atribuído a Paulo VI foi a salvação de uma menina nascida prematuramente em 2014. O papa italiano será o terceiro chefe da Igreja canonizado durante o pontificado de Francisco. Em 2014, João Paulo II e João XXII, tornaram-se santos.

O arcebispo salvadorenho Óscar Romero (1917-1980) será canonizado no mesmo dia do pontífice italiano. Romero  representa uma Igreja comprometida com os pobres. Denunciou as perseguições aos camponeses expulsos de terras em seu país.  O milagre do arcebispo teria sido a cura de uma senhora de uma síndrome rara e grave na gravidez. 

Por Adriana Dias Lopes – VEJA

Sindicatos perdem representação na Câmara dos Deputados

Intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro

A bancada sindical na próxima legislatura da Câmara dos Deputados, que começa no dia 1º de fevereiro de 2019, será menor do que na atual. Foram eleitos somente 33 representantes de sindicatos na última eleição para a Câmara Federal, contra os 51 que atualmente exercem mandato.

O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base nos dados oficial da Justiça Eleitoral. A partir do próximo ano serão 18 deputados a menos no debate dos interesses dos trabalhadores, como direitos previdenciários e trabalhistas.

A queda segue uma tendência que já vinha se verificando desde as eleições de 2014, quando a bancada sindical caiu de 83 para 51 membros. Segundo o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, um conjunto de fatores levou à redução da bancada sindical, que já foi uma das mais atuantes e representativas na Câmara.  Agência Brasil

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