Witzel e Flávio Bolsonaro vão a Israel comprar drone que faz disparos

Flávio Bolsonaro e Wilson Witzel Foto: Divulgação

O futuro governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) vão viajar, juntos, a Israel, de acordo com informação da coluna de Berenice Seara, do EXTRA .

Os dois pretendem conhecer um modelo de drone equipado com uma arma, capaz de atirar enquanto sobrevoa uma região. O equipamento pode ser utilizado em operações de segurança no Rio. Witzel e Flávio Bolsonaro querem, ainda, obter informações sobre um equipamento de leitura facial que pode ser instalado nos transportes públicos do estado.

No primeiro encontro entre os dois depois da eleição, na última quarta-feira, Witzel recebeu do futuro senador o apoio à sua proposta de incentivar o “abate” de criminosos que estejam portando armas como fuzis.

Em nota, a assessoria de Witzel, diz que “existe o convite e a possibilidade da viagem do governador eleito para Israel, para conhecer tecnologia desenvolvida por aquele país. A viagem ainda não tem data definida”. Berenice Seara – O Globo

Bolsonaro desautoriza ‘equipe’ a dar informações sobre CPMF e Previdência

O presidente eleito Jair Bolsonaro Foto: Reuters

O presidente eleito Jair Bolsonaro desautorizou “quaisquer informações prestadas junto à imprensa por qualquer grupo intitulado ‘equipe de Bolsonaro’ especulando sobre os mais variados assuntos, tais como CPMF, previdência, etc”.

O comentário em seu perfil no Facebook foi feito após reportagem do GLOBO nesta sexta-feira mostrar que a equipe econômica do presidente eleito quer usar um imposto sobre movimentação financeira para custear a Previdência .

Durante a campanha, a menção à volta da contribuição já havia gerado uma crise entre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e o então candidato Bolsonaro. Ione Luques – O Globo

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Antes de Bolsonaro, PT também buscou intimidar imprensa com corte de verba

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Antes de Jair Bolsonaro, o PT também havia tentado intimidar a imprensa com a ameaça de corte de verbas publicitárias federais.

Na última segunda (29), em entrevista ao Jornal Nacional (Globo), Bolsonaro atacou a Folha: “Não quero que [a Folha] acabe. Mas, no que depender de mim, imprensa que se comportar dessa maneira indigna não terá recursos do governo federal”.

Embora de forma menos explícita —e não verbalizada pela autoridade máxima do governo—, o PT já empregou táticas similares contra veículos com reportagens críticas a seus governos e em benefício de outros mais alinhados ao partido.

Noticiou-se, em março de 2015, que o então presidente nacional do PT, Rui Falcão, defendeu o corte de publicidade nos veículos de comunicação que, na visão dele, “apoiaram” e “convocaram” manifestações contra a presidente Dilma Rousseff.

Falcão, em reunião com bancada petista, afirmou que a “quebra” do monopólio deve ser feita por meio de “uma nova política de anúncios para os veículos da grande mídia”.

No dia 15 daquele mês, protestos contra o governo da presidente Dilma Rousseff e o PT reuniram quase 1 milhão de pessoas em todo o país.

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Para palestinos, mudança de embaixada brasileira para Jerusalém é provocação

A Organização para a Liberação da Palestina (OLP) afirmou nesta sexta-feira (2) que os planos do presidente eleito Jair Bolsonaro de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém é uma provocação.

“É uma medida provocativa, que é ilegal em virtude do direito internacional e que só desestabiliza a região”, afirmou Hanan Ashrawi, do Comitê Executivo da OLP. 

“É muito infeliz que o Brasil tenha se unido a essa aliança negativa contra a lei internacional.”

A decisão brasileira também foi condenada pelo movimento islamita Hamas, que governa a faixa de Gaza e que travou três guerras contra Israel desde 2008.

“Nós consideramos que se trata de uma medida hostil em direção ao povo palestino e ao mundo árabe e muçulmano”, reagiu o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zahri, em uma rede social.

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Tribunal apreende passaportes de Ronaldinho Gaúcho e do irmão

Ronaldinho Gaúcho, ex-jogador de futebol Foto: Ronaldo Schemidt/ AFP

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou a apreensão dos passaportes de Ronaldinho Gaúcho e do seu irmão Roberto Assis Moreira devido ao não pagamento de uma dívida por dano ambiental em Porto Alegre.

Em 2015, os irmãos e a empresa Reno Construções e Incorporações foram condenados por construção ilegal de um trapiche, com plataforma de pesca e atracadouro na orla do Lago Guaíba, em área de preservação permanente, sem licenciamento ambiental.

Conforme o TJ-RS, a sentença transitou em julgado em fevereiro de 2015. Como não foram localizados, foram intimados por edital em 2017. O valor das multas e da indenização chega a R$ 8,5 milhões.

A decisão do último dia 31 atende a um pedido do Ministério Público. Segundo sentença do desembargador Newton Fabrício, os réus foram omissos durante o processo e sempre se recusaram a receber intimações. Estadão Conteúdo

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Bolsonaro define nomes da equipe de transição e se reúne com Temer na quarta

Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) assinou nesta sexta (2) uma lista com 24 nomes da equipe de transição, disse o deputado federal e futuro ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni ao sair de uma reunião na casa do político, na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio).

Com uma pasta azul na mão, Lorenzoni não deu detalhes sobre as pessoas escolhidas. “Os nomes estão todos aqui, todos assinados por ele para serem levados. Estarão publicados no Diário Oficial de segunda (5) à noite.”

“Este é o momento de falar pouco e trabalhar muito”, repetiu ele, confirmando que Bolsonaro viaja na terça (6) para Brasília, se encontra na quarta (7) às 16h com o atual presidente Michel Temer (MDB) no Palácio do Planalto e volta na quinta (8) para o Rio de Janeiro.

Sobre a formatação dos novos ministérios, Lorenzoni disse que tudo ainda está em estudo por Bolsonaro. “Ele ainda não me definiu. Eu levei os desenhos esquematicamente, o que cada um tem ou não tem, e ele vai ver”, afirmou sobre uma eventual junção das pastas da Agricultura e Meio Ambiente. Júlia Barbon – Folha de São Paulo

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Situação financeira de estados e municípios está na pauta do Senado

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  À mesa, presidente do Senado, senador Eunício Oliveira (MDB-CE) conduz sessão.  Participam: senadora Fátima Bezerra (PT-RN); senador Antonio Anastasia (PSDB-MG); senador Roberto Muniz (PP-BA);  senador Walter Pinheiro (Sem partido-BA).  Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Projetos voltados para a situação financeira de estados e municípios estão na pauta do Plenário da próxima terça (6). Um deles é o que exclui do cômputo da receita corrente líquida (RCL) os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal de programas sociais (PLS 15/2016).

O objetivo é evitar que os municípios e estados descumpram o limite para as despesas com pessoal. Quando essa situação ocorre, esses entes ficam impedidos de receber transferências voluntárias voltadas à execução de investimentos, bem como de contratar operações de crédito.

Pela proposta, não serão considerados na receita corrente líquida dos municípios os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal relativas aos membros eletivos dos conselhos tutelares. Também não serão contadas as despesas com pessoal, de municípios e estados, custeadas com recursos transferidos pela União em apoio a programas de saúde da família, de assistência social e de atenção psicossocial.

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Wálace ‘quem está pensando em ser presidente da Câmara para desviar dinheiro público, está enganado’

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O presidente da Câmara Municipal do Assú João Wálace, suspeito de desviar dinheiro dos cofres do Poder Legislativo e negar a existência de esquema criminoso para roubar o dinheiro público, mandou um recado indireto ao colega governista e vereador do Solidariedade Francisco de Assis Souto, vulgo Tê, que quem está pensando em ser presidente para desviar dinheiro público, está enganado.

Segundo Wálace, o Ministério Público esta de olho nas despesas e  na  prestação de contas da Câmara Municipal do Assu. Ele garante que juntamente com outros colegas vão fiscalizar também a futura gestão da Mesa Diretora para evitar qualquer tipo de mal feito com o dinheiro do contribuinte assuense. 

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