Governadora Fátima Bezerra se diz com a corda no pescoço, mas não corta na carne

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Apesar da governadora Fátima Bezerra, do PT, reclamar que está com a corda no pescoço por causa da dívida deixada pelo ex-governador Robinson Faria (PSD), ela não manifesta nenhuma sinalização que vai orientar a deputada federal do PT, Nátália Bonavides, de posição radical e xiita que é contra a reforma da Previdência, a votar a favor para conseguir amenizar a situação da calamidade pública do governo do RN que anda mendigando por favores do presidente Bolsonaro para tirar o Estado do buraco financeiro que está vivendo.

Sem poder pagar folhas atrasadas e décimo terceiro do funcionalismo também, a governadora do PT Fátima Bezerra, não quer cortar na carne para tomar medidas que desagradem a deputados estaduais e da bancada federal do RN com o loteamento de cargos de primeiro, segundo e terceiro escalão do governo do Estado, como secretários, diretores e coordenadores. O Governo do PT não reduziu o número de secretário e muitos menos o número de apadrinhado com cargos comissionados.

Segundo especialistas, a reforma da Previdência é crucial para os estados. Esses entes comprometeram boa parte de suas receitas com a folha de pagamento, em especial com inativos.

O Rio Grande do Norte, por exemplo, sustentava há poucos meses um nível de despesa com pessoal perto de 50% da receita, mas no relatório do último bimestre de 2018 —ainda não divulgado— vai mostrar que a relação é de 70%.

Nove estados apoiam reformar Previdência sem fazer transição

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Governadora do RN Fátima Bezerra não disse ainda se vai adotar a postura xiita dos petista radicais e ficar contra a reforma ou vai apoiar o governo de Bolsonaro

Pelo menos um terço dos governadores apoia uma reforma da Previdência na gestão de Bolsonaro sem carência —ou seja, a mudança valeria para os estados imediatamente após aprovada, sem tempo de transição para eventual adaptação nas regras.

A Folha apurou que os governos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraná e Acre se movimentam para que, uma vez aprovada, a reforma da Previdência seja incorporada pelos estados sem que precisem ser cumpridos os seis meses previstos na reforma de Michel Temer.

Na proposta de Temer, se, após a aprovação da reforma proposta pela União, os estados não aprovassem leis próprias para mudar o seu conteúdo em até seis meses, as regras valeriam para eles.

A expectativa é que haverá apoio até de estados governados pela oposição, como Rio Grande do Norte e Piauí. Os estados também vão acompanhar com atenção julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) marcado para 27 de fevereiro que aborda a possibilidade de redução de carga horária e salários de servidores em caso de gastos acima do estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Flavia Lima – Folha de São Paulo

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Ronaldo, condenado por corrupção, foi aposentado da política a força pela Justiça

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Condenado e inelegível, Ronaldo foi aposentado da política a força pela Justiça

O ex-prefeito Ronaldo Soares é maior mentiroso da política do Assú e do Vale do Açu, com o apoio escancarado da maioria dos blogs pagos do Assú com dinheiro público e também de apresentadores da Princesa FM radialista do Panorama do Vale e do Sala de Redação, mama no peitinho do gabinete do deputado George Soares e ainda se passa de imparcial com um funcionário trabalhando como secretário municipal de Comunicação do prefeito Gustavo Soares.

Ronaldo não se aposentou por livre e espontânea vontade, o velho líder e pai do prefeito e deputado estadual, foi aposentado a força pela Justiça, após condenações do Tribunal de Contas do Estado – TCE e Tribunal de Contas da União – TCU, por corrupção, falcatruas e outras malandragens, quando foi prefeito da cidade do Assu.

Mas, a Princesa FM que fatura por dia mais de R$ 500 reais, por mês mais de R$ 19 mil e por ano quase R$ 200 mil para ajudar no pagamento da folha dos radialistas e diretores, não revela a verdade sobre Ronaldo e sua ex-esposa Rizza Montenegro, pais do prefeito Gustavo e do deputado George, são inclusive sócios da emissora que um diretor ainda tem coragem de bater no peito e dizer que é imparcial, isento no noticiário da Jornal da Manhã e na grade de programação de divulgação de notícias.

Fórum de Davos reforça o cacife de Guedes no apoio de empresários ao governo

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, no Fórum Econômico Mundial, em Davos

Jair Bolsonaro não tem repertório, mas tem Paulo Guedes. Com variações, quase todo empresário brasileiro repetia essas frases em conversas durante o Fórum Econômico Mundial.

Para representantes de peso do PIB nacional, a dependência do presidente ao “Posto Ipiranga”, como ele próprio chamou seu superministro da Economia, continua enorme. Segue como a âncora para a pauta liberal, com a aprovação de reformas e de privatizações, que o governo prometeu.

“Paulo Guedes é muito importante. Sem ele, as coisas ficariam mais difíceis”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente da Embraer.

Entre executivos que já fazem negócios com o Brasil, a avaliação era semelhante. Para o presidente-executivo de uma gigante russa, tendo um bom ministro da Economia e querendo abrir o mercado, pouco importa quem é o presidente.

O executivo também disse que o diretor de relações internacionais da empresa recomendou-lhe que esperasse seis meses antes de se encontrar com o governo Bolsonaro, para ver antes como as coisas avançam.

Pela primeira vez, um ministro da área econômica reservou sua agenda de encontros exclusivamente a estrangeiros.

Com brasileiros, se encontra no Brasil, era a ideia. Guedes recusou reuniões individuais com campeões nacionais e concentrou seu tempo em conversas com presidentes de companhias como a petroleira Total.

O executivo de uma multinacional brasileira, que pediu anonimato, referiu-se à comitiva brasileira como uma tragédia, mas disse que as indicações do Guedes são positivas.

Se o ministro não conseguir aprovar as reformas, afirmou, a coisa vai ficar muito feia. E precisa ver que reformas, acrescentou, a ecoar outros presidentes de empresas. Maria Cristina Frias e Luciana Coelho – Folha de São Paulo

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Aliado de Bolsonaro, defende privatização de acessórios da Petrobrás

João Maia defende que a estatal passe para empresas as atividades de exploração de petróleo no Rio Grande do Norte
Deputado do PR João Maia, irmão da senadora Zenaide Maia, tem agenda diferente ou igual a da governador do PT Fátima e ela concorda com aliado também de Bolsonaro?

O presidente estadual do PR, João Maia, um dos principais aliados da governadora Fátima Bezerra, do PT e também do presidente Jair Bolsonaro, retorna ao Congresso Nacional, determinado a defender uma reestruturação do Estado brasileiro e a privatização da Petrobras como metas de sua atuação.

Ele também alerta que os políticos do Rio Grande do Norte precisam mudar a estratégia na busca de uma retomada dos investimentos da Petrobras no território potiguar. Para ele, no lugar de pedir à estatal que recupere o ritmo que já teve no Estado, o caminho é convencer de que o melhor é passar a operação para a iniciativa privada.

Pelos primeiros movimentos do governo Bolsonaro, ele demonstra ter condições de fazer essas mudanças?

A intenção é essa… A equipe econômica tem muita autonomia e bons quadros. Fez o diagnóstico de que não temos outro caminho que não seja retomar o crescimento e, para isso, é preciso passar segurança jurídica ao investidor. A insegurança jurídica faz com que o investidor tenha medo de caminhar, porque não sabe o que vai encontrar e qual instância vai impedir o processo de instalação ou ampliação de uma nova empresa. É necessário reduzir essa insegurança e o Estado passar a ser um facilitador do empreendedorismo. Isso não é tirar direito. Não podemos é ter um empreendedor com medo de investir. O Estado precisa ser parceiro de quem gera emprego, renda, paga imposto. No Rio Grande do Norte, para gerar novos empregos dependemos da iniciativa privada. Ou o Poder Público se mostra  parceiro ou não haverá emprego, renda e impostos. O Estado precisa cumprir suas atribuições, entre as quais garantir a oferta de uma educação que assegure condições para as pessoas possam competir em igualdade de condição. A equipe econômica percebeu que é preciso deixar o Estado no essencial. O Banco do Brasil é essencial? Sim, afinal se trata de um grande financiador do agronegócio, tem capilaridade, está em muitas cidades do interior. Mas precisa ter uma agência de turismo como a BBTur, e uma corretora de valores? Isso é estratégico para o país? A Petrobras é outro exemplo. Trata-se de uma empresa estratégica, claro. Mas se meteu em tudo o que foi aventura. Então, a nova equipe econômica tem a percepção da necessidade de reduzir o Estado ao que é estratégico.<br><br><b>

Até onde devem ir as privatizações?

A Petrobras não deve ser privatizada. Os acessórios da Petrobras, sim. A Petrobras foi uma grande aliada do desenvolvimento do Rio Grande do Norte, hoje é um entrave. Por quê? Terceiriza quase toda sua atividade aqui e não é o desenvolvimento e a produção no Rio Grande do Norte que está no foco. Se passa para uma empresa que tenha o Estado como foco, vamos gerar milhares de empregos, royalties e impostos para que o RN se mova. Sempre que as pessoas afirmam que é preciso ir à Petrobras, digo: “Você não entendeu”. A Petrobras fez dezenas de acordos nos Estados Unidos. E olhe para nós, aqui. Faz um acordo para pagar bilhões lá e a ação sobe no outro dia, porque assumiu um compromisso de governança segundo o qual não pode fazer investimento com taxa de retorno abaixo de determinado patamar. Está assinado, acordado. Então, o Rio Grande do Norte deixa de ser prioridade. Se pega uma empresa chinesa, alemã, francesa ou brasileira, que transforme o Estado no foco, podemos ter aqui 8 a 10 bilhões de dólares em investimentos em 4 ou 5 anos, o que tiraria o Rio Grande do Norte de qualquer crise. A Petrobras é essencial. Mas precisa ser dona do gasoduto e de refinarias? Está hoje concentrada no pré-sal e isso é importante, estratégico.

Então quando a classe política e lideranças empresariais do Rio Grande do Norte vão à Petrobras e pedem investimentos direto estão com uma estratégica equivocada?

Eu tenho convicção do que estou falando. Se a classe política arejar a cabeça… Às vezes é difícil mudar uma mentalidade. Eu já foi nestas reuniões para defender a retomada dos investimentos da Petrobras. Mas se a classe política tiver clareza do que é a Petrobras hoje, vai dizer: “Por favor, passe para mãos competentes a operação no Rio Grande do Norte e Ceará, porque temos petróleo que pode gerar uma grande atividade econômica”. Os poços em terra no Estado, onde a Petrobras não investe mais, não é o foco dela. Eu até diria que a economia do Rio Grande do Norte não caiu totalmente, porque tem a energia eólica, que não compensa totalmente, mas tem alguma atividade. O Rio Grande do Norte é muito privilegiado em termos de potencial para crescimento.

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