Assu, uma cidade de suspeitos médicos mafiosos, acovardada e com medo dos Soares

Com o apoio do radialista Jarbas Rocha e do diretor geral da Princesa FM, Luciílio Filho, a ex-diretora Liduina Melo, jogou lama e fezes na honra dos funcionários do Hospital Regional Dr Nelson Inácio, em plena quarta-feira durante a Semana Santa, em os cristãos nesta sexta-feira relembram a morte de Jesus Cristo e no domingo eles celebram a ressurreição de Cristo.

A suspeita maldosa e diabólica de Liduina deixou milhares de filhos, esposas, mães, irmão e demais familiares de todos eles com um sono perturbado e inquieto. Hoje, um total de 230 servidoras e funcionários, dormem, mas que acordam com pesadelos provocados por uma dúvida cruel, se eles integram ou não a máfia dos sem nomes de médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais do hospital.

Por causa da irresponsabilidade dos repórteres Jarbas Rocha e Lucilio Filho, centenas de pais e mães de famílias estão envergonhados e tristes com a irresponsabilidade da protegida e aliada política do prefeito Gustavo Soares, do deputado George Soares e do secretário Nuilson Pinto, vulgo Pavão, que jogou a maldade no ar e não disse o nome dos culpados.

Jarbas e Lucilio, ficaram satisfeitos com o estrago provocado e ainda querem passar por bonzinhos e coitadinhos que simplesmente agem sem escrúpulo a mando do clã Soares, sem provas para comprovar. Com a denúncia de Liduina Melo aprovada por Jarbas Rocha e a Princesa FM (leia-se Lucílio Filho), a dúvida de MEDICOS E ENFERMEIROS mafiosos e de médicos vendendo cirurgias do SUS ATINGE a todo mundo do hospital,  Nenhum escapou.

Toffoli derruba liminar de Fux e autoriza entrevista de Lula a jornal

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, autorizou nesta quinta-feira, 18, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a conceder uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Em seu despacho, Toffoli revogou a decisão do ministro Luiz Fux, que, em setembro do ano passado, suspendeu uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski que autorizava o petista a ser entrevistado. O caso será enviado para Lewandowski, que deverá determinar a autorização para a entrevista.

“Determino o retorno dos autos ao gabinete do relator para as providências cabíveis, uma vez que não há impedimento no cumprimento da decisão proferida pelo eminente relator nesta ação e naquelas apensadas”, afirmou Toffoli.

Com a autorização do presidente da Corte, o ex-deputado Wadih Damous e os deputados federais Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados, e Paulo Teixeira, pediram ao STF imediato cumprimento da decisão.

André Siqueira – Revista VEJA

Carta de Bento 16 expõe conflito de visões com Igreja de Francisco

papas

papa Francisco visitou novamente esta semana seu predecessor, o papa emérito Bento 16, para lhe desejar um feliz aniversário “com afeto particular”, numa demonstração já familiar de cordialidade.

Por trás da visita amistosa, contudo, uma discussão sobre conspirações e centros concorrentes de poder circula no Vaticano e fora dele. Na semana passada, Bento, que completou 92 anos na terça-feira (16), divulgou uma carta de 6.000 palavras em que expõe seu ponto de vista sobre as origens da crise de abuso sexual cometido por clérigos da Igreja Católica.

Com isso, ele concretamente enfraqueceu a posição de Francisco com relação a um problema altamente controverso que vem atormentando seu pontificado.

Para muitos especialistas na igreja, a carta de Bento representou o exemplo mais recente e notório de como a existência concomitante de dois papas pode causar tanta confusão entre os fiéis —dois pontífices cujas residências distam apenas algumas centenas de metros uma da outra, mas cujo estilo, pensamento e visões sobre a Igreja não poderiam ser mais diferentes.

Que fique claro: Francisco é o papa e é quem comanda a Igreja. É ele quem pode promulgar o dogma e cujos pronunciamentos papais, quando ele se posiciona “ex cathedra” (com a autoridade de seu cargo) sobre questões de fé e moral, são considerados infalíveis. Bento abriu mão de tudo isso quando renunciou ao papado, inclusive à infalibilidade.

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Em derrota de Toffoli, Moraes recua e revoga censura a revista

Após duras críticas da sociedade civil, das entidades de transparência e liberdade de imprensa e de próprios colegas de Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes revogou a decisão de censurar reportagem da revista Crusoé.

Se antes o ministro havia sustentado que era falso o conteúdo da reportagem — que tratava sobre o apelido “o amigo do amigo do meu pai”, dado pela Odebrecht ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli –, agora afirmou que “comprovou-se que o documento sigiloso citado na matéria realmente existe”.

Em razão disso, ele voltou atrás na decisão. “A existência de fatos supervenientes torna desnecessária a manutenção da medida determinada cautelarmente, pois inexistente qualquer apontamento no documento sigiloso obtido mediante suposta colaboração premiada, cuja eventual manipulação de conteúdo pudesse gerar irreversível dano a dignidade e honra do envolvido e da própria Corte, pela clareza de seus termos”, escreveu, em despacho assinado há pouco.

Ele criticou, no entanto, o fato de a revista ter mencionado que o documento em que o delator Marcelo Odebrecht menciona Toffoli já houvera sido enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), quando isso, na verdade, ocorreu apenas após a publicação. “Verdadeiro exercício de futurologia”, escreveu, frisando que o vazamento foi irregular e precisa ser investigado.

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