Se escola tiver partido, que seja dos dois lados, defende Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a criticar hoje a suposta doutrinação que vê sendo praticada por alguns professores no Brasil e defendeu que, se houver partido nas escolas, “que seja dos dois lados.”

As declarações foram feitas pelo presidente ao chegar à casa de seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), em Brasília, por volta de meio-dia.

“Nós queremos escola sem partido, mas, se tiver partido, que seja dos dois lados”, afirmou. “Não pode ter um lado só na sala de aula. Isso leva ao que nós não queremos.”  Folhapress

Deputados se recusam a fazer reforma da Previdência para governadores e prefeitos

Guedes

Os governadores ainda não se engajaram junto às suas bancadas na Câmara em prol da reforma da Previdência, o que se tornou uma queixa recorrente do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Os governadores precisam introduzir votos”, reclama a interlocutores.

Mas são os aliados mais próximos do deputado – integrantes do Centrão, grupo formado por Solidariedade, PP, PR, DEM e PRB – que afastam os chefes dos Executivos estaduais da articulação em favor da proposta. Parlamentares desse núcleo político ameaçam retirar da proposta de emenda à Constituição os trechos que reformam as previdências estaduais e municipais.

“Não aceitamos, de jeito nenhum, fazer reforma para governadores e prefeitos. Por que eu e os meus pares vamos nos desgastar perante a opinião pública, enquanto o governador fica em seu estado, numa boa, falando mal da reforma? O governador que faça a reforma dele lá na Assembleia Legislativa. Nós não aceitaremos fazer reforma aqui para os Estados e Municípios”, afirmou o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), um dos nomes mais afinados com Rodrigo Maia, na última terça-feira (23), na sessão em que a PEC da reforma foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

– Congresso Em Foco

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Por apoio, governo acelera pagamento de emendas a parlamentares

Governo já pagou R$ 942,5 milhões em emendas parlamentares este ano Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo

Em meio às dificuldades para a formação de uma base capaz de dar sustentação às pautas do governo no Congresso, o Executivo acelerou o ritmo de pagamento das emendas parlamentares. Em janeiro, foram desembolsados R$ 85,9 milhões. Já em abril, até o dia 21, R$ 426 milhões saíram dos cofres da União. No total, o governo já pagou R$ 942,5 milhões em emendas parlamentares este ano.

Em comparação ao mesmo período de anos anteriores, a quantia só é inferior à de 2018, quando houve R$ 2,5 bilhões em pagamentos. Como era ano eleitoral, a lei obriga a concentração de desembolsos no primeiro semestre.

Em 2017, entre janeiro e abril, a União pagou R$ 531,5 milhões em emendas. A liberação foi impulsionada a partir de maio, em uma estratégia do governo para barrar na Câmara o pedido da Procuradoria-Geral da República para processar o então presidente Michel Temer pelo crime de corrupção.

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Neymar dá soco em torcedor depois de vice do PSG na França

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Neymar se envolveu em uma confusão neste sábado, 27, depois da derrota do Paris Saint-Germain nos pênaltis na final da Copa do França, diante do Rennes. Enquanto o jogador subia as escadas rumo à tribuna do Stade de France para participar da premiação pelo vice-campeonato, se desentendeu com um torcedor e deu um soco no rosto dele.

Imagens publicadas no Twitter mostram detalhes do incidente. Neymar estava na fila de jogadores do PSG a caminho da cerimônia. O time subia escadas posicionadas no meio dos assentos dos torcedores para chegar até a tribuna de honra, onde estava o presidente da França, Emmanuel Macron, que foi ao estádio acompanhar a partida e entregar os prêmios.

Durante o trajeto, Neymar parou diante de um homem que gravava um vídeo pelo celular e começou a discutir com ele. O brasileiro, então, atingiu o torcedor com um soco no rosto e se afastou dele para continuar o caminho. Apesar da agressão, a vítima nada sofreu e logo depois do incidente, continuou de pé e conversando com outras pessoas ao redor.

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Governador do PT decide cortar salário dos professores que estão em greve

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), decidiu cortar o salário dos professores universitários, que estão há quase um mês em greve. A decisão foi confirmada a VEJA pela Secretaria de Comunicação.

No dia 4 de abril, os professores da Uneb (Universidade do Estado da Bahia), que é a maior universidade estadual, decretou greve para reivindicar reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Em seguida, os docentes da Uefs (Universidade Estadual de Feira de Santana), Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia)  e Uesc (Universidade Estadual De Santa Cruz) também cruzaram os braços.

Para encerrar com a paralisação, o governo ofereceu 36 milhões de reais para investimentos nas instituições de ensino. Também informou que iria possibilitar a promoção para até 151 professores. O governador tem argumento está no limite da capacidade financeira para remuneração de pessoal e não pode desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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Mossoró atinge a marca de 50 homicídios em 2019

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Enquanto a governadora Fátima Bezerra, do PT, gasta uma fortuna na televisão e principais portais de notícias do RN para divulgar uma suṕosta redução da violência, a cidade de Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte, registrou nesta manhã deste sábado, 27 de abril de  2019, o quinquagésimo homicídio do ano de 2019..

O Flanelinha, Jair Soares da Silva de 48 anos, foi encontrado morto boiando nas águas do Rio Mossoró, na conhecida barragem central. O corpo estava entre os aguapés e foi localizado por um filho dele, segundo o Blog Fim da Linha.

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Segundo informações da própria familia, Jair estava desaparecido desde a madrugada de sexta feira (26), quando os familiares receberam informações de outros flanelinhas, de que o mesmo teria sido assassinado e jogado dentro do rio.

Redução da violência em Assú é uma ilusão vendida por George Soares: duas motos e três celulares são levados em assaltos

Enquanto o radialista Jarbas Rocha, orientado por seu diretor Lucílio Filho, abafa a divulgação dos casos de violência acontecidos no dia a dia em Assú durante a apresentação do Caderno de Ocorrências, na Princesa FM, para agradar ao depurado estadual George Soares que fazer todo mundo engolir goela a dentro a idéia de que houve uma redução da violência, o final de semana começou com duas motos e três celulares são levados em assaltos na noite de sábado.

No ritmo da propaganda de redução da violência no RN, o governo do PT de Fátima Bezerra, tem investido pesado na publicidade na Televisão e principais portais de notícia do Estado, procurando abafar os assassinatos, roubos, assaltos e outros crimes.

Até o OBVIO – Observatório da Violência do RN, vinculado à Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA),  que divulgava os números da violência homicida sem se deixar atar pelas amarras das políticas de governo e de suas estatísticas restritas, deixou de fazer pesquisa após a governadora Fátima Bezerra assumir o comando.

Esquerda tentava caracterizar cidadão ‘normal’ como exceção, diz presidente do BB

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Dois dias após se tornar público o veto de Jair Bolsonaro a uma propaganda do Banco do Brasil (BB), o presidente da instituição, Rubem Novaes, afirmou que a retirada precisa ser vista “num contexto mais amplo em que se discute à diversidade no País”.

Segundo ele, no ano passado, durante as eleições, houve confronto de duas visões de mundo e “um povo majoritariamente conservador fez uma clara opção no sentido de rejeitar a sociedade alternativa” que os meios de comunicação procuravam impor.

“Durante décadas, a esquerda brasileira deflagrou uma guerra cultural tentando confrontar pobres e ricos, negros e brancos, mulheres e homens, homo e heterossexuais etc, etc. O ‘empoderamento’ de minorias era o instrumento acionado em diversas manifestações culturais: novelas, filmes, exposições de arte etc., onde se procurava caracterizar o cidadão ‘normal’ como a exceção e a exceção como regra”, afirmou o presidente por meio de sua assessoria de imprensa. “É este o pano de fundo para nossos debates atuais”, completou Novaes.

Renata Agostini, O Estado de S.Paulo

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Modelo morre após sentir mal súbito na São Paulo Fashion Week

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Depois de sentir um mal súbito durante o desfile da marca Oksa, na tarde de sábado (27), na São Paulo Fashion Week, o modelo Tales Cotta, 26 anos, foi levado ao Pronto Socorro Municipal da Lapa, zona oeste de São Paulo, mas não resistiu e morreu. Tales caiu na passarela, a princípio parecendo um tropeço.

O desfile foi imediatamente interrompido e, minutos depois, o modelo recebeu atendimento de uma equipe socorristas, que o retirou com uma maca.

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Um comunicado do evento diz que Cotta “foi prontamente atendido pela equipe de socorristas do SPFW, mas infelizmente não resistiu.” Até o fechamento desta edição não havia informações sobre a causa da morte de Tales. Mesmo depois da notícia da morte, o evento prosseguiu. Antes, foi feito um minuto de silêncio em respeito ao modelo.

Maria Rita Alonso, O Estado de S.Paulo

CNBB faz eleição em meio a tensões

Odilo Scherer

Nem o seio da Igreja Católica escapa às consequências da polarização política que culminou na eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e na ascensão do pensamento conservador no Brasil.

Refletindo o clima de divisão, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) elegerá, no início de maio, sua direção para os próximos quatro anos em meio a uma disputa entre as alas consideradas conservadora e progressista.

A 57ª assembleia geral levará cerca de 500 bispos a Aparecida (SP)para escolher a nova cúpula da entidade mais poderosa da igreja no país (onde 50% da população é católica, segundo o Datafolha).

O comando hoje está com o grupo tido como progressista, que acumulou desgastes recentemente por gestos considerados anti-Bolsonaro.

O levante conservador no país, cristalizado no resultado das eleições de 2018 tanto no Executivo quanto no Legislativo, impulsionou a campanha por uma guinada na CNBB, com a escolha de uma coordenação mais alinhada aos novos tempos.

Entre os líderes que vêm despontando nos bastidores como candidatos fortes estão os arcebispos de São Paulo, dom Odilo Scherer, e do Rio, dom Orani Tempesta.  Joelmir Tavares – Folha de São Paulo

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