Dívida de R$ 108 milhões com o Banco do Brasil trava liberação de consignados

Os servidores públicos estaduais teriam de volta o empréstimo consignado nesta segunda-feira (15), conforme promessa feita pela governadora Fátima Bezerra (PT) na última audiência com as entidades sindicais que formam o Fórum Estadual de Servidores, no início deste mês. Porém, os servidores foram comunicados pelo Banco do Brasil que o crédito não está disponível.

De acordo com a instituição financeira, o serviço só será liberado quando o Governo do Estado pagar uma dívida de R$ 108 milhões, referente aos empréstimos consignados que não foram pagos durante a gestão do ex-governador Robinson Faria (PSD), entre os anos de 2016 e 2018.

O governo Robinson descontou dos salários dos servidores, mas não transferiu para o Banco do Brasil. Isso configura apropriação indébita (apoderamento da coisa alheia, crime previsto no artigo 168 do Código Penal Brasileiro).

Os dirigentes das entidades sindicais, com algumas exceções, estão indignados com a situação. Eles reclamam que a governadora não poderia ter alimentado as esperanças dos servidores se tinha conhecimento da dívida do Estado com a instituição financeira.

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Cosern desativou quase 3,5 mil “gatos” no RN no primeiro semestre do ano

A Cosern, empresa controlada pela Neoenergia, fez um balanço das ações da “Operação Varredura” no primeiro semestre de 2019 em todo estado.

Realizada em parceria com as polícias Civil e Militar, a “Varredura” realizou 29 mil inspeções em estabelecimentos comerciais e residenciais e identificou e desativou 3.469 ligações clandestinas de energia elétrica (o popular “gato”) nesse período.

A energia recuperada nesse período com a Operação seria suficiente para abastecer, por exemplo, os municípios de Macaíba e Apodi juntos durante um mês (o equivalente a 116.667 residências).

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Coroné George Soares cumpre ameaça e tira Tenente Madeiro do comando do Nore em Assú


A nova vítima do clássico estilo de fazer política do clã Soares é o Tenente Madeiro, que trabalhava há 09 meses a frente do Núcleo de Policiamento Rodoviário Estadual – NPRE, e foi destituído da função, depois do deputado George Soares ter ido a uma emissora de rádio, em claro tom de intimidação e ameaça, dizendo que iria reclamar a governadora Fátima Bezerra, da postura do tenente e que o Nore não combatia o crime organizado.

Essa exoneração tem circulado nas redes sociais e causado indignação para a população, e principalmente para a categoria dos Oficias Militares, que até uma nota de repúdio emitiu, denunciando e lamentando o caráter político de ato do Governo do Estado que usa do velho e malévolo artifício de transferir militares para satisfazer o desejo de aliados/ “coronéis.

Essa atitude do deputado George Soares lhe rendeu um apelido, as pessoas o intitularam de “coroné”, no seu pior sentido, aquele que acha que o poder está acima de tudo e de todos.

A cidade do Assú tem sofrido com a volta do coronelismo do clã soares, quando os coronéis comandavam o cenário político e tomavam decisões que afetam diretamente a vida dos cidadãos.

Diversas pessoas mandaram mensagens para o Blog do VT, reiterando o trabalho intenso e incansável que o Tenente Madeiro e sua equipe, vinham desenvolvendo na cidade, combatendo a criminalidade, recuperando veículos e mantendo a segurança da população. Com esse trabalho, a equipe fiscalizava motos e carros, e por sua vez, apreendia veículos irregulares com base no que prevê o Código de Trânsito Brasileiro – CTB.

O deputado George Soares ainda acusou o tenente Madeiro de fazer um trabalho relacionado a política, e que o trabalho de fiscalização da equipe de oficiais que é legal, era mandada pela oposição política da cidade do Assú. Por muitas vezes, o Tenente Madeiro esclareceu nos principais canais de comunicação, de que seu trabalho não tem nada haver com política.

Ao reunir mais informações, o Blog do VT soube que com o trabalho da equipe, foram recuperados mais de 20 motocicletas com queixa de furto ou de roubo. Além de carros também com registro de roubos. Todos feitos por criminosos. E era isso que o tenente Madeiro combatia, exclusivamente a ação de criminosos.

Ou seja, um trabalho que deixava a população mais tranquila e segura, foi alvo da fúria política do deputado George Soares, e hoje, a região do Vale do Açu só lamenta, que políticos ajam de uma forma tão retrógrada e covarde.

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