Agreste: Família Justino agora unida com grupo da vice-prefeita Geyse Murian em Lagoa Salgada

Oposição unida em Lagoa Salgada com Frank e Geyse e terá no palanque os deputados Benes e Ezequiel

A jovem vice-prefeita Geyse Murian, que recentemente passou a engrossar as fileiras do PSDB, no Agreste Potiguar, comemorou seu aniversário de 28 anos neste domingo (27), em Lagoa Salgada. O evento acabou selando a união da oposição ao prefeito Osivan Queiroz (MDB), que deve enfrentar o grupo no próximo ano.

No evento, os ex-prefeitos Canindé Justino (PSB), Dedé Justino e Alexandre Justino, que vão reforçar o PSDB na cidade. Também o ex-presidente da Câmara, Frank Justino (PSB) que com o racha da família em 2016, acabou sendo prejudicado nas urnas. Agora além da família unida, o grupo ganhou a adesão da vice-prefeita Geyse e do médico Dr. Ibiapino, que preside o PSDB em Lagoa Salgada.

O deputado federal Benes Leocádio (PRB) foi prestigiar o evento. Também o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), que por motivos superiores não pode comparecer, mas enviou seu assessor Rodrigo Rafael, para representa-lo. Os vereadores Fernanda de Pedro do Sindicato, Professora Francisca, Davinson Zanzo e Chinha Tiburcio estão engrossando o grupo com Frank Justino (PSB) e Geyse Murian (PSDB).

Lagoa Salgada tem hoje mais de 8.500 eleitores e a oposição vai marchar desta vez com uma única candidatura. Em 2016, o advogado Frank Justino foi prejudicado com a divisão. O ex-prefeito Alexandre Justino não apoiou o primo. Batista de Beija (PSD) teve 8,92% e Manga do PSOL, reuniu 2,25%. O prefeito Osivan (MDB) junto com Geyse conseguiram 48,85%. A oposição acredita que o jogo será virado em 2020.

Vereadora Fabielle Bezerra participa de ações da Campanha Outubro Rosa em Assu

Em 06 de junho/2017, a vereadora Fabielle Bezerra divulgou a lei proposta pelo seu mandato e aprovada pela Câmara Municipal de Assú, conforme a edição de n.º 3189 do Diário Oficial do Município de 1° de junho de 2017, a Lei que inclui no Calendário Municipal de Eventos a campanha de prevenção ao câncer de mama e do colo uterino denominada Outubro Rosa. Desde então, todo os anos no mês de outubro, além da divulgação da campanha, são realizadas diversas ações que incluem a realização de palestras e eventos nas Unidades Básicas de Saúde – UBS, visando ampliar a conscientização acerca da importância do autoexame.

A vereadora destaca que, durante o mês da campanha, também se tem como objetivo divulgar os direitos assegurados pela Lei Federal n.º 11.664, de 29 de abril de 2008, que dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento dos cânceres de mama e do colo uterino, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.

No Brasil diversas mulheres padecem com o câncer de mama e do colo do útero, sendo primordial o alerta para a descoberta precoce da doença, possibilitando tratamento imediato e consequente redução de riscos, e o outubro Rosa visa conscientizar a população feminina e a sociedade em geral, sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama doença que quando diagnosticado precocemente tem mais de 90% de chance de cura.

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Lava Jato levou ministro do STF a manter empreiteiros presos para fechar delação

Procuradores da Operação Lava Jato convenceram um ministro do Supremo Tribunal Federal a manter dois executivos da empreiteira Andrade Gutierrez presos para garantir a colaboração da empresa e de seus funcionários com as investigações sobre corrupção em 2016.

Mensagens trocadas por integrantes da operação, obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas pela Folha e pelo site, mostram que a iniciativa foi executada com apoio do então juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, cuja opinião os procuradores consultaram antes de levar a proposta ao Supremo.
Conforme os diálogos, coube ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, submetê-la ao ministro Teori Zavascki, que era relator dos processos da Lava Jato no STF e tinha sobre a mesa dois habeas corpus impetrados pelos executivos da Andrade Gutierrez que estavam presos.

O acerto com a empresa previa que os dois sairiam da cadeia no Paraná e ficariam um ano em prisão domiciliar, trancados em casa e monitorados por tornozeleiras eletrônicas. Moro concordara em revogar as ordens de prisão preventiva que os mantinham atrás das grades, mas faltava convencer Teori do plano.

Como relator da Lava Jato, Teori seria o responsável pela homologação dos acordos de delação premiada dos executivos da Andrade Gutierrez, que prometiam implicar em seus depoimentos políticos que tinham direito a foro especial e só podiam ser investigados e processados no Supremo.

Mas o ministro ainda não fora informado das negociações, nem tivera a chance de examinar os acordos. Além disso, a preocupação com a longa duração das prisões dos investigados pela Lava Jato era crescente, e os procuradores acreditavam que Teori estava inclinado a soltar os empreiteiros.

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