ABSURDO: Município é condenado por morte de paciente que precisava de oxigênio, enquanto o cilindro do gás estava sendo usado para bombear chope em festa do prefeito

O Município de Luiziana, no noroeste do Paraná, deverá indenizar os filhos de uma mulher que faleceu em decorrência da privação de oxigênio. No início de 2013, a paciente enfartou e precisou ser deslocada de ambulância para Campo Mourão, cidade de maior porte. Porém, o único cilindro portátil de oxigênio da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Luiziana estava na casa do então prefeito da cidade – o agente público utilizou o equipamento para bombear chope em uma festa familiar de Ano Novo. Por isso, o transporte foi feito sem a devida oxigenação, o que contribuiu para o agravamento do quadro e para a morte da mulher.

A Justiça foi acionada para julgar a responsabilidade dos envolvidos. Na esfera cível, em 1º Grau de Jurisdição, o Município foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização a título de danos morais para cada um dos autores do processo, filhos da paciente falecida. A Magistrada considerou negligente a conduta do então prefeito: “Não pairam dúvidas que a ausência de oxigênio no transporte da mãe dos autores (…), que era imprescindível a ela naquele momento, reduziu a chance de sobrevivência”, destacou a sentença.

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Câmara Municipal de Assú vai realizar hoje sessão para discutir aumento de salario de vereadores

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A Câmara Municipal do Assú, a partir das 11h, realiza uma sessão extraordinária, ou seja, uma sessão que não estava prevista para os vereadores. Nesta sessão que será conduzida pelo presidente da casa, Francisco Tê, será discutido o aumento de salários.

As constituições federal e estadual, juntamente com os tribunais de contas do estado, sugerem que devem ser discutido sobre aumento ou permanência dos subsídios a cada legislatura.

A câmara municipal possivelmente vai ficar lotada, com a população que está acompanhando de perto os detalhes dessa votação.

Nelter empenhado na luta pela pavimentação do acesso da serra de João do Vale

Na tarde de ontem (terça-feira, 28) o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) visitou o presidente do MDB no Rio Grande do Norte, deputado federal Walter Alves e o ex-senador emedebista, Garibaldi Filho. A pauta do encontro girou em torno da política potiguar e sobre projeto de desenvolvimento para serra de João do Vale, localizada entre Jucurutu e Triunfo Potiguar.

“Estou peregrinando todos os gabinetes dos parlamentares federais de nosso RN e fazendo um trabalho de convencimento para que os mesmos destinem no final de 2020 uma emenda de bancada, na ordem de R$ 20 milhões, para que seja concluída a estrada de acesso à serra em seus dois lados”, destacou Queiroz.

Para Nelter, a serra de João do Vale precisa ser vista de forma diferenciada para que o local possa fomentar o turismo do Estado. “Ela [a serra de João do Vale] é praticamente da mesma altura das serras de Martins e de Sant’ana, está em torno de 750 metros de altitude acima do nível do mar, fica localizada entre as barragens Oiticica e Armando Ribeiro Gonçalves, e entre os municípios de Caicó e Assú, capitais das regiões Seridó e Vale do Assú, respectivamente; além de ficar muito próxima de Mossoró, a capital de nosso oeste potiguar”.

Ainda de acordo com o parlamentar, a serra de João do Vale tem um potencial turístico imenso, que falta apenas ser desenvolvido e bem aproveitado pelas iniciativas privada e pública. Nelter Queiroz também frisa que as obras de construção e pavimentação desta estrada já estão licitadas e contratadas, porém o Governo do Estado não têm recursos para tocá-las em frente.

“Já fiz contatos também com os deputados federais Benes Leocádio e Fábio Faria, e com o senador senador Jean-Paul Prates, e quero que este pleito seja abraçado por todos os demais parlamentares federais de nosso RN!“, disse o deputado jucurutuense.

Filha de diarista é aprovada em medicina na UFRN, e mãe diz: ‘Contava nos dedos o dinheiro da passagem para o cursinho’

Raíssa Nascimento foi aprovada no curso de medicina na UFRN — Foto: Cleíldo Azevedo/Inter TV Cabugi

Desde o resultado do Sistema Unificado de Seleção (Sisu), divulgado na terça-feira (28), a família de Raíssa Nascimento, de 21 anos, vive momentos de um sonho de infância da jovem. Moradora do bairro Guarapes, localidade pobre da Zona Oeste de Natal, e filha de diarista e pai de desempregado, ela foi aprovada no curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o mais concorrido da instituição.

“Eu tive muita ajuda da família, das minhas primas, dos meus professores, muito apoio. Principalmente quando se trata de uma pessoa negra, pobre e da periferia, se você não tiver ajuda de terceiros, você não vai pra frente. Foi difícil, foi. Mas a gente vai tentando e no final consegue”, disse Raíssa, que sempre estudou em escola pública.

O Sisu é a plataforma do governo que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A mãe da jovem conta que a dificuldade aparecia também quando a filha precisava ir ao cursinho pré-vestibular.

“Às vezes, eu ficava aqui, contando nos dedos o dinheiro da passagem para o cursinho. Se era ela que ia ou o irmão”, lembra Rosângela do Nascimento.

Raíssa ficou os últimos dois anos apenas estudando para o vestibular. Mas nem mesmo ela acreditava que poderia ser aprovada em medicina na UFRN.

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