Prefeito de São Gonçalo do Amarante testa positivo para Covid-19

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulo Emídio (Paulinho), informou, através de suas redes sociais, nesta sexta-feira (3) que testou positivo para Covid-19.

Confira a nota publicada pelo prefeito nas redes sociais:

“Meus amigos, recebi hoje o resultado do teste que fiz para COVID-19 desde que passei a sentir sintomas da doença: deu positivo.

Estou em tratamento em casa, junto com Terezinha que também foi contaminada. Estamos sem maior gravidade até o momento. Apenas o incômodo dos sintomas que são duros.

Estou sem contato social há mais de semana. Desde que surgiram os primeiros sinais, me recolhi com Terezinha e passei a me cuidar.
Apesar dos dias difíceis, consigo algum momento de alívio para acompanhar os acontecimentos e decidir as medidas que temos tomado no combate ao vírus em nosso município.

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Beneficiários do Bolsa Família vão receber auxílio emergencial a partir do dia 16

O governo pretende começar a pagar já na próxima semana o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, disse nesta sexta-feira, 3, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. Os elegíveis que já forem registrados no Cadastro Único de programas sociais serão rastreados pelo governo e, segundo o ministro, serão alvo de um “esforço” para receberem antes da Páscoa (12 de abril). Os beneficiários do Bolsa Família, por sua vez, receberão os créditos no calendário normal do programa, que começa em 16 de abril.

O Cadastro Único tem quase 75 milhões de pessoas registradas, das quais 65 milhões têm CPF conhecido. Fora do CadÚnico, o governo estima que 15 milhões a 20 milhões não têm nenhuma formalização de sua atividade. São esses que o governo precisará rastrear de forma mais “manual”.

Para isso, o governo deve lançar na próxima terça-feira, 7, um aplicativo acessível pelo celular e pelo computador para a realização da chamada “autodeclaração”. O trabalhador informará o governo que precisa do auxílio emergencial, e o governo checará se ele preenche todas as regras.

“Vai ser supersimplificado, não vai trazer nenhuma taxa nem nenhum ônus, vai permitir pela web ou pelo celular que as pessoas possam fazer cadastramento para permitir que até 48 horas depois do cadastramento daqueles que cumprirem todos os requisitos, o recurso esteja creditado na Caixa, no Banco do Brasil ou na rede bancária, ou haverá uma autorização de saque”, explicou Onyx.

O ministro destacou que a equipe tem trabalhado com dois focos: segurança e agilidade. Mas admitiu que há uma série de complexidades no processo.

Segundo ele, das 14,29 milhões de famílias que receberão o Bolsa Família em abril, cerca de 2 milhões têm um benefício maior que os R$ 600 do auxílio emergencial – por isso, é preciso um cuidado para que elas não tenham a substituição automática e acabem recebendo menos. “Essas pessoas precisam ser claramente identificadas”, disse Onyx.

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Coronavírus no Brasil: país tem 60 mortos em 24 h e 9.056 casos confirmados

O Ministério da Saúde anunciou que subiu para 359 o número de mortes em decorrência do novo coronavírus no Brasil — aumento de 60 mortes confirmadas nas últimas 24 horas.

No total, são 9.056 casos oficiais confirmados no país até agora, segundo o governo — 1.146 casos novos de ontem para hoje — com uma mortalidade de 4%.

Segundo o Ministério de Saúde, a incidência da covid-19 para o Brasil é de 4,3 casos a cada 100 mil habitantes.

No total, as mortes relacionadas ao vírus em cada estado são: Alagoas (2), Amazonas (7); Bahia (5); Ceará (22); Distrito Federal (5); Espírito Santo (4); Goiás (2); Maranhão (1); Mato Grosso (1); Mato Grosso do Sul (1); Minas Gerais (6); Pará (1); Paraná (4); Paraíba (1); Pernambuco (10); Piauí (4); Rio Grande do Norte (4); Rio Grande do Sul (4); Rio de Janeiro (47); Rondônia (1); Santa Catarina (5); São Paulo (219); Sergipe (2).

A região que mais concentra casos confirmados de covid-19, segundo o Ministério, é a Sudeste (5.658). Na sequência estão Nordeste (1.399); Sul (978); Centro-Oeste (594) e Norte (427).
Erro em 1º caso de janeiro

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PSDB de Jucurutu recebe mais uma adesão: o vereador Edivan da Ambulância

O bacharel em direito, Iogo Queiroz, jovem com 33 anos continua recebendo adesões. Em Jucurutu, desta vez foi o vereador Edivan Fernandes, que assinou a ficha do PSDB.

Edivan, “o vereador da ambulância” que está há sete mandatos na Câmara Municipal de Jucurutu, saiu do MDB e passa a apoiar a pré-candidatura de Iogo Queiroz. O presidente do PSDB local, advogado Julinho Queiroz disse que o partido já passa a ser a maior bancada na Casa.

“Desde o meu pai eu sigo tradicionalmente a família Queiroz e Iogo é neto de Dr. Nelson Queiroz, o qual tenho muita consideração e respeito. E vou continuar mantendo essa tradição”, afirmou Edivan na manhã desta sexta-feira (3).

Por decisão do Diretório Estadual, presidido pelo deputado Ezequiel Ferreira de Souza estão suspensos todos os grandes atos de filiação ao PSDB e encontros partidários com aglomeração em locais fechados. A medida atende às recomendações das autoridades de saúde para contenção da epidemia de coronavírus no país. A orientação devido o Coronavírus é que as filiações sejam realizadas nos municípios, sem aglomerações.

Deputados estaduais centralizam proposições para combater a Covid-19 no RN

Diante da pandemia mundial do Coronavírus e no RN dos primeiros óbitos provocados pela doença, os parlamentares potiguares têm pautado suas ações no combate à Covid-19. Nas duas últimas semanas esta tem sido a tônica dos projetos e requerimentos na Assembleia Legislativa, notadamente com a destinação de recursos para a saúde.

Além do anúncio, esta semana, pelo presidente da Casa Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), do apoio financeiro da Assembleia Legislativa no valor de R$ 2 milhões para funcionamento de leitos de UTI no Hospital da Polícia Militar, em Natal, e aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais da saúde, os deputados estão remanejando emendas parlamentares individuais no Orçamento Geral do Estado (OGE) priorizando a área da saúde, a fim de serem utilizadas na aquisição de insumos e medicamentos.

O remanejamento das emendas para fortalecer o sistema de saúde no RN foi iniciativa de vários deputados, totalizando mais de R$ 10 milhões. Isolda Dantas (PT) remanejou R$ 1,5 milhão para a compra de respiradores, equipamentos de proteção individual (EPIs) e insumos hospitalares. Outros deputados já haviam anunciado o mesmo, como Hermano Morais (PSB), que destinou todas as suas emendas parlamentares para a área da Saúde, no valor de R$ 2 milhões.

O deputado Kelps Lima (SDD) optou por destinar recursos para a capital potiguar, com o repasse de R$ 500 mil destinados para a compra de insumos e equipamentos para o Hospital de Natal. Eudiane Macedo (Republicanos) também destinou R$500 mil para Natal. Já Allyson Bezerra (SDD), destinou R$ 1 milhão para a compra de respiradores e insumos para os hospitais; outro exemplo é o deputado Kleber Rodrigues (PL), que remanejou cerca de R$ 1,5 milhão para a rubrica da saúde, assim como o deputado George Soares (PL), que remanejou R$ 1,9 milhão para ajudar nos recursos da saúde em várias ações como custeio, aquisição de material, construção de obras na saúde e apoio a programas já iniciados de combate ao Coronavírus.

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UFRN inicia produção de álcool 70%

O Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos (Nuplam/UFRN) produziu os primeiros mil litros de álcool líquido antisséptico 70% para ajudar as unidades de saúde neste período de pandemia ocasionada pela Covid-19. A produção será destinada às unidades de saúde da UFRN (hospitais universitários e Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor – DAS) e à Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (SESAP) para distribuição aos seus estabelecimentos de saúde.

A unidade dispõe ainda de pelo menos 10 mil litros de álcool concentrado que passará por processo de transformação para álcool 70%, mais adequado para matar vírus e bactérias, pois não evapora tão rápido quanto o álcool absoluto. Os insumos necessários, álcool, embalagem, rotulagem, estão sendo destinados através de doação ou por meio de compra direta partilhada entre a UFRN e o governo do Estado.

O produto está sendo envasado, lacrado e rotulado no próprio Nuplam em garrafas plásticas de 1,5 litro e depois encaixotado em lotes para controle. Por hora, não há previsão para a produção de álcool em gel devido à falta de polímero no mercado, mas, segundo a vice-diretora do Nuplam, Lourena Mafra, o Núcleo aguarda a importação do produto, ao mesmo tempo em que são feitas pesquisas de alternativas para o uso de outros espessantes que possam substituí-lo.

Desde a semana passada, o Departamento de Farmácia da UFRN (DFARM) já está produzindo álcool para auxiliar os serviços de saúde do estado durante a pandemia da Covid-19. A unidade do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN) tem capacidade instalada para produzir até 1.200 litros do produto por dia, mas esse trabalho específico depende exclusivamente de doações.

Supremo dá sinais de imposição de limites a Bolsonaro na crise do coronavírus

Em meio à crise do novo coronavírus, o STF (Supremo Tribunal Federal) tem dado sinais de tentativas de impor limites às ações do presidente Jair Bolsonaro.

A maioria dos ministros, apesar de entender que cabe ao governo federal coordenar o combate à pandemia, está disposta a impedir movimentos do chefe do Executivo para afrouxar medidas contra o alastramento da Covid-19.

As recorrentes declarações de Bolsonaro de relativizar a necessidade de isolamento social têm incomodado integrantes da corte, que passaram a conversar nos bastidores sobre como garantir uma atuação técnica do Executivo no enfrentamento à doença.

Gestos públicos da insatisfação do STF com o presidente foram dados recentemente, por exemplo, com as decisões de dar andamento a duas ações contra Bolsonaro.

Em vez de negar seguimento ou deixar os processos em ritmo lento, os ministros Marco Aurélio e Alexandre de Moraes preferiram levar à frente os questionamentos que tratam especificamente da atuação de Bolsonaro durante a crise.

Um deles é uma notícia-crime do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) contra o presidente, por supostamente ter violado a lei que determina pena a quem desrespeitar ordem do poder público para evitar propagação de doença contagiosa. Marco Aurélio pediu manifestação da Procuradoria-Geral da República.

Outro é uma ação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que Bolsonaro se adeque às exigências da OMS (Organização Mundial da Saúde) em relação à doença. Moraes deu 48 horas para o presidente prestar esclarecimentos na ação.

Thomaz Pereira, professor da FGV Direito Rio, afirma que não há nada de extraordinário nos despachos de Marco Aurélio e Moraes, mas ressalta que as decisões passam uma sinalização importante. “Não diz nada sobre o desfecho que o processo vai ter, mas digamos que é diferente de deixar essa notícia-crime parada ou engavetada.”

Mesmo que os casos não evoluam e não tenham consequências práticas, enquanto permanecerem abertos podem virar uma arma política para a corte. As sinalizações ainda se juntam a outras que ministros vinham emitindo.

Recentemente, a corte preservou a competência dos estados no enfrentamento à pandemia e derrubou os efeitos de norma do Planalto para restringir a Lei de Acesso à Informação durante a crise.

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Bolsonaro fez três gols contra numa única entrevista

Na entrevista à Jovem Pan, Jair Bolsonaro cometeu três erros. Chutou três vezes. E nas três vezes fez gol contra.

1) Carbonizou Henrique Mandetta. Um presidente cuja rotina incorporou uma trilha sonora de panelaços entra em processo de autocombustão quando desmerece um ministro que coleciona elogios como representante do seu governo na frente de batalha contra o coronavírus.

2) Disse que pode abrir “numa canetada” o comércio fechado por governadores. Presidente que desqualifica ministro e ameaça governar por decreto sem tirar a caneta do bolso simula uma força que, na verdade, já não possui.

3) Atacou governadores e prefeitos poucos dias depois de ter formulado em rede nacional uma proposta de pacto. Um presidente tão errático talvez devesse firmar um pacto consigo mesmo: o de parar de atirar contra o próprio pé.

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