Ivan Júnior agradece empenho do deputado Benes na aprovação de instalação de UTI no Hospital Regional em Assú


O ex prefeito Ivan Júnior participou de programa de rádio em Assú hoje, e destacou todo seu agradecimento ao deputado federal Benes Leocádio, por todo esforço e empenho dedicado para a aprovação pelo Ministério da Saúde da proposta 14031955000120008 – Fundo Estadual de Saúde do RN – destinado para o Hospital Regional de Assu para implantação da UTI, conforme recursos assegurados por emenda de nossa autoria (39170014) no valor de R$ 599.929,00 que serão investidos na aquisição de equipamentos para a unidade.

Desde que Benes foi eleito, o ex prefeito Ivan Júnior manteve vivo esse pleito e essa luta que é um sonho de anos da população de Assú, da região Central e de todo o Vale, que está se tornando realidade.

O deputado Benes anunciou também em suas redes sociais: “Desde já parabenizo todos que estão comprometidos com a concretização desse pleito, especialmente ao amigo e ex-prefeito Ivan Júnior. No final do ano passado, tivemos uma importante reunião na Câmara Municipal do Assú com as presenças de vereadores, prefeitos de toda região, do Secretário Estadual de Saúde, Cipriano Maia, e demais lideranças para tratar do tema. Parabenizo todos que estão contribuindo nessa luta!”, afirmou o parlamentar.

Vale relembrar que ano passado teve uma audiência na Secretaria de Saúde que foi ignorada pelo prefeito do Assú, mas Ivan não desistiu, insistiu, e além do deputado Benes, outros deputados apoiaram a causa, como Beto Rosado, Girão, Natalia, todos juntos e somando esforços em favor da terra dos poetas.

Coronavírus pode já ter matado entre 3.800 e 15,6 mil no Brasil, diz estudo

O Brasil pode ter hoje ao menos o dobro de mortes pelo novo coronavírus em comparação com o número oficial divulgado pelo governo federal, aponta estudo exclusivo feito a pedido do UOL pelo Observatório Covid-19 BR.

O grupo, que reúne pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras, também chegou a calcular que, em um cenário mais pessimista, o número pode ser até nove vezes o dado oficial. O levantamento levou em conta a demora entre as ocorrências das mortes e a entrada delas nas estatísticas do governo.

O estudo foi feito com dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde até a última quarta-feira (15), quando o país registrava 1.736 mortes. Com base neste número, o país já poderia ter entre 3.800 e 15.600 mortes, de acordo com o cálculo feito pelo UOL usando a análise do observatório.

Ontem, esse número oficial foi atualizado para 2.141, porém não é possível usar a projeção feita no observatório nele, pois ela levou em conta o cenário da última quarta-feira.

Para fazer a análise, o observatório utilizou as informações da data de óbito apresentadas pelo governo nos boletins dos dias 29 e 30 de março e 2, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 13, 14 e 15 de abril.

Confirmação mais de 10 dias depois

A título de exemplo, com base nos boletins divulgados pelo Ministério da Saúde, é possível observar que a quantidade de mortes atribuída ao dia 3 de abril variou de 21 a 77 no período de duas semanas já que os resultados dos testes demoram a sair.

Exames feitos posteriormente indicaram que mais mortes por covid-19 aconteceram nessa data do que se sabia no próprio dia 3.

Em cada um dos comunicados no Ministério da Saúde, há atualizações sobre a quantidade de pessoas que morreram pelo novo coronavírus por data. Os dados usam as informações do SIVEP-Gripe (Sistema de Informação de Vigilância da Gripe).

Nesses informativos, foram apresentadas a quantidade de mortes em cada dia desde a primeira.

O primeiro óbito confirmado, aliás, ilustra bem essa demora. No dia 17 de março, foi informado que tinha ocorrido no dia anterior. Duas semanas depois, já em abril, descobriu-se que outra morte foi a primeira no Brasil e que tinha acontecido no dia 15 de março.

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Confinamento pode estimular leitura, afirmam especialistas

O confinamento doméstico imposto pela pandemia do novo coronavírus é uma excelente oportunidade para aproximar pais e filhos em torno da leitura. Esta é visão de especialistas ouvidos pela Agência Brasil pela passagem do Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado hoje (18).

A data lembra o nascimento dos escritores Hans Christian Andersen e de Monteiro Lobato, respectivamente. Estórias e personagens do escritor dinamarquês e do escritor brasileiro permitiram a diversas gerações de crianças abrir as portas da imaginação, conhecer o mundo, partilhar experiências, estimular o senso crítico e até superar adversidades, como a de ter de ficar em casa, em distanciamento social, para evitar a propagação uma doença que pode ser fatal.

“Quem lê amplia o olhar, torna-se mais tolerante ao perceber na visão do outro formas de alargar a sua própria visão das coisas. Quem lê, escreve melhor, consegue ter uma percepção mais crítica de tudo”, diz a escritora Alessandra Roscoe, que também desenvolve em Brasília o Projeto Uniduniler para incentivo à leitura, de mulheres grávidas a idosos.

O livro pode ser uma ótima distração para os dias de covid-19, recomenda Sandra Araújo, poetisa e doutora em literaturas de língua portuguesa. “A atividade de leitura pode ser enriquecedora inclusive para preenchimento do tempo, que pode ficar ocioso. Quando contamos estórias, conversando, todo mundo fica encantado”, afirma Sandra.

Para Dianne Melo, fonoaudióloga e especialista em linguagem, o encantamento das letras pode ser uma terapia muito oportuna contra o estresse do presente. “Em um momento como este, em que somos bombardeados com notícias sobre a pandemia, [é bom] ter acesso a livros que nos permitem entrar em contato com outras realidades, fantasias, personagens, elaborar algumas situações e até mesmo nos conectar com outras formas de ver o mundo.”
Livro e afeto

Dianne Melo é coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social, que desenvolve com voluntários projetos de leitura para crianças de até 6 anos em pré-escolas de redes públicas. “É maravilhoso ler para as crianças. A carinha delas prestando atenção às histórias não tem preço”, conta Catarina Tomiko Yamaguchi, leitora voluntária em escolas nos bairros do Braz, Mooca e Bom Retiro (na região da Luz, em São Paulo).

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