RN tem acréscimo de mais de 600 casos suspeitos nas últimas 24 horas; são 40 óbitos

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou no início da tarde deste sábado, 25, novos dados sobre o coronavírus no Rio Grande do Norte. De acordo com a pasta, houve um grande crescimento no número de casos suspeitos nas últimas 24 horas.

No boletim epidemiológico nº 42, que será divulgado ainda na tarde hoje, o número de casos em investigação chegará a 3.928. No levantamento divulgado pela Sesap nesta sexta-feira, 24, eram 3.298 casos suspeitos. Ou seja, no período houve acréscimo de 630 novos casos suspeitos da doença no território potiguar. Foram realizadas notificações, até o momento, em 155 municípios do RN.

De acordo com a pasta, o estado soma 40 óbitos de Covid-19 e tem 781 casos confirmados da doença. Há ainda 2.838 descartados e 289 recuperados. O boletim epidemiológico nº 41, divulgado nesta sexta-feira, 24, trazia 38 mortes e 754 casos confirmados.

A 39ª morte aconteceu em Nísia Floresta. Uma mulher de 78 anos morreu em decorrência da doença. Segundo a Sesap, ela tinha diabetes e era hipertensa. O óbito da idosa ocorreu na última quarta-feira, 22, e o resultado do exame saiu um dia depois. O 40º óbito foi em Caranáuba dos Dantas. A vítima foi um homem de 41 anos. Ele era diabético. O resultado do exame saiu também na quarta-feira. O homem morreu nesta sexta-feira, 24.

Dois novos óbitos:

Nísia Floresta – sexo feminino – 78 anos – hipertenso e diabético – óbito em 22/04 – resultado do exame em 23/04

Carnaúba dos Dantas – sexo masculino – 41 anos – diabético – resultado do exame em 22/04 – óbito em 24/04

Números:

3928 suspeitos

2838 descartados

781 confirmados – em 53 municípios

289 recuperados

40 óbitos confirmados:

Assu (1), Alexandria (1), Apodi (1), Carnaúba dos Dantas (1), Canguaretama (3), Ceará-Mirim (1), Cerro Corá (1), Encanto (1), Ipanguaçu (1), Lagora de Pedras (1), Mossoró (9), Natal (9), Nísia Floresta (1), Parnamirim (1), São Gonçalo do Amarante (2), São Rafael (1), Taipu (1), Ten. Ananias (2), Touros (1).

*De Fato

FALTAM PALAVRAS: Prefeito do Assú fica nervoso depois de saber que pode ser afastado do cargo se não colocar a UPA para funcionar

Depois de saber que pode ser afastado se não colocar a UPA pra funcionar, o prefeito desorientado do Assú, ficou nervoso que até gaguejou na entrevista na rádio, e quase que não conclui a fala.

O prefeito “mentiroso” do Assú, Gustavo Soares, que só vive de enganar o povo, pregando nas redes sociais uma gestão que só funciona na imaginação dele, quando a realidade é bem diferente, servidores insatisfeitos e preocupados com sua segurança, e a população triste e insatisfeita com o péssimo serviço de saúde pública ofertado na cidade.

Quem desmente o prefeito não é o Blog do VT e nem a oposição, quem mostra a triste realidade, são os servidores e a própria população, que são os que mais sofrem na pele, o descaso da atual gestão.

Deputado George Soares acusa governadora Fátima de mentirosa

O deputado líder do governo na gestão da petista, participou de programa de rádio hoje e deu um tiro no pé, ao acusar Fátima Bezerra de mentirosa, por ter prometido na época que ela era senadora, ao então prefeito Ivan Junior, que levaria para Assú e região, a Faculdade de Medicina.

O deputado está desorientado com toda crise instalada na gestão de seu irmão, o prefeito Gustavo Soares e para desviar o foco da alta incidência do Covid-19 em Assú, George e Gustavo foram a rádio para criticar o ex prefeito Ivan, que nada mais fez até hoje do que ajudar a população.

A dupla imbatível na ineficiência, Gustavo e George, criticaram duramente a promessa não realizada de Fátima Bezerra, que mentiu pra população, ao garantir a Faculdade de Medicina pra região, e que não saiu do papel mesmo com tantos recursos garantidos pelo MEC, parecendo até que tinha alguém trabalhando contra em tempo integral.

Agora, a população quer saber com qual cara o deputado vai andar ao lado da governadora, depois de acusa-la de enganadora.

Prefeito Gustavo Soares pode ser afastado do cargo caso não abra a UPA em 15 dias


O ex prefeito Ivan Júnior e Lucianny Guerra, anunciaram em programa hoje em Assú, que entraram ontem com uma representação no Ministério Público contra o município do Assú, na área de saúde, ao Dr. Alexandre Frazão, em virtude do não funcionamento da UPA nesse momento crítico de pandemia, pois a Prefeitura está retardando esse funcionamento mesmo estando com a estrutura toda pronta.

Ivan ainda informou ao MP, os recursos que conseguiu com outros deputados para implantar UTI no Hospital Regional e cobra que o governo coloque em prática essa ação para beneficiar a região do Vale.

Para o ex prefeito, ao colocar a UPA para funcionar, o Pronto Socorro ficaria vago e com isso, poderia servir como Unidade de Referência do COVID-19 na região, e assim, amenizar a preocupação e o sofrimento de todos que são infectados por essa doença, e tem que se deslocar até Mossoró ou Natal, e às vezes, o tempo no deslocamento já é um agravante no quadro de saúde da pessoa.

Ivan ainda destacou que compartilhou essas cobranças com o Ministério Público, haja vista que a cidade cresce assustadoramente em números do COVID, e essas denúncias são para que essa providências sejam colocadas em prática, já que o prefeito é inoperante e abandonou o município.

Há rumores ainda, que se o prefeito não abrir em 15 dias essa UPA, será possível entrar com pedido de afastamento dele do cargo.

CCJ garante andamento de projetos de lei em reunião por webconferência

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, presidida pelo deputado Kleber Rodrigues (PL), reuniu-se nesta sexta-feira (24) para apreciar projetos de lei dos parlamentares.

Sob relatoria do deputado George Soares (PL), o projeto de autoria da deputada Isolda Dantas (PT), que cria o Dossiê Mulher Potiguar, foi aprovado pelos membros com duas modificações do texto, propostas pelo relator.

George Soares também foi relator do projeto do deputado Hermano Morais (PSB), que suspende os prazos relativos aos concursos públicos no RN em razão da Covid-19 enquanto durar o estado de calamidade. “Essas pessoas que estão na expectativa de ser chamadas poderão perder a vaga devido ao vencimento do prazo do concurso, por isso a preocupação em preservar o direito delas”, justificou o deputado Hermano.

Sobre o assunto, o deputado Coronel Azevedo (PSC) se mostrou preocupado se a suspensão prejudicaria a convocação de concursados da saúde, que estaria acontecendo neste período de pandemia, por isso sugeriu uma emenda ao projeto que protegesse isso. A emenda foi aceita pela comissão e pelo autor do projeto e a proposição foi aprovada.

Os projetos que estava sob responsabilidade da deputada Cristiane Dantas (SDD) para relatar foram: um da deputada Eudiane Macedo (Republicanos), que cria o aplicativo (app) SOS Mulher no âmbito RN, com objetivo de receber denúncias de violência contra a mulher, que foi aprovado; e o outro do deputado Kelps Lima (SDD), sobre a inclusão do álcool em gel na lista de produtos da cesta básica enquanto durar o decreto de calamidade pública, indicado com uma modificação no texto e a supressão de um artigo, mas também aprovado.

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Número de empresas com home office deve crescer 30% após pandemia

O modelo de trabalho no mundo ou Brasil será impactado pela pandemia de covid-19 e o número de empresas que pretendem adotar o home office após a crise do novo coronavírus deve crescer 30%. A avaliação é do diretor executivo da Infobase e coordenador do MBA em marketing, inteligência de negócios digitais da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, que realizou o estudo Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e os Novos Negócios.

O levantamento levou em conta as respostas de tomadores de decisão e gestores de 100 empresas. “Nosso entendimento é que, logo após a abertura, algumas empresas ainda vão precisar manter o home office por uma questão da recomendação de distanciamento social, não do isolamento social como a gente vive hoje, mas, quando as empresas voltarem, vão voltar com áreas de refeitório fechadas, com demanda de espaço entre os funcionários que vai impedir que todo mundo volte ao mesmo tempo”, disse Miceli.

“Na sequência, quando tudo estiver aberto e pronto para voltar a ser, em tese, o que era antes, é que a gente espera esse aumento de 30% nas empresas brasileiras, fazendo pelo menos um dia de home office depois que a pandemia acabar”, acrescentou.

Miceli avalia que a pandemia acelerou a tendência do home office e acabou obrigando que ele funcionasse. “Muitas empresas não testavam. Algumas testavam, mas ficavam com aquela sensação de que não funciona, só que agora precisou funcionar. É claro que nem todas as áreas podem funcionar dessa maneira, é claro que nem toda empresa pode funcionar integralmente assim, mas é um modelo que agora foi posto à prova de uma forma que não havia sido antes”.

De acordo com o estudo, é fundamental que os líderes de negócios entendam que a tecnologia é, cada vez mais, um ativo humano. “Durante muito tempo, a tecnologia estava associada à desumanização, a criar distância entre as pessoas, as pessoas pararam de se olhar e passaram só a digitar umas com as outras, passaram a conversar menos, que tem mil amigos no Facebook mas nenhum amigo na vida real”, explicou.

“Nesse momento de isolamento, a gente tem visto que a tecnologia é uma grande ferramenta de humanização quando a gente precisa que ela seja usada dessa forma. A sociedade está aprendendo a ressignificar o uso que dá para a tecnologia”, disse.

Miceli citou as chamadas lives – aparições ao vivo nas redes sociais – e encontros online não só de equipes de trabalho, mas de amigos e familiares por meio de sites e aplicativos. “Esse comportamento de aproximação e de manutenção dos vínculos sociais, é um comportamento que humaniza. E vai na contramão daquela percepção que muito se dizia até então de que a tecnologia afastou as pessoas”.

JN exibe suposta troca de mensagens de Moro com Bolsonaro

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro apresentou na noite desta sexta-feira, ao Jornal Nacional, da TV Globo, cópias de mensagens em que o presidente Jair Bolsonaro tratava da troca do então diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

No diálogo apresentado por Moro, Bolsonaro envia o link de uma reportagem que diz: “PF na cola de 10 a 12 deputados bolsonaristas”. Abaixo, o presidente escreveu: “Mais um motivo para a troca”, em referência à substituição do diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, com a qual Moro não concordava.

Moro respondeu explicando que a investigação não havia sido pedida por Valeixo, e sim pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e prometeu falar com o presidente sobre o caso em um encontro presencial, ocorrido ontem.

Moro também enviou ao Jornal Nacional uma cópia de troca de mensagens com a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), aliada do presidente. No diálogo, ela pede que Moro aceite Alexandre Ramagem, atual chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), como novo diretor-geral da PF.

Zambelli sugere que Moro poderia ser indicado para uma vaga no STF em setembro, se aceitasse a indicação de Ramagem. “Eu me comprometo a ajudar, a fazer JB [Jair Bolsonaro] prometer”, escreveu a deputada ao então ministro da Justiça.

Ainda de acordo com as cópias das mensagens apresentadas por Moro, ele então respondeu: “Não estou à venda”. E complementou: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando lá”.

A deputada não respondeu aos questionamentos do Jornal Nacional, Procurada pelo Valor, também não comentou o assunto até a publicação desta nota. O Palácio do Planalto informou que também não comentará.

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