À espera de Moro manifestantes deixam clima tenso em frente à PF em Curitiba

Manifestantes pró e contra o ex-ministro, Sergio Moro, dividem o mesmo espaço em frente à sede da PF (Polícia Federal), em Curitiba e deixam o clima tenso no local.

Desde as primeiras horas da manhã deste sábado (2), apoiadores do ex-ministro e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, manifestam com carros de som, bandeiras e palavras de ordem.

O local teve reforço na segurança pela PMPR (Polícia Militar do Paraná) e o clima é tenso entre os manifestantes.

CINEGRAFISTA É AGREDIDO POR MANIFESTANTE

Há muitos jornalistas no local aguardando a chegada da ex-ministro. Um dos manifestantes (não se sabe se pró ou contra Moro) chegou a agredir um cinegrafista da RIC TV (afiliada da Record no Paraná).

O cinegrafista Robson Silva, da RICTV, explica que sem o cordão de isolamento o manifestante o agrediu achando que era funcionário da TV Globo. “O cara veio pra cima falando que eu era da Globo tal, Globo lixo, acho que ele achou que estava ao vivo, mas não estava sabe. Aí ele veio pra sima pra derrubar a câmera, tentou empurrar a câmera, eu segurei, daí a polícia chegou e tirou ele daqui, porque não tinha cordão de isolamento, sabe?”, desabafou o cinegrafista.

Depois da confusão a PM fez o isolamento dos manifestantes no local.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, está sendo aguardo na sede da PF (Polícia Federal), em Curitiba, para prestar depoimento no inquérito que investiga as acusações feitas por Moro, contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Assú receberá quase 7 milhões do Governo Federal para combate do COVID-19 e até agora ninguém sabe onde esse dinheiro vai ser aplicado


O Governo Federal está fazendo sua parte, destinar recursos extras para ações de combate ao COVID-19 em todo o país, e caberá a cada gestor aplicar corretamente esses recursos, por isso, a população do Assú deve ficar atenta, pois no total, a terra dos poetas receberá quase 7 milhões de reais.

O município já recebeu 700 mil, e está para receber os 6 milhões e 193 mil reais restantes, que deverão ser usados para aquisição de materiais e insumos, abertura de leitos, além do custeio de profissionais de saúde, ações e procedimentos, de acordo com a necessidade local, para enfrentamento específico ao coronavírus.

Mas até hoje, o prefeito Gustavo Soares, culpa a governadora Fátima pela falta de testes, culpa a oposição por não UTI, ou seja, coloca culpa até no vento, mas foge das explicações que são de sua responsabilidade. Pois agora, com todos esses recursos, vai ser difícil até seus aliados entenderem porque ele não promove ações mais eficazes e melhorias nos serviços de saúde pra população de baixa renda.

A população precisa urgente, mobilizar o Ministério Público e exigir transparência na aplicação dos recursos, quem sabe até fazer um TAC, se comprometendo a fazer o que a população precisa, pois só assim, veremos o dinheiro ser aplicado de fato pra população.

Futuro presidente do TSE já admite adiar eleições: “em poucas semanas ou no máximo em dezembro”

O ministro Luís Roberto Barroso, futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou nesta sexta-feira (1º) que há um “risco real” de que as eleições municipais de outubro, para escolha de novos prefeitos e vereadores, sejam adiadas em razão da pandemia do novo coronavírus. Segundo Barroso, se não houver condições para realizar as eleições em outubro, o pleito, na avaliação dele, teria de ser feito “em poucas semanas, ou no máximo em dezembro, para não haver risco de se ter que prorrogar mandatos”.

Barroso se disse ainda contrário à hipótese de se fazer a eleição municipal junto com a eleição nacional, em 2022, o que exigiria a prorrogação por dois anos dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores. “Sou totalmente contra essa possibilidade. A democracia é feita de eleições periódicas e alternância no poder”, afirmou. “Os prefeitos e vereadores que estão em exercício neste momento foram eleitos para quatro anos.”

“Por minha vontade, nada seria modificado porque as eleições são um rito vital para a democracia. Portanto, o ideal seria nós podermos realizar as eleições. Porém, há um risco real, e, a esta altura, indisfarçável, de que se possa vir a ter que adiá-las”, afirmou o ministro em transmissão ao vivo em uma rede social promovida pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

FONTE: G1 https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2020/noticia/2020/05/01/futuro-presidente-do-tse-ministro-roberto-barroso-ve-risco-real-de-adiamento-das-eleicoes-deste-ano.ghtml

Senado tenta votar hoje proposta de auxílio a estados e municípios

O plenário do Senado analisa neste sábado (2), em sessão deliberativa remota, texto alternativo à proposta de ajuda a estados e municípios. O Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus negociado entre parlamentares e a equipe econômica do governo estabelece repasse menor que a proposta já aprovada pela Câmara. Serão até R$ 60 bilhões, em quatro parcelas, para que governadores e prefeitos tomem medidas nas áreas de saúde e assistência social para a contenção da covid-19.

Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), autor da proposta, os senadores poderão apresentar emendas ao relatório até as 10h deste sábado (2). O congressista apresentará parecer definitivo às 15h e a apreciação da proposta está marcada para as 16h. Esse é o único item da pauta de votação.

Proposta

Para receberem o auxílio, estados e municípios não poderão reajustar salários de servidores públicos até 31 de dezembro de 2021. Também será proibido “conceder a qualquer título, vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de membros de Poder ou de órgão, de servidores e empregados públicos e militares, exceto quando derivado de sentença judicial transitada em julgado ou de determinação legal anterior à calamidade pública”.

A proibição também envolve criação de cargos, empregos e funções, bem como a alteração de estruturas de carreira, que impliquem aumento de despesas. A admissão de pessoal só será possível em “reposição de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa” ou quando houver vacância em cargos efetivos ou vitalícios.

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