ALRN entrega 10 mil litros de álcool 70% ao Hospital de Campanha de Natal no combate ao coronavírus

As ações da @assembleiarn na prevenção e combate ao #coronavírus no Rio Grande do Norte continuam. Hoje, 12 de junho, a equipe da ALRN entrega parte da doação de #álcool 70% e EPIs aos profissionais da rede pública de saúde da capital, Natal.
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O Hospital de Campanha de Natal recebe 10 mil litros de álcool 70%
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Em todo o #RN, a doação da #ALRN será de:
📌 141 mil litros de álcool;
📌 25 mil máscaras;
📌 aporte financeiro UTIs do Hospital da PM
Total: R$ 2.100.000,00
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#combate #prevenção #doação #coronavirus #covid19 #natal #rn

GASTANÇA EM 05 MESES: Prefeito de Carnaubais gastou mais de R$ 1 milhão com coleta de lixo

Toni Martins - Todo Mundo lê!: Dr. Thiago destaca ações de sua ...

O prefeito do município de Carnaubais, Thiago Meira, tem muita habilidade em fazer farra com o dinheiro público, especialmente para agradar os que estão debaixo de “suas asas”.

Thiago Meira em sua história como prefeito, já fez muitas nomeações e contratos temporários com os seus familiares, incluindo tias, primos, irmãos, sogra e além disso, desafiando o ministério público que proíbe esses tipos de conduta. Mas o prefeito não teme nada, e em meio a pandemia, vai gastar mais de 1 milhão de reais com a ASSOCIACAO DOS CATADORES DE MATERIAIS REUT., REC., REJEITOS E ASG – CIDADE LIMPA CARNAUBAIS/RN.

De Janeiro a Maio de 2020, o prefeito já pagou mais de 1 milhão, está sendo conhecido pela cidade, como prefeito que abre os bolsos e de fato, está fazendo uma prática antiga, que é a “farra dos lixos”, e se continuar nesse caminho, no final do ano Thiago vai gastar quase 3 milhões de reais.

Como dizia o ditado, dinheiro bom, é dinheiro dos outros. Thiago Meira, sem zelo pela cidade e muito menos pela saúde do povo de Carnaubais, pois os casos já dobraram na cidade, e o prefeito não toma medidas duras para tratar os doentes e evitar a propagação do Covid-19.

Veja o documento aqui

Método defendido pelo governo deixa de fora de boletim 44% das mortes por Covid-19

Com 19 mortes em apenas um dia, DF bate recorde de óbitos por ...

Ao menos 44% das mortes por coronavírus não entrariam no boletim diário caso o Ministério da Saúde mudasse a metodologia para informar o número de novos óbitos a cada dia.

Na semana passada, a pasta anunciou que pretende mudar o modo de divulgar os dados, informando como novas mortes o número de pessoas que efetivamente morreram nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, o ministério utiliza como parâmetro a data de notificação, padrão adotado na maioria dos países.

Dizer que morreram 1.185 pessoas na quarta (10), significa, portanto, que 1.185 novas mortes foram notificadas pelas secretarias de Saúde naquele dia, ainda que parte delas tenha ocorrido em datas anteriores.

Estimativa feita pela Folha com base em registros do Sistema de Vigilância da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) mostra que, em 44% das mortes por Covid-19 registradas até o último dia 24, o resultado do exame diagnóstico só ficou pronto depois que o óbito havia acontecido.

São mortes que, portanto, não entrariam no balanço do Ministério da Saúde.

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STF começa a julgar hoje ação que pode anular condenações de políticos

Com decisão sobre 2ª instância, STF impõe nova derrota à Lava Jato ...

Começa hoje, no plenário virtual do Supremo, o julgamento de uma ação que pode anular pelo menos 10 condenações impostas pelas turmas da Corte a deputados e senadores desde 2014.

A ação foi apresentada pela Câmara e questiona mudança feita naquele ano no Regimento Interno do STF que transferiu do plenário para as duas turmas (formada por cinco ministros cada), julgamentos de ações penais contra parlamentares. O objetivo foi acelerar o andamento dos processos.

Ficaram no plenário (composto por todos os 11 ministros), somente os processos criminais contra os presidentes da Câmara e do Senado.

Desde então, a Primeira e a Segunda Turma já proferiram uma dezena de condenações — no período, por exemplo, foram apenados Paulo Maluf, do PP; Paulinho da Força, Solidariedade; Aníbal Gomes, do DEM; entre outros.

Na ação, a Câmara alegou que a atual regra do regimento promove uma distinção inconstitucional entre parlamentares.

Por isso, pediu não apenas que todos voltem a ser julgados no plenário, mas também a anulação das condenações impostas a deputados e senadores pelas turmas desde a entrada em vigor da regra, editada em junho de 2014.

Ironicamente, o presidente da Câmara à época e autor da ação é Henrique Eduardo Alves. Em 2018, ele foi condenado junto com Eduardo Cunha, outro ex-presidente da Casa.

Mas a sentença veio da primeira instância da Justiça Federal em Brasília, uma vez que os dois já não tinham mandato e foro privilegiado.

Eles foram condenados por corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro por recebimento de propina na liberação de recursos do FGTS. A decisão do STF, portanto, não valerá para eles.

O julgamento da ação da Câmara será virtual — cada ministro terá uma semana para votar, de forma remota. O resultado será conhecido até a próxima sexta (19). O relator é Gilmar Mendes.

O Antagonista

Marielle: preso em casa de R$ 1,9 mi, bombeiro será investigado por lavagem

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, 44, preso na manhã de hoje por suspeita de ter ajudado a ocultar armas de um dos acusados de matar Marielle Franco, em março de 2018, mora em um condomínio de luxo do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com policiais que cumpriram o mandado de prisão, a casa de luxo possui três andares e seria avaliada em R$ 1,9 milhão —a defesa do suspeito diz que o imóvel é alugado por ele. O bombeiro possui uma BMW X6 na garagem, no valor de R$ 170 mil. O alto padrão de vida do suspeito é mais um elemento na investigação conduzida pela Polícia Civil —ele será investigado pelo crime de lavagem de dinheiro.

Investigadores apontam que ele teria sido o responsável por esconder por uma noite armas pertencentes ao sargento da reserva da PM Ronnie Lessa —acusado de ser o autor dos disparos que mataram Marielle—, antes de um de seus comparsas descartá-las no mar para evitar a apreensão. De uma dessas armas, podem ter partido os disparos que mataram a vereadora e o motorista Anderson Gomes.

Segundo investigação, Ronnie e Maxwell seriam próximos há ao menos sete anos. Os laços entre os dois ficam claros por uma ocorrência policial de 2017: na ocasião, Lessa foi atingido por um disparo no pescoço em uma tentativa de assalto. Ao seu lado, estava o bombeiro, que ingressou no Grupamento de Busca e Salvamento da Barra Tijuca em 1998.

Alessandro Carvalho Neves, identificado como autor do crime, teria abordado a dupla em uma moto, perto de um quiosque da Barra da Tijuca, e anunciado o assalto. Lessa se desequilibrou por usar uma prótese na perna esquerda e caiu no chão. Maxwell, que iria almoçar com Lessa naquele dia, reagiu com tiros.

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