DEPUTADO FROUXO: George Soares corre do confronto com Lucianny Guerra sobre saúde de Assú


A população do Vale do Açu tem visto cada situação nessa gestão do fantoche de prefeito, Gustavo Soares, que é comandada pelo deputado George Soares e seu pai, Ronaldo Soares, que é de causar dó.

A última cena “cômica” foi protagonizada num programa de rádio, com o deputado George Soares, que de forma desrespeitosa e covarde, debochou dos questionamentos da ex secretária de saúde do Assú, Lucianny Guerra, e se recusou a “perder tempo” em responder as perguntas.

Mas a recusa em responder as perguntas, é porque ele não tem o que dizer, o que explicar a população do Assú, que ele e seu irmão fazem a politicagem sebosa com os recursos públicos, não investem em saúde, e gostam mesmo, é de ver assuenses em corredores de hospitais, se humilhando por “uma” caridade do mandato dele, e assim, ele pode brincar de Deus e usar seus privilégios de deputado para passar alguém na frente da fila do SUS, e barganhar isso pelo voto.

As três perguntas foram:

Porque Assú não criou um protocolo próprio com os excelentes médicos efetivos de Assú, e adquiriu o esquema de tratamento( medicamentos) para a fase inicial, fase inflamatória e desta forma não chegar na fase aguda?
Se os exames tem um custo tão barato, porque o Município de Assú não adquiriu os exames pra fazer uma testagem em massa, principalmente no centro da cidade e também não testam as famílias com paciente suspeito. Ex. Ipanguaçu comprou, Natal, Mossoró e Macau. Assú tá pior do que Tartaruga.
Quantas tomografias o Município está disponibilizando para os pacientes com complicação pulmonar devido ao covid 19 o prefeito teve de imediato o exame e a população como fica?

A verdade na gestão dos Soares, é que eles não se importam com vidas e nem se morrem, o que eles querem é barganhar cargos de políticos para garantir a boa vida e o luxo de seus familiares, irmãos, madrasta, cunhadas, e por aí vai.

E é bom destacar, que pra quem conhece o deputado George Soares, sabe de toda sua aversão a mulheres com perfil de comando, é do instinto dele que aprendeu com seu pai, de não dar vez e nem voz a mulheres, por isso, nunca permitiram que Rizza Montenegro, que é sua mãe e ex esposa do pai, realizasse o sonho de vida dela, que é disputar a Prefeitura do Assú.

Com esse perfil medíocre e vergonhoso, o deputado George Soares, tenta desqualificar perguntas pertinentes de Lucianny Guerra, que nos últimos meses, tem comandado ao lado do ex prefeito Ivan Júnior, a oposição séria na cidade, com questionamentos fortes sobre o porquê da falta de investimentos na saúde, e pelo alto índice de casos do COVID-19.

O parlamentar tenta ainda, através de seus lambaios, denegrir a imagem de Lucianny, que ganhou o respeito do povo, e tem contribuído para aumentar ainda mais, a rejeição da gestão do prefeito Gustavo Soares perante a opinião pública na cidade.

Fiocruz capacita profissionais sobre o novo coronavírus

Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está com as inscrições abertas para o curso Covid-19: manejo da infecção causada pelo novo coronavírus. Oferecido na modalidade a distância, o curso, que já conta com mais de 40 mil inscritos, é gratuito e aberto a todos os profissionais envolvidos na linha de frente do atendimento da covid-19.

As inscrições estão abertas no site do Campus Virtual Fiocruz. “Atuamos sempre com o compromisso de salvar vidas e fortalecer o SUS, para que tenhamos a capacidade de enfrentar esse e outros desafios relacionados à saúde da população brasileira”, afirmou, em nota, a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação, Cristiani Vieira Machado.

Segundo a Fiocruz, em um cenário com mudanças frequentes no conhecimento sobre o novo coronavírus, a capacitação é uma ferramenta importante na formação dos trabalhadores para a sua prática nos serviços de saúde. “Esse é um diferencial importante do curso, que é ser elaborado junto a pesquisadores e gestores diretamente envolvidos nas ações de vigilância e assistência e que estão considerando o atual cenário”, disse a coordenadora-geral do curso e do Campus Virtual Fiocruz, Ana Furniel.

Formulado com uma linguagem simples e em formato dinâmico e interativo para facilitar o aprendizado, o conteúdo apresenta estratégias para conter a curva epidêmica da doença. A capacitação é composta de três módulos independentes: um sobre conceitos básicos e dois sobre o manejo clínico da doença.
Saúde mental

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Apoio a democracia chega a 75% e bate recorde em meio a ameaças de Bolsonaro

O apoio do brasileiro à democracia cresceu em meio ao agravamento da crise política do governo Jair Bolsonaro, e atingiu o maior índice da série histórica do Datafolha.

Segundo o instituto, 75% dos entrevistados consideram o regime democrático o mais adequado, enquanto 10% afirmam que a ditadura é aceitável em algumas ocasiões.

Foram ouvidas 2.016 pessoas nos dias 23 e 24, por telefone. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Em dezembro, na mais recente oportunidade em que o Datafolha fez a mesma pergunta, 62% apoiavam a democracia e um número semelhante ao de agora, 12%, a ditadura.

A migração pró-democracia ocorreu entre aqueles para quem tanto faz o regime: o contingente caiu de 22% para 12%.

No período, houve um recrudescimento da crise no Brasil, com enfrentamento direto de Bolsonaro com o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.

Insatisfeito com decisões que o desagradaram, o presidente apoiou atos pedindo o fechamento de outros Poderes e insinuou o uso das Forças Armadas em seu favor.

O apoio atual à democracia é o maior desde 1989, quando o Datafolha começou a aferir o dado.

O maior desapreço ao regime ocorreu em outro ano turbulento, 1992, sete anos após o Brasil deixar a ditadura militar iniciada em 1964.

O país estava em crise econômica e o presidente Fernando Collor enfrentava um processo de impeachment.

Lá, em fevereiro houve o menor apoio à democracia da série, 42%. Em setembro, com Collor afastado do cargo, foi registrado o ápice da sustentação da ditadura, 23%.

O sentimento democrático cresce com o grau de instrução e com maior renda, passando de 66%, entre quem tem o ensino fundamental, a 91%, entre os com formação superior.

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