DESPEITADO: Deputado George Soares intimida ala do PT de Assú

O deputado boquinha George Soares, que anda despeitado porque seu irmão desistiu de ser candidato a reeleição e com isso vai perder a boquinha da prefeitura, pois quem assumir vai ter que tirar o bubu da boca dele, está se irritando e indignando-se com as opiniões democráticas manifestadas pelos cidadãos da cidade.

Ontem, o cidadão livre filiado ao PT, Vouclene Bezerra, fez uma postagem corajosa em sua rede social com um banner que circula em que o deputado George é definido “como o sem coração”, por querer votar a reforma de qualquer jeito e prejudicar milhares de servidores no estado, e com isso, o deputado que já anda despeitado com tudo e todos e com os nervos a flor da pele com o que vai perder, comentou na postagem e tentou intimidar e amedrontar Volclene.

O coronelzinho George Soares em uma clara demonstração de autoritarismo, o que não é de surpreender, já que os Soares admiram os nazistas, não admite nenhuma opinião diferente da sua, e opta por desmerecer os outros, amedrontando e intimidando as pessoas que não querem aliança com seu grupo, por entender que ele não está fazendo bem a cidade, e com isso, essa ala que votou contra, tornou – se alvo fácil da ira descontrolada do deputado, que só tem no interesse no governo de Fátima, porque emprega seu genro, familiares e amigos mais chegados.

É compreensível todo esse despeito e descontrole de George. Não é fácil para uma criança recém nascida ter seu bubu retirado da boquinha.

Gilmar condena militarização da Saúde: “Exército está se associando a genocídio”

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta criticaram a militarização e a falta de um titular para a pasta durante a pandemia de covid-19, que já matou mais de 71 mil pessoas no país. As críticas foram feitas em debate transmitido pelo site da IstoÉ nesse sábado à noite (11).

Gilmar afirmou que a militarização do ministério é péssima para a imagem das Forças Armadas, que se juntam a um “genocídio” no país. “Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa”, afirmou o ministro do Supremo.

A pasta é conduzida de maneira interina pelo general do Exército Eduardo Pazuello desde 15 de maio, ou seja, há quase dois meses. Bolsonaro sinalizou na última semana que deverá escolher outro nome para o seu lugar. O último ministro da Saúde, Nelson Teich, ficou um mês no cargo, do qual se afastou após divergências com as orientações do presidente Jair Bolsonaro em relação ao combate à covid-19.

Antecessor de Teich, Luiz Henrique Mandetta também condenou a delegação da condução das ações de saúde pelas Forças Armadas. “Não é nem uma interferência no Ministério da Saúde, é uma aniquilação. Uma ocupação militar do Ministério da Saúde”, afirmou.

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Brasil não consegue pôr em prática promessas de testes de coronavírus

“Teste, teste, teste. Teste todo caso suspeito. Se for positivo, isole e descubra de quem ele esteve próximo.” Replicada no início da epidemia, a frase do diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, se viu atropelada pelo desenrolar da Covid-19 no Brasil.

A ampliação da testagem ficou na promessa ou nas promessas, pois não foram poucas.

A principal delas foi a previsão de ofertar 46 milhões de testes até setembro. Seriam 24 milhões de testes moleculares (que verificam a presença de material genético do vírus em amostras das vias respiratórias) e 22 milhões de testes rápidos (que verificam a presença de anticorpos a partir de amostras de sangue).

Até agora, porém, só 12,3 milhões desse testes foram distribuídos aos estados, abaixo do previsto em cronograma inicial do programa Diagnosticar para Cuidar, que apontava 17 milhões até o fim de maio.

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