ELEIÇÕES: Gustavo Soares toma partidos enquanto Ivan Júnior recebe apoio de pessoas

Algumas condutas já são bem conhecidas dos caciques da política em Assú, os “conchaves” orquestrados pelo deputado boquinha George Soares, forçando alianças com partidos, que tratam seus filiados e pré candidatos de maneira antidemocrática, obrigando-os a votar nos candidatos que o partido determina.

O “trio parada dura”, Gustavo, George e o maior “surrupiador” de dinheiro público da história de Assú, Ronaldo Soares, sabem bem como conduzir essas questões, ameaçam a desgastada governadora Fátima, e ela encurralada, vai contra todos os seus princípios, e obriga os líderes estaduais a fazer alianças forçadas, constrangendo os que fazem parte do partido, seja como candidato ou apoiador.

Por outro lado, o candidato a prefeito Ivan Júnior, tem conduzido de forma totalmente contrária aos caciques da cidade, agindo de forma democrática, sem pressão, e por naturalidade ganhando apoio dos candidatos e eleitores, mesmo quando o partido Não o apoia.

Além de ter o apoio de todo o PSB, com exceção dos que foram filiados no apagar das luzes, Ivan ganhou apoio de Lorena e de Júnior do Mendubim, que são do Solidariedade, partido que fez aliança com Gustavo e Fabiele. Fora uma ala do PT que também foi forçado pela governadora e boa parte dos filiados estão com Ivan.

O que parece no fim das contas, é que George quer mostrar que tem partidos aliados, satisfazer o ego dele de coronel, mesmo que isso signifique não ter voto nenhum.

Mês de Setembro é dedicado ao debate sobre a prevenção do suicídio

E por que precisamos falar sobre isso no ambiente de trabalho? A primeira razão é a quebra de tabus e o enfrentamento do problema. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), no mundo, a cada 40 segundos ocorre uma tentativa de suicídio, por isso e´ tão importante e necessário ter um mês inteiro dedicado à essa causa. O suicídio é uma questão de saúde pública e não podemos mais nos calar diante desse assunto tão necessário e preciso.

Os motivos e causas são multifatoriais, e´ uma questão individual e social, e´ um fenômeno complexo e uma única causa não e´ suficiente para explicar esse comportamento suicida, atualmente e´ conhecida a multicausalidadade de fatores, como fatores psicológicos, biológicos, sociais, ambientais e culturais e o trabalho também está´ incluído como uma das causas desses fatores. Falar sobre saúde mental no trabalho ainda e´ um tema tabu para muitas instituições. Porém, o Ministério do Trabalho alerta que esse tema tem que ser abordado e discutido no ambiente de trabalho.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), um ambiente de trabalho negativo pode levar a problemas de saúde física e mental de trabalhadores, além do uso abusivo de drogas e álcool, faltas e perda de produtividade.

Cuidar da sua saúde mental no ambiente de trabalho, principalmente nesse momento pandêmico, e´ perceber que quando vier sentimentos de sobrecarga, autocobranc¸a, estresse, ansiedade e cansaço, e´ necessário se desconectar, desligar, respirar, fazer pausas, descansar, respeitar e acolher seus limites para que você^ encontre o equilíbrio perdido.

O primeiro passo para ajudar ao colega de trabalho ou pessoas próximas a você^ e´ conversar e acolher de maneira gentil e empática. Reserve o tempo que for necessário para isso. Ouça efetivamente! Conseguir esse contato e ouvir e´ por si só´ maior passo para reduzir o nível de desespero desse indivíduo, mostrando que ha´ esperança e possibilidades que as coisas podem mudar para melhor. E´ entender os sentimentos da pessoa, dar mensagens verbal e na~o-verbal de aceitação e respeito, expressar respeito pelas opiniões e valores da pessoa, conversar honestamente e com autenticidade, mostrando preocupação, cuidado e afeição. E depois sugerir e/ou encaminhar para profissionais de saúde especializados, como psiquiatra e psicólogo ou no centro de valorização da vida (@cvvoficial ) ligando no 188.

Caixa inicia pagamento do Auxílio Emergencial Extensão

Fila para entrada em agência da Caixa, em Brasília.

A Caixa inicia hoje (17) o pagamento das parcelas do Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 para mais de 16,3 milhões de pessoas. Ao todo, serão liberados R$ 4,3 bilhões. Os primeiros a receber serão 12,6 milhões de famílias cadastradas no Programa Bolsa Família. O governo ainda não divulgou o calendário de pagamento para os beneficiários que não são cadastrados no Bolsa Família.

Instituído em abril, para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou com parcelas de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas. E a partir de hoje, será pago o auxílio emergencial residual no valor de R$ 300 em até quatro parcelas mensais. O auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas pelo beneficiário.

Bolsa Família

O pagamento do benefício obedece ao calendário habitual do programa Bolsa Família, que segue até 30 de setembro. Os primeiros a receber são os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1.

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Lugar de criança é na escola e criminosos na prisão”, diz Fábio Faria

O estupro de vulnerável consumado aumentou 62% no Rio Grande do Norte no primeiro semestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado.

Proporcionalmente, esse é o maior crescimento entre os estados do Brasil.

O levantamento é do Monitor da Violência e mostra que nos primeiros seis meses do ano esse crime aconteceu 118 vezes no estado contra mulheres – no ano anterior foram 73.

Os dados chamaram a atenção do ministro das Comunicações, Fábio Faria, que vem defendendo publicamente a volta às aulas.

“Lugar de criança é na escola e criminosos na prisão”, destaca Fábio Faria.

A defesa do ministro pelo retorno das aulas faz sentido. Segundo as autoridades de segurança, o aumento da violência pode ter sido impulsionado pelo isolamento social devido à pandemia, já que os principais agressores são parentes de primeiro grau das vítimas, agora com ainda mais contato e maior tempo com as crianças isoladas.

SEM CONSIDERAÇÃO: Prefeito de Ipanguaçu não comparece a convenção de seu primo Batista Bertoldo

O prefeito da cidade de Ipanguaçu, Valderedo Bertoldo, que está andando pela cidade de “cabisbaixo”, por causa que já espera o resultado de uma grande derrota para a chapa de Thales Marinho e Cristiane, não tem tido consideração nem com seu primo, João Batista Bertoldo.

João Batista Bertoldo, que é presidente da Câmara Municipal de Ipanguaçu, e estava até empolgado na campanha de seu primo Valderedo, agora reconhece a falta de consideração do prefeito pelo não comparecimento da convenção do seu partido PSB em Ipanguaçu.

O que se comenta é que os apoiadores do PSB estão bastante chateados com o prefeito e que alguns já estão querendo se achegar ao lado da chapa de Thales e Cristiane. Valderedo Bertoldo já é conhecido por exercer a conduta da “falta de consideração” com diversos aliados, e isso vai ter respostas nas urnas em que o povo vai ter sua liberdade de escolher o melhor para a cidade.

Corte Especial recebe denúncia contra desembargador acusado de vender decisão por R$ 50 mil

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu nesta quarta-feira (16), por maioria, a denúncia contra um desembargador estadual acusado de receber R$ 50 mil para conceder habeas corpus a um preso durante o plantão judiciário.

Por unanimidade, o colegiado manteve o afastamento do magistrado de suas funções até o encerramento da instrução criminal. Além disso, ele está proibido de acessar as dependências do tribunal e de manter contato com qualquer um de seus servidores e com os demais denunciados na ação penal.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), um ex-assessor do magistrado intermediou a negociação e o pagamento pela decisão favorável ao preso. Ainda segundo o MPF, o habeas corpus foi concedido de forma atípica, destoando da jurisprudência do tribunal estadual.

A denúncia está lastreada em gravação de conversas ambientais que mencionam a negociação, de forma fortuita, além da quebra de sigilo de dados telefônicos que demonstram intensidade da comunicação entre os denunciados; informações financeiras e mensagens de texto.

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Socorro a estados e municípios teve distribuição desigual e sem relação com pandemia

O programa de socorro a estados e municípios para enfrentamento da pandemia apresentou resultados desiguais entre esses entes da Federação. Enquanto algumas administrações receberam recursos mesmo sem ter tido perda de arrecadação, outras não receberam dinheiro suficiente para compensar a queda nas receitas.

Esse foi o caso de oito estados, incluindo os quatro do Sudeste, e três capitais.

Além disso, a distribuição de recursos não teve ligação com as necessidades desses locais para enfrentar a pandemia, quando se considera a relação entre transferências e locais com maior número de mortes por habitante.

As conclusões são parte de uma nota técnica da Rede de Pesquisa Solidária, que reúne pesquisadores de instituições públicas e privadas, como a Universidade de São Paulo, o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e a Fundação Getúlio Vargas, com base nos Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária para o 1º semestre de 2019 e de 2020. Os dados foram atualizados pela inflação do período.

Projeto de lei complementar aprovado em maio deste ano criou o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, que destinou o valor fixo de R$ 60 bilhões da União para estados e municípios de forma a compensar perdas de arrecadação, em quatro parcelas, pagas de junho a setembro. A divisão da maior parte do dinheiro foi vinculada ao tamanho da população.

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ALIANÇA SEM FUTURO: George Soares ganhou PSB do Assú mas não levou os votos

Na política, as alianças geralmente representam um bom negócio, pois se leva o partido e seus votos, mas em Assú, o tão “sabido” deputado boquinha George Soares, deu um tiro que saiu pela culatra, ganhou o PSB municipal, mas não levou os votos.

O deputado Rafael Motta além de não residir em Assú, fato que garantiria pelo menos um voto na chapa Gustavo e Fabiele, não conseguiu que seus filiados na legenda municipal acompanhassem essa decisão antidemocrática e arbitrária.

Os filiados já tinham um compromisso em favor do Assú, em que o ex prefeito Ivan Júnior tem a preferência, e mesma com essa decisão do deputado Rafael Motta, que foi contra todos os filiados, eles permaneceram firmes e garantiram o registro em ata, de que poderão transitar livremente em caminhadas e comício ao lado do ex prefeito.

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