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Governo bate martelo para entrada de Forças Armadas em vacinação contra a Covid-19

O governo decidiu neste sábado avançar com o plano de usar militares das Forças Armadas na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. O assunto foi tratado em reunião neste sábado com os ministros Braga Netto (Defesa) e Marcelo Queiroga (Saúde). Especialistas apontam, no entanto, que o gargalo para acelerar a campanha de vacinação é a falta de doses e que qualquer participação deve ser de apoio e não moralizadora.

A expectativa é que um anúncio oficial seja feito ainda neste sábado. Na semana passada, Bolsonaro já havia afirmado, em conversa com apoiadores, que estudava acionar batalhões para participar da operação. A ideia seria aumentar o ritmo de aplicação em um momento que se espera ampliar o número de doses no país.

Neste sábado, em visita a uma comunidade no Distrito Federal e ao lado de Braga Netto, o presidente voltou a falar no assunto:

— As Forças Armadas estão dispostas a colaborar na vacinação — disse Bolsonaro, em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Na semana passada, Queiroga afirmou que o plano do Ministério da Saúde é garantir a aplicação de 1 milhão de doses por dia. Especialistas apontam que a meta é factível, mas tem pontos de incerteza. O principal ponto é garantir que as vacinas cheguem nas datas previstas, o que não tem ocorrido.

Caso o cronograma mais recente seja cumprido, em abril o Brasil passa a ter em estoque mais vacinas do que o necessário para manter esse ritmo de vacinação. Em outubro, já terão sido adquiridas doses para vacinar a população inteira. E, com 1 milhão de aplicações por dia, 75% da população será vacinada neste ano.

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Fiocruz recebe mais 225 litros de IFA e garante produção de vacinas até maio

Fiocruz recebe insumos e garante produção até maio Foto: Fotoarena / Agência O Globo

A Fiocruz recebeu nesta sexta-feira mais 225 litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), equivalente a 5,3 milhões de doses. Com mais este lote, há IFA suficiente para garantir a produção de vacinas contra Covid-19 até maio.

A Fiocruz recebeu, nos últimos dias, IFA equivalente a 23,5 milhões de doses. Somadas às 11 milhões de doses já produzidas e que estão em processo de controle de qualidade, a Fiocruz garante 35 milhões de doses a serem entregues ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Até o momento, a Fiocruz entregou ao Ministério da Saúde 8,1 milhões de doses da vacina Covid-19, sendo 4 milhões de doses importadas da Índia e 4,1 milhões produzidos até esta sexta-feira (2/4). As entregas ao Ministério da Saúde somarão 100,4 milhões de doses até julho.

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Cidade da Grande Natal vive nova noite de terror e seis pessoas são mortas a tiros

Macaíba vive nova noite de terror e seis pessoas são mortas a tiros — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A cidade de Macaíba, na Grande Natal, viveu mais uma noite de terror na última sexta-feira (2). Seis pessoas foram mortas a tiros e outras duas ficaram feridas em um intervalo de pouco mais de meia hora. Para a Polícia Civil, os crimes podem ter relação com o tráfico de drogas e a motivação pode ser uma disputa por espaço entre facções criminosas rivais.

As primeiras vítimas foram dois feirantes que faziam a montagem das bancas da feira livre, entre a Rua da Conceição e a Praça Augusto Severo, no Centro. O adolescente Saulo Emanoel de Lima Romeiro tinha apenas 16 anos e morreu com tiros na cabeça. A outra vítima estava sem documentos e, segundo familiares, seria Giovane dos Santos.

Mais duas mortes aconteceram no bairro Campo das Mangueiras. Três jovens foram baleados em um percurso de 500 metros. Ítalo Felipe Tenório da Silva, de 20 anos, morreu no local. Ransmiller Carlos de Araújo Ponte, da mesma idade, tentou entrar em casa, mas os criminosos arrombaram o portão e atiraram na cabeça do rapaz. Na mesma região, Lucas Gabriel de Souza, 23 anos, que trabalhava como polidor de carros, também foi atingido, chegou a ser socorrido, mas morreu na UPA de Macaíba.

A sexta vítima foi morta a tiros no Loteamento Esperança. O crime aconteceu na Rua Pernambuco. Romário Varela Tinoco, 26 anos, morreu após ser atingido com tiros em várias partes do corpo.

Outras duas pessoas foram baleadas e sobreviveram aos atentados. Populares tiveram medo de revelar à polícia como os assassinos chegaram aos locais e dar mais detalhes sobre os crimes. A polícia encontrou indícios de disparos de pistola em um dos casos, e de revólveres nos demais. O delegado Marcus Vinícius, da Delegacia de Homicídios, vê características semelhantes entre os crimes em série.

No último dia 26, Macaíba já havia registrado uma noite violenta, com crimes praticamente no mesmo horário e o registro da morte de três pessoas.

Com informações G1

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