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Prefeito Gustavo Soares inaugura obra com recurso federal e não cita Bolsonaro e nem luta do MDB

A cara de pau da dupla, Gustavo Soares e o deputado George Soares, estão piorando a cada dia, inauguraram uma praça de esportes radicais em Assú, e sequer colocaram o nome do presidente Jair Bolsonaro, já que foi construída com recursos federais, solicitadas pelo ex senador Garibaldi Filho, que atendeu um pedido do MDB local.

George e Gustavo com raiva por causa do racha em 2020, alimentam ódio contra o MDB e de quebra ainda desrespeita a ordem que toda obra com recurso federal, deve conter o nome do presidente na placa.

Além disso, fazem uma manobra de “sem vergonha” com intuito de enganar o povo, colocando na placa o nome da Vice e da Secretária de infraestrutura, que na época sequer exerciam alguma atividade que tivesse ajudado de alguma forma, a construção da praça.

Só faltou no circo montado, colocarem o nome do deputado George, que não colocou um real na obra, mas aparece no mega evento para bater retrato e jogar na mídia como se tivesse feito algo, mas que o povo sabe que não fez, já que a emenda era de âmbito federal.

Nas redes sociais, a oligarquia Soares, não cita Bolsonaro e nem quem ajudou na obtenção dos recursos, e que gerou um mal estar, principalmente com os aliados do presidente no estado, que consideram o ato desrespeitoso, e cheio de mentiras.

Lula é o maior cabo eleitoral de Bolsonaro

Silêncio de Lula sobre suposto caso de propina no governo vira meme |  Poder360

O ato lulista contra Jair Bolsonaro foi a metade do anterior.

Em 19 de junho, segundo a PM, havia 9 mil manifestantes na avenida Paulista; neste sábado, 5.500.

A PM é bolsonarista, e o número deve ter sido bem maior, tanto no primeiro ato quanto no segundo. O que realmente importa, porém, é que o ex-presidiário, sozinho, nunca vai derrubar o sociopata. Em primeiro lugar, porque ele não quer. Em segundo lugar, porque ele é tão rejeitado quanto o outro.

Lula é o maior cabo eleitoral de Jair Bolsonaro. Ele afasta as pessoas das ruas.

O antagonista

Em protesto, Dirceu diz que discurso anticorrupção de Bolsonaro “é uma farsa”

O ex-ministro José Dirceu (PT) foi ao protesto realizado contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste sábado (3.jul.2021) em Brasília. Dirceu disse que Bolsonaro deve ser investigado pelas suspeitas de corrupção na compra de vacinas contra a covid-19 e que o discurso anticorrupção do governo é “uma farsa”.

“É uma farsa. Todos os mandatos dele e dos filhos são de rachadinha. Eles não explicam o patrimônio deles. Ainda tem o assassinato da Marielle e do Anderson, as relações com as milícias, o laranjal na campanha, as fake news financiadas ilegalmente por caixa 2 de empresas e agora é preciso investigar -tem a presunção de inocência e o devido processo legal na CPI e depois na Justiça -, mas os indícios, as denúncias precisam ser investigadas”, afirmou Dirceu, em entrevista ao Poder360.

O petista também falou sobre a aliança de Bolsonaro com Centrão. Disse que a estratégia, criticada pelo presidente na campanha de 2018, fez o governo perder muitos aliados e acabar no “mesmo de sempre”“Isso de que o governo não tem corrupção, eles mesmos sabem que não é verdade. O bolsonarismo sofreu grandes dissidências por causa da aliança com o Centrão, por causa do mesmo de sempre.”

Uma das principais figuras do escândalo do Mensalão, Dirceu também cobrou investigações sobre a postura do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato. Afirmou que a corrupção é um “problema grave do país”, que existe há décadas e só vai acabar se o Brasil fizer uma reforma política e “mudar o caráter do controle do Estado”“A corrupção é um problema grave do país, não digo que não é”, afirmou.

O ex-ministro também disse, contudo, que o maior erro do governo Bolsonaro na gestão na pandemia de covid-19 não estava no suposto esquema de corrupção investigado pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, mas na decisão de retardar a compra do imunizante e no negacionismo da pandemia.

“Na verdade, ele queria imunizar com a contaminação de toda a população. Podiam morrer 1,5 milhão ou 2 milhões de brasileiros. A partir daí, ele negou a vacina e o isolamento. E ele fez pior para a economia. Se tivesse reconhecido o isolamento e assumido a vacina, a economia teria se recuperado muito antes. Felizmente o Congresso aprovou o auxílio emergencial, o Pronampe e o BEm, que evitaram o pior”, afirmou.

MANIFESTAÇÃO

A presença de José Dirceu no ato deste sábado (3.jul.2021) foi comemorada por vários manifestantes que ocuparam a Esplanada dos Ministérios. Ele vestia uma camisa da Geração 68, em alusão ao movimento estudantil que lutou contra a ditadura militar. Em entrevista ao Poder360, disse que é a 2ª vez que vai às ruas contra Bolsonaro em 2021.

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Indicador que mede incerteza com a economia volta a subir em junho

O IIE-Br (Indicador de Incerteza da Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) subiu 2,4 pontos em junho, para 122,3 pontos, depois de duas quedas seguidas em abril e maio. Entre os motivos para o aumento da incerteza estão a pandemia, a crise hídrica, discussões da reforma tributária no Congresso e o risco político resultante de possíveis desdobramentos da CPI da Covid. Eis a análise da FGV (279 KB).

De acordo com a economista e pesquisadora da FGV Anna Gouveia, o nível considerado “adequado” é abaixo de 110 pontos. “O indicador de abril de 2020 chegou a um patamar muito elevado por causa da pandemia e depois houve uma queda. No final de 2020 e início de 2021 desacelerou e teve algumas flutuações. Em junho, voltou a subir. O nível atual é considerado alto e ainda está 7,2 pontos acima do período pré-pandemia”. 

Em março de 2021 o índice subiu 8,3 pontos por causa do aumento do número de casos de covid, e da imposição de bloqueios e fechamento de comércios em várias cidades no Brasil. Em abril e maio o índice teve queda de 7,1 e 9,5 pontos, respectivamente. No entanto, em junho, a incerteza voltou a subir.

Segundo Anna Gouveia, a campanha de vacinação ainda está lenta, com resultados aquém do esperado. Além disso, a crise hídrica também contribuiu para o aumento da incerteza em junho.

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