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Fátima Bezerra se distancia do PL de João Maia e pode anunciar rompimento para acomodar MDB

Nos últimos dias a governadora petista, Fátima Bezerra, tem ganhado destaque na mídia por causa de suas alianças políticas, tentando iniciar 2022 com seu projeto politico de reeleição fortalecido.

No tal projeto, a governadora petista não vai conseguir segurar todo mundo debaixo das suas asas, e alguns “aliados” vão acabar se tornando “inimigos” políticos da governadora. De uma coisa sabemos, depois que o presidente Bolsonaro se filiou ao PL de João Maia, a governadora tem ido em buscas de outras alianças para seu projeto, afinal ela sabe que a aliança com João Maia é uma pedra no sapato.

O que se comenta é que as alianças que a governadora fez com o MDB tem suscitado ciúme no PL, atingindo diretamente o deputado federal João Maia, o deputado estadual George, a senadora Zenaide e seu esposo, Jaime Calado.

Alguns especialistas políticos já afirmam que a série de demissões de cargos comissionados do PL pode iniciar a qualquer momento, afinal é preciso liberar espaço pro MDB e pros novos aliados em todo o estado, indicados por Walter e Garibaldi Alves.

Esposa do prefeito de Equador morre em acidente de carro

A primeira-dama do município de Equador, Kessia Cristina, de 34 anos, morreu na tarde desta quinta-feira (6) vítima de um acidente de carro na BR-226, entre os municípios de Serra Caiada e Senador Eloy de Souza.

Kessia foi socorrida ao Hospital Walfredo Gurgel, mas não resistiu. Ela viajava na companhia de mais duas pessoas, que conseguiram sobreviver ao acidente.

A esposa do prefeito Cletson Rivaldo, também atuava na educação como professora na Escola Estadual Dom Manoel Tavares de Araújo em Equador. Familiares ainda não informaram detalhes do velório e do sepultamento do corpo.

Com informações do Blog Gustavo Negreiros

Mineiro esquece “golpe” e defende aliança do PT com ex-adversários

Após retotalização de votos, TRE-RN expede diploma de deputado federal para  Fernando Mineiro | Rio Grande do Norte | G1

O secretário estadual de Gestão de Projetos e Metas e Relações Institucionais, Fernando Mineiro, em entrevista à 98 FM Natal nesta quarta-feira (5), afirmou que é a favor de uma aliança entre PT e MDB para as eleições de 2022 no Rio Grande do Norte. Mineiro disse que também aprova a aproximação que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito com figuras como Geraldo Alckmin (ex-PSDB).

Segundo Mineiro, a construção de uma “ampla aliança” pode ser determinante para a vitória do partido nas eleições, tanto na disputa presidencial quanto na do Governo do Estado. “Sou favorável a que a gente costure a mais ampla aliança nacional, para o Brasil voltar a ser um país que dá orgulho na Presidência, que não nos envergonhe. Acho fundamentais os movimentos que Lula faz. Os estados rebaterão essa movimentação nacional”, afirmou o secretário.

Na opinião do secretário, a eleição de 2022 será acirrada e não se pode descartar alianças. “Tem muita gente de salto alto em relação às eleições de 2022. Se a gente não trouxer para o palanque do Lula e do PT quem foi contra a gente, não vamos ter maioria para ganhar as eleições. Nenhum partido no Brasil tem maioria para ganhar a eleição”, acrescentou.

“Sou favorável que a gente traga (os ex-adversários) em cima de um programa mínimo. Não é trazer só para trazer. Tem que ter mudanças da nossa parte e daqueles que tiveram outra posição. Se a gente não mudar, ganhar o eleitor que votou no Bolsonaro, não vamos ganhar as eleições”, concluiu referindo-se ao MDB, adversário que articulou o impeachment da então presidente Dilma Rousseff. O que será determinante, segundo ele, será o programa político que será apresentado, que vai exigir que ambas as partes cedam.

Com informações do Portal da 98 FM

Congresso tira 50% da verba de Guedes, e pasta vê risco de paralisação das atividades

Calendário eleitoral trava agenda de Guedes para 2022 - Jornal O Globo

O ministro Paulo Guedes (Economia) foi o titular de pasta do governo Jair Bolsonaro (PL) que mais viu verbas encolherem durante a tramitação do Orçamento de 2022.

Para a equipe do Ministério da Economia, a tesourada de R$ 2,5 bilhões feita pelo Congresso pode comprometer atividades já neste primeiro semestre. Agora o time de Guedes tenta encontrar saídas para o problema.

A tesourada é vista por integrantes do próprio governo como uma retaliação do Congresso a Guedes, com quem o Legislativo tem uma relação turbulenta.

Em contraste, ministérios de aliados dos congressistas ou com ações que beneficiam redutos eleitorais —como Cidadania, Desenvolvimento Regional e Infraestrutura— tiveram aumento ou cortes marginais.

O corte na Economia foi de 52% em relação à proposta inicial do governo, caso desconsiderada a verba do Censo Demográfico —gasto extraordinário da Economia blindado por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

Ainda que o levantamento entrasse na conta, no entanto, a pasta continuaria sendo a mais prejudicada, com uma redução de 34%.

O clima na equipe econômica é de insatisfação com o relator-geral do Orçamento, deputado Hugo Leal (PSD-RJ).

Relatos ouvidos pela Folha afirmam que ele “pisou na bola” e que o governo terá de consertar o que são considerados erros enormes. O deputado foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos.

O ministério ainda está fazendo um levantamento detalhado sobre o impacto do corte e a partir de que mês os programas da pasta ficarão prejudicados. O diagnóstico até agora é que as atividades podem ficar comprometidas por falta de recursos já a partir de maio caso nada seja feito.

Com exceção da verba do Censo —destinada ao IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística—, o corte de pouco mais de 50% atingiu todas as unidades orçamentárias do Ministério da Economia.

A Receita Federal, por exemplo, viu os recursos diminuírem de R$ 2,1 bilhões para R$ 1 bilhão, o que afeta diretamente a capacidade do órgão de manter sistemas em funcionamento. O Fisco cuida da arrecadação federal e de uma série de fiscalizações sensíveis para o governo.

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Cidade onde irmão de Bolsonaro é chefe de gabinete do prefeito recebeu verbas do orçamento secreto

Os Bolsonaro. Filmados por Eduardo, Renato e Jair se cumprimentam na apresentação de projeto sobre ponte na região: cidade foi beneficiada com emendas Foto: Carolina Antunes / PR / 03/09/2020

O município de Miracatu (SP), localizado no Vale do Ribeira, a 137 quilômetros da capital paulista, foi beneficiado com o empenho de R$ 35 milhões em verbas da União no apagar das luzes de 2021. A cidade, de 20 mil habitantes, tem como prefeito Vinícius Brandão (PL), cujo chefe de gabinete é Renato Bolsonaro, irmão do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Um levantamento feito pelo GLOBO identificou que o montante foi empenhado (reservado para gasto) entre os dias 17 e 30 de dezembro por meio dos ministérios do Desenvolvimento Regional; Agricultura; Cidadania e Turismo. Segundo o Portal da Transparência, pelo menos R$ 10 milhões são provenientes de emendas de relator do chamado orçamento secreto — instrumento pelo qual um parlamentar destina recursos federais a uma determinada localidade sem que seu nome apareça publicamente.

Documentos a que a reportagem teve acesso mostram que o dinheiro separado no final de 2021 deverá ser gasto na compra de tratores, manutenção de estradas vicinais, melhorias na drenagem das ruas, assim como em outras obras do centro de eventos da cidade.

O GLOBO apurou que a atuação de Renato Bolsonaro foi determinante para que ao menos uma parte dos empenhos saísse. No Ministério da Cidadania, por exemplo, os recursos só foram reservados depois que o irmão do presidente tratou do assunto diretamente com o titular da pasta, ministro João Roma.

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