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‘A Petrobras não pode fazer política pública’, diz Joaquim Silva e Luna

DF e 12 estados vão à Justiça contra Petrobras por 'publicidade enganosa'  sobre preço de gasolina | Distrito Federal | G1

Na presidência da Petrobras há nove meses, o general Joaquim Silva e Luna chegou ao posto por indicação do presidente Jair Bolsonaro, incomodado com os reajustes de combustíveis na gestão anterior. O desconforto presidencial com os aumentos, porém, ainda gera ruídos. Para Silva e Luna, o problema é a tese de que os preços dos combustíveis possam ser administrados pelo governo. “O que regula o preço é o mercado”, afirmou. “Ainda há pessoas que consideram, por desinformação ou outro motivo, que a Petrobras deva ser responsável pela redução de preço. Ela não tem condições de fazer isso.”

Nesta entrevista ao Estadão/Broadcast, ele aponta um desconhecimento geral em relação à Petrobras, que, frisou, “não pode fazer política pública”. A seguir, os principais trechos:

O sr. já falou sobre o desconhecimento sobre a Petrobras como empresa de economia mista (estatal e de capital aberto). Mudou?

Mudou, mas ainda há muito desconhecimento. Ainda há pessoas que pensam que taxar o preço dos combustíveis resolve. A gente viu no que deu a experiência de países do nosso entorno que fizeram isso. O que regula o preço é o mercado, particularmente quando se trata de commodities. Essa percepção, nos níveis de decisão, acho que está consolidada. No nível de governo, dos três Poderes, isso já está bem consolidado. Pode ser que a sociedade ainda não tenha compreendido. Temos feito alguns vídeos no sentido de informar, mostrar que não é só a Petrobras, tem outros elementos que entram na composição do preço do combustível, os tributos federais e estaduais, os preços de revenda e distribuição, para que tenham uma compreensão maior. A contribuição da Petrobras é quando se torna uma empresa saudável e gera recursos, que repassa para a União na forma de tributos, permitindo uma maior quantidade de dividendos pagos para a União. A Petrobras tem responsabilidade social e procura cumpri-la. Mas ela não pode fazer política pública. Ela coloca recursos nas mãos de quem pode fazer.

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Onda de gripe e covid pega SUS ‘reduzido’ e superlota urgências pelo país

Em Várzea Grande (MT), lotação de UPAs e unidades ocorre com pacientes até de outros países - Prefeitura de Várzea Grande

Hospitais e UPAs (unidades de pronto atendimento) de todo país estão enfrentando superlotação e atendendo acima da capacidade máxima para dar conta de assistir os pacientes com síndromes gripais que buscam as unidades.

Em meio ao apagão de dados de internações no país, a alta de casos pegou o SUS (Sistema Único de Saúde) desprevenido após a desabilitação de leitos e de unidades de atendimento por causa da redução dos casos de covid após a vacinação. Agora, em muitos municípios, leitos e locais de atendimento estão sendo abertos novamente para dar conta da demanda.

UOL pesquisou e viu que em todos os estados há relatos de aumento no número de pacientes. “Estamos tendo muitos idosos internados por gripe, com pneumonia e complicando. Aqui está tudo cheio, cheio mesmo”, conta a infectologista Loures Borzacov, que atua em Porto Velho (RO).

Segundo profissionais ouvidos pela reportagem, o cenário gerado pelo surto da Influenza H3N2 (tipo que não está incluído na vacina contra a gripe) e a circulação da variante ômicron está causando uma demanda similar à dos picos de covid, com a diferença de serem casos mais leves.

“Estamos com os seguintes problemas: aumento da procura por atendimento, aumento do número de hospitalizações e perda da força de trabalho em função de doenças respiratórias”, sintetiza o médico e professor de pneumologia da UnB (Universidade de Brasília) Ricardo Martins.

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Vice-presidente do PT no RN detona possível união de Fátima com família Alves

O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio Grande do Norte, Daniel Valença rebateu nesta quinta-feira, (6), a fala do secretário de Fátima Bezerra e pré-candidato a deputado federal, Fernando Mineiro, sobre a política de alianças para as eleições deste ano.

“Se a gente não trouxer para o palanque do Lula e do PT quem foi contra nós, não vamos ter maioria para ganhar as eleições”, disse Mineiro em entrevista à 98 FM.  Para Valença, “o deputado Fernando Mineiro merece todo nosso respeito. É um grande nome da política de nosso estado e tem uma vida dedicada à construção de nosso partido. Mas, é notório que temos posições bem distintas no que se refere à política de alianças. Como disse recentemente a nossa governadora, professora Fátima, estas divergências fazem parte do PT. Este debate já está sendo feito com o conjunto da militância e tem de ocupar a agenda da instância partidária”, afirmou.

O vice-presidente do PT discordou do argumento de Mineiro: “Todos nós daremos nossas melhores energias para a vitória do companheiro Lula e da companheira Fátima, e nenhum de nós está de sapato algo. Porém, não está correto afirmar que se não trouxermos adversários para nosso palanque não venceremos as eleições. Na verdade, todas as pesquisas indicam a possibilidade de vitória de Lula já no primeiro turno, sem a presença dos golpistas. Já se argumento for a governabilidade, devemos lembrar que uma coligação mais coesa e ideológica será fundamental para elegermos uma grande bancada de esquerda e diminuir o peso de partidos centro nas negociações para composição do governo”.

Com relação à política potiguar, Valença continuou mantendo uma postura de contraponto:

“Com relação ao Rio Grande do Norte, devemos ressaltar que nossa vitória em 2018 foi contra as oligarquias e não com elas. Não se trata de “sapato alto”, mas de coerência ideológica e histórica. A história já mostrou que as oligarquias optam por alianças com os setores populares quando estão enfraquecidas ou em perspectivas de vitórias do campo popular. Aquele palanque do segundo turno já é bastante amplo e todas as pesquisas mostram a força do nome da professora Fátima. Isso sem contar com a presença de Lula”, arrematou.

Daniel Valença abordou alguns dos desafios do partido aqui nas eleições deste ano: “Além de reeleger a professora Fátima, o PT do Rio Grande do Norte deve trabalhar para manter e ampliar os espaços que já conquistamos, incluindo a vaga no Senado Federal, dobrar o tamanho de nossa bancada na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, inclusive recuperando nas urnas o mandato do deputado federal Fernando Mineiro, subtraído pelas manobras das forças golpistas e antipetistas”.

Com informações do Saiba Mais

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