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QUEBRADEIRA: Família Diniz quebrou quase todos os negócios familiares com luxo e ostentação, imagine o que será feito com a Prefeitura de Carnaubais até 2024

A família Diniz, detentora de muitas riquezas há anos atrás e vários negócios que eram bem rentáveis em Assú e região, incluindo filiais de Postos em quase todas as cidades da região, comandadas pelo líder da família e atual chefe de Gabinete, Dinarte Diniz, não aguentou as ostentações e gastança dos familiares, que não trabalhavam, mas só torravam o dinheiro, que saia e entrava sem nenhum controle.

Em Assú, a família era conhecida, por viver de gastança, ostentação, luxo e viagens. Depois que quase tudo quebrou, eles viveram uma fase de anonimato. Optaram forçadamente a viver com apenas um ou dois negócios, e mudaram o patamar, esqueceram as viagens, e nas mesas não havia mais “uísque” que foi substituído pela “Rum Montilla”.

Depois das vacas magras, a família Diniz se vê de volta ao luxo, com a eleição da matriarca, Marineide Diniz para a Prefeitura de Carnaubais, que bondosamente, nomeou familiares para vários cargos, além de instituir um verdadeira gastança com o dinheiro público, com contratos milionários em várias áreas e setores.

Coincidentemente hoje, só se vê viagens dos familiares, desde destinos internacionais aos nacionais, em restaurantes caros e regados a vinhos dos mais nobres. Mostrando que a vida melhorou depois que a matriarca assumiu o cargo de prefeita, e não que isso represente alguma ligação, mas é um fato, a melhoria da situação financeira familiar.

Resta saber se Dinarte e Marineide que não impediram os negócios familiares de quebrar, serão capazes de com toda essa gastança na Prefeitura, impedir que ela quebre.

E fica uma dúvida, você consegue imaginar o que essa gastança de contratos milionários fará com os cofres da Prefeitura de Carnaubais até 2024?

Jean Paul manda indireta para Rafael Motta e diz que não há terceira via na disputa pelo Senado no RN

Em encontro com petistas em Currais Novos no último sábado (2) e ao lado de Carlos Eduardo, pré-candidato ao Senado na chapa de Fátima, o senador Jean Paul Prates mandou uma indireta para o também pre-candidato Rafael Motta.

“Não tem terceira via para o Governo do Rio Grande do Norte e não tem terceira via para o Senado não”, disse Jean. E completou: “Ou tem mão ou tem contramão”.

Veja abaixo.

Não tem isso de terceira via: nós #VamosJuntosPeloRN! pic.twitter.com/E8adcCS7uh— Senador Jean (@senadorjean) July 5, 2022

Fonte: Portal Grande Ponto

Ezequiel solicita série de ações a favor de municípios do Agreste e Trairi

Municípios que estão localizados nas regiões Agreste e Trairi do Rio Grande do Norte motivaram uma série de requerimentos apresentados pelo deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado. O parlamentar solicita ações em infraestrutura, segurança e em recursos hídricos.

Para a cidade de Nísia Floresta, Ezequiel solicita o recapeamento e roço na RN-063, que liga as praias de Tabatinga a Barreta. O local se encontra em péssimo estado de conservação, uma vez que o mato está invadindo a pista, há muitas crateras abertas devido ao desgaste causado pelas chuvas e, além disso, não contempla sinalização vertical nem horizontal, motivos pelos quais podem ocasionar acidentes de trânsito e dificultar o tráfego dos que por ali passam constantemente.

Já para o município de Lagoa D’Anta, Ezequiel requer o aumento do efetivo policial e melhores condições de trabalho para a Polícia Militar. Segundo o parlamentar, a cidade tem enfrentado dificuldades na segurança pública, registrando aumento de práticas criminosas.

O presidente da Assembleia reivindica ainda a recuperação asfáltica da RN-093, no trecho entre Passa e Fica, Lagoa D’Anta e São José do Campestre. A via se encontra esburacada também devido às fortes chuvas e, em virtude da quantidade de buracos, há um iminente risco de acidentes para os motoristas e a população em geral.

Outra estrada da região que teve sua recuperação solicitada por Ezequiel foi a RN-091, que liga São Bento do Trairi a Santa Cruz. Também nesta rodovia há muitos buracos causados pela chuva e a via é de grande relevância econômica e social para os municípios.

Por fim, o deputado requer a perfuração e instalação de poços tubulares em Lagoa D’Anta. O objetivo é prevenir problemas que poderão surgir caso o colapso no abastecimento de água na cidade continue sob ameaça.

Congresso mantém vetos à lei de privatização da Eletrobras e a outros 12 projetos

Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à deliberação de vetos.  Entre os vetos presidenciais à propostas que haviam sido aprovadas pelos parlamentares está o veto sobre a lei de desestatização da Eletrobras (Lei 14.182, de 2021), e o veto sobre pontos da Lei Complementar 194, de 2022, que limita a cobrança do ICMS de combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Outros dois vetos na pauta são os que derrubaram propostas de financiamento para o setor cultural: a “Lei Paulo Gustavo” e a “Lei Aldir Blanc 2”.  Em discurso, à tribuna, deputado Carlos Zarattini (PT-SP).  Mesa: deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB);  senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB); presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG); secretário-geral da Mesa do Senado, Gustavo A. Sabóia Vieira; líder do governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes (PL-TO); deputado Afonso Florence (PT-BA).  Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Congresso Nacional decidiu manter, nesta terça-feira (5), os vetos do presidente Jair Bolsonaro a 13 projetos de lei que haviam sido aprovados pelos parlamentares. Um dos vetos mantidos (VET 36/2021) foi ao PLV 7/2021, oriundo da MP que autorizou a privatização da Eletrobras. O texto foi sancionado em julho do ano passado como Lei 14.182, de 2021, mas Jair Bolsonaro barrou 14 dispositivos do texto aprovado por senadores e deputados.

Dos 14 dispositivos, dois já haviam sido mantidos pelo Congresso em abril. Nesta terça-feira, os parlamentares retomaram a apreciação dos 12 pontos remanescentes. Entre esses dispositivos estão a permissão para que empregados da Eletrobras comprem ações em poder da União após a privatização. A medida também valeria para servidores das empresas controladas direta ou indiretamente pela estatal. É o caso de Furnas, Itaipu Binacional, Chesf, Eletrosul, Eletronorte, Eletronuclear, Cepel e Eletropar.

Outros pontos que permanecem vetados por decisão dos parlamentares são o aproveitamento de empregados demitidos sem justa causa durante os 12 meses seguintes à privatização e o “congelamento” nas subsidiárias da Eletrobras após a privatização. O texto proibia extinção, incorporação, fusão ou mudança de domicílio estadual das empresas por pelo menos dez anos. A vedação valeria para Chesf (PE), Furnas (RJ), Eletronorte (DF) e Eletrosul (SC).

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Suspeito de ataque com drone a apoiadores de Lula e Kalil é preso em MG

Apontado pela polícia como principal suspeito pelo ataque com um drone (foto) a apoiadores de Lula e Alexandre Kalil em junho deste ano, em Uberlândia (MG), o agropecuarista Rodrigo Luiz Parreira foi preso no último sábado (2), informa O Globo.

Em 15 de junho, durante evento de pré-campanha na Universidade do Triângulo Mineiro, apoiadores do PT, que aguardavam o encontro entre o presidenciável e o ex-prefeito de Belo Horizonte, disseram ter sido atingidos por um líquido “fedido” lançado por um drone que sobrevoou o local.

Segundo o MPF e a Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais, a prisão de Parreira está ligada também a outros fatores que estão sob sigilo.

Na ocasião, a Polícia Militar deteve em flagrante três homens: um deles era o agropecuarista. Segundo os agentes, o trio não tinha autorização para operar o equipamento, e o caso foi encaminhado ao MPF. A PM também disse que o líquido lançado do drone era um produto químico usado em lavouras para atrair moscas.

Com informações, O antagonista

TRE-RN suspende registro do Partido Mobiliza Nacional (PMN/RN)

O processo foi julgado na Sessão Plenária desta terça (5)

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) suspendeu, por maioria dos votos, o registro do Diretório Regional do Partido Mobiliza Nacional (PMN/RN) em virtude da não prestação de contas referentes ao exercício financeiro de 2018. O processo foi julgado na Sessão Plenária desta terça-feira (5).

A relatora do processo, juíza Adriana Magalhães, julgou procedente o pedido de suspensão do registro feito pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi fundamentada com base na Resolução/TSE nº 23.571/2018, que disciplina a não prestação de contas financeiras pelos partidos políticos. O artigo 54-A, II da resolução determina a suspensão da anotação do órgão partidário em consequência da omissão partidária.

“Assim sendo, constatada a não prestação das contas financeiras do partido político, forçoso o reconhecimento da consequência determinada pelo artigo 54-A, II, da Resolução/TSE nº 23.571/2018. Forte nesses fundamentos, voto pela procedência do pedido formulado pela Procuradoria Regional Eleitoral, no sentido de determinar a suspensão da anotação do Diretório Regional do Partido Mobiliza Nacional (PMN/RN)”, destacou a relatora em seu voto.

Ofensiva eleitoral de Bolsonaro tem liberação de emendas, ‘convocação’ de ministros e reunião com prefeitos

Atrás nas pesquisas de intenção de voto e pressionado pela votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Eleitoral e pela possibilidade de abertura da CPI para investigar o Ministério da Educação (MEC), o presidente Jair Bolsonaro abriu novas frentes de ofensivas eleitorais. Em reunião terça-feira no Palácio do Planalto, Bolsonaro pediu a seus ministros engajamento para divulgar ações do governo que o ajudem na campanha pela reeleição. À tarde, Bolsonaro recebeu cerca de 200 prefeitos no Palácio da Alvorada.

Também ontem, foi publicada a indicação, pelo Congresso, de R$ 6,1 bilhões em emendas do chamado orçamento secreto nas últimas duas semanas. O valor é praticamente o dobro do que já tinha sido indicado desde o início de maio.

Nessas duas semanas, o governo logrou uma tramitação rápida da PEC Eleitoral e convencer a maioria dos líderes do Senado de que a CPI não deve funcionar durante o período eleitoral . Segundo fontes que participaram das negociações, o Executivo tentou segurar essa última leva de indicação para depois das eleições. Deputados e senadores, porém, insistiram pelo envio das indicações ao governo agora porque, em ano eleitoral, mesmo quando os valores ainda não foram pagos, os empenhos (autorizações de pagamento) do governo federal ou mesmo os pedidos do relator podem ser usados como moeda de troca por apoio de prefeitos.

Os estrategistas da campanha definiram que julho é um mês chave para Bolsonaro diminuir a diferença em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto. O núcleo político aposta no pacote de bondades que está sendo discutido no Congresso na PEC Eleitoral.

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PDT de Carlos Eduardo pagou até cerveja puro malte com fundo partidário em 2021

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, presidente estadual do PDT, tem bancado diversos eventos de sua pré-campanha a senador nas eleições de 2022 com recursos oriundos do fundo partidário (dinheiro público).

A prestação de contas de 2021 apresentada pelo partido à Justiça Eleitoral mostra que deslocamentos do pré-candidato e seus assessores pelo interior do Estado e pelo País afora estão sendo pagos com verba do partido. Na conta, estão incluídas passagens aéreas, aluguéis de carros, hospedagens, combustíveis e refeições diversas.

Ao todo, o PDT do Rio Grande do Norte declarou ter tido um gasto de quase R$ 240 mil no ano passado, somadas todas as despesas do partido. No período, a receita foi de R$ 300 mil, sendo 99,5% provenientes do fundo partidário e o restante de doações.

Notas fiscais juntadas pela própria legenda e consultadas pelo PORTAL DA 98 FM no site da Justiça Eleitoral mostram que, ao longo do ano passado, Carlos Eduardo e assessores promoveram dezenas de reuniões com lideranças políticas pelo interior do Estado e pagaram a conta com o dinheiro do PDT.

Uma das notas fiscais mostra, por exemplo, que só um almoço em Caicó entre Carlos Eduardo e lideranças políticas da região custou aos cofres públicos R$ 1.265,00. Foi no dia 12 de agosto. De acordo com a nota fiscal, 25 pessoas comeram às custas do partido.


Reprodução/PDT

Na semana seguinte, o almoço de pré-campanha foi em Mossoró. Na ocasião, Carlos Eduardo reuniu 12 pessoas, entre correligionários e apoiadores, em um restaurante da cidade e pagou R$ 881,28 de refeição com dinheiro do PDT.

A situação se repetiu em várias outras cidades, como Patu e Pau dos Ferros. Na maioria dos casos, Carlos Eduardo aproveitou a passagem pelas cidades para conversar sobre seus projetos políticos e deu entrevistas a emissoras de rádio locais.

Até a mulher de Carlos Eduardo, a ex-primeira-dama Andréa Ramalho, participou de almoços com dinheiro do partido. Em uma das notas fiscais juntadas, é apresentado um custo de R$ 497,87 em uma refeição completa, com picanha, queijo na brasa, sobremesas e bebidas não alcoólicas.


Reprodução/PDT

Como justificativa, o partido juntou uma foto na qual Andréa aparece em um almoço com dirigentes da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), seção feminina do partido.

Mas, uma fatura específica chama a atenção. Em 22 de dezembro, o PDT pagou R$ 551,00 de uma conta no espaço Garbos Recepções e Eventos, de Mossoró. Segundo a nota fiscal, estava incluído na despesa o consumo de quatro cervejas Petra puro malte, além de uma refeição completa com carne de sol e macaxeira, camarão, petit gateau de sobremesa e outras bebidas não alcoólicas.

Nas observações, a nota indica que a despesa é referente a uma hospedagem de Gleiber Adriano Dantas, advogado do partido.


Reprodução/PDT

A prática de bancar reuniões de pré-campanha não é ilegal, mas determinados gastos podem ser questionados pela Justiça Eleitoral, como o pagamento de bebidas alcoólicas. A impugnação pode ser apresentada pelo Ministério Público ou por outras agremiações partidárias.

Com informações da 98 FM

 

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