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WhatsApp vai deixar você esconder que está ‘online’; veja como fazer

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (9) um recurso que permite esconder o “online” e o “visto por último” que aparecem nas contas, uma opção esperada há bastante tempo por muitos usuários. Ele será liberado aos poucos e estará disponível para todos ainda este mês.

O aplicativo também vai permitir deixar grupos sem que todos fiquem sabendo e bloquear capturas de tela (print screen) em mensagens de visualização única. Essas mudanças serão ativadas automaticamente e não será preciso mudar configurações da conta.

Como esconder ‘online’ e ‘visto por último’ no WhatsApp

Até então, não era possível tirar o status “online” do WhatsApp: se você abrisse o aplicativo, o aviso aparecia para todos os seus contatos. Agora será possível decidir quem pode ver esse status.

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Programa de governo de Ciro promete fim do sigilo fiscal e bancário de integrantes do governo, compra de celulares e repete proposta para ‘negativados’

O programa de governo do candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, propõe uma série de medidas para combater a corrupção, como o fim do sigilo fiscal e bancário de integrantes do governo, além de querer movimentar a economia e reduzir a exclusão digital através do financiamento público de smartphones e da renegociação de dívidas daqueles que estão com o nome negativado — reeditando a mesma proposta que vez na campanha de 2018, para limpar o nome dos brasileiros que estão inscritos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). No documento, divulgado nesta terça-feira, o presidenciável também detalha as propostas para sua reforma trabalhista e promete mudanças no ensino médio e na Petrobras, que, num eventual governo do pedetista, teria como meta o uso de termoelétricas até 2030.

Para o combate à corrupção, há quatro propostas principais que Ciro faz para reduzir os crimes de colarinho branco. Primeiro, propõe o fim do chamado foro privilegiado, isto é, o foro especial por prerrogativa de função. Desta forma, autoridades passariam a ser julgadas pela Justiça comum, sem ter seus processos encaminhados automaticamente aos tribunais especiais, como acontece hoje.

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Deltan não criou diárias da Lava Jato nem se valeu delas, alega defesa ao TCU

Deltan não criou diárias da Lava Jato nem se valeu delas, alega defesa ao TCU

A defesa do chefe da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, argumentou nesta terça-feira (9) ao Tribunal de Contas da União (TCU) que o procurador, hoje candidato a deputado federal, não deve estar presente nos julgamentos sobre as diárias da Lava Jato, que uma câmara do TCU julga nesta manhã. 

Para a defesa, nem Deltan ordenou a criação da força-tarefa e seu sistema de funcionamento, como ele também não se valeu de nenhuma diária.

“O senhor Deltan foi chamado aos autos sem que lhe fosse imputado qualquer ato específico, e a sustentação para o chamamento dele é que ele seria o procurador natural do caso, o coordenador da operação e, diante destas premissas que não se sustentam, ele teria notoriamente participado da concepção de como o modelo da força-tarefa foi estruturada”, explicou o advogado.

O antagonista

Fux, sobre saída da presidência do STF: “Vou me despedir moído, mas mantive a altivez”

Luiz Fux (foto) disse nessa segunda-feira (8), durante palestra no Instituto de Advogados de São Paulo, que deixará a presidência do STF “moído” depois de 2 anos no cargo. Apesar disso, o ministro afirmou que conseguiu manter a sobriedade e a altivez durante sua gestão.

“Me despeço daquela cadeira [de presidente] que, segundo alguns, é uma cadeira de moer gente. Vou me despedir moído, mas mantive meu papel de brasileiro, equilibrando os poderes, não apagando fogo com gasolina, mantendo a sobriedade e a altivez que o magistrado deve ter. Graças ao bom Deus, consegui equilibrar exercendo essa função muito árdua.”

Fux deixará a presidência do Supremo em 12 de setembro. Rosa Weber assumirá o posto em seu lugar. Ainda durante o evento, o presidente do STF afirmou que o Judiciário não quer tratar de política e só age quando é demandado.

“Verificamos isso no dia a dia. Quando não há consenso no Parlamento [na aprovação de uma lei], a 1ª frase que se houve daquelas agremiações que não obtiveram sucesso é: ‘vou ao Supremo”, acrescentou.

O antagonista

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