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MILIONÁRIO DO VALE: George Soares aumentou seu patrimônio de 2014 até 2022 em 352% e bens totalizam mais de R$ 1 milhão de reais

O deputado George Soares (PV), conhecido como deputado “boquinha” por estar sempre pegando carona nos grandes nomes da política e depois que consegue a boquinha, vira as costas para quem o ajudou, está radiante, pois de tanto se aproveitar das indicações e benefícios políticos, é o novo milionário do Vale do Açu.

A realidade do deputado que nunca teve sua carteira assinada, é que a política foi bem vantajosa para ele, pois está cheio do “real” e é o mais novo milionário do Vale do Açu.

A região lembra bem, que George iniciou sua trajetória politica as custas do maior vigarista da cidade de Assú, seu pai, Ronaldo Soares, e depois se pendurou no deputado João Maia, que o acolheu com muito carinho, mas mesmo assim, foi traído pelo Soares.

Segundo o TRE, em 2014 George teve seus bens declarados em quase 250 mil reais e em 2022 o deputado pulou para um pouco de 1 milhão de reais em bens declarados ao TRE. O mais absurdo, é que o deputado fica milionário as custas do dinheiro público, mas nunca moveu uma palha para seu pai, Ronaldo Soares devolver os milhões que foi surrupiado dos cofres da prefeitura municipal de Assú.

George é o famoso sabido, pendura a família e amigos em cargos públicos, mas num move uma palha para beneficiar o vale, e enquanto o Vale do Açu fica mais pobre a cada dia, o parlamentar fica mais rico, alcançando a marca de milionário.

Ex-senador do RN relata que escapou de assalto após ser reconhecido por criminoso

O ex-senador José Agripino Maia foi vítima de uma tentativa de assalto durante uma caminhada na manhã deste domingo (14). Em suas redes sociais, José Agripino relatou que só não foi assaltado pois o criminosos o reconheceu.

“Hoje dia dos pais, caminhada na rua. Não aconselho. Só não levaram o celular porque o cara me reconheceu.”, escreveu o ex-senador na publicação.

 

Fonte: Portal Grande Ponto

Bolsonaro afirma que rachadinha é uma prática ‘meio comum’ em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou a rachadinha como uma prática comum em Brasília e se recusou a falar se adotou o esquema em seu gabinete na Câmara, quando era deputado federal. “É uma pratica meio comum, concordo contigo, meio comum isso aí” disse o presidente durante entrevista ao podcast Cara a Tapa, de Rica Perrone. O jornalista perguntou a Bolsonaro se ele ia “sobrar” se alguém gritasse “pega rachadinha!”.

A resposta do presidente foi evasiva. “Aí não vou falar disso. Eu sou suspeito para falar de mim, não tem servidor meu falando que… denunciando.”

Filho de Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi apontado pelo Ministério Público do Rio como chefe de uma organização criminosa que atuou no gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do Estado, entre 2003 e 2018. A estimativa é que tenham sido movimentados cerca de R$ 2 3 milhões no esquema.

A rachadinha envolve uma devolução de parte do salários de funcionários do gabinete em benefício do parlamentar. O policial militar da reserva Fabrício Queiroz é apontado como pivô do caso desde dezembro de 2018, conforme o Estadão revelou.

Eleições 2022: enquetes e sondagens estão proibidas a partir de 15 de agosto

Eleições 2022: enquetes e sondagens estão proibidas a partir de 15 de agosto

A realização de enquetes ou sondagens sobre as Eleições 2022 está proibida a partir de 15 de agosto. A determinação está prevista na Resolução TSE nº 23.600/2019 e no calendário eleitoral.

Segundo a norma, enquete ou sondagem é “o levantamento de opiniões sem plano amostral, que dependa da participação espontânea da parte interessada, e que não utilize método científico para sua realização, quando apresentados resultados que possibilitem à eleitora ou ao eleitor inferir a ordem das candidatas e dos candidatos na disputa”.

A última vez em que as enquetes ou sondagens foram permitidas, nas Eleições Municipais de 2012, tiveram sua divulgação condicionada à informação clara de que se tratava de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostragem científica.

Em 2021, a norma do TSE sobre o tema sofreu algumas alterações. Entre elas, a determinação de que, se esse tipo de levantamento for apresentado ao público como se fosse uma pesquisa eleitoral, ele será reconhecido como pesquisa de opinião pública sem registro na Justiça Eleitoral.

Outra mudança foi a previsão de que, a partir do dia 15 de agosto, caberá o exercício do poder de polícia contra a divulgação de enquetes, mediante a expedição de ordem para que sejam removidas, sob pena de crime de desobediência, sem prejuízo de eventual representação cabível.

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