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Conheça as etapas de preparação para o Enem

Candidatos comparecem a local de prova para a primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começou a ser aplicado no último domingo (13) em mais de 1,7 mil municípios de todo o país. Para ser realizado, a organização começou muito antes, ainda no ano passado. As provas seguem no próximo domingo (20). Após a realização do exame começa uma nova fase até a divulgação dos resultados e das correções das redações.
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

São milhares de pessoas e diversas instituições engajadas nas várias fases de preparação do Enem. Conheça um pouco do passo a passo da realização do maior exame de ingresso no ensino superior do Brasil.

O Enem é composto por uma prova de redação e quatro provas com 45 questões objetivas cada: linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é o responsável pelas provas, a preparação de uma edição do Enem começa antes mesmo da última edição ser finalizada.

Os itens do Enem são elaborados por especialistas selecionados por meio de chamada pública do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Eles devem seguir a matriz de referência, guia de elaboração e revisão de itens estabelecidos pelo Inep. Após escritos, os itens passam, então, por revisores e depois por especialistas do Inep.

Finalmente, os itens são pré-testados em aplicações feitas em escolas pelo país. O processo é sigiloso e os estudantes não sabem que estão respondendo a possíveis questões do Enem. Com a aplicação, avalia-se a dificuldade, o grau de discriminação e a probabilidade de acerto ao acaso da questão. Os itens aprovados passam a compor o Banco Nacional de Itens (BNI), que fica disponível para aplicações futuras do Enem.

Para ter acesso ao BNI, é preciso seguir um protocolo de segurança. Todos os servidores e colaboradores com autorização de acesso aos itens assinam termos de sigilo e confidencialidade. O BNI fica no Ambiente Físico Integrado Seguro, localizado na sede do Inep, em Brasília. O ambiente fica isolado, possui salas com abertura somente com o uso de digitais e computadores sem acesso à internet ou à intranet da autarquia. Todo o processo de captação, elaboração e revisão de itens para compor o Enem e outros exames do instituto ocorre nesse espaço.

Questões

As questões que vão compor a prova do Enem são selecionadas no final do primeiro semestre do ano, por especialistas do Inep, com auxílio de professores de diversas instituições de ensino básico e superior. As questões são selecionadas de forma que o nível de dificuldade das provas seja o mesmo todos os anos. Assim, é possível comparar o desempenho dos candidatos em anos diferentes.

Selecionados, o tema da redação e as questões da prova, seguindo protocolos de segurança, são levados até a gráfica de segurança máxima, onde o exame é impresso. A videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) é gravada em um estúdio montado dentro do Ambiente Físico Integrado Seguro, no Inep. Os DVDs com o conteúdo da prova também são enviados para a gráfica.

As provas são empacotadas e recebem lacres de segurança, que registram o momento em que os malotes são abertos. Os pacotes das provas são separados por sala e local de aplicação. Todo esse processo é feito pelo menos três meses antes da aplicação do exame. Apenas no início do quarto trimestre as provas são enviadas às capitais do Brasil. Essa operação conta com escolta da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ficam em locais vigiados até serem enviadas aos locais de prova.

De acordo com o Inep, cerca de meio milhão de pessoas atuam em toda a logística do Enem. Depois da aplicação começa a chamada operação reversa, para o recolhimento das provas, também com escolta militar. A realização do Enem envolve todas as estruturas de policiamento, desde o Exército, Polícia Civil e Militar, aos Bombeiros, Polícia Federal, Secretarias de Segurança e PRF.

Após o recolhimento começa então o processo de correção, que também segue protocolos de segurança. As redações são todas digitalizadas e desidentificadas para serem enviadas aos corretores. As notas são divulgadas em janeiro do ano seguinte.

Com as notas em mãos, os candidatos podem concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e a financiamentos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de concorrer a vagas em instituições de ensino portuguesas.

A correção da redação é a última divulgação. O chamado espelho da correção com detalhes de cada um dos critérios avaliados é disponibilizado apenas para fins pedagógicos, ou seja, não cabe recurso. Os estudantes apenas têm acesso à correção, após os processos seletivos dos programas federais, em data divulgada posteriormente pelo Inep.

Agência Brasil

José Dias defende liberação igualitária de emendas parlamentares

Em pronunciamento na sessão plenária desta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa, o deputado José Dias (PSDB) repercutiu matéria veiculada em jornal local que trata do relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre o não pagamento de R$ 14 milhões em emendas parlamentares por parte do Governo do Estado. De acordo com o parlamentar, a notícia é válida, mas requer esclarecimento.

“Por não ter a precisão do período, reflete precariamente a realidade e, portanto, faço alguns apontamentos. Primeiramente esclarecer que apesar de ser um relatório de 2022, refere-se ao ano de 2019. Dizer também que há uma história a ser contada. Há quase 3 anos venho verberando que a liberação das emendas parlamentares deve ser feita igualitariamente”, disse José Dias.

De acordo com o parlamentar, no ano de 2019 algumas de suas emendas deixaram de ser liberadas e outras foram liberadas apenas por força judicial. Em 2020, segundo ele, restaram cerca de R$ 800 mil. No ano seguinte, as emendas foram pagas integralmente. “Em 2022 pagou-se somente a metade, mas dizem que para outros deputados as emendas foram liberadas em sua totalidade. Isso é muito perigoso”, alertou José Dias.

Em aparte, o deputado Tomba (PSDB) sugeriu ao colega José Dias encaminhar ao Governo do Estado relação com as emendas pendentes, “pois todas serão pagas até o final do ano”, afirmou.

Novamente com a palavra, o deputado José Dias agradeceu a colocação de Tomba mas questionou: “esse recurso não deveria ser autorizado pelo Executivo pois ele é impositivo. Quando o Governo deixa de pagar, ele se apropria e isso é crime de responsabilidade”, concluiu o parlamentar.

CCJ aprova projeto que ratifica protocolo de intenções para Consórcio Brasil Verde

Com relatoria do deputado Francisco do PT, os deputados que compõem a Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovaram o projeto de iniciativa do governo estadual que ratifica o protocolo de intenções para o Rio Grande do Norte fazer parte da constituição do consórcio interestadual sobre o clima, o Consórcio Brasil Verde. Aprovação se deu durante a reunião realizada na manhã desta quarta-feira (16).

Na sua justificativa, o Executivo defende que o consórcio entre os 18 estados vai permitir ganhos na escala da contratação de serviços e bens e nas ações gerais voltadas para a questão do enfrentamento aos efeitos adversos das mudanças climáticas.

Comporão o consórcio, além do RN, os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

Também foram aprovados pela CCJ o projeto de iniciativa do presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), que estabelece as divisas territoriais entre os municípios de Serra Caiada, Senador Elói de Souza, Boa Saúde, Tangará e Lagoa de Velhos. O projeto obedece às coordenadas geodésicas previstas na lei. De iniciativa do Tribunal de Justiça (TJRN), a CCJ aprovou ainda projeto sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR).

Mourão confirma que Bolsonaro está com erisipela na perna; saiba o que é

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) confirmou nesta quarta-feira (16) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) está com erisipela, uma doença infecciosa considerada mais comum em pessoas com problemas de circulação ou diabetes.

“É questão de saúde. Está com uma ferida na perna, uma erisipela. Não pode vestir calça, como é que ele vai vir para cá de bermuda?”, afirmou o vice-presidente durante uma solenidade no Palácio do Planalto na qual substituiu Bolsonaro.

Mourão representou Bolsonaro numa cerimônia para receber cartas credenciais de embaixadores estrangeiros. A cerimônia, que geralmente conta com a participação do chefe do Executivo, foi realizada na manhã desta quarta-feira no Palácio do Planalto.

Desde que foi derrotado na disputa presidencial, Bolsonaro segue, sem aparições públicas, no Palácio da Alvorada. Desde o segundo turno da eleição, no dia 30 de outubro, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito, o atual presidente da República só esteve no Planalto duas vezes.

No Alvorada, o presidente tem recebido alguns ministros, assessores e políticos aliados. Nesse período, Bolsonaro fez apenas duas declarações públicas — um pronunciamento e um vídeo publicado em redes sociais — e deixou de fazer as suas tradicionais transmissões ao vivo semanais.

A erisipela se instala na parte mais profunda da pele e é caracterizada por placas vermelhas e doloridas. Em geral, o quadro se manifesta nas pernas — como é o caso de Bolsonaro.

Colaboradores disseram que ele passou a reclamar de dores nas pernas durante as viagens de avião em meio à campanha eleitoral e que há feridas em suas duas pernas. A condição é causada por bactérias comuns, que podem entrar por ferimentos mal higienizados ou mesmo uma frieira entre os dedos dos pés, por exemplo.

Além das placas, a erisipela causa mal-estar, febre, calafrios e outros sintomas, até mesmo antes das manifestações na pele. Se não for tratada, a doença pode evoluir para a formação de coágulos em uma veia associada à inflamação da parede venosa (quadro conhecido como tromboflebite), abscessos (bolsas de pus) ou mesmo gangrena — um tipo de morte dos tecidos causada por falta de irrigação sanguínea.

Segundo aliados, Bolsonaro está sendo tratado com antibióticos pelo menos desde quarta-feira passada. A visitantes, no entanto, o candidato derrotado nas eleições diz que sua doença é de “fundo emocional”.

A erisipela decorre de uma infecção por bactérias, especialmente um grupo delas denominado Streptococcus.

Em geral, a pele é uma barreira eficaz contra esses microrganismos, mas eles podem se propagar rapidamente quando encontram alguma “porta de entrada”, que pode ser uma ferida ou mesmo uma frieira entre os dedos dos pés. No entanto, em algumas situações, ela se manifesta sem causa aparente.

Assembleia Legislativa apresenta voto de pesar pela morte de Graco Magalhães

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), apresentou nesta quarta-feira (16) voto de profundo pesar pela morte do comandante Graco Magalhães. A homenagem foi feita em pronunciamento no plenário da Casa durante a sessão plenária.

“É com sentimento de gratidão e reconhecimento que nos solidarizamos com toda a família do comandante Graco, orgulhosos de sua trajetória pessoal e profissional, e certos de que a melhor maneira de suportar a ausência é lembrando que sua presença em vida foi muito aproveitada. Comandante Graco Magalhães é um exemplo de que a vida nos foi dada por Deus para empregarmos em benefício da humanidade”, disse Ezequiel.

Graco faleceu aos 100 anos, na última sexta-feira (11). Natural de Minas Gerais, se tornou piloto civil e instrutor de pilotagem em 1942, antes de entrar para o curso de aviação militar na Força Aérea do Exército dos Estados Unidos. Após concluir esta atividade em 1945, voltou ao Brasil e veio para Natal, onde casou com Elza Pedroza e construiu família.

Como servidor da Base Aérea em Natal, ficou à disposição do Estado durante quatro anos como chefe de Gabinete do Governador Sylvio Pedroza. Em 1960, a convite do então governador Aluízio Alves, passou a exercer funções de piloto do Estado, deixando assim a Força Aérea. Aposentou-se por idade, em 1992.

Na FAB e no Estado pilotou avião para os governadores Ubaldo Bezerra (interventor), José Varela, Dix-sept Rosado, Sylvio Pedroza, Dinarte Mariz, Aluízio Alves, Monsenhor Walfredo Gurgel, Cortez Pereira, Tarcísio Maia, Lavoisier Maia, José Agripino Maia e Geraldo Melo.

Graco viveu mais de 100 anos e, destes, muitos em Natal ao lado dos filhos, Márcio, Paulo (in memoriam), Nelson (in memoriam), Antônio Carlos, Branca e Karla, que lhe deram seis netos e três bisnetos, todos natalenses.

Kleber Rodrigues registra datas importantes para Monte Alegre

Durante a sessão plenária, desta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa do RN, o deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB) destacou a inauguração da nova sede da prefeitura e o aniversário de Monte Alegre, duas datas importantes para o município. Marcada para o próximo dia 18, sexta-feira, a inauguração da nova sede do executivo montealegrense representa melhores condições de trabalho aos servidores municipais, além de melhores instalações para o atendimento à população, destacou o parlamentar.

“Estarei presente como filho de Monte Alegre e para acompanhar a homenagem ao meu avô, uma pessoa simples, um agricultor, cujo nome vai batizar o prédio, Geverson Rodrigues da Silva. Terei dupla satisfação”, disse.

Outra data destacada pelo deputado é o aniversário da cidade, no próximo dia 24 de novembro e com comemoração prevista para os dias 24 e 25. “Minha querida cidade irá completar 69 anos no dia 24 de novembro e por isso vai ter festa de comemoração a noite”, registrou.

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