Deputado Felipe Maia recebeu mais de R$ 7 milhões do governo Temer

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O deputado federal do DEM Felipe Maia, apesar de declarar antes da votação que estaria indeciso na votação contra Temer, votou pelo arquivamento de denúncia de corrupção apresentada pela Procuradoria Geral da República.

Felipe que ´filho do senador José Agripino recebeu um valo de mais de R$ 7 milhões de emendas do governo Temer e ajudou a livrar o presidente.

Rogério Marinho e Walter Alves recebem juntos mais de R$ 14 milhões de emendas

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Do total de cinco votos da bancada federal do RN para barrar a investigação contra o presidente Temer, os parlamentares do PSDB e do PMDB, Rogério Marinho (R$ 7.922.330,00) e Walter Alves (R$ 6.237.435,00), receberam juntos de R$ 14 milhões.

Os dois acabaram votando pelo arquivamento da denúncia de corrupção apresentada pelo procurador geral da República Rodrigo Janot.

George Soares quer Clebson como vereador do PR e trabalha para cassar mandato de Elisangênla do PP

Depois da decisão por unanimidade dos juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), que desaprovaram as contas da campanha eleitoral de 2016 da vereadora do Assú Elizangela Albano, do PP, referente à campanha das Eleições 2016, o primeiro suplente Clebson Corsino, do PR, já se movimenta na moita para contribuir com a cassação do mandato da aliada governista.

Homem de confiança e da tropa de choque da oligarquia Soares, Clebson conta com a ajuda do deputado estadual George Soares, do PR, para dar um empurrão na ação de impugnação de mandato da vereadora pepista, acelerando a cassação do seu mandato, antes mesmo dela recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte ao Tribunal superior eleitoral – TSE.

Mais de R$ 6 milhões foi o que Walter Alves recebeu do governo Temer

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O PMDB, sigla de Temer, foi o partido mais fiel, durante a sessão que derrubou a continuidade da denúncia da Procuradoria Geral da República. Dos seus 63 parlamentares, 84% apoiaram o presidente na votação, enquanto 10% ficaram contra o próprio colega de legenda. Entre os tucanos, o placar ficou dividido: 45% votaram a favor de Temer e 47% contra.

O deputado federal e presidente regional do PMDB do RN, Walter Alves que votou para livrar Temer, amigo do seu primo e ex-ministro do Turismo Henrique Alves que se encontra preso por denúncia de corrupção e recebimento de propina nas obras do estádio Arena das Dunas em Natal, recebeu mais de R$ 6 milhões de emendas segundo informações do portal Contas Abertas.

Comandante critica cortes no orçamento do Exército

CELSO JUNIOR

General Eduardo Villas Boas usou as redes sociais para comentar aperto orçamentário que a força terrestre sofre

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, usou as redes sociais para criticar o aperto orçamentário que a força terrestre está sofrendo. A crítica foi feita nesta quinta-feira, 3, em seu perfil no Twitter. Segundo informações obtidas pelo Estado, os recursos hoje disponíveis nos caixas do Exército são suficientes para que se chegue apenas até o mês de setembro.

“Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao @exercitooficial. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general no microblog, ao falar sobre as dificuldades que a instituição está enfrentando e o grave contingenciamento de recursos que, segundo fontes militares, está praticamente paralisando os programas estratégicos do Exército, como o Sisfron, sistema de vigilância de fronteiras.

A principal queixa dos militares é de que o governo federal impõe seguidas missões ao Exército em todas as áreas, mas a equipe econômica não repassa os recursos necessários para o desempenho dos trabalhos. A última delas foi no Rio, com uma nova ida de tropas para as ruas, para tentar oferecer segurança à população.

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Deputados da base cobram reforma política antes de votar a Previdência

plenário votação temer

Parlamentares aliados querem agora foco na aprovação de mudanças nas regras eleitorais

Isadora Peron, Julia Lindner e Vera Rosa, O Estado de S.Paulo

Após a Câmara rejeitar a denúncia contra o presidente Michel Temer, parlamentares da base aliada querem agora concentrar esforços nas próximas semanas na aprovação da reforma política, que prevê mudanças no sistema político-eleitoral e estabelece um fundo com recursos públicos para financiar as eleições. Essas medidas precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado em 60 dias para que tenham validade já nas eleições de 2018.

Neste período, porém, o governo estabeleceu como prioridade no Congresso o avanço da reforma previdenciária. Por ser uma proposta de emenda à Constituição, a alteração na Previdência precisa passar por dois turnos de votação em cada uma das Casas e ter, no mínimo, 308 votos a favor na Câmara. Na votação da denúncia, o presidente obteve 263 votos a favor e 227 contra. Nesta quinta-feira, 3, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que espera que a reforma da Previdência seja aprovada na Câmara e no Senado até o fim de outubro.

A avaliação de parlamentares da base é de que não há tempo a perder na reforma política por causa do prazo determinado na Constituição, que prevê que só valem medidas aprovadas até um ano antes do pleito. Esse argumento é especialmente majoritário no Centrão, grupo do qual fazem parte PP, PSD, PR e PTB, e foi decisivo na votação que barrou a acusação formal por corrupção passiva contra Temer. Até deputados da oposição defendem dar prioridade agora à reforma política.

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CNPq diz que verba para pagar bolsas de setembro acabou

Mario Neto Borges

Congresso garantiu R$ 1,3 mi a bolsistas, mas governo Temer voltou atrás e cortou 44%

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – que financia estudos e pesquisas de bolsistas brasileiros– tem recursos suficientes para pagar as bolsas apenas até este mês de agosto, desembolso previsto para o início de setembro. Com isso, cerca de 100 mil pesquisadores podem paralisar suas atividades no país. O alerta foi feito pelo presidente do CNPq, Mario Neto Borges.

O orçamento para 2017, aprovado pelo Congresso, previa R$ 1,3 bilhão ao CNPq, e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, mais R$ 400 milhões ao órgão. Em março passado, porém, o governo federal anunciou um corte de 44% nesses valores do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o que se traduziu em uma redução de R$ 572 milhões nos repasses.

Do fundo, o órgão recebeu menos do que 56%: até o momento o valor pago foi R$ 62 milhões. O CNPq precisa de R$ 505 milhões para fechar as contas.

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FHC avalia que Temer obteve ‘vitória de Pirro’ na Câmara

FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse nessa quinta-feira (3) que o resultado obtido pelo presidente Michel Temer na Câmara na última quarta-feira foi uma “vitória de Pirro”, referindo-se à expressão usada para definir conquistas obtidas a alto preço e com sequelas irreparáveis.

“Foi uma vitória de Pirro, porque não adianta nada para o país. Adianta, claro, para o presidente Temer. Mas, para o país, essa não era a grande questão”, afirmou o tucano.

Para ele, a retomada do crescimento, o fortalecimento da democracia e a redução da desigualdade social são os reais problemas do país. Sobre Temer ter obtido a vitória com a ajuda do centrão, FHC disse que não concorda com o grupo “como estilo político”.

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