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Brasil fica estagnado em ranking mundial de inovação

O Brasil ficou na 69ª posição no Índice Nacional de Inovação, elaborado pela Universidade de Cornell, pela escola de negócios Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). Foram analisadas 130 economias e o Brasil ficou estagnado em relação ao índice do ano passado. A Suíça lidera o ranking pelo sétimo ano consecutivo.

As economias de países desenvolvidos (ou alto rendimento, como o índice as classifica) ocupam 24 das 25 primeiras posições do ranking. Em segundo lugar, apareceu a Suécia, que estava na mesma colocação do ano passado, os Países Baixos (9º lugar no ranking de 2016) saltaram para o terceiro lugar e os Estados Unidos mantiveram o quarto lugar.

A China foi o único país emergente (considerada pelo ranking como uma economia de rendimento médio) a aparecer entre as 25 primeiras posições. O país asiático saltou da 25ª, conquistada no levantamento do ano passado, para a 22ª posição este ano.

Entre as economias da América Latina e Caribe, o Brasil aparece em sétimo lugar, atrás de Chile (46º), Costa Rica (53º), México (58º), Panamá (63º), Colômbia (65º) e Uruguai (67º).

– Passamos da 47ª posição, em 2011, para a 69ª atualmente. A crise contribuiu para essa queda, e as fontes de financiamento público à inovação secaram. Além disso, houve uma desorganização empresarial com a crise política e as investigações policiais (Lava Jato) – diz o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, que observa que o fato de o Brasil ficar em sétimo lugar na região é ruim, já que com exceção do México, as demais são economias inferiores em tamanho.

No fim de junho, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) promove em São Paulo o 7º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria para discutrir as maiores tendências em inovação. A ideia é avaliar em que estágio o Brasil está em inovação e o que pode ser feito para avançar.

“A inovação pode ajudar a transformar a atual retomada econômica em crescimento de longo prazo”, disse Francis Gurry, diretor-geral da Ompi.

Fonte: Universidade de Cornell, Insead e Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI)

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