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CAI A MASCARA DO ÚLTIMO IMACULADO

Imaculado, segundo o dicionário, é alguém puro, isento de qualquer nódoa moral, alguém inocente.

Diferente de um hipócrita, alguém imaculado é alguém que prega, prova e age em perfeita sintonia, entre suas palavras, atos, cobranças e pensamentos.

Mas o que é um hipócrita?

Segundo a Bíblia Sagrada:

Um hipócrita é uma pessoa que finge e exibe uma religião sem servir a Deus de coração. Mateus 23 fala do povo que limpava o exterior da taça mas deixava o interior sujo. Eles eram como sepulcros caiados, que pareciam belos e adornados, mas por dentro estavam cheios de ossos de mortos e imundície. Jesus disse,”Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e iniqüidade” (Mateus 23:28)

Segundo o senso comum e universal, hipocrisia é a arte de exigir dos outros aquilo não pratica.

Não raro, indivíduos com esse distúrbio comportamental são sempre encontrados por aí, nos mais diversos campos sociais, e principalmente em áreas em que a moral, o conservadorismo e a boa conduta são primordiais, entre elas: a política, e em profissões como a de policial, que curiosamente são onde o sujeito que aqui será abordado está duplamente integrado, e de forma bastante enérgica.

Leandro de Souza é, além de policial, um blogueiro que se não fosse quem é, se não se chamasse Leandro de Souza, se não usasse tantas meias-verdades, tantas suposições e tantas mentiras e se não fizesse da maldade a sua ferramenta de trabalho, seria um bom agente público:

Homem da lei, blogueiro “corajoso” e que – teoricamente – faz da frase “Vamos questionar tudo” seu lema de vida.

Infelizmente, assim como os sepulcros caiados, isso era e é, apenas uma fachada, uma máscara.

De justo, de probo, de correto e de santo Leandro não tinha nada.

De falso, mentiroso, delinquente e picareta Leandro tem muito, sempre teve.

Enquanto acusava o governo municipal dos mais diversos crimes e delitos quase sempre (ou sempre) sem qualquer indício de culpabilidade ou fundamento, Leandro era acusado pelo ministério público de comandar um esquema criminoso de fraude em seguros que tinha como uma das vítimas a SEGURADORA LIDER.

Hoje, sem farda, afastado pela justiça da função de policial militar Leandro tenta jogar a culpa pela sua desgraça (acredite se quiser) no governo municipal macauense, numa rádio irregular, rodeado de também processados e igualmente desonestos, revelando assim mais um transtorno comportamental seu: VEJA DOCUMENTO

Alem de hipócrita, é cínico e dissimulado.

O que Leandro não revela e nem revelará é que:

Ele foi alvo de uma profunda investigação da polícia civil e do ministério público que identificou como sendo ele, o mentor e regente de um esquema vil e criminoso que vitimou a seguradora líder e também o estado, sim, o mesmo estado que ele enquanto mascarado defendia.

Segundo a peça do processo e as palavras do MINISTÉRIO PÚBLICO, (orgão diferente e inconfundível com GOVERNO MUNICIPAL) Leandro ” era responsável pela confecção de boletins de ocorrência com informações inverídicas (fraudulentos), coordenava todas as atividades da associação criminosa “

Sim, o mesmo ministério público que Leandro diz que será o carrasco do governo municipal Macauense.

Entretanto, o seu carrasco não é o governo municipal, nem o ministério público.

É a lei, a verdade, a ética, a justiça.
É a licitude, é Deus.

Todos estes estão de um lado, Leandro do outro.

Hoje, humilhado e destruído pela lei, Leandro diz que: “devemos esperar o término do processo para tirar conclusões”

Ontem, movido pela ganância e pelo ódio, Leandro recebia uma foto e uma mensagem de WhatsApp e de imediato redigia uma matéria taxando pessoas de criminosas, de maneira irresponsável e, como já lhe é usual: criminosa.

É amigos, a lei do retorno não falha.

Tudo que se planta, se colhe.

Cedo ou tarde.

O justiceiro Leandro acusava terceiros de desviarem dinheiro público para comprar emissoras de TV.

O criminoso Leandro desviava dinheiro de terceiros para montar outros escritórios especializados em desviar, e roubar, mais dinheiro alheio.

O justiceiro Leandro, alçava as limitações do governo municipal, distorcia-as, e as pintava como ações criminosas.

O criminoso Leandro, burlava as limitações da lei para cometer crimes, roubando dinheiro alheio, da seguradora líder, do estado.

São as palavras do ministério público, da justiça.

Por fim, é importante esclarecer que:

Não, Leandro não se livrará desse processo porque é “apenas mais uma ação perseguidora e política”.

Pra um juíz determinar o afastamento imediato de um policial militar, é necessário ter vislumbrado PROVAS E ARGUMENTOS CONTUNDENTES nos autos do processo que tornaram a medida inevitável.

Tal afirmativa soa como um insulto à justiça brasileira, ao bom senso.

Leandro de Souza então vai se limitar a ser o que sabe ser de melhor: um office-boy da mentira, do ódio e da vergonha.

Pois, a derrocada e a queda da máscara deste meliante já começou, e terminará com a sentença que não demorará a surgir, em que além de expurga-lo das fileiras da polícia militar do Rio grande do norte também desmonstrará pro público e pra todos os interessados, que, Leandro:

O criminoso é você !

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