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Francisco do PT sugere instituir o Programa Prato Solidário RN

O deputado Francisco do PT protocolou, na Assembleia Legislativa do RN, Projeto de Lei que institui o Programa Estadual de Arrecadação e Doação de Alimentos (Prato Solidário RN). O objetivo principal é definir procedimentos para que o Poder Executivo possa fortalecer o serviço de captação e/ou recepção e distribuição gratuita de gêneros alimentícios.

“A crise que assola nosso País já levou milhares de vidas brasileiras à morte, vítimas da Covid-19. Além disso, temos visto crescer cada vez mais o preço do botijão de gás, da energia, dos alimentos, materiais de higiene e tantos outros itens e serviços do nosso cotidiano. Não apenas a doença nos mata, mas a fome e o desemprego levam o povo a essa situação. Na última semana, nós do PT iniciamos um processo de solidariedade para juntar forças contra a fome. A campanha ‘PT Solidário’ aconteceu em todo o Brasil, e esse PL é mais uma medida de combate a esse mal que devasta nossa sociedade”, justificou Francisco.

Segundo o parlamentar, os alimentos relativos ao Programa Prato Solidário serão oriundos de doações dos setores privados e/ou públicos, sendo destinados às instituições sociais, filantrópicas, organizações da sociedade civil ou órgãos públicos que atendam a pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.

De acordo com a redação da futura norma, o programa tem entre seus princípios: a efetivação dos direitos sociais e da dignidade da pessoa humana; a regularidade no direito e no acesso à alimentação com qualidade e em quantidade suficiente, em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU); e a redução do desperdício de alimentos e da fome.

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Presidente da Assembleia se reúne com representantes dos setores de turismo e eventos

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB), recebeu uma comitiva formada por representantes de entidades ligadas ao setor de turismo e eventos. Na pauta, um pedido de socorro dos setores ao presidente do Legislativo Potiguar.

“O nosso pedido é que Ezequiel seja uma força, seja nosso representante junto ao Governo do Estado para superarmos a maior crise da história do turismo do RN”, disse George Gosson, presidente do Natal Convention Bureau.

De prontidão, Ezequiel se colocou à disposição para somar forças aos setores que são formados por mil empresas abertas, que geram mais de 20 mil empregos diretos e que com a pandemia do novo coronavírus registraram uma queda em sua força de trabalho de aproximadamente 40%.

“Os setores têm o meu apoio irrestrito. Desde já me coloco à disposição para buscar soluções para essa problemática. O que estiver ao nosso alcance, será feito. A primeira coisa que farei é fazer contato com a governadora para que possamos marcar uma reunião com representantes dos setores nos próximos dias”, enfatizou.

Durante a reunião, os representantes dos setores entregaram ao presidente da Assembleia um documento contendo várias reivindicações, com destaque para sete pontos primordiais que são: Implementar o Auxílio Emergencial para trabalhadores do setor; tornar permanente a redução do ICMS e energia de 25% para 12%; reduzir as tarifas de água e esgoto; implementar o exemplo de isenção do ProGás; reduzir ICMS para compras de equipamentos para bares e restaurantes; isentar o ICMS do ano de 2021 para compras de veículos e alterar a legislação ambiental possibilitando a chegada de novos empreendimentos do setor no Estado.

“São reivindicações simples, mas que representam a sobrevivência do turismo e dos eventos do nosso Estado”, comentou Abdon Gosson, Presidente da Associação Brasileira da Industria de Hotéis do RN.

Participaram da reunião George Gosson – presidente do Natal Convention Bureau; Abdon Gosson – Presidente da Associação Brasileira da Industria de Hotéis do RN; George Costa – Presidente da Câmara de Turismo da Fecomércio; Habib Chalita – Presidente do Sindicato dos Bares, Restaurantes, Hotéis e Similares; Júnior Lima – Presidente do Sindicato dos Guias de Turismo do RN; Francisco Câmara Junior – Presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do RN; Paolo Passariello – Presidente da ABRASEL/RN; Bruno Giovanni – Diretor da Tv Assembleia.

“Saímos dessa reunião muito satisfeitos com o apoio irrestrito do presidente da Assembleia Ezequiel Ferreira, que se somou a nossa luta”, resumiu Habib Chalita – Presidente do Sindicato dos Bares, Restaurantes, Hotéis e Similares.

Seguem abertas inscrições para concurso da UFRN; salários de até R$ 4,1 mil

As inscrições para o concurso público voltado ao provimento de vagas na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) seguem abertos até o dia 7 de junho. Estão sendo ofertadas 22 vagas para os níveis médio e superior para alocação nos campi de Natal, Macaíba, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz.

De acordo com o edital, os cargos de nível superior contemplados são: Odontólogo, Enfermeiro, Médico/Área Psiquiatria, Médico/Área Ortopedia, Médico/Área Pediatria, Médico/Área Anestesiologia, Médico/Área Cirurgia Geral, Contador e Pedagogo. Para o nível médio, as vagas são para: Técnico em Contabilidade, Técnico de Laboratório/Área Biotério, Técnico em Laboratório/Área Química, Técnico em Tecnologia da Informação e Assistente em Administração.

Para inscrever-se o candidato deve acessar o portal do Núcleo de Concurso da Universidade (COMPERVE) e preencher o formulário online. A inscrição será confirmada mediante o pagamento das taxas de R$ 60 (nível médio ou técnico) e R$ 80 (nível superior). Candidatos que comprovarem ser doadores de medula óssea ou pertencerem a famílias de baixa renda registradas no CadÚnico poderão solicitar isenção de taxa.

As remunerações são de R$ R$ 2.446,96 para os cargos de nível técnico (40h semanais); R$ 3.666,54 para os cargos de médico (20h semanais); e de R$ 4.180,66 para os demais cargos de nível sueprior (40h semanais). Em todos os casos, será acrescido R$ 458 em auxílio alimentação

Provas
O certame prevê que a aplicação de provas será feita no dia 4 de julho, nos municípios de Natal, Caicó, Currais Novos e Santa Cruz. A seleção terá provas de conhecimentos básicos e específicos (Língua Portuguesa, Legislação e Conhecimentos Específicos de cada área), mediante aplicação de provas objetivas e discursiva (redação), de caráter eliminatório e classificatório.

Além das vagas existentes para provimento imediato, o concurso terá a formação de cadastro de reserva. Vale destacar que as nomeações para os cargos de Médico/ Área Psiquiatria (códigos 103 e 104), Técnico em Tecnologia da Informação (códigos 204 e 205), Técnico de Laboratório/Área Química (código 203) e Assistente em Administração (códigos 206, 207 e 208) vão acontecer após a convocação e esgotamento da lista de aprovados nos concursos anteriores ainda vigentes da UFRN.

O Edital pode ser conferido aqui.

*TNONLINE

Bolsonaro “café com leite”

Lira, Pacheco e Bolsonaro dançam a coreografia da enganação - 03/02/2021 -  UOL Notícias

Líderes do Centrão tratam Jair Bolsonaro como “café com leite” nesta brincadeira de conduzir o país em meio à pandemia da Covid e suas consequências para a economia.

Em reservado, e não é de hoje, deputados e senadores do grupo político fisiológico do Congresso — aquele que Augusto Heleno chegou a cantar, na campanha de 2018, dizendo que nele só tinha ladrão — admitem a decisão de “ignorar” as falas do presidente.

Quando avaliam que as declarações para o nicho bolsonarista passam muito do tom, surgem notinhas de repúdio ou um tuíte aqui e acolá, mas o certo é que Bolsonaro, na maioria das vezes, fala sozinho, o que bem entender, para um público cada vez mais restrito e com a conivência da maior parte do Congresso.

“Cansou, né? Deixa ele”, disse um presidente de partido a O Antagonista na semana passada, quando Bolsonaro voltou a ameaçar editar um decreto para garantir a “liberdade” da população diante das medidas restritivas impostas por prefeitos e governadores na tentativa de frear o novo coronavírus.

Essa postura do Centrão, no entanto, tem preço. E ele está sendo pago desde o primeiro ano do governo com bilhões em verba extra, como este site tem mostrado. É o toma lá, dá cá longe dos nossos olhos que O Antagonista já noticiou em tantas ocasiões: relembre aqui, por exemploEnquanto o Centrão estiver se lambuzando na Codevasf e em outras áreas estratégicas do governo, o impeachment será algo mais distante que o fim da pandemia.

O antagonista

Deputado oftalmologista oferece ‘tratamento precoce’ em troca de ‘like’ no YouTube

Deputado estadual pelo Rio Grande do Norte, Albert Dickson — Foto: Assembleia Legislativa do RN / Divulgação

“Alguém conhece médico que passa tratamento precoce?”, pergunta um rapaz no Telegram. Em poucos segundos, recebe uma lista de médicos espalhados pelo Brasil e seus contatos. Entre eles, Albert Dickson. Abaixo, uma observação: “Para consultar com esse médico precisa se inscrever no seu canal do YouTube, printar a página, enviar o print da inscrição pelo WhatsApp, o nome completo do paciente, cidade/estado e sintomas”.

Diversos médicos no Brasil defendem e prescrevem medicamentos comprovadamente ineficazes ou sem eficácia comprovada para “prevenir” ou “tratar” a covid-19, prática que dizem ser um suposto “tratamento precoce” (leia mais sobre esses medicamentos no fim da reportagem). Há opções de consultas pagas, atendimento gratuito e, neste caso, concedidas após pedido de um “like” no YouTube.

Basta enviar uma mensagem para Dickson, médico oftalmologista e deputado estadual no Rio Grande do Norte pelo Pros, para confirmar o aviso. Questionado sobre uma consulta para a covid-19 por meio do número de celular que ele mesmo divulga em seus vídeos, Dickson responde (*):

“Olá querido amigo e paciente. Antes de tudo gostaria que seguisse passo a passo:

1. cadastre esse meu número nos seus contatos (Dr Albert Dickson)

2. depois entre no nosso canal do YouTube e se inscrevesse lá. Observe o link abaixo e click.

3. Em seguida, PRINT a foto da inscrição e nos envie a pelo whats App.

4. Depois disso aguarde para contato. Grato.”

(*) o texto acima corresponde à reprodução exata da mensagem recebida ao fazermos contato, ou seja, foi mantida a grafia e gramática ali utilizadas.

O próprio deputado não esconde a orientação em seus vídeos: “Como que vocês vão ter direito à consulta? Vocês vão se inscrever no nosso canal, ganhando uma etapa no atendimento. Vocês vão printar e mandar para o meu WhatsApp. Quando você mandar, você já vai começar a ter o acesso à consulta comigo”, disse em um vídeo publicado no Facebook no dia 7 de março. “O segredo é mandar o print.”

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Bolsonaro cria orçamento secreto em troca de apoio do Congresso

Pressionado por Lula e pandemia, Bolsonaro recorre a militares, policiais e  ao Congresso - Jornal O Globo

Um esquema montado pelo presidente Jair Bolsonaro, no final do ano passado, para aumentar sua base de apoio no Congresso criou um orçamento paralelo de R$ 3 bilhões em emendas, boa parte delas destinada à compra de tratores e equipamentos agrícolas por preços até 259% acima dos valores de referência fixados pelo governo.

O flagrante do manejo sem controle de dinheiro público aparece num conjunto de 101 ofícios enviados por deputados e senadores ao Ministério do Desenvolvimento Regional e órgãos vinculados para indicar como eles preferiam usar os recursos.

Planalto libera R$ 3 bi em obras a 285 parlamentares em meio à eleição no Congresso

O detalhe é que, oficialmente, o próprio Bolsonaro vetou a tentativa do Congresso de impor o destino de um novo tipo de emenda (chamada RP9), criado no seu governo, por “contrariar o interesse público” e estimular o “personalismo”. Foi exatamente isso o que ele passou a ignorar após seu casamento com o Centrão.

Os ofícios, obtidos pelo Estadão ao longo dos últimos três meses, mostram que esse esquema também atropela leis orçamentárias, pois são os ministros que deveriam definir onde aplicar os recursos. Mais do que isso, dificulta o controle do Tribunal de Contas da União (TCU) e da sociedade. Os acordos para direcionar o dinheiro não são públicos, e a distribuição dos valores não é equânime entre os congressistas, atendendo a critérios eleitorais. Só ganha quem apoia o governo.

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), por exemplo, determinou a aplicação de R$ 277 milhões de verbas públicas só do Ministério do Desenvolvimento Regional, assumindo a função do ministro Rogério Marinho. Ele precisaria de 34 anos no Senado para conseguir indicar esse montante por meio da tradicional emenda parlamentar individual, que garante a cada congressista direcionar livremente R$ 8 milhões ao ano.

Ex-presidente do Senado, Alcolumbre destinou R$ 81 milhões apenas à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a estatal que controla, ao lado de outros políticos.

Um caso emblemático é o do deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO). O governo aceitou pagar R$ 359 mil num trator que, pelas regras normais, somente liberaria R$ 100 mil dos cofres públicos. No total, o deputado direcionou R$ 8 milhões.

Há situações até em que parlamentares enviaram milhões para compra de máquinas agrícolas para uma cidade a cerca de dois mil quilômetros de seus redutos eleitorais. É o caso dos deputados do Solidariedade Ottaci Nascimento (RR) e Bosco Saraiva (AM). Eles direcionaram R$ 4 milhões para Padre Bernardo (GO). Se a tabela do governo fosse considerada, a compra sairia por R$ 2,8 milhões.

Planilha secreta do governo obtida pelo Estadão revela que Alcolumbre também destinou R$ 10 milhões para obras e compras fora do seu Estado. Dois tratores vão para cidades no Paraná, a 2,6 mil quilômetros do Amapá. Sem questionar, o governo concordou em comprar as máquinas por R$ 500 mil, quando pelo preço de referência sairiam por R$ 200 mil.

As máquinas são destinadas a prefeituras para auxiliar nas obras em estradas nas áreas rurais e vias urbanas e também nos projetos de cooperativas da agricultura familiar. Os políticos costumam promover festas de entrega dos equipamentos, o que lhes garante encontros e fotos com potenciais eleitores em ano pré-eleitoral.

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Mais de 60% dos brasileiros estão sedentários durante a pandemia, diz estudo

Doença do século, sedentarismo deve ser combatido desde a infância | Saúde  | GloboEsporte.com

A principal atividade física praticada pela maior parte dos brasileiros durante a pandemia é o revezamento entre sentar-se em frente à televisão e ao computador. O tempo médio que as pessoas passaram vendo TV por dia no ano passado foi de três horas (aumento de uma hora e 20 minutos comparado a antes da pandemia). Foram mais de cinco horas diante da tela do computador, em média (uma hora e meia a mais do que antes da pandemia).

Essas são algumas das constatações divulgadas neste mês pelo Projeto Convid – Pesquisa de Comportamento – levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De acordo com o estudo feito no ano passado com 44.062 brasileiros, 62% dos entrevistados deixaram de fazer qualquer tipo de exercício durante a pandemia.

A combinação de falta de atividade física + longas horas sentado é perfeita para o desenvolvimento de uma série de problemas de saúde, alertam os especialistas. “Esses são os principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral”, alerta Cléa Simone Sabino de Souza Colombo, médica especialista em Cardiologia, Ergometria e Reabilitação pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

Muitos estudos laborais demonstraram também que o risco da diminuição da expectativa de vida é proporcional ao tempo que a pessoa passa sentada.

Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e publicado no British Journal of Sports Medicine analisou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 54 países sobre o tempo médio que as pessoas permaneciam sentadas. A conclusão foi que até 4% das mortes no mundo poderiam ser evitadas se os indivíduos se movimentassem mais e ficassem três horas a menos na mesma posição.

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Saída de empresas revela dificuldades estruturais para Brasil crescer, dizem analistas

A saída recente de grandes multinacionais do Brasil sinaliza a deterioração do cenário econômico local para os próximos anos —e mais empresas podem desistir do país, segundo economistas ouvidos pela Folha.

Entre o ano passado e este, chamam a atenção desistências de peso. A montadora americana Ford, há mais de cem anos no Brasil, preferiu sair daqui e manter a fábrica na Argentina na reestruturação global que está promovendo. A espanhola Cabify desistiu do país alegando que a crise dificulta o avanço do serviço de carona.

A cimenteira franco-suíça LafargeHolcim, a maior do ramo no mundo, também preferiu partir, apesar de haver prognósticos positivos para a construção no Brasil. A nipônica Sony decidiu não mais fabricar ou mesmo vender no país TVs, equipamentos de áudio e câmeras, abandonando a Zona Franca de Manaus, polo que garante isenções tributárias.

Foram-se também a farmacêutica suíça Roche e o laboratório americano Eli Lilly. A varejista francesa L’Occitane fechou lojas no país, e a americana Walmart, maior rede de varejo do mundo, repassou os ativos no país.

Economistas e analistas ainda tentam traduzir o movimento de saída em áreas tão distintas quando a tendência apontava o contrário: excesso de capital no mundo e juros ainda muito baixos deveriam atrair investidores para um um país emergente do porte do Brasil. A cada partida, muitos ponderaram que sempre é preciso considerar a situação particular de cada empresa e que o Brasil seria até uma vítima circunstancial da pandemia.

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, atualmente secretário estadual da Fazenda e do Planejamento em São Paulo, diz que isso precisa ser levado em consideração, mas afirma que a equação para uma tomada de uma decisão tão radical quanto deixar um país é muito mais complexa.

Ford decidiu, sim, parar de produzir alguns modelos e as linhas eram brasileiras. LafargeHolcim quer vender ativos para pagar dívidas. Mas Meirelles lembra que decisões de negócios também consideram o potencial de retorno de mercado em cada país. Nesse critério, o Brasil não está em seu melhor momento e, pior, não há sinais visíveis de melhoras radicais.

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