Bolsonaro sobe de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários da pesquisa

Resultado de imagem para bolsonaro

O deputado Bolsonaro, que tem posições conservadoras e de extrema direita, subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários em que é possível acompanhar a evolução. Nesses e em outros dois com candidatos diversos, Bolsonaro empata com Marina.

Ele é o segundo nome mais lembrado de forma espontânea, com 7%. É menos que os 16% de Lula, mas acima dos 1% dos outros, segundo a Folha de São Paulo.

Com uma intenção de voto concentrada em jovens instruídos e de maior renda, Bolsonaro se favorece da imagem de “outsider” com baixa rejeição (23%) e do fato de que o Datafolha já registrava em 2014 uma tendência conservadora no eleitorado.

Ele parece ocupar o vácuo deixado por lideranças tradicionais de centro-direita do PSDB, golpeadas na Lava Jato, confirmando a avaliação de que há espaço para candidaturas que se vendam como antipolíticas em 2018.

Lula amplia liderança para 2018, e Bolsonaro chega a 2º, diz Datafolha

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu e aparece no segundo lugar da corrida para a Presidência em 2018, empatado tecnicamente com a ex-senadora Marina Silva (Rede).

É o que aponta a primeira pesquisa Datafolha após a divulgação de detalhes da delação da Odebrecht, que atingiu em cheio presidenciáveis tucanos –que veem o prefeito paulistano, João Doria (PSDB), surgir com índices mais competitivos.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, mantém-se na liderança apesar das menções no noticiário recente da Lava Jato.

O Datafolha fez 2.781 entrevistas, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27), antes da greve geral de sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Dilma sofre de ‘amnésia moral’, diz marqueteiro João Santana

Dilma

Marqueteiro afirma ao TSE que, ‘infelizmente’, presidente cassada sabia de caixa 2 e se sentia chantageada por Marcelo Odebrecht

O uso de caixa 2 na campanha eleitoral de Dilma Rousseff (PT) em 2014 reforçou a percepção de que os políticos brasileiros sofrem de “amnésia moral”, disse em depoimento sigiloso à Justiça Eleitoral o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas do PT à Presidência da República em 2006, 2010 e 2014. Segundo o publicitário, Dilma “infelizmente” sabia do uso de recursos não contabilizados em sua campanha e se sentia “chantageada” pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht.

De acordo com Santana, a petista teria sido uma “Rainha da Inglaterra” em se tratando das finanças de sua campanha, não sabendo de todos os detalhes dos pagamentos efetuados.

No entanto, indagado se a presidente cassada tinha conhecimento de que parte das despesas era paga via caixa 2, o marqueteiro foi categórico: “Infelizmente, sabia. Infelizmente porque, ao me dar confiança de tratar esse assunto, isso reforçou uma espécie de amnésia moral, que envolve todos os políticos brasileiros. Isso aumentou um sentimento de impunidade”. As informações são da Agência Estado.

Leia maisDilma sofre de ‘amnésia moral’, diz marqueteiro João Santana

PSDB grava programa só com as caras novas da sigla

O PSDB começou neste fim de semana as gravações para seu programa nacional de televisão, que será exibido dia 15 de maio. Com quadros tradicionais extremamente desgastados pelos desdobramentos da Operação Lava Jato, até agora só novos rostos na estrutura da legenda foram acionados para aparecer.

Integrantes da sigla admitem que é “improvável” a exibição de nomes há pouco vistos como os maiores símbolos do tucanato, como Aécio Neves e Geraldo Alckmin.

Unidos pela dor, Aécio e Alckmin marcaram para esta semana uma conversa. O senador mineiro virá a São Paulo para encontrar o governador. Será a primeira reunião após a avalanche que a delação da Odebrecht fez desabar sobre os dois. As informações são da coluna Painel da Folha de São Paulo.

Lula diz ver espaço para diálogo com FHC, mas refuta conversa com Temer

Lula participa seminário sobre economia, promovido pelo PT e pela Fundação Perseu Abramo, em Brasília (DF), nesta segunda

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez nesta quarta-feira (26) um aceno público em direção à abertura de diálogo com Fernando Henrique Cardoso (PSDB), seu antecessor no Palácio do Planalto.

“Eu fiquei muito agradecido quando ele foi me visitar no hospital, foi visitar a dona Marisa, e acho que há um espaço para conversar sobre reforma política e também discutir sobre economia, não tem problema”, afirmou em entrevista ao SBT.

Lula refutou, no entanto, a possibilidade de aproximação com o presidente Michel Temer (PMDB). Disse que, “sinceramente”, não tem interesse em conversar com ele. “A forma como ele chegou ao governo não condiz, inclusive, com as conversas que tive com ele.”

Desde a visita de FHC e Temer ao petista durante o período em que a ex-primeira dama Marisa Letícia estava internada, em fevereiro deste anos, auxiliares do trio tratam da possibilidade de conversas, principalmente em torno da reforma política.

Na entrevista, o petista disse também que não vai fazer “nenhum acordo sobre a Lava Jato”. “Se tiver de ter reunião entre os políticos, tem de ser os presidentes dos partidos que puxem, é para discutir reforma política”

Leia maisLula diz ver espaço para diálogo com FHC, mas refuta conversa com Temer

Com cadeira vazia, Vice-Presidência já gastou R$ 300 mil no ano

O presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice, onde ele voltou a morar

O presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice, onde ele voltou a morar

DANIEL CARVALHO e GUSTAVO URIBE – Folha de São Paulo

Michel Temer não tem um vice-presidente para chamar de seu, mas o gabinete da Vice-Presidência da República, no qual há apenas um servidor lotado, gastou R$ 361,8 mil dos cofres públicos nos três primeiros meses do ano.

A despesa no período foi superior, por exemplo, à realizada pela Secretaria de Governo, responsável pela negociação com o Poder Legislativo e que teve gasto de R$ 17,9 mil, e pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, cujo desembolso foi de R$ 33,3 mil.

Os gastos da Vice-Presidência, segundo informações do Portal da Transparência, foram com serviços como luz, água, copiadoras, limpeza e cozinha. Só com uma empresa de contratação de terceirizados, o gabinete desembolsou R$ 72,4 mil.

O único funcionário lotado na Vice-Presidência é um oficial de gabinete que ganha R$ 2.220,16. Segundo o Palácio do Planalto, entre as suas funções administrativas estão responder pedidos de Lei de Acesso à Informação, fazer relatórios de gestão e controle de despesas e acompanhamento de processos com órgãos de controle.

Leia maisCom cadeira vazia, Vice-Presidência já gastou R$ 300 mil no ano

Silvio Santos, Ronaldo e outros famosos comparecem ao casamento de Patricia Abravanel e Fábio Faria

Patricia Abravanel e Fabio Faria (Foto: Reprodução/Instagram)

Por Beatriz Bourroul – Revista Quem Globo

Patricia Abravanel e Fábio Faria se casaram na tarde deste sábado (29). A cerimônia aconteceu na mansão de Silvio Santos, pai da apresentadora, no bairro do Morumbi, na zona sul da cidade de São Paulo. Ela caminhou até o altar de braço dado com o apresentador.

Junto desde 2013, o casal decidiu celebrar a união de maneira íntima, reunindo cerca de 200 convidados, entre amigos próximos e familiares. O filho deles, Pedro, de 2 anos, esteve presente na cerimônia.

Na porta da mansão, Wanessa Camargo e o marido, Marcus Buaiz, além de Ronaldo e Celina Locks, Tiago Abravanel, Silvia Abravanel e o próprio Silvio Santos, muito simpático e sorridente, posaram para as fotos.

A noiva preferiu se arrumar dentro de casa e pediu, gentilmente, para que os convidados não compartilhassem imagens da cerimônia – por conta disso, uma hashtag oficial do evento não foi divulgada.

 

Governo acena com concessões antes de votar reforma da Previdência

Uma das medidas em discussão é parcelar dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural

POR BÁRBARA NASCIMENTO – O Globo

Após a votação da reforma trabalhista, o governo deve se articular nessa próxima semana e fazer concessões à base com a intenção de angariar mais votos para a reforma da Previdência. Como se trata de uma proposta de emenda constitucional (PEC), são necessários 308 votos. Entre as medidas discutidas está a permissão para parcelamento das dívidas do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), que equivale a uma contribuição previdenciária paga por produtores a trabalhadores rurais.

Muitos produtores deixaram de contribuir para o fundo com base em uma decisão liminar de 2011, que questionava a constitucionalidade da cobrança. Há cerca de um mês, no entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a cobrança é constitucional e que os produtores têm que pagar o passivo desses anos, estimado em R$ 10 bilhões.

A questão foi alvo de reunião na última semana com a Frente Parlamentar da Agropecuária, a confederação que representa o setor e as equipes política e econômica do governo. As discussões foram acaloradas e um dos deputados da frente deixou claro que este não é o momento de comprar uma briga desnecessária com os parlamentares e que o ideal seria uma solução política para o assunto, e não econômica.

Leia maisGoverno acena com concessões antes de votar reforma da Previdência

error: Content is protected !!
%d blogueiros gostam disto: