PF prende empresário que lucrou R$ 8 bi nos governos Cabral e Pezão

Empresário Marco Antônio de Luca é preso pela PF em Ipanema Foto: Pedro Teixeira / O Globo

O chefe de cartel de alimentos que lucrou R$ 8 bilhões nos governos Cabral e Pezão, Marco Antônio de Luca, foi preso em nova operação da força-tarefa da Lava-Jato no Rio. Agentes da Polícia Federal chegaram no início da manhã desta quinta-feira num apartamento de luxo na Vieira Souto, em Ipanema, para cumprir mandado de prisão contra o empresário do ramo de alimentação Marco Antônio de Luca, autorizado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

Esta forte presença no setor inspirou o nome da operação, “Ratatouille”, um rústico prato francês (sopa de carne ou peixe picado com legumes cozidos em azeite) que também batiza um longa-metragem de animação, no qual um ratinho não se contenta apenas em roubar alimentos, como os demais, e luta para ser um grande chef de cozinha. As informações são de O Globo.

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Ministro da Justiça diz em entrevista que origem de doação de campanha não importa, desde que declarado

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O ministro da Justiça, Torquato Jardim, disse em entrevista à TV Globo nesta quarta-feira que a origem dos recursos doados à campanhas eleitorais não são relevantes, desde que a doação tenha sido declarada à Justiça Eleitoral.

A declaração de Torquato, que tomou posse no cargo nesta quarta, vem em um momento em que procuradores que atuam na força-tarefa da Lava Jato afirmam que doações eleitorais legais foram feitas com dinheiro de propina paga por empresas.

“Eu não discuto essa questão da origem, se a origem é caixa 1 ou é caixa 10. Eu quero saber se entrou contabilizado no comitê do candidato, no comitê partidário de campanhas, se entrou conforme a lei”, disse o ministro à emissora.

Executivos ligados a empresas que firmaram acordos de delação premiada com a Lava Jato –entre elas Odebrecht e J&F, holding que controla o frigorífico JBS– disseram em depoimentos que propinas pagas em troca de benefícios obtidos pelas empresas foram pagas na forma de doações eleitorais legais.

Enquanto agentes de endemias se matam de trabalhar em Assú, vereadora Eli da Saúde vive na moleza

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Enquanto a maioria dos agentes de Saúde da Prefeitura do Assú se ‘matam’ de trabalhar atuando junto à comunidade em visitas a casas e locais que podem ser atingidos por qualquer tipo de endemia, a vereadora Eli da Saúde, recebe tratamento diferenciado do governo do prefeito Gustavo Soares, do PR, fazendo politicagem como cabo eleitoral do deputado estadual George Soares.

Por determinação do prefeito Gustavo Soares, a vereadora vive na moleza, com a sua política feijão com arroz pelas ruas do Assú ao invés dessa profissional estar no dia a dia fazendo levantamentos e indicando os locais com problemas, assim como fazem os outros agentes sem apadrinhamentos, fornecendo informações sobre o  controle de doenças que estejam surgindo em determinada região e também ações relacionadas a saúde do local em que atua.

Ala jovem do PSDB pede saída do governo Temer

Tucanos no governo

Dos 46 deputados do partido, 27 são a favor de a legenda abandonar a base aliada de Temer antes da decisão do TSE na próxima terça-feira

Renan Truffi, O Estado de S.Paulo

Parlamentares do PSDB na Câmara dos Deputados pressionam a cúpula da legenda para decidir na terça-feira, primeiro dia do julgamento da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a saída do partido da base aliada.

A proposta vem dos “cabeças pretas”, ala mais jovem da bancada, mas também tem o apoio de deputados mais experientes, que avaliam não haver mais condição de a legenda continuar apoiando o governo, independentemente do resultado final do julgamento do TSE. A ideia é que o PSDB não espere a decisão da Corte para se posicionar.

De acordo com cálculos de tucanos, dos 46 deputados do partido, 27 são a favor de a legenda abandonar a base aliada de Temer e 12 estariam indecisos. Outros sete são contrários.

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Vereadora de Assú ganha sem trabalhar na Saúde e ainda tira férias

A vereadora Maria Elisângela Albano, do PP, que ganha mais de R$ 10 mil na Câmara Municipal do Assú e também exerce o cargo de Agente de Combate a Endemias na Secretaria Municipal de Saúde, acumulando duas funções remuneradas sem trabalhar na prevenção de doenças como funcionária do município, agora tirou férias de 30 dias.

O Ministério Público do Assú precisa investigar os passos da vereadora mais conhecida como Eli da Saúde que acumula o cargo de vereadora e de Agente de Endemias, mas não exerce as suas funções em campo por puro apadrinhamento político do atual prefeito Gustavo Soares, a pedido do seu irmão e deputado George Soares.

Enquanto o desemprego atinge a marca de 14 milhões de pessoas no Brasil, a vereadora Eli da Saúde, sem dar um prego numa barra de saúde, ganha sem dar expediente. Legalmente, ela pode receber o salário desde que trabalhasse na Secretaria de Saúde do Assú.

Câmara aprova PEC que viabiliza a prática da vaquejada

Comissão do Senado aprova projeto que eleva vaquejada a patrimônio cultural

Matéria segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional; a aprovação da matéria foi uma resposta do Legislativo à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a prática ilegal

Renan Truffi e Igor Gadelha, O Estado de S.Paulo

A Câmara dos Deputados aprovou em definitivo na noite desta quarta-feira, 31, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que viabiliza a prática da vaquejada. A matéria foi aprovada por 373 votos a 50. Houve ainda seis abstenções. Como já tinha passado pelo Senado, a PEC foi enviada para promulgação pelo Congresso Nacional.

A PEC viabiliza a vaquejada, ao incluir na Constituição Federal que “não são cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais”. Em novembro de 2016, Câmara e Senado aprovaram de forma relâmpago projeto que transformou a vaquejada e o rodeio em manifestação cultural e patrimônios imateriais do Brasil. A lei já foi sancionada pelo presidente Michel Temer.

A regulamentação da vaquejada por meio da PEC foi aprovada com o apoio principalmente de parlamentares das bancadas do Nordeste, onde a prática é mais comum. A aprovação da matéria foi uma resposta do Legislativo à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a prática ilegal em decorrência da crueldade contra os animais.

Conselho vai revisar CLT e texto da reforma trabalhista

Trabalho

Conselho Nacional do Trabalho será lançado nesta quinta-feira e será formado por 30 membros

Murilo Rodrigues Alves e Fernando Nakagawa, O Estado de S.Paulo

O governo lança hoje um órgão que poderá propor ao presidente Michel Temer que vete alguns pontos da reforma trabalhista, caso o projeto seja aprovado no Senado. Criado há mais de 20 anos pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, o Conselho Nacional do Trabalho vai ser instituído oficialmente com 30 membros, sendo 10 representantes do governo, dez dos trabalhadores e dez dos patrões.

Segundo o Ministério do Trabalho, uma das missões do colegiado será “revisar” a septuagenária Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que o conselho poderá analisar o projeto da reforma trabalhista e propor modificações no texto, mesmo depois do aval dos senadores – o texto já foi aprovado pela Câmara.

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Novo Fies prevê dívida fixa e fim do prazo de carência para pagamento

Inscritos no Fies passam a madrugada em frente a faculdade para validar matrículas, em 2015

Inscritos no Fies passam a madrugada em frente a faculdade para validar matrículas, em 2015

O governo Michel Temer planeja uma revisão no Fies (financiamento estudantil) que prevê o fim do prazo de carência para que estudantes beneficiados iniciem o pagamento da dívida. Hoje, as parcelas começam a ser pagas somente após um ano e meio.

As alterações devem afetar tanto as condições para alunos como para as instituições de ensino superior particulares. O fundo que funciona como um fiador de parte da inadimplência dos estudantes também sofrerá mudanças.

As novas regras devem ser anunciadas neste mês. Valerão para contratos futuros, segundo informações da Folha de São Paulo.

 

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