Eleição na França tem maior abstenção desde 2002

Os eleitores franceses escolhem neste domingo quem será o novo presidente da França entre o centrista Emmanuel Macron ou a líder da extrema-direita Marine Le Pen, num pleito que pode decidir o futuro da Europa. Com as urnas abertas desde as 8h no horário local (3h em Brasília), as primeiras indicações são de que o número de abstenções será grande, o que, segundo analistas, deve favorecer Le Pen.

De acordo com o Ministério do Interior do país, até as 17h no horário local (12h em Brasília), o comparecimento estava em 65,3%, o menor para este momento da votação desde 2002, quando ficou em 67,6%. Já em 2012 o número era de cerca de 72%, enquanto em 2007 atingiu 75,1%.

Os novos números confirmam a expectativa de uma alta abstenção na eleição francesa que já havia sido sinalizada pelo ministério mais cedo neste domingo. Ainda segundo o ministério, até o meio-dia local (7h em Brasília), o comparecimento chegou a 28% dos eleitores, também o menor desde o pleito de 2002, quando marcou 26% no meio do dia. Já nas últimas eleições presidenciais francesas, em 2012, ele ficou em 31% também a esta hora. As informações são de O Globo.

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Cerca de 28% dos brasileiros recebem algum pagamento do Estado

Contracheque de servidores, benefícios e despesas do INSS alcançam 15% do PIB

POR RENATA MARIZ – O Globo

Cerca de 57,9 milhões de brasileiros, ou 28% da população, recebem algum tipo de pagamento diretamente do Estado. Fazem parte desse universo os 10 milhões de servidores ativos e inativos que têm governos municipais, estaduais e a União como pagadores no contracheque, além dos 33,8 milhões que recebem aposentadorias e benefícios do INSS. Soma-se a isso os 13,4 milhões de inscritos no Bolsa Família, além de alguns milhares de destinatários de repasses mais pontuais, como seguro-defeso e bolsas de estudo.

O volume de pagamentos chegou a R$ 941 bilhões em 2016, cerca de 15% do PIB daquele ano (de R$ 6,3 trilhões). No caso da remuneração de servidores de estados e municípios, a base considerada foi de 2015, a mais atual disponível. A maior folha de pagamento é a do INSS (R$ 507,8 bilhões anuais), seguida pela União (R$ 273,6 bilhões), estados (R$ 106,3 bilhões) e municípios (R$ 24,7 bilhões). Dos programas assistenciais, o Bolsa Família tem o maior orçamento (R$ 27,4 bilhões em repasses).

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Assú não tem prefeito, diz secretário Ivan Júnior

O atual secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Ivan Júnior aproveitou o fato do apresentador do programa Sala de Redação da Rádio Princesa do Vale, Jarbas Rocha, chamá-lo de prefeito do Assú ao vivo durante a entrevista, para explicar que o tarimbado repórter político o chamava assim, porque a cidade está sem prefeito.

O atual prefeito do Assú Gustavo Soares passa apenas dois na cidade e segundo Ivan Júnior, assim ele não tem tempo para representar bem a cidade. Escute abaixo trecho da entrevista em que Ivan fala do abandono em que o município se encontra.

Aposentadoria de servidor custa dez vezes mais que benefício do INSS

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Rombo do INSS custa R$ 4,4 mil per capita; dos servidores, R$ 49 mil

Por ano, União e Estados gastam algo como R$ 315 bilhões para cobrir os déficits do INSS e das previdências públicas. Pouco mais de R$ 150 bilhões ajudam a pagar 30 milhões de benefícios do INSS, no sistema privado. No entanto, um valor maior – R$ 164 bilhões – é drenado para tapar o buraco nas previdências públicas, criado por apenas 3 milhões de servidores civis e militares da União e Estados.

A diferença de gasto é ainda mais gritante quando avaliada em termos per capita. Os cofres públicas liberam cerca de R$ 4,4 mil per capita para cobrir o rombo do INSS, onde estão 29,2 milhões de brasileiros que pagaram pelo benefício. Cada um dos 2,7 milhões de inativos civis da União e dos Estados custa R$ 49 mil – praticamente dez vezes mais. Entre os militares, a proporção sobe: cada um dos quase 300 mil inativos custa R$ 113 mil.

“Há uma enorme disparidade entre público e privado, porque os servidores têm privilégios que elevam o valor do benefício”, diz Leonardo Rolim Guimarães, ex-secretário de Políticas de Previdência Social. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Apesar da pressa do governo, aprovação da reforma trabalhista pode demorar

Governo quer a aprovação em 30 dias, mas a tramitação pode se estender a 90 dias

A tramitação da reforma trabalhista no Senado deve demorar um pouco mais que as previsões iniciais, que citavam 30 dias. O próprio relator na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), reconhece que o prazo pode se estender a até 90 dias. Senadores da oposição querem usar o tempo para tentar reverter regras propostas pela Câmara.

Representantes da oposição nas três comissões que avaliarão a reforma — Assuntos Econômicos, Constituição e Justiça e Assuntos Sociais — já se articulam para amenizar ou até mesmo derrubar pontos polêmicos do projeto, como a criação dos contratos de trabalho intermitente, que permitem ao trabalhador encurtar a jornada, a redução do horário de almoço e a jornada diária de até 12 horas por 36 horas de descanso, o que já existe para algumas categorias.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) acredita que o governo deverá correr para aprovar o texto antes do prazo citado por Ferraço. Mesmo assim, acredita que há espaço para alterar o projeto — o que devolveria o texto para a Câmara e atrasaria a sanção presidencial. “A resistência será maior no Senado, porque há visão mais crítica que na Câmara. Além disso, é bom lembrar que há cisão dentro do próprio PMDB”, diz.

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Walter Alves participa de inauguração de obras em Riacho de Santana

O início do fim de semana foi movimentado para o deputado federal Walter Alves (PMDB-RN). Depois de participar de audiência com produtores agrícolas em Alto do Rodrigues, e visitar o município de Apodi, na última sexta-feira (5), o parlamentar participou, na manhã deste sábado (6), da solenidade de inauguração de duas importantes obras no município de Riacho de Santana, a 417 quilômetros de Natal.

Ao lado do prefeito Jessé Freitas, Walter Alves inaugurou a pavimentação de diversas ruas no bairro São Gonçalo. O prefeito também fez a entrega de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no distrito de Poço de Pedra.

A entrega dos benefícios faz parte da programação festiva de emancipação política da cidade. No próximo dia 10, Riacho de Santana completa 55 anos.

Temer tem quase 30% do ministério sob investigação da Lava-Jato

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Um ano após ser alçado ao Planalto na esteira da indignação provocada pelas revelações da Lava-Jato, o presidente Michel Temer tem 30% de sua equipe ministerial envolvida em acusações de envolvimento no esquema. Ele mesmo só não é investigado porque a lei não permite que seja processado por fatos que ocorreram antes de seu governo.

Com pouco mais de um mês de mandato, Temer já tinha perdido três ministros devido à Lava-Jato. Sob pressão, decidiu que só passaria a afastar quem fosse formalmente denunciado pela Procuradoria-Geral da República, em uma tentativa de evitar uma sangria ainda maior.

A medida permite que dois ministros intimamente ligados ao presidente, Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), investigados sob a suspeita de atuar para receber R$ 10 milhões da Odebrecht em troca de benefícios à empresa, continuem no governo. Ainda assegura a presença na Esplanada de um time expressivo de investigados: os ministros Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores), Blairo Maggi (Agricultura), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Hélder Barbalho (Integração Nacional) e Marcos Pereira (Índustria e Comércio). As informações são do jornalista Eduardo Bresciani – O Globo

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Pelo terceiro dia consecutivo, manifestantes fazem panelaço contra Dirceu


Pelo terceiro dia consecutivo, manifestantes se reuniram hoje (6) em frente ao edifício onde mora o ex-ministro José Dirceu, no bairro Sudoeste, em Brasília. O ato começou por volta das 18h, convocado pelo movimento Rua Brasil e Bloco Brasil, e reuniu cerca de 20 pessoas, que batiam panelas e gritavam ofensas ao ex-ministro.

A Polícia Militar (PM) foi acionada para acompanhar o protesto. A PM recebeu chamada de morador incomodado com o barulho. Foi feito um acordo com os manifestantes para o ato acabasse às 20h.

Segundo moradores e funcionários do edifício, Dirceu saiu de casa por volta das 10h e não retornou. O apartamento permaneceu com as luzes apagadas. O ex-ministro teria se mudado hoje (6). Procurado, o advogado de Dirceu, Roberto Podval, não confirmou a informação. As informações são da Agência Brasil.

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