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‘Talvez não seja hora de votar abuso e fim do foro’, diz Maia

Presidente da Câmara considera que ambiente está ‘radicalizado’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse ao GLOBO que ainda não analisou o mérito da lei de abuso de autoridade, mas avaliou que, como o ambiente está “radicalizado”, talvez não seja a melhor hora para votar nem esse projeto, nem o do fim do foro privilegiado, aprovados no Senado na última quarta-feira. Maia vai discutir o trâmite do projeto de abuso na semana que vem com os líderes.

— É preciso parcimônia, o ambiente está muito radicalizado. Muitos dizem que não é o momento de tratar de abuso de autoridade. Talvez também não seja o melhor momento de tratar do foro. Mas o abuso eu quero ouvir os líderes na semana que vem para saber se eles acham que já está maduro para levar para o plenário ou se é melhor discutir primeiro na comissão — afirmou. As informações são de O Globo.

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Temer diz não ter preocupação com lava jato

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No início do mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, autorizou o pedido de investigação de oito ministros do governo

O presidente Michel Temer afirmou ter preocupação “zero” com a Operação Lava Jato. “Zero, eu não tenho preocupação nenhuma. Eu sempre digo ‘Vamos deixar a Lava Jato trabalhar em paz, vamos deixar o Ministério Público [MP]cumprir seu papel, o Judiciário cumprir seu papel e vamos continuar trabalhando[/MP]”, afirmou o presidente em entrevista exibida na noite de ontem no Programa do Ratinho, do SBT.

No início do mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, autorizou o pedido de investigação de oito ministros do governo. Por enquanto nenhum deles deixou seus cargos, já que Temer adotou como critério, primeiramente, o afastamento provisório em caso de denúncia e o definitivo se o ministro virar réu. As informações são da Agência Estado.

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70% de juízes do Tribunal de Justiça de São Paulo recebem além do teto

SAO PAULO, SP, BRASIL, 24-10-2014: Prédio do Tribunal da Justiça de São Paulo, na praça da Sé, centro. (Foto: Avener Prado/Folhapress, COTIDIANO) ***EXCLUSIVO FOLHA***

Por Fernanda Mena –  Folha de São Paulo

“Esse auxílio-moradia, na verdade, ele disfarça um aumento do subsídio [salário] que está defasado há muito tempo? Hoje, aparentemente, o juiz ganha bem, mas ele tem 27% de desconto de imposto de renda, tem que pagar plano de saúde, tem que comprar terno e não dá pra ir toda hora a Miami comprar terno (…).renato naliniex-presidente do TJ à TV Cultura, em 2014

Cerca de 70% dos juízes que constam da folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) de março deste ano receberam vencimentos acima do teto constitucional do funcionalismo público, estipulado em R$ 33,7 mil.

O levantamento feito pela Folha apontou casos de pagamentos líquidos de mais de R$ 90 mil.

Em reportagem publicada nesta sexta-feira (28), a Folha revelou que 97% dos promotores e procuradores de São Paulo receberam vencimentos líquidos acima do teto em 2015, segundo pesquisa de Luciana Zaffalon na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

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Sindicalistas vão usar 1º de Maio para convocar atos em Brasília contra reforma da Previdência

As centrais sindicais que organizaram a greve geral desta sexta (28) vão usar o 1º de Maio, Dia do Trabalho, para convocar seus filiados a “ocupar Brasília” no dia da votação da reforma da Previdência, segundo a coluna Painel da Folha de São Paulo.

As entidades vão fazer o chamado para novas manifestações em um comunicado conjunto. O documento também terá ordens para que dirigentes estaduais organizem atos para pressionar os senadores a mudar o texto que cria novas regras trabalhistas, aprovado esta semana na Câmara.

Antônio Jácome esta na lista de Temer como deputado infiel

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Segundo informações da Folha de São Paulo,  o deputado potiguar Antonio Jácome (PTN-RN), além de outros integrantes da equipe de articulação política, entraram na lista Gonzaga Patriota (PSB-PE), Cícero Almeida (PMDB-AL), Luciano Ducci (PSB-PR), Marcelo Álvaro (PR-MG), Jony Marcos (PRB-SE).

Por compor a base aliada de Temer, esses deputados ganham no governo o direito de escolher quem ocupará cargos da administração federal em seus Estados de origem.

Algumas portarias internas com as demissões já foram editadas. A maior parte delas deve acontecer no início da próxima semana, como um recado de que traições em plenário não serão toleradas.

Segundo auxiliares de Temer, nem todas as demissões serão definitivas. Algumas podem ser revertidas se os padrinhos das nomeações decidirem votar com o governo na reforma da Previdência.

Presidente lista 25 infiéis para demitir seus indicados

O presidente Michel Temer listou cerca de 25 parlamentares que terão seus aliados demitidos de cargos públicos por terem votado contra o governo na proposta de mudança da legislação trabalhista e também por não apoiarem a reforma da Previdência.

A estratégia do Palácio do Planalto é tirar os cargos dos parlamentares considerados infiéis e transferir as nomeações para outros, em troca dos votos desses deputados na reforma da Previdência.

O governo considera ter sido traído por cerca de 70 deputados. Espera que as demissões ajudem a reverter a posição do resto do grupo.

Os alvos são deputados que compõem a base de Temer, mas são considerados “irrecuperáveis” —ou seja, traíram o governo e não podem ser convencidos a apoiar a reforma da Previdência.

Há nomes de dez partidos, como o PMDB (sigla do presidente), o PP (do líder do governo) e o PSB —este declarou posição contrária às reformas e deve ser o mais atingido. As informações são do jornalistas Bruno Boghossian e Paulo Gama, da Folha de São Paulo.

Justiça do Assú pode acabar com boquinha de nepotismo da mãe do prefeito e do deputado do PR

A atual secretária executiva de Desenvolvimento Humano da Prefeitura do Assú, Rizza  Montenegro – mãe do prefeito Gustavo Soares e do deputado estadual George Soares, ambos filiados ao PR – pode perder a boquinha de R$ 7 mil que engorda a conta bancária da oligarquia Montenegro/Soares com a festa de nepotismo no município ás custas de recursos públicos.

Rizza que é aposentado da Assembléia Legislativa ganhando mais de R$ 13 mil/mensal, totalizando assim, uma receita superior a R$ 20 mil/mês, ficou amedrontada com a decisão do juiz Eduardo Neri Negreiros, da comarca de Apodi, que concedeu medida liminar para suspender a eficácia do ato de nomeação de Maria Goreti da Silveira Pinto, mãe do prefeito Alan Jefferson da Silveira Pinto para o cargo de Secretária Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social.

A expectativa é de que a Justiça do Assú adote decisão semelhante para suspender a prática do nepotismo explícito adotada pelo prefeito Gustavo Soares que tem a sua mãe,Rizza Montenegro, como integrante do primeiro escalão do governo municipal. O Ministério Público da comarca do Assú deverá acionar o Judiciário para pelo menos questionar a nomeação da mãe do prefeito e outros parentes que foram nomeados pelo chefe do executivo assuense.

Conselho Nacional do MP vai investigar ex-procurador do Rio

Lopes é suspeito de ter avisado sobre operação de busca e apreensão

POR CHICO OTAVIO E DANIEL BIASETTO – O Globo

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) abriu um processo para investigar a conduta do ex-procurador-geral do Rio Cláudio Lopes, apontado pelo advogado Cesar Romero, colaborador da Lava-Jato, como responsável por ter vazado uma operação de busca e apreensão em sua casa, em 2010, quando Romero era subsecretário-executivo da Saúde. Ele disse que foi avisado da operação pelo seu chefe, o então secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes.

O procedimento de número 1.00314/2017-30 é mantido em sigilo no CNMP, o mais importante órgão disciplinar da categoria. Na última quarta-feira, o Conselho Superior do Ministério Público do Rio já havia aberto um inquérito para apurar a acusação contra o ex-procurador.

Se for instaurado um processo administrativo disciplinar, a punição pode variar desde uma advertência até a demissão e cassação de aposentadoria, como está previsto na Lei Orgânica do Estado do Rio de Janeiro. Se a punição for perda do cargo, é o Procurador-Geral de Justiça do Estado que fica responsável pelo ajuizamento de ação civil para decretação de perda da função.

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