‘Não quero ser candidato se for culpado’, afirma Lula em reunião

Lula

Em reunião com as bancadas do PT na Câmara e no Senado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (13) que vai lutar para defender a sua inocência e pediu para que os petistas ergam a cabeça para vencer a batalha diante das acusações contra ele e o partido.

Em discurso, que durou aproximadamente 30 minutos, Lula disse que há uma tentativa de impedir que o PT volte ao poder. “Não quero ser candidato por ser candidato. E não quero ser candidato se for culpado. Eles (acusadores) que apresentem à sociedade uma única culpa. O máximo que conseguem dizer é que Lula sabia”, disse o ex-presidente.

O presidente de honra do PT disse que não quer que os petistas tenham um candidato “escondido” na sua candidatura, ou seja, um candidato que participa do pleito para não ser preso. Lula ressaltou que tudo que não quer é ser condenado sendo inocente. “Se apresentarem provas contra mim de todas as acusações, terei a satisfação de vir aqui e dizer que não posso ser candidato.” Lula repetiu que, se fosse culpado, não teria condições morais de ser candidato. As informações são da Agência Estado.

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Maia espera da Justiça Federal julgamento isento de Lula

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O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse esperar que o TRF-4 faça um julgamento “transparente e com isenção”. Maia lembrou que sempre foi adversário de Lula, mas ressaltou que tem “preocupação com pressões” de natureza política sobre julgamentos. Para ele, não contribuem debates públicos sobre datas de julgamentos.

— Um julgamento de qualquer cidadão não pode ter interferência política, tem que ser uma decisão da Justiça de pautar. Se eles estão confortáveis com a decisão pautar de dia 24, se não isso tem interferência política no julgamento, se o presidente Lula vai ter, como sabemos que terá, um julgamento transparente e isento, tudo bem. O que tenho muita preocupação é que pressões mobilizem o Judiciário. Fico preocupado às vezes com pressão — afirmou.

De acordo com o presidente da Câmara afirmou que é preciso aguardar o julgamento, mas garantiu acreditar que a atuação dos desembargadores será isenta. As informações são de O Globo.

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Petistas acusam tribunal de golpe contra a candidatura de Lula

Lideranças do PT acusam o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de perpetrar um golpe contra a candidatura do ex-presidente Lula ao marcar para 24 de janeiro, em pleno recesso do Legislativo e Judiciário, o julgamento da apelação contra a condenação no caso do tríplex do Guarujá. Já lideranças dos partidos adversários interpretam que o quadro político sucessório sofrerá uma reviravolta já que, com a antecipação, os prazos de recursos a uma eventual confirmação da condenação já terão se esgotado em julho, quando haverá o registro das candidaturas.

Os petistas acusam o TRF-4 de “perseguição”, acham que haverá pressão popular e “só morto” Lula não será candidato. Eles não aceitam que o julgamento aconteça durante o recesso, sem Legislativo, Judiciário e com o povo “desprevenido” na praia.

— Antecipar esse julgamento é uma perseguição ao Lula. Os caras suspenderem o recesso para julgar o processo dele, é má intenção mesmo — reagiu o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zaratini (SP). As informações são de O Globo.

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STF: Marco Aurélio é a favor de polícia fazer delações

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O ministro Marco Aurélio Mello, relator no Supremo Tribunal Federal (STF) de ação que discute a validade de delações firmadas pela polícia, votou a favor da possibilidade de delegados fecharem acordos de colaboração. A ação foi apresentada no ano passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), para quem só o Ministério Público poderia firmar acordos de delação. Faltam votar os outros ministros.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, por exemplo, destacou que a polícia não pode garantir ao delator a diminuição da pena ou perdão judicial, medidas que só podem ser propostas pelo Ministério Público, titular da ação penal no Brasil. O delator fecharia assim um acordo sem garantias de seu cumprimento, uma vez que o Ministério Público poderia ignorar o que foi fechado entre polícia e colaborador. Marco Aurélio rebateu esse ponto.

— A representação pelo perdão judicial, feita pelo delegado de polícia, em acordo de colaboração premiada, ouvido o Ministério Público, não é causa impeditiva do oferecimento da denúncia pelo órgão acusador (Ministério Público). Uma vez comprovada a eficácia do acordo, será extinta pelo juiz a punibilidade – afirmou Marco Aurélio, acrescentando:

— Quem pune não é o Ministério Público, não é a polícia. É o julgador. As informações são de O Globo.

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Vereador João Paulo quer acabar com a Colônia de Pesca e o sindicato da Lavoura do Assú

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Com objetivo claro e definido para a curto prazo acabar com o poder de fogo político e sindical da ex-vereadora Sônia da Pesca, o vereador e réu em processo de peculato na Justiça, João Paulo deflagrou uma mobilização para a criação de um novo sindicato em Assú, aumentando assim, a sua politicagem de barganha do toma lá dá cá em troca de favores do prefeito Gustavo Soares.

A atual presidente da Colônia de Pesca do Assú Sônia Maria de França vai ter quer lutar bravamente para que os pescadores não caiam na rede da armadilha montada pelo vereador João Paulo para tomar dela os associados que recebem uma receita milionária mensalmente e contribuem com o funcionamento da entidade. Na realidade, João Paulo quer acabar com a Colônia de Pesca com a criação desse novo sindicato.

Apesar de votar pela reeleição do deputado estadual e presidente do Solidariedade, Kelps Lima, o vereador João Paulo, além de contar com contratos milionários fechados entre a Prefeitura do Assu e a empresa do seu irmão, agora quer plantar a semente da destruição das atuais entidades que congregam os agricultores e pescadores, com a criação do Sindicato dos Agricultores Familiares e dos Pescadores Artesanais do Assú.

Enquanto o vereador João Paulo casa e batiza, o deputado George Soares, anda se fazendo de idiota com a montagem desse plano maquiavélico que tem como alvo principal, a ex-vereadora Sonia da Pesca e a receita gorda do Sindicato da Lavoura do Assú. Tem gente dizendo que João Paulo e George Soares estão combinados para destruir as duas entidades no próximo dia 17 de dezembro.

 

Preso há 15 dias, ex-ministro continua no comando do PR

Mesmo preso há 15 dias, o ex-ministro Antonio Carlos Rodrigues continua na presidência do PR. E dentro do partido não existe, no momento, nenhum movimento para afastá-lo do posto. Segundo um integrante do partido, não há motivo para afastá-lo do comando porque não houve julgamento. Dirigentes entendem que ele seja inocente no episódio.

O status de Rodrigues não deve mudar tão cedo. A assessoria do PR disse que a troca do presidente do partido só poderia ser feita com a realização de uma convenção. “Não há previsão nem solicitação para realização de convenção com objetivo de mudança na Executiva Nacional do Partido”, informou a sigla.

O nome de Rodrigues aparece como dirigente máximo no site da legenda. Na tarde de segunda-feira, O GLOBO ligou para a sede da da sigla em Brasília e perguntou para a telefonista o nome do presidente. A resposta da telefonista foi: Antonio Carlos Rodrigues. As informações são de O Globo.

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STF decide se PF pode conduzir delações

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta quarta-feira, 13, Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5508, ajuizada contra dispositivos da Lei 12.850/2013 que atribuem a delegados de polícia o poder de realizar acordos de colaboração premiada. Também está prevista a retomada do julgamento dos embargos na ação penal do senador Ivo Cassol (PP-RO) e outros dois réus condenados pelo crime de fraude a licitações ocorridas quando ele foi prefeito da cidade de Rolim de Moura (RO).

Também estão previstos para análise os agravos regimentais interpostos contra decisão do ministro Edson Fachin de desmembrar os Inquéritos (INQ) 4483 e 4327, após decisão da Câmara dos Deputados de negar autorização para processar criminalmente o presidente da República e ministros de Estado.

São agravos interpostos pelas defesas de Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Joesley Batista, Ricardo Saud, Rodrigo Rocha Loures, André Esteves e outros investigados que não detêm foro por prerrogativa de função no STF. O relator determinou a retirada desses investigados dos inquéritos em trâmite no STF e a remessa dos autos à Justiça Federal de 1º grau para prosseguimento.

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Em clima natalino, políticos esquecem da Lava-Jato em jantar

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Temer fez passagem relâmpago em evento na casa do presidente do Senado

Por algumas horas, entrando pela madrugada desta terça-feira, o clima natalino apagou os traumas deixados na política em 2017 pela Operação Lava-Jato e juntou a nata da República, do Executivo, do Supremo Tribunal Federal (STF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Congresso.

No tradicional jantar de confraternização de fim de ano na casa do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vararam madrugada em uma mesa mais isolada com o ministro do STF, Dias Toffoli, que na semana passada pediu vista e impediu a conclusão da votação do processo que restringe o foro privilegiado para parlamentares, sem prazo para voltar, mesmo com maioria formada dos demais ministros para aprovar.

O assunto nas várias rodinhas era a dificuldade de votação da reforma da Previdência, a formação de alianças e candidaturas nos estados. Acompanhado de ministros da Casa, Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco ( Secretaria Geral) , o presidente Michel Temer fez uma passagem relâmpago pelo jantar. Segundo os presentes estava mais sério que de costume, além da já conhecida formalidade. Mais cedo, além de seguidas reuniões sobre previdência, Temer havia se submetido a mais exames urológicos. As informações são de O Globo.

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Correção: A nova prisão de Marcelo no Morumbi

Foto publicada pelo ‘Estado’ não é da casa onde empresário cumprirá prisão domiciliar a partir do dia 19

Na próxima terça-feira, dia 19, o empresário Marcelo Odebrecht vai ficar frente a frente com o juiz de execução penal da 12ª Vara Federal de Curitiba, Danilo Pereira Junior, e indicará ao magistrado o endereço onde vai cumprir sua prisão domiciliar. A formalidade é o último passo para que o empreiteiro, herdeiro de uma das maiores construtoras do País, volte para casa exatos 914 dias depois de ser preso na 14ª. fase da Operação Lava Jato.

Marcelo vai trocar a cela mal iluminada de 12 metros quadrados, nos fundos da Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense – que dividia com outros acusados e delatores –, por sua residência em um condomínio de segurança máxima no Morumbi, área nobre de São Paulo. O local foi onde a Polícia Federal o prendeu no dia 19 de junho de 2015.

Sua defesa começou a fazer os preparativos finais para que ele deixe a prisão a tempo de passar o Natal em casa. A multa imposta no acordo de delação premiada – R$ 73,3 milhões – já foi quitada. Como ele vai voltar para casa ainda está indefinido. As informações são de O Estado de São Paulo.

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