Cabo eleitoral do deputado George Soares receberá R$ 2.400 por plantão em Assú

O médico e ex-prefeito de Macau, José Antônio Meneses, principal cabo eleitoral do deputado estadual do PR, George Soares, vai ganhar no governo do irmão do deputado e prefeito Gustavo Soares,  a bagatela de R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais) por plantão de 24 horas.

O aliado político do parlamentar do PR, receberá dos cofres da Prefeitura do Assú, a quantia de R$ 1.800,00 (hum mil e oitocentos reais); por plantão de 18 horas e por plantão de 12 horas – R$ 1.200,00 (hum mil e duzentos reais); e Plantão de 06 horas – R$ 600,00 (seiscentos reais).

Prefeito do Assú contrata por R$ 168 mil médico e ex-prefeito de Macau que apoia George Soares

O médico e ex-prefeito de Macau, José Antônio Meneses, que anunciou apoio ao projeto de reeleição do deputado estadual do PR, George Soares, foi contratado por R$ 168 mil pelo irmão do parlamentar e prefeito do Assú Gustavo Soares, para prestar serviços no hospital regional.

Nos bastidores da política do Vale do Açu, a contratação do ex-prefeito de Macau, é apontada como no mínimo estranha, já que o anúncio de apoio a reeleição do deputado George Soares, foi divulgada após a assinatura do contrato entre o médico e a Prefeitura do Assú.

 

Nelter solicita reinclusão do RN em programa federal de convivência com a seca

Preocupado com a crise hídrica que há anos prejudica o Estado, o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) está cobrando em caráter de urgência do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) a reinclusão do Rio Grande do Norte no programa de Cisternas do Governo Federal.

“Esta demanda chegou ao nosso conhecimento através do Instituto para a Valorização da Cultura Camponesa no Semiárido Brasileiro [Instituto Chapéu de Couro] e pelo grupo de Articulação Semiárido Brasileiro Rio Grande do Norte [ASA Potiguar]. Queremos detalhes sobre o que motivou a exclusão do nosso Estado do termo de parceria que seria celebrado entre o MDS e a Associação Um Milhão de Cisternas para o Semiárido”, disse o parlamentar.

Nelter mostrou que no Rio Grande do Norte, após a implantação de tecnologias sociais de convivência com a seca, os efeitos da estiagem que se prolonga há seis anos, apesar de severa, não ocasionou migração, frentes de emergência, saques nas cidades e nem mortes humanas, como ocorria no passado.

“O programa de cisternas, sem dúvida alguma, tem se mostrado eficiente e eficaz não somente para armazenar as águas das chuvas, mas também para o suporte na distribuição da água transportada pelos carros-pipa. Excluir o RN de mais uma oportunidade de executar tecnologias sociais de convivência com a seca é um retrocesso sem precedentes, por isso solicitamos ao MDS a reinclusão de nosso Estado no programa de cisternas”, afirmou.

Alvo da PF intermediou negócios com governo da Bahia

Apontado pela Polícia Federal como um dos intermediários do recebimento de propinas e recursos de campanha para o ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT), o empresário Carlos Daltroviabilizou demandas do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTCEngenharia, junto ao governo da Bahia.

Documentos do inquérito da Lava Jato que investigou o empreiteiro mostram troca de e-mails entre Pessoa e Daltro em 2014. Nele, o empreiteiro pede a Daltro que o ajude a aprovar um pedido de outorga de água do rio Paraguaçu para irrigação junto a um órgão ambiental da Bahia.

O beneficiado seria um amigo de Pessoa, o empresário João Augusto Calasans. De acordo com a apuração da PF, Calasans enviou e-mailspara Pessoa solicitando que este entregasse uma carta com o pedido de outorga ao então secretário da Casa Civil e hoje governador, Rui Costa (PT).

Em um dos e-mails, Calasans ainda destaca que Pessoa poderia pressionar Costa, que disputaria o governo da Bahia naquele ano: “O bom é que estamos em período eleitoral, assim fica mais fácil colocá-lo na parede”.

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Raquel quer incluir Temer em investigação sobre R$ 10 mi da Odebrecht

A procuradora-geral da República Raquel Dodge pediu ao Supremo Tribunal Federal que o presidente Michel Temer (MDB) seja incluído em inquérito que investiga suposto repasse de R$ 10 milhões da Odebrecht ao MDB, em 2014.

No âmbito desta investigação, delatores citam um jantar no Palácio do Jaburu onde teria ocorrido um ‘shake hands’ em torno do repasse. Para Raquel, o cargo de Temer não o impede de ser investigado por atos anteriores ao mandato. A procuradora-geral também pediu a prorrogação do inquérito por 60 dias.

Ao pedir a abertura de investigação, o ex-procurador-geral Rodrigo Janot afirmou que o presidente não poderia ser incluído por considerar a que o emedebista possui ‘imunidade temporária à persecução penal, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal’.

No entanto, para Raquel, a legislação brasileira impede que o presidente seja apenas ‘responsabilizado’, ou seja, denunciado, por atos que ocorreram fora do período de seu mandato. As informações são de Luiz Vassallo, Breno Pires e Teo Cury –  O Estado de São Paulo.

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STF suspende pela quinta vez julgamento de denúncia contra Dudu da Fonte

Pela quinta vez, o julgamento de uma denúncia apresentada há um ano e meio pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) no âmbito da Operação Lava Jato foi suspenso ou adiado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Ricardo Lewandowski, nesta terça-feira (27), pediu vista pela segunda vez no caso, agora para reexaminar o voto depois de o ministro Gilmar Mendes ter votado pela rejeição da denúncia.

“À luz das ponderações do eminente ministro Gilmar Mendes, que são substanciosas, eu vou pedir nova vista dos autos para um reexame da matéria. Como o julgamento é sempre dinâmico, a vista tem a função de trazer eventualmente novos elementos para firmar convicções anteriores ou alterá-las, nesse sentido peço vista dos autos”, afirmou Ricardo Lewandowski em seu segundo pedido de vista.

A acusação contra o parlamentar, conhecido como Dudu da Fonte, é de recebimento R$ 300 mil da UTC Engenharia em 2010 para beneficiar a empresa em obras no esquema de corrupção da Petrobrás. A denúncia é pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-executivo da estatal Djalma Rodrigues de Souza também foi denunciado no caso. O presidente da UTC, Ricardo Pessoa, em colaboração premiada, afirmou que pagou R$ 300 mil ao deputado, mas Eduardo da Fonte teria lhe aplicado um “passa-moleque”, porque as obras jamais se efetivaram. As informações são de Breno Pires e Amanda Pupo / O Estado de São Paulo.

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Supremo condena o senador Acir Gurgacz à prisão por crime financeiro

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO)

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, condenar o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) a 4 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto por crimes contra o sistema financeiro nacional. O senador foi absolvido da acusação e crime de estelionato.

Também foi decretada a suspensão dos direitos políticos do senador. Caberá agora ao presidente do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE), submeter ao plenário a votação para determinar a perda do mandato efetivo do senador. A Casa, de acordo com o presidente da Primeira Turma do Supremo, ministro Alexandre de Moraes, terá de deliberar por maioria absoluta.

O Supremo determinou ainda multa de cinco salários mínimos – considerado o patamar vigente entre 2003 e 2004 – por dia durante 228 dias. Ao valor final, Moraes decidiu pelo aumento da multa em três vezes, alegando que o senador possui condição financeira favorável para arcar com a quantia.

“O patrimônio declarado do senador equivale a R$ 11 milhões, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral”, afirmou. As informações são de Teo Cury, O Estado de S.Paulo.

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Barroso prorroga inquérito de Temer por 60 dias

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou o inquérito que investiga o presidente Michel Temer por 60 dias. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que foi apoiado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Além de Temer, há outros três investigados por supostas irregularidades no decreto presidencial dos portos. O presidente, que nega as acusações, é suspeito de ter beneficiado a Rodrimar, que opera no porto de Santos.

Ainda na mesma decisão, Barroso determina a instauração de um inquérito para apurar o vazamento da informação de que Raquel Dodge divergiu da Polícia Federal e não solicitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Temer, divulgada pelo GLOBO nesta terça-feira.

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