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Farra de combustivel na Prefeitura do Assu na mira do Ministério Público

Enquanto a Câmara de Vereadores do Assú com seus 15 vereadores que ganham cada um quase R$ 12 mil por mês, incluindo até ajuda alimentação, é uma instituição apática e subserviente ao governo do prefeito Gustavo Soares, não exercendo o seu papel de fiscalizar a aplicação correta do dinheiro, está abrindo espaço para o Ministério Público do Assú exercer essa função para barrar os excessos da administração municipal.

No dia 26 passado, a promotora de Justiça Fernando Guerreiro, mandou abrir inquérito para apurar a regularidade e transparência da despesa pública do poder executivo municipal de Assu/RN com combustível. O dono do posto Florestal, Antônio Galinha,  já embolsou mais de R$ 4 milhões de reais dos cofres municipais desde que o prefeito do Assú Gustavo Soares assumiu o cargo em 2017.

A gastança com combustível no governo do prefeito Gustavo Soares começou em 2017, quando ele torrou muito grana. Foram empenhados um total de 2.857.343,96 (dois milhões, oitocentos e cinquenta e sete mil, trezentos e quarenta e três, e noventa e seis centavos). Já em 2018, o valor subiu para 3.199.468,94 (três milhões, cento e noventa e nove mil, quatrocentos e sessenta e oito reais e noventa e quatro centavos). No total, a PMA pagou mais
de R$ 4 milhões para a empresa. Veja portaria abaixo:

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